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Historias de Maldek – DOY uma mulher de Maldek, Parte III

Posted by on 10/11/2016

atravesdeolhosalienígenas.

DOY, uma mulher de MALDEK – Parte III, Histórias de Maldek, da Terra e do Sistema Solar

“Não sou como eles, mas vivi entre eles. Quando vim para cá pela primeira vez, eles não desconheciam as artes da guerra, mas agora aboliram totalmente a prática da guerra que possuíam quando sua raça era jovem. Sua tradição não está fundada na covardia, pois eles correrão todos os outros tipos de perigo físico se, agindo assim, os propósitos espirituais dos Elohim forem universalmente desenvolvidos. Os habitantes do radiar Sumer [o nome do estado aberto para o corpo planetário que chamamos de Saturno] não tentam modificar os costumes dos outros, sendo anfitriões gentis e dispostos para os que são motivados como eu — para oferecer forte oposição aos que imporiam seu mal sobre todos nós.  Eu Sou Abdonell de NODIA, a serviço do Controle do Arco de Harpa Negro da Federação Galáctica do radiar Sumer/Saturno.” 

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES – Através de Olhos Alienígenas”, páginas 297 a 342, escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da FEDERAÇÃO.

DOY renasce na Terra como TAMTA DOS BENFYVEES DA AUSTRÁLIA

O nome de meu pai era Fronk e de minha mãe era Salta. Por ordem de nascimento, fui seu quarto e último filho. Meu nome era Tamta. Sanza-Bix calculou para mim que esta vida que vou contar aconteceu uns 29 milhões de anos atrás. [Sharmarie: Conhecendo Sanza-Bix, ele pode ter errado por um dia ou dois, a mais ou a menos.] Calcula-se que a população humana da Terra na época era de aproximadamente 4,75 milhões.

Sessenta e cinco por cento dessa população moravam na massa de terra por vocês chamada Austrália. Naquele tempo, o continente era um terço maior do que é hoje, assim como o continente da América do Sul, cuja massa de terra adicional estendia-se para o oeste. Partes da Antártica, atualmente cobertas pelo mar, ligavam-se à região sudoeste da América do Sul. Pode-se dizer que a América do Sul e a Antártica formavam na época uma única massa de terra.

cinturao_asteroides(restos de Maldek)

O Cinturão de Asteroides, localizado entre às órbitas de Marte e Júpiter, incontáveis pedaços que restaram da explosão do planeta Maldek.

O Oceano Pacífico não era tão profundo quanto é hoje. Grande parte da água da Terra estava congelada em montanhas de gelo nos pólos geográficos do planeta. Havia então várias cadeias de ilhas por todo o Pacífico. A maioria dessas ilhas distava menos de 320 quilômetros umas das outras. Naquela época, aproximadamente 128 quilômetros separavam a Austrália da ilha de Bornéu. Viajando de barco, fazendo paradas, era possível viajar com bastante facilidade de ilha a ilha, a partir da Austrália até a América do Norte e do Sul. Sei que várias dessas ilhas ainda existem atualmente, estando, contudo, muito reduzidas em tamanho. Vocês as chamam Ilha de Páscoa, ilhas Cocos e as Galápagos. Não tenho intenção de lhes dar uma aula de geografia antiga, e sim.apenas estabelecer claramente que a superfície de Terra de hoje é muito diferente da daquela minha vida.

Naquele época, a Austrália e as cadeias de ilhas que corriam em todas as direções a partir daquele continente representavam aproximadamente 70% da massa de terra que veio a ser denominada o continente original de Mu/Lemúria. Quando Mu apresentava seu tamanho máximo, tinha uma população de cerca de 65 milhões de pessoas. No decorrer de um período de cerca de 2.800 anos, os antepassados experimentaram várias diminuições progressivas dos efeitos prejudiciais da Barreira de Freqüência. Ou seja. o povo de Mu original viveram no que é agora chamada uma das raras eras douradas.

Durante essa era dourada em particular, os efeitos da Barreira de Freqüência eram tão pequenos que espaçonaves vindas do planeta Nodia e de outros lugares aterrissavam periodicamente na Terra, e a casa de comércio de Cre’ator com efeito mantinha uma base no planeta. A base de Cre’ator era na verdade operada por gente nascida na Terra, pois, embora a Barreira de Freqüência fosse muito fraca, depois de alguns meses ela perturbava em certo grau as pessoas do estado mental aberto.

