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Historias de Maldek – DOY uma mulher de Maldek, parte I

Posted by on 03/11/2016

atravesdeolhosalienígenas.

DOY, uma mulher de MALDEK – Parte I, Histórias de Maldek, da Terra e do Sistema Solar 

“A história do planeta MALDEK e do sistema Solar: Promessas quebradas, sonhos desfeitos, corações partidos, mundos despedaçados, espíritos vergados. E agora somos nós que devemos recuperar tudo isso”. Eu Sou Molacar de VITRON.

Despertei na semi-escuridão e levantei-me da cama. Toquei um controle e as cortinas se abriram, deixando a luz do sol inundar o quarto. Na varanda abaixo havia várias pessoas tomando o café da manhã. Eu sabia quem eram, embora nunca as tivesse visto em forma física

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

DOY, uma mulher de MALDEK – Parte I, Histórias de Maldek, da Terra e do Sistema Solar

Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES – Através de Olhos Alienígenas”, páginas 297 a 342, escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da FEDERAÇÃO.

Vesti uma túnica amarela que pendia de um gancho em forma de pescoço de cisne, e abri a porta. Este era o quarto no qual eu dormira sem parar, durante mais de treze anos terrestres, e do qual nunca saíra. Reuni-me a meu pai Nass-Kolb, mãe Orma e irmã mais velha Sibrette na varanda. Segundo o costume de nosso povo, o pai da pessoa recém-desperta (se disponível) era o primeiro a falar ao novo integrante da família. Meu pai sorriu-me, perguntando: “Você está bem, Doy?” Respondi: “Sim, estou bem, Pai.” Com essas palavras, começou minha vida física no planeta Maldek.

Quando fui dormir, umas quinze horas depois, foi em um quarto novo. No dia seguinte, minha mãe e eu conversamos sobre o que eu precisaria em termos de roupas. Pelo meio da tarde do segundo dia depois de meu despertar, fui visitada por BrigStura, emissário do conselho regente, que examinou-me fisicamente e perguntou se eu tinha alguma mensagem de nosso deus, a consciência/energia criadora do nosso planeta MALDEK (o el que vocês chamam  Lúcifer  e nós chamávamos de  BAAL ) para transmitir ao Conselho.

Eu não tinha mensagem nenhuma. Meu pai recentemente voltara do planeta Sarus (Terra)onde a construção das Grandes Pirâmides fora praticamente concluída.Tinha conhecimento de que toda nossa família estaria retornando com ele à Terra para presenciar a colocação do spiel (cume) de Astrastone na maior das três estruturas (HOJE A PIRÂMIDE DE QUEOPS). Estava presente quando aquele cristal foi posto em seu devido lugar.

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Naquele dia, acompanhada de uma escolta de quatro krates e dois criados simms, perambulei pelo planalto de Gizé, assimilando as visões e olhando os diferentes tipos de pessoas de outros mundos que circulavam lentamente pelo local. Alguns tinham uma essência psíquica apenas tolerável e outros causavam uma estática desagradável em minha “Wa” (harmonia emocional). Lembro-me de pensar na época, por que pessoas tão repulsivas conspurcavam o universo físico?

Eu admirava meus acompanhantes krates, que tinham sido treinados para tolerar raças de outros mundos, algumas das quais, pensei na época, eram o supra-sumo da feiúra física e psíquica. Aqueles entre os que estiverem lendo este artigo que nutrirem sentimentos hostis em relação a quem não pertencer à sua própria raça ou religião talvez me concedam sua solidariedade e compreensão (apreciação) com relação a como me sentia naquela época.

Posso apenas dizer que meus fortes sentimentos em relação a outras raças formavam um contraste extremo com a alegria e segurança que sentia na presença de minha própria gente. Minhas observações de povos de outro mundos acabaram sendo influenciadas pela curiosidade. Essas observações poderiam ser facilmente comparadas àquelas que vocês fariam numa visita ao jardim zoológico. Sim, nós, de Maldec, daqueles tempos antigos, considerávamos os seres humanos que não fossem de nosso mundo meros animais.

