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A Guerra dos EUA-OTAN (NWO-Illuminatis) contra a Síria e Oriente Médio

Posted by on 15/08/2013

A GUERRA dos EUA-OTAN (NWO-Illuminatis) contra a Síria e os demais países do Oriente Médio

Quando eu voltei ao Pentágono em Novembro de 2001, um dos oficiais superiores do staff teve tempo para uma conversa. Sim, ainda estamos a caminho de ir contra o IRAQUE, disse ele (isso ainda em 2001). Mas havia mais. Isto estava sendo discutido (a invasão do Iraque) como parte de um plano maior de campanha militar de cinco anos, disse ele, e havia um total de sete países (a serem conquistados), a começar pelo IRAQUE, a seguir a LÍBIA, SÍRIA, LÍBANO, SOMÁLIA, SUDÃO e IRÓ.  Depoimento de Wesley Clark, antigo comandante-geral da OTAN

Tradução e imagens adicionais: Thoth3126@gmail.com 

Forças navais do ocidente, da OTAN e dos EUA/ISRAEL enfrentarão às da RÚSSIA, no Mar Mediterrâneo, ao largo da SÍRIA?

http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=32079

By Michel Chossudovsky – Global Research

Deixe-me dizer aos soldados e oficiais que ainda apoiam o regime sírio – o povo sírio recordará as escolhas que eles fizerem nos próximos dias…  Secretária de Estado Hillary Clinton, na conferência Friends of Syria, em Paris, 07/Julho/2012

Enquanto a confrontação entre a RÚSSIA e o Ocidente (EUA e Europa) estava, até recentemente, confinada ao âmbito polido (e hipócrita) da diplomacia internacional, dentro do recinto do Conselho de Segurança da ONU, agora uma situação incerta e perigosa está se desdobrando no Mar Mediterrâneo , em sua porção Oriental. 

Forças aliadas incluindo operativos de inteligência e forças especiais do ocidente (EUA e OTAN) reforçaram a sua presença sobre o terreno na SÍRIA a seguir ao impasse da ONU. Enquanto isso, coincidindo com o beco sem saída no Conselho de Segurança da ONU, Moscou despachou para o Mediterrâneo uma frota de dez navios de guerra russos e navios de escolta comandados pelo destróier anti-submarino Almirante Chabanenko. A frota russa está atualmente estacionada ao largo da costa Sul da Síria. 

Em Agosto do ano passado, o vice-primeiro-ministro da Rússia, Dmitry Rogozin, advertiu que a OTAN está planejando uma campanha militar contra a SÍRIA para ajudar a derrubar o regime do presidente Bashar al-Assad com um objetivo de longo alcance de preparar uma cabeça de ponte para um posterior ataque ao IRÃ…

Em relação ao atual deslocamento naval, o chefe da Armada da RÚSSIA, o vice-almirante Viktor Chirkov, confirmou, entretanto, ainda que a frota [russa] esteja  transportando fuzileiros navais, os navios de guerra russos “não seriam envolvidos em Tarefas na SÍRIA”. “Os navios executarão manobras militares planejadas”, disse o ministro russo da Defesa. 

A aliança EUA-OTAN retaliou à iniciativa naval da Rússia, com uma deslocamento naval muito maior, uma formidável armada ocidental consistente de navios de guerra britânicos, franceses e americanos, previstos para serem deslocados para a região neste último Verão no Mediterrâneo Oriental, levando a uma potencial “confrontação estilo Guerra Fria” entre a RÚSSIA e as forças navais ocidentais. 

Enquanto isso, planejadores militares dos EUA-OTAN anunciaram que várias “opções militares” e “cenários de intervenção” estão sendo analisados/contemplados na sequência do veto russo-chinês no Conselho de Segurança da ONU. O planejado posicionamento naval é coordenado com operações aliadas no terreno em apoio ao “Exército Sírio Livre” (ESL) patrocinado pelos EUA-OTAN aliança. Quanto a isto, os EUA-OTAN aceleraram o recrutamento de combatentes (n.t. um eufemismo para se referir a soldados de um “exército mercenário”, pagos para combaterem) estrangeiros treinados na Turquia, Iraque, Arábia Saudita e Qatar. 

À direita: Navios de guerra russos entram no Mediterrâneo, rumo à SÍRIA, timesofmalta.com, 24/Julho/2012)

A França e a Grã-Bretanha participarão este Verão em exercícios/jogos de guerra com o nome de código Exercise Cougar 12 [2012]. Os jogos serão efetuados no Mediterrâneo Oriental como parte de um “Response Force Task Group” franco-britânico envolvendo o navio HMS Bulwarkbritânico e o grupo de batalha do porta-aviões Charles De Gaulle da França.

