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Cometa ISON resistirá a uma Tempestade Solar ?

Posted by on 26/11/2013

Cometa ISON versus uma Tempestade Solar, com emissão de CME

O Cometa ISON estará passando sobre o equador do sol em 28 de novembro do mesmo lado do Sol onde um grupo de manchas (Sunspots) solares ativas recentemente foi agrupado. Em outras palavras, diz Battams, “nós e os cometas vamos estar na “zona quente com Sunspots” para ejeção de CMEs”. Em 2007, os astrônomos foram surpreendidos quando uma tempestade solar atingiu o Cometa Encke em sua passagem próximo ao sol…

Ao entardecer, dizeis: haverá bom tempo porque o céu está rubro. E pela manhã: hoje haverá tempestade porque o céu esta vermelho-escuro. Hipócritas ! Sabeis, portanto discernir os aspectos do céu e não podeis reconhecer  OS SINAIS DOS TEMPOS?  Mateus 16: 2 e 3

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@gmail.com

O Cometa ISON resistirá a uma Tempestade Solar em sua próxima passagem pelo sol ?

http://science.nasa.gov/science-news/

Dia 24 de novembro de 2013:  … A nave espacial STEREO da NASA viu quando uma CME (ejeção de massa coronal) atingiu a cabeça do cometa e arrancou a sua cauda. A mesma coisa poderia estar aguardando no caminho do Cometa ISON – só que pior. Em 28 de novembro (quinta feira), o Cometa ISON vai passar pela atmosfera do sol, voando a pouco mais de um milhão de quilômetros acima da superfície do sol. Veja a imagem a seguir:

Será cerca de 30 vezes mais perto do Sol e mais provável do Ison encontrar uma tempestade solar mais feroz do que o Cometa Encke quando passou perto do sol e perdeu sua cauda em 2007.

“Por um lado”, diz Angelos Vourlidas do Laboratório de Pesquisa Naval e participante da campanha da NASA Comet ISON Observing Campaign (CIOC), “o ano de 2007 foi próximo ao ciclo de mínimo solar. A atividade solar foi baixa. Agora, porém, estamos perto do pico do ciclo solar e as erupções são mais freqüentes e maiores”.

“Eu absolutamente adoraria ver o Cometa ISON ser atropelado por uma grande CME”, diz Karl Battams, astrônomo do Laboratório de Pesquisa Naval, que também trabalha com o CIOC. “Não vai machucar o cometa, mas nos daria a oportunidade de estudar as interações extremas do vento solar com a cauda do cometa.”

CMEs são nuvens de plasma magnetizado arremessados para o espaço pelas explosões de manchas solares (Sunspots). O gás dentro de uma CME não é muito denso, por isso o seu impacto não iria quebrar o núcleo de um cometa. A cauda frágil é outra questão. Caudas de cometas são tão finas quanto os próprios CMEs, então as interações podem ser intensas e imprevisíveis.

“A CME que atropelou o Cometa Encke em 2007 era lento, quase criando um pulso de pressão, comprimindo o vento solar à frente dele”, observa Vourlidas. “Foi essa compressão que causou que a cauda do Encke voasse e se desprendesse.”

Ele acredita que o Cometa ISON vai experimentar algo mais dramático. “Qualquer CME que atingir o Cometa ISON perto do sol, muito provavelmente seria mais rápido, dirigindo uma onda de choque com um campo magnético muito mais forte. Francamente, não podemos prever o que aconteceria.”

O Cometa ISON entrou no campo de visão da espaçonave da NASA, a STEREO-A com um Imager Heliosférico em 21 de novembro. Coincidentemente, o cometa Encke esta lá, também. Atualmente, os dois cometas estão sendo esbofeteados suavemente pelo vento solar e suas caudas estão sacudindo para trás e para a frente nesse sentido.

O Heliosférico Imager instalado na espaçonave STEREO-A da NASA já está seguindo a trajetória do cometa ISON à medida que ele mergulha em direção ao sol. Neste filme anterior, que se estende por um período de dois dias a partir de 20 novembro – 22 novembro de 2013 o sol está fora da tela à direita. Coincidentemente, o cometa Encke está presente também.

Se o sol emitir uma CME, ambos os cometas poderiam ser engolidos pela mesma CME. Isso transformaria os dois cometas em duas sondas solares. Como duas “birutas”, eles iriam experimentar a tempestade em dois locais muito distantes, dando aos pesquisadores uma visão 3D rara da estrutura interna de uma CME. Veja vídeo da NASA a seguir:

O Cometa ISON estará passando sobre o equador do sol em 28 de novembro do mesmo lado do Sol onde um grupo de manchas (Sunspots) solares ativas recentemente foi agrupado. Em outras palavras, diz Battams, “nós e os cometas vamos estar na “zona quente” para ejeção de CMEs”.

Toda a frota de espaçonaves observatórios solares da NASA estará observando quando o Cometa ISON começar o seu mergulho em direção ao sol. Isto inclui as sondas STEREO-A e STEREO-B, o SDO-Solar Dynamics Observatory, e o Solar and Heliophysics Observatory (SOHO), que a NASA opera junto com a Agência Espacial Europeia (ESA). Se um CME atingir o cometa, todas essas sondas observatório espaciais provavelmente registrarão o que acontecerá.

“Seria território muito novo para nós”, diz Battams. “… É uma boa prévia do que a sonda da NASA Solar Probe Plus pode experimentar quando ela mergulhar no sol na década de 2020″, acrescenta Vourlidas. Fique ligado!

Créditos: Autor e editor de produção: Dr. Tony Phillips | Crédito: Science @ NASA – Science @ NASA

Mais informações em:

  1. http://thoth3126.com.br/cometa-ison-podera-causar-imensa-chuva-de-meteoros/
  2. http://thoth3126.com.br/ison-o-cometa-da-aurora-de-um-novo-dia/
  3. http://thoth3126.com.br/cometa-ison-comeca-a-dar-show-nas-madrugadas/
  4. http://thoth3126.com.br/cometa-ison-resumo-e-atualizacao/

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br

 

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