Do mesmo modo que vocês ordenhariam uma vaca para obter alimento para nutrir o poder físico, não víamos diferença alguma em ordenhar emocionalmente animais humanos inferiores para obter sua essência psíquica, a qual nos propiciava a expansão do alcance de nosso poder psíquico. Na verdade, era emocionante fazer parte de um grupo de nossa própria raça que coletivamente sentia-se superior e tinha como meta aumentar ao máximo sua superioridade. A palavra de seu idioma que teria descrito todo e qualquer maldequiano dos tempos anteriores à Barreira de Freqüência seria fanático”, que significa alguém fortemente parcial em relação a seu próprio grupo racial, religioso ou político, sendo totalmente intolerante com quem é diferente.

Até a época em que os professores dos planetóides do radiar Hamp (Urano) vieram a Maldec para nos ensinar matemática sagrada, as coisas eram muito diferentes para os maldequianos. Vivíamos em paz em nosso meio, em nosso belo mundo que tinha quatro vezes o tamanho de Terra. O planeta tinha vários oceanos e um sistema de rios e grandes lagos de água doce. A água e as terras cobertas de florestas fervilhavam de vida animal. Nós, de Maldec, somos monógamos e naquela época, como agora, respiramos oxigênio.

O primeiro homem e a primeira mulher de nossa espécie foram os únicos que não amadureceram até idade da puberdade em estado de animação suspensa, embora todos os maldequianos que vieram posteriormente o tenham feito. Os recém-nascidos primeiro eram embrulhados com vários tipos de cobertas e carregados a toda parte durante vários anos nas costas dos pais, que depois os depositavam, sem ninguém para cuidar deles, em cavernas naturais até que despertassem. Com o desenvolvimento da civilização, foram designados assistentes para as “cavernas de despertar,” e numa fase bem posterior do desenvolvimento da cultura maldequiana, os que ainda deveriam se tornar parte da vida tridimensional permaneciam sob os cuidados de seus pais ou parentes.

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Nossos modos e atitudes hostis para com outras raças só vieram a se materializar no nível molar [terceira dimensão] de percepção quando ocorreu um desentendimento entre os Elohim (deuses criadores, plural de El) em níveis superiores do campo vital universal. Acredito que esse grande desentendimento polarizou os elohim em duas facçõesos que seguiriam o plano mestre original do Criador de Tudo Aquilo Que Existe e os que empregariam seu direito divino de livre-escolha para desenvolver o nível molar (Terceira dimensão dos cinco sentidos) de percepção como bem quisessem e interagir com ele.

O El de Maldek, LÚCIFER fazia (e AINDA faz) parte da segunda facção. Todos os maldequianos nascidos a partir daquela época entraram no universo tridimensional preparados (influenciados pelo el de Maldek, Lúcifer) para implementar o plano de nível molar de conquista universal idealizado pelo el/deus por vocês conhecido como Lúcifer/BAAL. De uma plataforma de controle total do universo físico era possível lançar atividades que poderiam provocar mudanças nos níveis superiores do campo vital universal.

A construção, por nós planejada e levada a efeito, das Grandes Pirâmides na Terra (México e Egito) era uma pequena parte do plano de conquista e controle total do universo físico. Estávamos cientes de que havia pessoas originadas de outros elohin que compartilhavam o programa de Lúcifer com as quais algum dia nos uniríamos, quando as encontrássemos no estado de vida tridimensional. Posso dizer-lhes que existem milhões multiplicados por muitos outros milhões destas culturas que já se uniram e estão fanaticamente determinadas a conquistar o universo físico e os que a eles se opõem. Esta aliança é às vezes chamada Irmandade das Trevas ou Forças da Escuridão.

DARMINS E OS PROFESSORES URANIANOS (Nativos de Urano)

Os maldequianos nascidos anteriormente ao grande desentendimento dos Elohim eram chamados de darmins, que significa aproximadamente, os “não-ordenados.” Era raro uma pessoa ter dois pais darmins, como Serp-Ponder, o krate que ajudou Jaffer Ben-Rob e sua família a fugir da execução juntamente com os cryberantes que esculpiram a Esfinge de Gizé. Com o tempo, os darmins foram esterilizados por ordem do conselho regente de Maldec, que proclamou estar agindo segundo as ordens divinas do el (a divindade criadora) do planeta, Lúcifer/BAAL. O darmins não resistiram.