O ponto central deste exercício naval foram as operações anfíbias envolvendo a colocação em terra firme de tropas no “território inimigo” (simulada).  

Uma CORTINA DE FUMAÇA: A proposta evacuação de cidadãos ocidentais “Utilizando uma  frota naval de armas de destruição em massa humanitária” 

Pouco mencionado pelos principais meios de comunicação da mídia de referência, os navios de guerra envolvidos no exercício naval Cougar 12 também participarão na planejada evacuação de “cidadãos britânicos do Médio Oriente, caso o conflito em curso na SÍRIA extravase suas fronteiras para os países vizinhos do Líbano e da Jordânia”.

“Os britânicos provavelmente enviariam o HMS Illustrious, um porta-helicópteros, juntamente com o HMS Bulwark, um navio anfíbio, bem como um destróier avançado para providenciar defesa à força-tarefa. Estarão a bordo várias centenas de soldados de comandos da Royal Marine, bem como um complemento de helicópteros de ataque AH-64 (os mesmos utilizados na LÍBIA no ano passado). Espera-se que se lhe junte uma frota de navios franceses, incluindo o porta-aviões Charles De Gaulle, transportando um complemento de caças Rafale. Espera-se que aquelas forças permaneçam ao largo e possam escoltar navios civis especialmente fretados destinados a recolher cidadãos estrangeiros a fugirem da SÍRIA e países vizinhos”. (ibtimes.com, 24/Julho/2012).

 Fontes no Ministério da Defesa britânico, se bem que confirmando o “mandato humanitário” da Royal Navy no planejado programa de evacuação, negaram categoricamente “qualquer intenção quanto a um papel de combate para forças britânicos [contra a SÍRIA]”. O plano de evacuação utilizando o mais avançado material militar, incluindo o HMS Bulwark e o porta-aviões Charles de Gaulle, é uma cortina de fumaça muito óbvia. A agenda militar não tão escondida é a ameaça militar e a intimidação contra uma nação soberana , a SÍRIA, localizada no berço histórico da civilização, a Mesopotâmia”:

“Só o Charles De Gaulle é porta-aviões nuclear com todo um esquadrão de jatos mais avançados do que qualquer coisa que os sírios tenham – é especulação de incitamento [dizer] que aquelas forças pudessem ficar envolvidas numa operação da OTAN contra forças sírias leais a Bashar al-Assad… O HMS Illustrious, que está atualmente ancorado no Rio Tamisa, no centro de Londres, provavelmente será enviado para a região”. (Ibid) 

Este deslocamento impressionante de poder naval franco-britânico poderia também incluir o porta-aviões USS John C. Stennis, dos EUA, o qual está para ser enviado de volta ao Médio Oriente:

[Em 16/Julho/2012], o Pentágono também confirmou que iria reposicionar o USS John C. Stennis, um porta-aviões nuclear capaz de transportar 90 aviões, para o Médio Oriente… O Stennis estaria para chegar na região com um cruzador avançado de lançamento de mísseis, … Já é esperado que o porta-aviões USS Eisenhower esteja no  Oriente Médio naquele momento (dois porta-aviões atualmente na região estão para serem liberados e enviados de volta para os EUA). 

Em meio a situações imprevisíveis tanto na SÍRIA como no IRÃ, que teriam deixado as forças norte americanas tensas e excessivamente sobrecarregadas se fosse necessária uma firme resposta militar em qualquer circunstância. (Ibid, ênfase acrescentada) 

 O grupo de ataque USS Stennis está para ser enviado de volta ao Oriente Médio “numa data não especificada no fim do Verão” para ser posicionado na área de responsabilidade do Comando Central:

“O Departamento da Defesa disse que o deslocamento anterior viera de um pedido feito pelo general do Marine Corps James N. Mattis, o comandante do Comando Central (a autoridade militar dos EUA que cobre o Oriente Médio), parcialmente devido à preocupação de que haveria um curto período em que apenas um porta-aviões estaria localizado na região”. (Strike group headed to Central Command early – Stripes Central – Stripes, July 16, 2012)

O Gen. Marine James Mattis, comandante do U.S. Central Command, “pediu para avançar o posicionamento do grupo de combate com base num “conjunto de fatores” e o secretário da Defesa Leon Panetta o aprovou”… (ibid) 

Um porta-voz do Pentágono declarou que a mudança de posicionamento do grupo de ataque comandado pelo USS Stennis fazia parte de “um vasto conjunto de interesses de segurança dos EUA na região”. “Estamos sempre atentos aos desafios colocados pelo IRÃ. Deixe-me ser muito claro: Esta não é uma decisão baseada unicamente nos desafios colocados pelo IRÃ, …”Não é acerca de qualquer país particular ou uma ameaça particular”, dando a entender que a SÍRIA também fazia parte do posicionamento planejado. (Ibid, ênfase acrescentada) 