Pessoas de fora do mundo normalmente iam embora da Terra antes de experimentarem fortes dores de cabeça e diminuição de suas capacidades mentais, sintomas sempre acompanhados por sonhos aterrorizantes. Esses efeitos inevitáveis ocorriam ainda mais rapidamente aos nascidos na Terra que talvez tivessem viajado a um planeta de estado aberto. Tais nativos da Terra ficavam completamente loucos em menos de quatro dias. Sua única esperança de recuperação era retornar o quanto antes à Terra.

Durante essa era dourada específica foram travadas quatro grandes batalhas no sistema solar entre as forças da luz e as forças da escuridão. Em cada caso as naves da Federação (Comando Ashtar Sheran) Galáctica impediu os invasores, de tomar a posse física da Terra. Uma descrição dos efeitos secundários desses conflitos tomaria muito espaço deste texto. Mas posso dizer que desde aquele tempo até o presente a Federação fez (e continua FAZENDO) todos os esforços para impedir que tal estado de guerra ocorresse novamente nas vizinhanças do planeta Terra

Aproximadamente duzentos anos depois do último conflito no espaço, a Terra passou a sofrer mudanças geológicas. As temperaturas começaram a subir e o planeta começou a oscilar em seu eixo. O gelo dos pólos começou a derreter e os níveis dos oceanos se elevaram consideravelmente. Acompanharam esses acontecimentos grandes modificações mentais e físicas nas pessoas que viveram naquela época. Afinal, já não era mais possível às pessoas do estado aberto visitar o planeta nem nele viver. Três mil anos depois, as mudanças geológicas extremas na Terra cessaram e começou a se desenvolver uma nova era dourada. Foi durante esse período que eu, Doy de Maldec, nasci de novo, agora na Terra, tornando-me conhecida como Tamta dos benfyvees.

O grupo de cerca de 350 mil pessoas que eu integrava chamava a si mesmo de benfyvees, que significa “descendentes dos deuses”. Esse grupo fora formado várias centenas de anos antes de meu nascimento num lugar que hoje seria o sudeste da cidade de Perth, na hoje Austrália. Os primeiros de nossa espécie se agruparam porque possuíam capacidades mentais muito superiores às da maioria das pessoas que viviam na Terra na época. Nosso relacionamento com os demais tipos de seres da Terra não era bom.

Eles, em sua maior parte, nos temiam e evitavam entrar em contato conosco. De alguma forma, sobreviveram ao longo do tempo parcos conhecimentos de Mu/Lemúria antigo e das batalhas dos deuses, conhecimentos que formaram a base das várias histórias e lendas dessa gente, que pensava que de alguma maneira tínhamos relação com os horrendos acontecimentos ocorridos no passado misterioso.

Tomáramos conhecimento, por intermédio de comunicação telepática com pessoas de outros mundos, da Barreira de Freqüência e sua história. Além disso, compreendíamos que a qualquer hora nossas capacidades mentais superiores poderiam se perder, até mesmo as de nossos descendentes. Possuíamos a tecnologia para gerar eletricidade, e à noite iluminávamos as ruas de nossa única cidade, Murphakit. Nossas embarcações próprias para o alto-mar eram impulsionadas por velas e pela força elétrica gerada pelo vento e pelo sol.

A JORNADA DE 22 ANOS

Nossa sociedade era totalmente socialista e meu pai Fronk integrava o conselho regente composto por cerca de 100 membros. Quando eu tinha dezesseis anos, toda minha família, juntamente com cerca de mais 500 benfyvees, demos início a uma viagem de navio ao redor do mundo. O propósito dessa viagem era aprender mais sobre o planeta e seus recursos naturais para nos ajudar a determinar se havia um lugar mais satisfatório para viver. Não havia nenhum prazo em relação a essa jornada. Durante essa viagem, visitamos várias ilhas e continentes, e no final da viagem eu me casara com um homem chamado Ramcace, de quem tive um filho que chamamos Jercaro.

Teotihuacan-map

Em várias ocasiões descemos às novas terras e percorremos seu interior com o fim de encontrar e explorar as ruínas de antigas cidades construídas por diversas culturas que tinham vindo e ido desde a destruição de Maldec. Percorri as alamedas da cidade por vocês chamada Tiahuanaco [Bolívia] e as ruas de Teotihuacán (e a graciana Miradol, hoje na Guatemala). Também visitei a base da Grande Pirâmide de Gizé quando seus quatro lados de calcário branco muito polidos ainda brilhavam como espelhos.