Os grandes professores do sistema do radiar Hamp (Urano) chegaram em Maldec vários milhares de anos terrestres antes de meu nascimento. O mundo, naquela época, era habitado principalmente por darmins. Os darmins eram motivados pelo desejo de adquirir riqueza pessoal e adoravam as coisas materiais, mas consideravam emocionante adquirir essas coisas usando seu conhecimento e por meio do trabalho físico, se necessário. Um darmin nunca quebraria sua palavra. Foram essas características honestas que atraíram os grandes professores para nosso mundo.

Durante o período em que os grandes professores de Urano residiram em maldec, despertaram cada vez mais quains (os ordenados). Eles exigiram muitas coisas dos professores—coisas que os carinhosos professores não estavam prontos para oferecer antes do tempo. Certo dia, um quain chamado Ordo-Sambilth exigiu que seu professor, Frocent de Urano, lhe contasse (ensinasse) algo sobre os números sagrados. O professor replicou que esse assunto seria tratado dali a mais ou menos um mês.

Num acesso de fúria, Ordo-Sambilth estrangulou o uraniano. A reação dos uranianos a esse crime foi fazer as malas e deixar o planeta Maldec para nunca mais voltar. Durante a preparação para sua partida, os uranianos foram atacados por vários quains, desejosos de obter qualquer material escrito sobre números sagrados que não tivesse sido transmitido anteriormente.

Os uranianos, agindo em autodefesa, mataram dois dos quains atacantes. Mais nenhum uraniano foi morto ou ferido. O ato de matar outro ser humano teve um efeito devastador nos essencialmente afáveis uranianos, que coletivamente se sentiam envergonhados até o fundo de suas almas. Durante sua permanência em Maldec, haviam entrado em contato com outras raças, tais como os. gracianos do planeta GRACYEA. Depois que esses outros grupos exploradores voltaram para casa e tomaram conhecimento dos acontecimentos passados em Maldec, também ficaram arrependidos.

Os uranianos posteriormente recusaram-se a procriar como penitência por suas ações em Maldec. Atualmente, no máximo 18 uranianos vivem em corpos físicos no nível molar (tridimensional) do campo vital universal no planeta Simcarris, que orbita o sol/estrela por vocês chamado Thuban na Constelação de Draco (Alpha Draconis), ou o Dragão. Simcarris também é o lar atual de Trome de Sumer (Saturno) e Churmay de Wayda (Vênus), que narraram a vocês algumas de suas vidas passadas na Terra.

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A estrela Thuban, a principal (Alpha) na Constelação de Draco (Alpha Draconis), ou o Dragão.

A CONQUISTA MALDEQUIANA

Depois da partida dos grandes professores de Maldek, foi formada a ordem militar dos krates e nossos líderes mundiais começaram a idealizar planos para a conquista TOTAL do sistema estelar local. Esse plano foi colocado em operação no primeiro dia em que os viajantes espaciais gracíanos chegaram a Maldec e de boa vontade ofereceram-se para transportar nossos exploradores e emissários aos outros dois mundos do sistema solar onde se respirava oxigênio, Sarus (Terra) e Wayda (Vênus).

O plano de conquista de nosso líder era de longo alcance e, como o amável povo de Wayda teria oferecido apenas a resistência mínima, foi colocado em segundo lugar na lista depois de Sarus, cujo povo, previa-se, se tornaria hostil quando, com o passar do tempo, o laço fosse apertado. Ou seja, a Terra faria o papel de nosso campo de provas, e as várias reações esperadas do povo da Terra nos forneceriam dados que ajudariam no desenvolvimento de métodos que poderiam depois ser empregados para submeter mais raças de outros mundos a nosso controle.

Tínhamos certeza de que outros seres de nossa espécie estavam fazendo a mesma coisa em outros sistemas solares localizados nos quatro cantos do universo, e ansiávamos pelo dia em que nos uniríamos a eles. Devo dizer que ficamos muito desapontados ao descobrir que os eruditos gracianos e os altamente técnicos nodianos não tinham as mesmas metas que nós. Foi conduzido um estudo secreto para determinar o porquê desse fato e para descobrir se eles tinham algum ponto fraco que pudéssemos explorar em nosso benefício.

