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Historias de Maldek-DOY uma mulher de Maldek, parte IV Final

Posted by on 13/11/2016

atravesdeolhosalienígenas.

DOY, uma mulher de MALDEK – Parte IV, final – Histórias de Maldek, da Terra e do nosso Sistema Solar.

Antes que o povo de meu mundo (Maldek) os apunhalasse com o garfo da ilusão, os elohim tocaram suas harpas de fogo e cantaram a beleza de seu mundo e de sua devoção ao plano divino do Criador de Tudo Aquilo Que É.

Que o véu que fizemos cair sobre as suas mentes seja em breve erguido e tirado de vocês para sempre pelo vento (energia) que está agora se elevando das profundezas da eternidade (desde o Sol Central da Galáxia). Eu Sou Tob‑Vennit de Maldek.

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES – Através de Olhos Alienígenas”, páginas 297 a 342escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da FEDERAÇÃO.

DOY na ÁFRICA E OS BORMIANOOS TELEPATAS

Quando chegamos à África, descobrimos que ela era habitada por grande variedade de povos. Alguns eram tão primitivos mentalmente que nós, benfyvees, apenas os considerávamos um tipo de criatura que talvez fosse bom para comer. Foi a primeira vez durante nossas viagens em que nos armamos para nos proteger. 

Já no primeiro dia de nossa chegada na África, avistamos espaçonaves do estado aberto voando por ali constantemente, dia e noite. Não era raro encontrar até cinco desses veículos pousados no solo. Sempre que aparecia um disco negro da Federação, era evidente a ausência dos outros tipos de espaçonaves.

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Demos com quatro homens loiros vestidos de mantos verdes idênticos. Eram telepatas e falavam nosso idioma benfyvee. Sem que se fizessem apresentações, dirigiram-se a vários de nós usando nossos nomes. Disseram-nos que eram gente do estado mental aberto, vinda de um planeta chamado Borm e conseguiam tolerar apenas até certo ponto a Barreira de Freqüência do planeta. Contaram que estavam na Terra para realizar certos estudos biológicos e geológicos em nome da Federação Galáctica.

Disseram também que só teriam de partir da Terra várias semanas depois de nosso encontro, pois calculavam que aquela altura começariam a sentir-se mal. Pediram e receberam nossa permissão para examinar fisicamente os quatro jovens masemor que trouxéramos conosco de Miradol (Teotihuacán). Foi com os bormianos que ficamos sabendo que as duas meninas masemor estavam grávidas.

Os bormianos achavam a coisa mais natural do mundo derrubar um humano primitivo à força de dardos tranqüilizantes, examiná-lo, e então deixar o espécime dormindo até acabar o efeito da droga, ao despertar encontrava a seu lado um pacote de doces vitaminados contendo vários tipos de medicamentos. Nós, benfyvees, a pedido dos bormianos, doamos amostras de nosso ADN. Um dia depois, disseram-nos que todos em nosso grupo eram darmins maldequianos, menos eu, que era um quain maldequiano. Ouvíramos a história da destruição de Maldec de nossos pais, que tinham recebido telepaticamente as informações de gente do estado aberto.

Mas esta foi a primeira vez em que ficamos sabendo que nossa ascendência de ADN mais antiga se iniciara no planeta Maldec. Ninguém, exceto eu, reagiu com sentimentos hostis ao ouvir isso. Percebendo meus sentimentos, um dos quatro bormianos veio me confortar. Acalmou-me tanto com palavras físicas como mentais. Quando nos despedimos, sentia-me novamente bem. Antes de se voltar para ir embora, ele disse: 

Desejo-lhe sucesso, Doy de Maldec, agora na pessoa de Tamta dos benfyvees. Espero que o Criador de Tudo Aquilo Que Existe a abençoe durante esta vida e todas as suas vidas ainda por vir.

Quando chegou a hora de os bormianos irem embora, convidaram-nos a comparecer a sua partida. Viajamos aproximadamente 32 quilômetros, desde o lugar em que nos encontramos com os bormianos pela primeira vez até um local onde encontramos uma plataforma de pedra circular de cerca de 2 metros de altura e 23 metros de diâmetro. Dentro de três horas um disco negro exibindo marcas chamuscadas na fuselagem aterrissou na plataforma. Os bormianos envergavam trajes com chapas transparentes. Antes de entrar na nave, um deles nos disse: 

“Desejamos-lhes sucesso. Tomem cuidado com os que operam as espaçonaves triangulares que trazem o símbolo de um homem com um braço quebrado.” 

À medida que o pássaro negro lentamente se erguia da plataforma, fiquei pensando em como seriam realmente os mundos do estado aberto. Quando a espaçonave subitamente desapareceu de minha visão, senti uma profunda sensação de solidão.