Foi também na terra atualmente chamada Egito que morri junto com vários de meus companheiros benfyvees de viagem. Nossas mortes seguiram-se a um período de tremor físico incontrolável e febre. Eu tinha aproximadamente trinta e oito anos na época, portanto estivéramos viajando há mais de 22 anos.

Os primeiros dezesseis anos de minha vida como benfyvee foram dedicados à minha educação em nossos costumes e tradições. Fui educada em arqueologia e antropologia. Meu marido fora treinado em arqueologia e física. Praticamente todo benfyvee era arqueólogo. Na época, acreditávamos, corretamente, que podia-se aprender e reinventar mais, com maior rapidez, estudando os artefatos de culturas terrestres anteriores. Naquele tempo, o mundo estava repleto de coisas (instrumentos e veículos), destroços que já não funcionavam. Na maioria dos casos, não fazíamos idéia de qual teria sido a finalidade de vários desses antigos aparelhos.

Quando pedíamos a nossos contatos extraterrestres que nos contassem o propósito de certos aparelhos antigos e como os instrumentos realmente funcionavam, em geral a resposta era a afirmação: “Vocês terão de entender sozinhos. Ajudá-los violaria a principal diretriz da Federação e o plano mestre do Criador de Tudo Aquilo Que Existe.” 

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Mesmo sem ajuda do estado aberto, conseguimos reproduzir, ou pelo menos entender, alguns desses aparelhos provenientes de várias épocas que constituíam, para nós, nosso passado antiqüíssimo. Lembrem-se de que os artefatos dos quais falo; até mesmo os que um habitante da Terra hoje consideraria altamente técnico e muito além de sua compreensão, espalhavam-se pela superfície do planeta. Muitos destes instrumentos foram fabricados por culturas que existiram separadas por milhares e até mesmo milhões de anos.

Sei que vocês farão a pergunta: “Para onde foram todos esses edifícios e aparelhos de alta tecnologia?” Há várias razões que comprovam essa evidência, que mostram sem dó a existência da vida, em várias diferentes épocas, na Terra, de muitas culturas antigas possuidoras de excepcional tecnologia:

1) Os efeitos da Barreira de Freqüência contribuíram para sua decadência.

2) Os efeitos dos elementos, com o passar do tempo, provocaram erosão natural e deterioração.

3) As mudanças geológicas cobriram muitos deles com terra, lava ou água.

4) A razão principal do desaparecimento de artefatos de alta tecnologia na Terra é que a Federação Galáctica os destruiu no local em que anteriormente se encontravam, ou fisicamente os removeu da Terra (como o cristal de Astrastone, a pedra de Topo da Grande Pirâmide) ao longo de um período de vários milhões de anos

Por que a Federação faria isso? Bem, seus integrantes consideravam essas coisas potenciais causadoras de problemas. As pessoas da Terra que contavam com a assistência telepática dos integrantes do lado escuro conseguiam obter as referências necessárias sobre um aparelho que poderia lhes proporcionar uma vantagem militar superior sobre os demais habitantes da Terra. Imaginem como seria o mundo hoje se os nazistas houvessem desenvolvido a bomba atômica primeiro. Os integrantes do lado Negro do estado aberto estavam ajudando os nazistas a desenvolver aviões de guerra a jato e espaçonaves (UFOs) movidas a campo (geração de campo eletromagnético antigravitacional como sistema de propulsão) quando a Segunda Guerra Mundial chegou ao final.

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Projeto nazista de uma espaçonave movida por pulso eletromagnético a campo, chamado de HAUNEBU II-Dostra, construída com tecnologia “cedida” por alienígenas do Lado das Trevas da Constelação de ÓRION.

Mesmo depois de milhões de anos, muitos aparelhos e artefatos antigos escaparam à detecção da Federação, permanecendo ainda em algum grau intactos à grande profundidade abaixo da superfície do planeta. [Objetos feitos à máquina, tais como parafusos de metal, foram encontrados em depósitos de carvão, que segundo se calcula, contam milhões de anos. Nos anos de 1960 e 1970, foram publicados vários livros de bolso relacionando vários artefatos antigos que os cientistas não sabiam explicar a sua existência em tempos tão remotos. – W.B.] Ver martelo incrustado na rocha em foto a seguir.