EDUCAÇÃO MALDEQUIANA

Antes de continuar com a narrativa de minha primeira vida no nível tridimensional (molar) do campo vital universal, gostaria de contar-lhes sobre Doy de Maldec (meu nome naquela época). Em primeiro lugar, não tenho nenhuma reserva quanto a descrever-me ou a meu povo, os maldequianos, bem como suas atitudes de primeira vida. Tampouco hesito um segundo sequer em descrever nossas ações passadas, pois o que foi executado pelas forças da luz ou da escuridão não pode ser desfeito, e essas ações ainda podem ser modificadas pelas mesmas forças para melhor ou pior. Claro que o significado dos termos “melhor” ou “pior” depende do lado da roda universal da vida em que reside a consciência da pessoa.

Depois de passarem tormentos e angústias tremendos muitos maldequianos (tanto darmins como quains), inclusive eu, opuseram-se ao malévolo programa psíquico de nosso elLÚCIFER, BAAL, MARDUK, mudando nossa consciência para o lado (Das trevas para a LUZ) oposto da roda, e ao agir assim uniram-se às forças da luz. Cuidado, pois existem maldequianos (em número maior do que nós, convertidos) que ainda acreditam na superioridade (n.t. Nesse fato reside uma enorme indicação da ORIGEM das ALMAS que encarnadas na Terra se consideram UMA RAÇA SUPERIOR e de ser “UM POVO ESCOLHIDO” por Deus) racial e praticam os costumes antigos. Eles podem ser encontrados atualmente em meio aos mundos das forças sombrias que saqueiam certas partes do universo e lançam um olhar curioso e ávido sobre o planeta Terra

Especulou-se que a construção da Grande Pirâmide e a destruição de Maldec foram permitidas pelo Criador de Tudo Aquilo Que Existe para desvincular o el de Maldec, LÚCIFER, dos recém-nascidos maldequianos, salvando-os de qualquer doutrinação malévola já desde antes de nascer em um mundo material de terceira dimensão. Nós, de Maldec, não mais passamos um período em estado de animação suspensa depois do nascimento físico, pois nosso planeta natal já não existe. Esse fato criou mudanças no campo vital universal que impedem nosso el,  Lúcifer/BAAL, de manter e doutrinar os recém-nascidos maldequianos.

Depois da destruição de Maldec, todos os recém-nascidos maldequianos (os que nunca haviam experienciadovida humana) passaram a ser chamados chaire-salbas (os que percorrem um caminho desconhecido). Existem aproximadamente 35.000 desses maldequianos atualmente morando em vários mundos diferentes localizados em outros sistemas solares. A FEDERAÇÃO GALÁCTICA está atualmente assentando os chaire-salbas, num único grupo, numa lua de Urano, de forma que possam constituir uma sociedade civilizada que poderá ser a base de uma nova cultura maldequiana composta de todos os tipos de maldequianos desejosos de seguir o caminho das forças de luz. [O novo mundo/planeta onde serão finalmente plantadas as sementes dessa nova cultura maldequiana será descrito perto do final desta narrativa.-W.B.]  

cinturao_asteroides(restos de Maldek)

O Cinturão de Asteroides localizado entre os planetas Marte e Júpiter, no local onde ficava a órbita original de MALDEK, antes de sua destruição. Os asteroides são fragmentos de MALDEK após a sua explosão.

MEMÓRIA ROM

Naquela vida, passei apenas aproximadamente 19 dias terrestres em meu planeta natal de Maldec (depois de meu despertar) e nunca mais lá voltei a qualquer tempo antes de sua destruição. A maior parte do que sei atualmente sobre a cultura humana antiga, características físicas e vida animal de meu mundo natal foi obtida de roms (gravações) mentais criados pelo pessoal de Opatel Cre’ator no tempo em que ele era embaixador de Maldec e da Terra. A arte de elaboração de roms era muito primitiva naqueles tempos, e as visões e sons registrados de Maldec eram acompanhados pela desconfiança “legítima” de certo(s) produtor(es) nodiano(s) de roms.