Quando eu voltei ao Pentágono em Novembro de 2001, um dos oficiais superiores do staff teve tempo para uma conversa. Sim, ainda estamos a caminho de ir contra o IRAQUE, disse ele (isso ainda em 2001). Mas havia mais. Isto estava sendo discutido (a invasão do Iraque) como parte de um plano maior de campanha militar de cinco anos, disse ele, e havia um total de sete países (a serem conquistados), a começar pelo IRAQUE, a seguir a LÍBIA, SÍRIA, LÍBANO, SOMÁLIA, SUDÃO e IRÓ. Depoimento de Wesley Clark, General dos EUA e antigo comandante-geral da OTAN.

“Cenários de intervenção”
Este maciço posicionamento de poder naval na região do Mar Mediterrâneo Oriental é um ato de coerção tendo em vista aterrorizar o povo sírio. A ameaça de intervenção militar tem em vista desestabilizar a SÍRIA como estado nação bem como confrontar e enfraquecer o papel da RÚSSIA (e CHINA) na intermediação da crise síria. O jogo diplomático da ONU está num impasse. O Conselho de Segurança da ONU está morto. A transição é em direção à “Diplomacia ATRAVÉS DE CANHÕES E BOMBAS” do século XXI. Se bem que uma operação militar aliada total dirigida contra a SÍRIA não esteja “oficialmente” contemplada, os estrategistas militares estão atualmente envolvidos na preparação de vários “possíveis cenários de intervenção”.

Os “Líderes políticos” ocidentais podem não ter apetite por intervenção mais profunda. Mas como a história tem mostrado, nós nem sempre escolhemos que guerras combater – por vezes as guerras nos escolhem. Os Planejadores militares tem a responsabilidade de se preparar para opções de intervenção na SÍRIA para os seus mestres políticos caso este conflito seja escolhido.

A preparação esta sendo efetuada em várias capitais ocidentais e sobre o terreno na SÍRIA e na TURQUIA. Até o ponto de colapso do governo de Assad, é mais provável que vejamos uma continuação ou intensificação das opções abaixo do radar de apoio financeiro, armamento e aconselhamento dos “rebeldes”, operações clandestinas e talvez guerra cibernética a partir do Ocidente. Após algum colapso, entretanto, as opções militares serão vistas a uma luz diferente.Daily Mail,24/Julho/2012, ênfase acrescentada)

Já existe um país MUÇULMANO COM ARMAMENTO ATÔMICO, o PAQUISTÃO, (cerca de 70/90 ogivas) e ISRAEL nunca se sentiu ameaçado por essa nação muçulmana.

Observações conclusivas
O mundo está numa encruzilhada MUITO perigosa. A configuração deste planejado posicionamento naval no Mediterrâneo Oriental com navios de guerra dos EUA-OTAN contíguo àqueles da RÚSSIA não tem precedentes na história recente. A história conta-nos que guerras são muitas vezes desencadeadas inesperadamente devido a “erros políticos” e erro humano. Os segundos são os mais prováveis dentro no âmbito de um sistema político desagregado e corrupto nos EUA e na Europa Ocidental. 

O planejamento militar EUA-OTAN é supervisionado por uma hierarquia militar centralizada. As Operações de Comando e Controle são em teoria “coordenadas” mas na prática muitas vezes elas são marcadas pelo erro humano. Operativos de inteligência muitas vezes funcionam independentemente e fora do âmbito da responsabilidade política. 

Os Planejadores militares são agudamente conscientes dos perigos da escalada para a guerra. A SÍRIA tem capacidades de defesa antiaérea significativas bem como forças terrestres. O país tem instalado o seu sistema de defesa aérea com a recepção dos mísseis russos Pantsir S1 e com apoio logístico da RÚSSIA. Qualquer forma de intervenção militar direta dos EUA-OTAN contra a SÍRIA desestabilizaria toda a região, levando potencialmente à escalada do conflito numa vasta área geográfica, que se estende desde o Mediterrâneo Oriental até a fronteira do Afeganistão-Paquistão com o Tadjiquistão e a CHINA

O planejamento militar envolve cenários intrincados e jogos de guerra por ambos os lados incluindo opções militares relativas a sistema de armas avançados. Um cenário do tipo Terceira Guerra Mundial tem sido contemplado pelos estrategistas militares EUA-OTAN-ISRAEL desde o princípio de 2000. A escalada é uma parte integral da agenda militar. Preparativos de guerra para atacar a SÍRIA e o IRÃ têm avançado para um “estado agudo de prontidão” durante vários anos. Estamos tratando com complexas tomadas de decisão políticas e estratégicas que envolvem a ação recíproca de poderosos grupos de interesses econômicos, e as ações de serviços de inteligência. 