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Este martelo primitivo, incrustado numa rocha, foi descoberto em 1934/36 por Max e Emma Hahn, enquanto davam um passeio em London, Texas-EUA. Como leigos que eram, delegaram a descoberta nas mãos de uma equipe de arqueólogos, que dataram a rocha em mais de 400 milhões de anos, e o martelo em mais de 500 milhões – muito mais antigos que o primeiro registo de civilização humana na Terra.

Apenas edifícios projetados e construídos segundo a ordem da geometria sagrada foram poupados dos canhões sônicos da Federação. A Federação não permitirá que a principal (Lei de não interferência, respeito ao Livre Arbitrio) diretriz seja violada e fará de tudo em seu poder para impedir que as forças transgressoras das trevas de qualquer forma a violem. A antiga cidade subterrânea de Trelba Sye e o que nela havia permaneceram inalterados pela Federação de forma que, algum dia, poderão ser usados como prova física para apoiar o que lhes contamos

Em minha primeira vida (como Doy de Maldec), eu e meu marido Andart visitamos Trelba Sye e a cidade subterrânea de Shalmalar, “a cidade do mar dormente.” Nossas razões para fazer essas visitas diziam respeito aos deveres que na época a ele cabiam como chefe maldequiano da imigração de seres de outros mundos.

No início de minha jornada e explorações da Terra, que duraram 22 anos, velejamos rumo ao leste e paramos em numerosas ilhas em busca de antigos artefatos. A gente dessas ilhas ficaram boquiabertos diante de nossas quatro embarcações, a maior tinha quase 153 metros de comprimento; as outras três tinham por volta de 91 metros de comprimento. Durante essas visitas às ilhas, descobrimos as ruínas de muitas estradas bem construídas que desapareciam à beira do oceano, reaparecendo em outra ilha (Sinais dessas remotas estradas ainda existem hoje nas ilhas do Oceano Pacífico). Com isso quero dizer que várias seções dessas antigas estradas já naquele (há 29 milhões de anos) tempo estavam assentadas no leito do oceano a profundidades de vários metros. As próprias ilhas tinham originalmente sido colinas sobre as quais antigamente corria a estrada ligando um ponto a outro (N.T. e todas pertenciam ao continente da LEMÚRIA). 

Encontramos alguns artefatos antigos nessas ilhas, mas não era fácil convencer os nativos a se desfazer deles. Eles consideravam muitas dessas coisas relíquias sagradas. Fico triste ao contar que lhes oferecemos bebidas alcoólicas fortes deles desconhecidas, conseguindo assim empacotar seus tesouros e fugir em nossos navios antes que eles ficassem sóbrios. Desde o início de nossa viagem, nossa frota era ocasionalmente cercada por vários tipos de espaçonaves do estado aberto. Posso dizer-lhes agora (embora não soubesse na época) que eram veículos espaciais de Saturno (sumerianos) fornecidos pela Federação e pelos gracianos. Também sei agora que algumas das espaçonaves por nós avistadas, em especial no Egito, eram naves operadas por pessoas cuja consciência residia no lado escuro do campo vital universal.

Existe um ditado universal: “Onde há mel, há abelhas.” De maneira semelhante, quando uma era dourada parece estar se desenvolvendo na Terra, lá se poderá encontrar a Federação Galáctica e também os que praticam os modos do lado das Trevas. Em várias ocasiões, testemunhamos a subida de naves sumerianas vindas das profundezas do oceano, desprendendo milhões de gotas de água que se formavam como prismas, cintilando com todas as cores do espectro visível. Era muito bonito de se ver. Visitas de espaçonaves do estado aberto de todos os tipos ocorriam pelo menos a cada semana de nossa viagem de 22 anos.

ILHA DA PÁSCOA

Acabamos por chegar à ilha atualmente chamada Ilha de Páscoa. Naquele tempo, esse lugar era salpicado pelas inúmeras estátuas (Moais) hoje lá encontradas, mas era possível ver apenas os topos dessas esculturas. Estou ciente de que acredita-se que o trabalho de esculpir, deslocar e erguer essas estátuas é atribuído aos antepassados dos atuais nativos. A verdade é que eles são responsáveis pela colocação de alguns dos chapéus de pedra existentes em algumas das estátuas antes de as desenterrarem dos locais de sepultamento nos quais elas permaneceram por um bom tempo antes de a ilha ser finalmente outra vez povoada por gente do mar do Pacífico sul.