As opiniões dos nodianos acerca dos maldequianos daquela época eram bastante depreciativas. Minha primeira experiência com esses sentimentos e opiniões nodianos gravados me deixou furiosa. Atualmente, minhas visões seriam muito, mas não totalmente, semelhantes às desses antigos fabricantes de roms. Mas suas visões e as minhas seriam hoje influenciadas pelos muitos acontecimentos e outros desdobramentos ocorridos desde a criação dessas gravações rom.

A pessoa conectada a um ROM MENTAL fica sujeita ao conteúdo do rom a tal ponto que o receptáculo das informações mentais na realidade representa a pessoa (é a pessoa) criadora do rom. Somente depois do término da leitura do rom, a pessoa consegue refletir sobre o conteúdo do rom com seus próprios sentimentos e conhecimentos. Digo isso para acrescentar que quem quer que estivesse lendo uma gravação rom de quaisquer de minhas vidas anteriores ouviria, veria, sentiria o cheiro e o gosto, teria as sensações físicas e reações emocionais exatamente como eu as experimentei em qualquer época de qualquer vida.

Durante uma sessão de leitura de ROM de quaisquer de minhas vidas, o leitor de rom seria Doy de Maldec e de maneira alguma o próprio leitor. Uma vida de 200 anos requer aproximadamente quatro minutos terrestres para ser experienciada mentalmente, embora o leitor de rom tivesse a impressão de ter vivido aquela vida e experienciado 200 anos. A maioria das pessoas, depois de ler e experienciar um rom mental correspondente à primeira vida de um quain maldequiano, ficaria emocionalmente devastada depois. O significado do mal supremo e os meios necessários à perpetuação de sua existência no universo talvez fossem demais para uma pessoa da luz lidar mental e psiquicamente.

A pessoa que estiver experienciando uma gravação rom da primeira vida de um quain necessariamente se depara com motivações e acontecimentos influenciados pelo programa psíquico do el maldequiano, Baal-Lúcifer. Do ponto de vista de vocês, seria como apertar a mão do diabo e concordar com tudo o que ele dissesse, prestando-lhe fanática e alegremente toda sua atenção e serviço espiritual. Voces Sabiam que as forças da escuridão, das trevas, querem sua alma e querem que vocês representem para elas e lhes forneçam toda sua energia criativa (força vital) por toda a eternidade?

[A palavra “live”(em inglês viver) soletrada de trás para frente é e-v-i-l (mal em inglês). Quando a pessoa “viveu” (“lived” em inglês) em oposição ao plano mestre do Criador de Tudo Aquilo Que Existe, poderia ser chamada d-e-v-i-l (diabo em inglês).—W.B. 

No dia seguinte à colocação do cristal de Astrastone do topo da Grande Pirâmide, minha irmã e minha mãe foram embora da Terra rumo a maldec e eu fiquei para trás com meu pai, Nass-Kolb, integrante do conselho de planejamento, cuja tarefa era dar consultoria aos órgãos administrativos maldequianos e guarnições militares situados em várias regiões da Terra.

Seu trabalho incluía, na época, certificar-se de que toda nossa gente sabia o que fazer depois de a pirâmide atingir seu objetivo, ou seja, transmitir a energia VRIL de reserva de Terra a Maldec.(através desse processo a energia criativa do planeta Terra seria “vampirizada”  por Lúcifer, de Maldek fortalecendo mais ainda a civilização de Maldek e seus planos de conquista total do sistema solar) 

Esperava-se que o povo nativo da Terra tivesse várias reações hostis a esse acontecimento. Calculou-se que depois de um curto período, a perda da energia vril da Terra faria com que o povo nativo da Terra ficasse fisicamente cansado e confuso (uma civilização sempre esta ligada “visceralmente” ao seu planeta, fato que nós nos esquecemos e vamos pagar um preço elevadíssimo por isso). Os terráqueos que executavam certos serviços não conseguiriam trabalhar, teriam, portanto, de ser substituídos imediatamente por darmins e simms. Esperava-se também que houvesse muitas mortes entre a gente da Terra em decorrência de choque psíquico, pois poderiam ser desligados da consciência de seu el de origem (Gaia em nosso caso, pois a essência do el de nosso planeta Terra é FEMININA). Meu pai e seus colegas estavam muito preocupados com os fatores desconhecidos que poderiam influenciar o resultado.