O papel da propaganda de guerra é fundamental não só para moldar a opinião pública mundial, levando-a a aceitar a agenda de guerra, como também para estabelecer um consenso dentro dos escalões superiores do processo de tomada de decisão. Uma forma seletiva de propaganda de guerra destinada aos “Top Officials-oficiais de alto escalão” (TOPOFF) em agências dos governos, serviços de inteligência, militares em geral, aplicadores da lei, etc, se destina a criar um consenso firme em favor da Guerra. (e da necessidade da implantação de Estado Policial.) 

Acima: Neste mapa uma “diferente” visão do ORIENTE MÉDIO: GRANDE ISRAEL: Em 04 de setembro de 2001 uma manifestação foi realizada em Jerusalém, para apoiar à ideia da implantação do Estado de Israel desde o RIO NILO até o RIO EUFRATES. Foi organizado pelo movimento Bead Artzein (“Para a Pátria”), presidido pelo rabino e historiador Avrom Shmulevic de Hebron. De acordo com Shmulevic, Nós não teremos paz enquanto todo o território da Terra de Israel não voltar sob o controle judaico …. Uma paz estável só virá depois, quando ISRAEL tomar a si todas as suas terras históricas, e, assim, controlar tanto desde o CANAL de SUEZ (EGITO) até o ESTREITO de ORMUZ (IRÃ) … Devemos lembrar que os campos de petróleo iraquianos também estão localizadas na terra dos judeus.

Para o projeto da guerra ir em frente é essencial que tanto os estrategistas políticos assim como os militares estejam legitimamente comprometidos em conduzir a guerra “em nome da justiça e da democracia”. Para que isto se verifique, eles devem acreditar firmemente na sua própria propaganda, nomeadamente em que a guerra é “um instrumento de paz e democracia”. Eles não têm preocupação para com os impatos devastadores de sistemas de armas avançados, rotineiramente classificados como “danos colaterais”, muito menos o significado e a significância de guerra antecipativa (pre-emptive), se utilizando armas nucleares. 

As guerras são invariavelmente decididas por “líderes (FANTOCHES) civis” e grupos de interesse e não pelos militares. A guerra serve interesses econômicos dominantes os quais operam a partir dos bastidores, por trás de portas fechadas em salas de reunião corporativas, nos think tanks de Washington, etc. As realidades são invertidas. Guerra é paz. A Mentira torna-se a Verdade. 

A propaganda de guerra, nomeadamente as mentiras dos controladores dos meios de comunicação de massa, constituem o mais poderoso instrumento guerreiro. Sem a desinformação desses meios de comunicação, a agenda guerreira conduzida pela aliança EUA-OTAN entraria em colapso como um castelo de cartas. A legitimidade dos criminosos de guerra em altos postos seria rompida. Portanto é essencial desarmar não só os meios de comunicação de referência como também um segmento dos meios alternativos de notícias auto proclamados como “progressistas”, os quais têm proporcionado legitimidade para a obrigação da “Responsabilidade de proteger” (“Responsibility to protect, R2P) da OTAN, em grande medida tendo em vista desmantelar o movimento anti-guerra.  

A estrada para TEERÃ/IRàpassa por DAMASCO/SÍRIA. Uma guerra ao IRà patrocinada pela aliança EUA-OTAN envolveria, como primeiro passo, a desestabilização da SÍRIA a como uma nação-estado. O planejamento militar relativo à esse país é uma parte integral da agenda de guerra ao IRÃ. Uma guerra contra a SÍRIA poderia evoluir na direção de uma campanha militar EUA-OTAN contra o IRÃ, na qual a TURQUIA e ISRAEL estariam envolvidos diretamente. 

É crucial difundir esta notícia e romper os canais de desinformação dos meios de comunicação controlados. Um entendimento crítico, consciente e não enviesado do que está a acontecer na SÍRIA é de importância crucial na reversão da maré de escalada militar rumo a uma guerra regional mais vasta (n.t.que pode se expandir para um conflito REGIONAL muito mais abrangente e depois…)

Nosso objetivo em última análise é desmantelar o arsenal militar EUA-OTAN-ISRAEL e restaurar a Paz Mundial. É essencial que o povo no Reino Unido, na França e nos Estados Unidos impeça o próximo posicionamento naval de ADM no Mediterrâneo Oriental. 


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Do mesmo autor:

SYRIA: NATO’s Next “Humanitarian” War?

“A opção salvadorenha para a Síria”

Uma “guerra humanitária” à Síria? Escalada militar. Rumo a uma guerra mais vasta no Médio Oriente-Ásia Central?

O original encontra-se em http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=32079

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e a citação das fontes.

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