Essas estátuas já contavam vários milhões de anos quando nós, benfyvees, descobrimos seus topos projetando-se a 30, 60 centímetros acima do nível do solo. Na época, não fazíamos idéia de como eram grandes, e não nos demos ao trabalho de desenterrar uma para determinar seu verdadeiro tamanho. Como nada mais encontramos na Ilha de Páscoa que nos interessasse, partimos depois de uma permanência de apenas três dias. Em certas partes, a costa da América do Sul chegava a estender-se a cerca de 1930 quilômetros a mais para o oeste.

Os limites do atual continente e suas antigas extensões ocidentais são agora representadas pela chamada Fossa das Marianas, com aproximadamente 11.034 metros de profundidade. [Vários anos atrás, a imprensa noticiou que uma expedição científica que estava tirando fotos subaquáticas no fundo da Fossa das Marianas registrou uma edificação com várias colunas de estilo grego integrante de sua estrutura. Depois desse relato inicial nada mais foi dito sobre a fotografia ou as imagens que continha. – W.13.]

Naqueles tempos, as montanhas andinas eram bem mais baixas do que hoje. Elas gradualmente se elevaram à sua altitude atual à medida que a parte ocidental do continente começou a se desprender e afundar sob as ondas de um Oceano Pacífico montante. O que vocês atualmente sabem sobre movimentos de placas tectônicas e as várias interações entre as placas explica muito bem como gradualmente a costa ocidental da América do Sul afundou e as montanhas andinas se elevaram.

A América do Sul era então, como agora, de grande interesse científico para a FEDERAÇÃO GALÁCTICA. Durante os quase seis anos e meio que nós, benfyvees, passamos explorando a parte ocidental do continente, chegamos a ver 50 espaçonaves de estado aberto voando em formação tanto de dia como de noite. Esses vôos eram realizados principalmente por sumerianos, ocupados com a remoção de certas espécies vegetais e animais da Terra e reintrodução de certas dessas espécies que, segundo tinham concluído, conseguiriam novamente sobreviver no planeta. Certa ocasião, vimos dois discos negros pousados no topo de uma colina. Fiquei muito apreensiva com sua presença. Embora não conseguisse imaginar o porquê, senti um pouco de medo da gente das estrelas e desejei nunca encontrar fisicamente alguém de sua espécie.

TIAHUANACO - KALASASAYA

Templo Kalasasaya em TIAHUANACO e os pilares de marcação dos solstícios e equinócios ao longo do ano.

TIAHUANACO (BOLÍVIA)

Foi durante os seis anos, mais ou menos, em que vagamos pela América do Sul que me casei e tive meu filho Jercaro. Quando visitamos pela primeira vez a cidade chamada Tiahuanaco (na atual Bolívia ocidental) — que era chamada então de Prycobra pelos seus cerca de 400 habitantes — havia três mulheres para cada homem.

Uma estranha doença estava exterminando os homens maduros a uma velocidade alarmante. Felizmente, essa doença não afetou nenhum dos homens de nosso grupo. Em Prycobra demos com uma galeria subterrânea repleta de aproximadamente 50 bastões de madeira quebrados, cobertos de pontas de metal que anteriormente fixavam refinadas pedras preciosas.

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As ruínas de Tiahuanaco (Prycobra), na Bolívia, onde foram encontradas as Varas Vril dos anciões de Maldek.

Quando vi pela primeira vez esses objetos, meu coração disparou. Sei agora que foi para Prycobra que os anciões maldequianos foram depois da explosão de MALDEK e de lá emitiram ao príncipe Sant suas ordens, segundo as quais meu marido, príncipe Andart, deveria transmitir seu posto temporário de alto governante maldequiano da Terra.

Foi também a partir desse local que emitiram aos generais krates Sharber e Rolander suas ordens de matar os gracianos e todos os seres de outros mundos que tivessem qualquer relação com a construção da Grande Pirâmide de Mir. Os bastões de madeira que achamos tinham sido as Varas Vril pessoais dos anciões maldequianos. Vinte e oito pares dessas Varas Vril tinham sido usados para enviar a energia Vril  de reserva da Terra a Maldec. Sabe-se atualmente o que aquela energia fez ao planeta Maldec.