Fiquei para trás com meu pai para me aclimatar melhor à vida tridimensional. Eu acordara apenas há pouco mais de três semanas terrestres. Meu pai julgou que seria bom para mim observá-lo às voltas com seu trabalho, bem como interagir com quem tinha uma parte importante em nosso grandioso projeto. Ele queria que eu experimentasse a emoção de fazer parte de um grande acontecimento histórico maldequiano. Durante várias semanas meu pai e eu viajamos num carro aéreo graciano a muitos lugares da Terra. Em cada lugar jantamos e fomos entretidos pelo governante ou chefe militar local. Fomos tratados de forma ainda mais grandiosa no palácio do sumo governante maldequiano da Terra, Her-Rood. Nossa visita a seu palácio poderia ser comparada a comparecer a um circo de 300 acres. Foi minha primeira experiência com emoção e riso incessante.

MARDUK (LÚCIFER/BAAL) 

A última parada em nossa viagem foi o palácio do príncipe Sant (era príncipe porque despertou no quarto ano depois de seu nascimento). Em uma grande vila localizada na propriedade do príncipe Sant residia o deus vivo de Maldec, MardukMarduk (era a personificação humana de Lúcifer num mundo e corpo humano tridimensional) despertou e assumiu a vida tridimensional depois de dormir apenas sete meses. Na infância ficou aos cuidados de Mishemoo, filha do governante supremo de Maldec, o rei sacerdote Miccorcu.

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{Nota do tradutor:    MARDUK, Marduque  ou Merodaque, como é apresentado na Bíblia, é um deus protetor da cidade da Babilônia (cidade de BAAL), pertencente a uma geração tardia de deuses da antiga Mesopotâmia. Era filho de uma relação incestuosa entre Enki  e Ninhursag. Foi pai de Dumuzi (que seria o bíblico Tamuz). A sua consorte era Sarpanitu. Possuía quatro olhos e ouvidos (via e ouvia tudo), e de sua língua saía uma chama; apesar de tudo, era considerado muito belo.

Com a ascensão da cidade estado daBabilônia à capital da coligação de estados do Rio Eufrates, sob a liderança do Rei Hamurabi  (2250 A.C.), MARDUK se torna também o “deus supremo” do panteão de deuses mesopotâmicos, foi a ele que “os outros deuses” confiaram o poder supremo devido à vitória sobre a deusa Tiamat, personificada num monstro ou caos primordial, que ele dividiu o seu corpo em duas partes, com as quais formou o céu (onde coloca os astros) e a terra (onde estabelece a residência dos principais deuses).  

Os deuses queixam-se, porém, de não terem quem os adore, pelo que MARDUK cria o homem, para que os povos da terra os adorem e lhe levantem templos (os Zigurates). Podemos encontrar referências ao deus MARDUK nos parágrafos de abertura e finalização do Código de Hamurabi, o mais famoso código legislativo da Antiguidade. Nele MARDUK é chamado de Merodaque  pelos hebreus (Isaías 39:1; Jeremias 50:2; II Reis 25:27). MARDUK foi declarado, por volta de 2000 A.C., deus Supremo da Babilônia e dos Quatro Cantos da Terraapós vencer disputa entre os deuses pelo controle da TerraMARDUK não se conformava, pelo fato de a família de seu tio Enlil e seus primos Nannar-Sin e Ninurta não deixar seu pai Enki ser o supremo entre os deuses – Fim de citação}

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Zigurate na cidade bíblica de UR, na Mesopotâmia (Atual Iraque)

A própria Mishernoo teve dois filhos nobres chamados Deiver e Dovey. (Como sabem, apenas os homens maldequianos que despertassem antes da puberdade eram considerados parte da realeza, recebendo um único nome.) A realeza feminina era concedida a mulheres que dessem à luz tais filhos. O maldequiano era considerado aristocrata se tivesse tal príncipe em sua linhagem ancestral. Tanto minha mãe como meu pai tinham príncipes reais em sua ascendência.