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VOLTANDO PARA “CASA” NO EGITO

Cerca de dois anos depois, viajamos rumo ao norte para a terra atualmente chamada Egito, na época denominada “Ethromal, a terra das pirâmides”. Quando chegamos às pirâmides, fomos recebidos por nosso grupo que explorara o país mais ao leste, local atualmente chamado ÍNDIA. Tinham chegado apenas alguns dias antes de nós. 

Nós, dos benfyvees, adorávamos o país de Ethromal e as antigas edificações que salpicavam sua paisagem. O leito do rio Nilo era várias centenas de metros mais profundo do que hoje, de modo que o planalto arborizado (hoje um deserto com areias) no qual localizavam-se as pirâmides elevava-se proporcionalmente acima do nível do rio.

Decidiu-se quase imediatamente que encontráramos o lugar para onde todos os benfyvees deveriam emigrar. Começamos a construir uma cidade a oeste das pirâmides e enviamos uma mensagem a nossos navios ancorados no sul longínquo. A mensagem contendo uma descrição histórica de nossa longa viagem e de nossa decisão de morar permanentemente na terra de Ethromal seria levada de volta à nossa pátria pela frota. Sabíamos que poderia demorar até seis ou sete anos para vermos mais emigrantes de nossa terra.

Como tantos que vieram antes e depois de nós, ficamos maravilhados pelas pirâmides. Passávamos muito tempo tentando descobrir um modo de entrar em seu interior sem danificá-las. Um rude, mas pacífico, grupo local de caçadores percorria as florestas e pescava nos numerosos lagos na época existentes nas imediações das pirâmides. Com o tempo, passamos a negociar com os brutos que, na presença de uma mulher benfyvee, se comportavam como filhotes.

A população local somava aproximadamente 9 mil pessoas; o que de mais próximo tinham de uma religião era a adoração dos deuses que por lá voavam no ventre dos pássaros de metal. Ficaram muito surpresos quando descobriram que não caíamos de joelhos como eles toda vez que uma espaçonave do estado aberto passava voando acima de suas cabeças.

A primeira onda de cerca de 20 mil emigrantes benfyvees começou a chegar quando prevíramos. No prazo de um ano, muitos de nós adoeceram gravemente e começaram a morrer. Não adoeci imediatamente; vivi para ver meu filho e depois meu marido falecerem. Os sintomas de sua enfermidade, assim como da minha, eram, no princípio, semelhantes aos da malária, seguia-se paralisia, acompanhada no fim por ataques convulsivos. 

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Pouco antes de passar a sofrer os ataques que acabaram por me matar, lembro-me de fitar a Grande Pirâmide. Oscilava entre o ódio por ela e o desejo de tornar-me uma parte amorosa dela e compreender tudo o que representava. Toda vez que sentia ódio pela pirâmide, uma voz que parecia emanar de sua forma sagrada sussurrava suavemente:

“Descanse, Doy de Maldec. Saiba que a amo. EU SOU o Criador de Tudo Aquilo Que Existe.”

RARLA DE ROMA

Nasci no ano XI (11) depois de Cristo, para Vadius Gromius e sua mulher Aprela na cidade de Roma. Deram-me o nome de Rarla. Meu pai era armeiro da Guarda Pretoriana de elite do imperador Tibérius*. Também exercia as funções de agente do correio da guarda, providenciando a entrega de cartas pessoais dos soldados a suas famílias e amigos. As cartas endereçadas a qualquer soldado eram primeiro entregues em nossa casa antes de serem levadas ao palácio imperial três vezes por semana por meu pai.

{n.t. – * Tibério Cláudio Nero César (em latim Tiberius Claudius Nero Cæsar; 16 de novembro de 42 a.C. – 16 de março de 37 d.C.), foi imperador romano 18 de setembro de 14 até a sua morte, a 16 de março de 37. Era filho de Tibério Cláudio Nero e Lívia Drusa.1 Foi o segundo imperador de Roma pertencente à dinastia júlio-claudiana, sucedendo ao padrasto Augusto. Foi durante o seu reinado que, na província romana da Palestina, Jesus Cristo foi crucificado.}

Éramos considerados uma família rica porque possuíamos cerca de 18 escravos. Apenas seis eram homens que trabalhavam para meu pai em sua oficina de fabricação de armaduras e armas. Os outros seis escravos eram meninas que trabalhavam dentro de nossa casa. Aprendi a ler com minha mãe, que aprendera com sua mãe antes dela.

Eu adorava observar o preparo de comida, mas eu mesma nunca tentei cozinhar. Era sinal de aristocracia a mulher recitar receitas de pratos que havia provado e a cujo preparo tinha assistido. Eu desejava tanto ser uma dama aristocrática e percorrer Roma numa liteira, observando o que se passava nos vários mercados.