Entre as varas vril quebradas encontravam-se os restos petrificados do punho de madeira de uma espada larga marciana. Como essa peça foi parar entre as varas vril quebradas ainda não sei. Menciono esse fato porque o punho ficara petrificado, mas não a madeira com a qual as varas vril tinham sido feitas. Quando apanhei um pedaço de uma vara vril, uma descarga de eletricidade atravessou-me o corpo. Foi necessária toda a força de um homem benfyvee que estava perto de mim para tirar o bastão de minha mão. Os habitantes da cidade queriam as varas e o metal que nelas havia, por isso lhes demos os bastões. Como vocês devem se lembrar da narrativa de minha primeira vida na Terra, Andart, eu e vários generais krates fôramos informados de que os anciões maldequianos viriam ao palácio de Her-Rood dentro de alguns dias e assumiriam o governo da Terra, contudo eles nunca chegaram, tampouco foram vistos novamente.

PERU

Deixamos Tiahuanaco/Prycobra suas varas e seus problemas e fomos para o lugar atualmente chamado Planície de NAZCA (localizada no atual Peru). Em Nazca observamos pequenas espaçonaves sumerianas descerem a alguns metros do solo, pairar durante um ou dois minutos e, de repente, alçar vôo em várias direções. NAZCA era na época, como agora, um ponto central chave da antiga malha magnética da Terra. Posteriormente, foram feitas gravuras da planície de Nazca, representando animais e linhas que corriam em várias direções. Tanto as imagens dos animais como das linhas direcionais desenhadas pelos sumerianos desempenharam um papel importante na navegação, por parte desse povo, para certos pontos da antiga malha magnética do planeta, embora não fosse possível detectar a presença da antiga malha magnética com nenhum equipamento do estado aberto existente naquela época.

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Gigantescas gravuras escavadas na planície de NAZCA, no PERU representando animais e linhas que corriam em várias direções, visíveis somente a partir de determinada altitude de tão grandes. Tanto as imagens dos animais como as linhas direcionais desenhadas pelos sumerianos desempenharam um papel importante na navegação AÉREA EXTRATERRESTRE desde tempos imemoriais.

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O uso de animais para localizar certos pontos na antiga malha funcionou muito bemAs imagens e linhas de Nazca foram desenhadas de modo a corresponder a programação de ADN (memória biológica) de certas espécies de animais, utilizadas naquele tempo para localizar certos pontos na malha magnética do planeta da mesma maneira como são usados cães para farejar o local de ocultação de contrabando ou drogas e o pombo-correio para voltar a seu ninho com mensagens.

(Quando um pequeno imã é preso à cabeça do pombo antes de ele ser solto, o pássaro passa a voar em círculos até ficar exausto, comprovando que seu sistema de orientação esta associado ao campo eletromagnético do planeta o mesmo ocorrendo com os cetáceos, as baleias e golfinhos.)

Os salmões e as enguias exibem suas próprias habilidades únicas ao navegar utilizando-se das linhas da malha magnéticas da Terra. As enguias saem dos fiordes da Noruega para desovar no mar de Sargaços no Caribe, para onde sua memória celular as instrui para ir, embora o(s) rio(s) nos quais seus antigos antepassados outrora desovaram em terras antes acima do nível do mar já não existam, em razão de mudanças geológicas ao longo de muitos anos. Vários dos edifícios (ou partes de edifícios restaurados) e estradas atribuídos aos incas foram construídos por culturas bem mais antigas, milhões de anos antes da existência da cultura inca.

Passamos mais dois anos explorando a parte oriental da hoje América do Sul, a qual nos era consideravelmente mais interessante do que o continente da América do Norte. Durante certo período, a área hoje coberta pela floresta tropical amazônica tinha quase duas vezes seu atual tamanho. As plantas e animais da floresta viviam sossegados, longe dos humanos. Os sumerianos (saturnianos) haviam reintroduzido na região muitas plantas pré-Barreira de Freqüência. Uma dessas plantas se ressentiu até mesmo dos fracos efeitos da Barreira de Freqüência da época, sofrendo mutação que a fazia atingir um tamanho de cerca de dez centímetros e produzir uma fruta semelhante ao coco. Pássaros comiam esses frutos sem qualquer efeito prejudicial, mas quando o suco da planta era exposto ao ar, sofria uma alteração química.