Marduk/ LÚCIFER/BAAL  teria um dos papéis mais importantes na transferência da energia vril da Terra a Maldec por intermédio da Grande Pirâmide de Mir (Egito). Por essa razão, estava na Terra esperando o dia em que cumpriria seu dever sagrado. Marduk estava naquela época com aproximadamente quinze anos terrestres de idade. Com Marduk morava o príncipe Andart, também com quinze anos, e que deliberadamente atuava como adversário mental de Marduk. Pode-se dizer que Andart era o equivalente ao que vocês chamam advogado do diabo. A tarefa de Andart era defender as forças da luz, mantendo a mente de Marduk aguçada em relação à sua missão “divina.” Esses dois jovens na verdade levavam adiante o mesmo debate tridimensional até certo ponto ainda existente no nível de macropercepção entre os Elohim da escuridão e os Elohim da luz.

O príncipe Andart era um darmin não esterilizado que despertara em seu oitavo ano. A norma era não esterilizar um príncipe darmin. Achei-o o homem mais bonito que já vira. (Príncipe Sant ficava em segundo lugar, bem perto.) Meu pai e eu fomos recebidos por Marduk, e foi durante esse encontro que vi príncipe Andart pela primeira vez. Ficou sentado numa cadeira lendo um livro pelo tempo em que permanecemos em sua companhia. Em várias ocasiões levantou os olhos de sua leitura e sorriu-me. Meu pai e eu ajoelhamo-nos num joelho diante de Marduk até que ele nos disse para nos erguer e sentar. Se não fôssemos maldequianos de sangue aristocrático, teríamos ficado de quatro com as testas tocando o chão.

Marduk parecia ter apenas dois humores. Sorriu às vezes e nos perguntou se estávamos sendo bem tratados. Meu pai respondeu-lhe afirmativamente, acrescentando, contudo, algumas frases lisonjeiras. Marduk levantou ambas as mãos, sinal para meu pai parar de falar. Foi então que Marduk tornou-se duro; nenhum músculo de seu rosto se movia e suas palavras eram realmente como punhais. Os vários tons (freqüências) que compunham suas palavras realmente machucaram fisicamente as articulações de nossos corpos.

Vi o único guarda-costas krate de Marduk e meu pai tremendo, enquanto lágrimas lhes corriam pelos rostos. As únicas outras duas pessoas presentes naquele momento eram Andart e eu, e não fomos tão afetados emocional mente. De fato, Andart não foi nem um pouco afetado. A resposta de Marduk aos elogios de meu pai foi: “Nass-Kolb, não desperdice meu tempo, aborrecendo-me com lisonjas que já ouvi milhares de vezes. Se deseja agradar-me, prepare-se bem para o que temos de fazer.” Marduk então ficou tranqüilo e falou suavemente: “Nass-Kolb, vi que sua filha, Doy, tem um coração suficientemente duro para ser um general krate. A presença dela me agrada. Quando partir, deixe-a aqui para me assistir. Ela me acompanhará quando eu for para a terra de Mir. Vocês dois podem sair de minha presença.”

Meu pai partiu rumo à terra de Mir uma hora depois de nosso encontro com Marduk. Ocupava-me perambulando pelas veredas da propriedade. Elas me conduziam por jardins de flores e outros tipos de belas paisagens. Estava sentada observando um castor a nadar quando ouvi sinos repicando, anunciando que o jantar seria servido em aproximadamente 45 minutos. No caminho de volta ao palácio, vi uma grande espaçonave negra pousada num pedaço de gramado. Tinha pelo menos duas vezes o tamanho da nave graciana que trouxera minha família e eu de Maldec. Em vários pontos da fuselagem da nave havia triângulos prateados com lados esquerdos duplos. (Depois fiquei sabendo que esse tipo de triângulo era o logotipo oficial da casa de comércio nodiana de Cre’ator – da estrela/sol POLARIS.)

DOY E PRÍNCIPE ANDART 

Do outro lado do gramado, da direção da nave, vinham caminhando príncipe Andart e um homem de cabelos brancos e pele escura vestindo roupas negras de corte militar. Preso à sua túnica havia um pequeno triângulo prateado com o lado esquerdo duplo. De seu pescoço pendia uma jóia que emitia profusamente todas as cores do espectro visível. Eu sabia que a jóia era um pedaço facetado de astrastone, o mesmo tipo de material com o qual o cume  (na verdade uma réplica perfeita em miniatura da grande pirâmide de Gizé) da Grande Pirâmide de Mir fora modelado.

Os dois homens caminharam até mim. Príncipe Andart apresentou-me a seu companheiro, Opatel Cre’ator, embaixador do planeta Nodia em Maldec e na Terra. Sabia quem era o nodiano, pois o vira de longe no dia em que foi assentado o topo da Grande Pirâmide de Mir. Enquanto caminhávamos rumo ao palácio, príncipe Andart segurou-me a mão. Senti um pequeno e suave fluxo de sua essência psíquica entrar em minha alma. Era costume um homem de minha raça dar certa quantidade de sua força vital a uma mulher na qual ele verdadeiramente tivesse um interesse romântico. (Significa consideravelmente mais do que dar flores ou bombons, posso assegurar.) Caso tivesse tirado minha mão da dele, tudo estaria encerrado em relação àquele assunto e permaneceríamos apenas amigos, a menos que, em algum momento futuro, eu devolvesse a energia, quando ele teria o direito de me recusar.

Não tirei minha mão da dele, olhamo-nos brevemente e sorrimos. O nodiano que caminhava conosco conhecia bem nossos costumes, estando bem a par do que acontecera entre meu amor e eu. O laço psíquico nos tornou radiantes. Qualquer integrante de nossa raça poderia, só de olhar qualquer um de nós, imediatamente reconhecer que estávamos apaixonados. Nenhum homem nem mulher de nossa raça jamais se aproximaria separadamente de nós com qualquer interesse romântico a menos que nosso amor um ao outro viesse de alguma maneira a se acabar. Príncipe Sant foi o primeiro a me felicitar por meu novo relacionamento com Andart. Disse, sorrindo: “Então existe um príncipe darmin para a pequena Doy — e eu estava seriamente pensando em pegar sua mão durante o jantar. O que fará naqueles períodos intermináveis em que eu marido estiver ocupado a discutir com Marduk?”

Pensei por um momento. Talvez consiga descobrir sobre o que eles discutem. Talvez possa ajudar meu amor, Andart, a defender com êxito sua causa. Quando me ocorreu esse último pensamento, tive um ataque de ansiedade fortíssimo e senti náuseas. Isso acontecia toda vez que eu ficava curiosa em relação ao lado de Andart na argumentação. Quando Andart ficou sabendo disso, abraçou-me com força e disse:

“Pense somente como nos sentimos quando nosso amor flui entre nós, e você poderá compreender que um universo repleto de gente que se ama seria um lugar muito melhor para nele se viver.” Eu disse em voz alta: “As raças inferiores de gente não seriam capazes de produzir, expressar e sentir a forma mais elevada de amor como nós, de Maldec.” Andart replicou então: Sim, Doy, todos os gêneros humanos do universo têm capacidade de expressar o amor em sua plenitude. Essa capacidade foi concedida a todos os povos do universo pelo Criador de Tudo Aquilo Que Existe. Não se preocupe com esses assuntos universais, trazendo, assim, a ira de Baal/LÚCIFER a si.” Eu disse então: “Deixarei que você se ocupe dessas coisas, meu amor; eu sem dúvida morreria se ficasse tão violentamente doente outra vez.”

Enquanto Andart e eu conversávamos, vi príncipe Sant ainda sentado à mesa de jantar nos observando. Ficou sentado durante algum tempo, balançando a ponta da língua contra o centro do lábio superior, como toda a gente de nossa raça faz ao pensar profundamente. Então levantou-se de repente da mesa e apressadamente saiu da sala de jantar, sua pesada cadeira tombou e chocando-se contra o chão com um estrondo. Concluí, pela sua expressão, que ele, como eu, estivera pensando em coisas que desagradaram o el de Maldek.

CONTINUA…

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e a citação das fontes.

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