Quando esse extrato bioquímico entrava em contato com outras plantas, fazia com que elas produzissem o mesmo tipo de fruta, juntamente com as flores que lhes eram próprias, mas o suco desses frutos de segunda geração não apresentavam as mesmas propriedades bioquímicas dos frutos da planta original. A razão pela qual recordo esse extrato vegetal é que quando ele entrava em contato com certos metais e tipos de pedra, provocava sua liquefaçãoSe a pessoa trabalhasse rapidamente com o suco, conseguiria fazer um quadrado de qualquer pedra, alisando quaisquer protuberâncias irregulares. Depois de aproximadamente 15 minutos, a pedra quente esfriava, mantendo a forma na qual fora esculpida. Nós, benfyvees, estávamos cientes de que esse era o método empregado por algumas culturas anteriores para moldar e encaixar muitos dos blocos usados em suas edificações (como o muro ciclópico deSacsayhuaman em Cuzco, no Peru).

Alguns dos blocos moldados dessa maneira podem ser vistos nas paredes de várias estruturas erroneamente atribuídas aos incas. Essa planta aparece de vez em quando em pequenas nesgas da floresta tropical amazônica, mas nem sempre produz frutos que liquefazem metal e pedra. Na época em que nós, benfyvees, encontrávamo-nos nos arredores do local onde cresciam essas plantas, havia muito pouca gente vivendo ali. Essas poucas pessoas não tinham nenhuma ambição de construir qualquer coisa de pedra e não faziam nenhuma idéia absolutamente de que poderiam ter usado o suco do fruto para modelar rocha. [Os conquistadores espanhóis informaram que em pelo menos uma ocasião as fivelas e esporas de suas botas viraram líquido depois pisar num canteiro de plantas malcheirosas. Também contaram que o ouro (mas não a prata) era um dos metais que permaneciam inalterados pela ação do suco do fruto. – W.B.]

TEOTIHUACÁN E OS MASEMORS NO MÉXICO 

Viajamos para o norte por terra até Teotihuacán (Miradol). Durante essa fase de nossa jornada, encontramos muitos objetos provenientes de civilizações anteriores, em especial do tempo em que Mu/Lemúria atravessava uma era dourada. O nome “Um,” no idioma universal da alma humana, significa “mãe’ e a expressão “Mu Ma” quer dizer “a maior forma de energia Vril que pode ser expressa ou emitida a partir de uma fonte fêmea pura” (energia da deusa).

Também encontramos muitas edificações construídas pelos gracianos nos tempos pré-Barreira de Freqüência. Várias dessas edificações tinham sido soterradas pela Federação ou por ocorrências naturais, tais como erupções vulcânicas e inundações. Em Teotihuacán, encontramos uma tribo de cerca de 3.500 pessoas ativamente cavando os montes que continham os antigos edifícios gracianos construídos segundo a ordem da geometria sagrada. Essa tribo chamava a si mesma os masemors. Tinham desenvolvido um alfabeto e em sistema numérico, sendo obcecados por manter registros muito precisos de sua história. Ficamos cerca de um ano e meio com eles e aprendemos seu idioma. Grande parte da história da tribo estava repleta de narrativas de encontros com os “deuses do céu”.

”Contavam sobre crianças geradas pelos deuses que depois se tornavam seus líderes. O fato de seus líderes serem mais altos que o integrante médio da tribo e apresentarem pele mais clara comprovava essa história”

Os masemors tinham reproduzido instrumentos musicais que tinham sido fabricados primeiro por uma cultura anterior que lá vivera antigamente. À noite, as melodias vindas de suas flautas, apitos e instrumentos de corda davam origem a uma brisa claramente criada pela música sagrada e sua interação com as edificações gracianas descobertas lá existentes. Observamos que esse vento sagrado” fazia com que os ramos das árvores enraizadas nos montes a serem escavados balançassem ao ritmo da música sagrada.

Enquanto a música tocava, os animais da floresta circunvizinha permaneciam sossegados e nós, humanos, entrávamos num estado de euforia. A música dos masemors era de um tipo atualmente chamado música Ra, composta de tons musicais (freqüências) reveladas pela geometria sagrada corporificada na Grande Pirâmide de Gizé e outras edificações gracianas antigas. [Sanza-Bix: A música é típica da quarta dimensão (o micronível de percepção, que é um nível mais elevado do campo vital universal), pois requer tempo para ser completamente expressa desde o início até o fim.]

bimini-map

Um mapa geral do sistema chamado como “Rodovia de Bimini”, nas Bermudas.

Durante nossa permanência com os masemors, nenhum morador da cidade adoeceu de qualquer forma. De fato, os masemors não sabiam o que era doença. O mais velho deles tinha por volta de 350 anos de idade (sua água continha muito pouco, senão nenhum, deutério). Por ano, nasciam apenas aproximadamente duas crianças na tribo dos masemors, mas nós, dos benfyvees, tivemos um aumento notável em nossa taxa de natalidade enquanto moramos na antiga cidade! Quando estávamos prontos para partir, o chefe da tribo nos trouxe quatro adolescentes masemor (dois meninos e duas meninas), pedindo que os levássemos conosco, o que fizemos.

A REGIÃO DE BIMINI E SEU TEMPLO SAGRADO. Mais informações ver no link:  http://thoth3126.com.br/bimini-road-atlantida-misterios-nao-resolvidos-do-mundo/

Viajando rumo ao leste, agora no Oceanno Atlântico, chegamos à costa. Naquele tempo, a Flórida e a maioria das ilhas caribenhas, tais como Cuba e Haiti, ainda faziam parte da mesma massa de terra. A ilha de Bimini também era parte dessa massa de terra; ou seja, na época não era uma ilha. Havia dois fatos importantes em relação à região de Bimini:

1) havia várias fontes artesianas naturais nascidas nas profundezas da Terra e que definitivamente não continham deutério algum (fato que deu origem às lendas da Fonte da Juventude, cujas águas forneciam a vida eterna).

2) havia lá uma cidade originalmente construída pelo povo nativo da Terra pré-Barreira de Freqüência. Embora os palácios e edificações de pedra não tivessem sido construídos segundo a ordem da geometria sagrada, eram muito atraentes.

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A população da cidade transbordara para cabanas circunvizinhas feitas de praticamente qualquer coisa em que seus construtores conseguissem por as mãos. As ruínas dessa cidade foram escavadas muito depois pelo povo da era dourada do reino da AtlântidaO assim chamado muro de Bimini ou estrada de Bimini é tudo o que resta atualmente desse antigo local. Conta-se que de vez em quando as fontes artesianas naturais isentas de deutério borbulham do leito oceânico. Esse fato deu origem às lendas da região sobre a assim chamada fonte da juventude.

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Acima as pedras de Bimini Road em desenho feito após levantamentos aéreos e submarinos realizados pela expedição  Poseidia 75, patrocinada pela A.R.E. ( Edgar Cayce’s  A.R.E. Association for Research and Enlightenment)  

  Sua forma se parece mais ou menos com uma letra J, com cerca de três quartos de uma milha de comprimento e composta por enormes blocos de pedra, muitas vezes de até 15 pés quadrados, visto em fotos à esquerda. 

Nessa antiga cidade da Terra ficava o templo mais sagrado da Terra, o Templo do Senhor Deus El do planeta Terra. Durante nossa visita a esse templo, descobrimos que ele se encontrava em ruínas e despojado de seus telhados de ouro e cobre. Foi de um dos telhados desse templo que Kevinar-Kale da Terra e seus amigos viram aparecer no céu o grande clarão de luz quando meu mundo natal de Maldec explodiu. Acampamos durante cerca de dois meses na orla oriental da antiga massa de terra enquanto esperávamos que nossos navios e suas tripulações nos localizassem.

Haviam navegado desde o Pacífico até o Atlântico sul atravessando uma rede de vias fluviais que ligavam as duas principais massas de água salgada. Essas vias fluviais faziam então parte das massas combinadas de terra da Antártica e América do Sul. Nossos navios tinham concluído a navegação dessas vias fluviais anos atrás, tendo navegado até o que se tornaria a Índia para deixar outros de nossos exploradores benfyvee.

Cumpriram essa tarefa sabendo que iriam nos buscar numa data e lugar predeterminados. Depois disso nosso destino seria as antigas localidades no continente da África, que é bem maior. De fato, o que é atualmente chamado Índia e a ilha de Madagascar eram na época parte da África. Contávamos nos reunir aos demais integrantes de nosso grupo na terra atualmente denominada Egito. Nossa frota de navios estava atrasada uma semana, pois tivéramos de permanecer ancorados para reparar alguns danos provocados por uma tempestade.

CONTINUA … 

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