Como presente de décimo quinto aniversário, meu pai providenciou a realização de meu sonho. Arranjou para que minha mãe, ele e eu fossemos carregados numa liteira de um extremo a outro de Roma num giro completo. Foram necessários todos os escravos que ele possuía ou conseguiu emprestar para executar tarefa tão hercúlea. Guardas montados a cavalo, que tanto conduziam os carregadores da liteira como tiravam de nosso caminho os pedestres, mandavam escravos que seguiam correndo substituir os que estavam a ponto de desmaiar.

Fiquei sabendo depois que esta excursão de liteira através da cidade era objeto de uma grande aposta feita por meu pai com alguns de seus amigos. Também descobri depois que, semanas antes da “grande corrida de liteira,” todo homem livre e todo escravo de Roma que tinha meios estava apostando se a liteira alcançaria ou não seu pretendido destino a tempo.

Meu pai ganhou a aposta, e para comemorar levou-me (minha mãe não quis ir) no dia seguinte a uma luta privada de gladiadores. Logo descobri por que mamãe não quis assistir tal competição. Novamente foram apostadas grandes somas de dinheiro no resultado das contendas. Três pares de homens lutaram uns com os outros até a morte. Até mesmo os três vencedores ficaram muito feridos. Como recompensa por sua vitória, foram mortos por setas vindas da platéia. Naquela noite bebi vinho até desmaiar.

O imperador Tibério tornara-se recluso, residindo na ilha de Capri. No ano 28 dC eu contava 17 anos quando, subitamente, foram convocadas novas tropas da Guarda Pretoriana para substituir seus colegas que protegiam o imperador em Capri. A ordem repentina fez com que grande volume de correspondência e armadura não fosse entregue. Esse fato tornou necessário que meu pai fosse a Capri para entregar a correspondência e toneladas de objetos pessoais deixados para trás pelos soldados substitutos.

Todo o pessoal de nossa casa, inclusive os escravos, saíram de Roma e foram a Capri. Meu pai notou que, no trajeto de nossa viagem, nunca encontramos nenhum dos pretorianos substituídos marchando de volta a Roma. Quanto mais nos aproximávamos de Capri, mais encontrávamos grandes grupos de legionários (soldado de linha romano). Nossos carregamentos de correspondência e armaduras foram revistados muitas vezes antes de recebermos permissão para prosseguir.

Este mistério foi solucionado quando o capitão do navio que nos levaria à ilha de Capri contou a meu pai que uma grande força militar liderada por um nobre romano realizara um atentado contra a vida do imperador. A maior parte da Guarda Pretoriana do imperador foi morta defendendo-o. Os assassinos invasores foram derrotados quando uma guarnição de legionários de linha baseada no continente veio para socorrer o imperador. A princípio ordenou-se que o atentado contra sua vida fosse mantido em segredo, mas a notícia acabou vazando.

Tiberius

Tiberius

Em Capri apenas uns poucos integrantes da guarnição pretoriana original ainda estavam vivos, e sua coragem fez com que o imperador os promovesse a oficiais. Entre esses oficiais recém-promovidos havia um jovem chamado Geonius. Pouco mais de um ano depois (em 30) ele se tornaria meu marido. Minha vida em Capri começou quando o imperador encarregou meu pai que era o mestre dos escribas que copiassem à mão centenas de proclamações imperiais a serem despachadas e cuidassem de todas as mensagens que chegassem. Meu pai conseguiu esse trabalho porque o homem que o realizava antes dele fora morto na recente invasão malfadada.

No ano 32, eu tinha uma filha de um ano de idade a quem dei o nome de minha mãe. Foi nesse ano que Caio Júlio César Germânico*, de 20 anos de idade, veio morar com o imperador Tibério. Esse sujeito também era chamado Calígula. [O nome Calígula foi um apelido dado a ele pelos soldados de seu pai, Germânico César. Significa “coturno militar.” – W.B.] Embora Tibério tivesse ordenado a morte da mãe de Calígula, Agripina I, e de seus dois irmãos mais velhos durante um expurgo, Calígula caiu nas graças do velho imperador, que ainda tinha sentimentos de gratidão pelo apoio militar dado pelo pai de Calígula durante várias tentativas de golpe.

{n.t. * Caio Júlio César Augusto Germânico (em latim Gaius Julius Caesar Augustus Germanicus; 31 de agosto de 12 d.C. – 24 de janeiro de 41), também conhecido como Caio César ou Calígula, foi imperador romano de 16 de março de 37 até o seu assassinato, em 24 de janeiro de 41. Foi o terceiro imperador romano e membro da dinastia júlio-claudiana, instituída por Augusto. Ficou conhecido pela sua natureza extravagante, neurótica e cruel. Foi assassinado pela guarda pretoriana, em 41, aos 28 anos. A sua alcunha Calígula, à qual significa “botinhas” em português, foi posta pelos soldados das legiões comandadas pelo pai, que achavam graça em vê-lo quando criança mascarado de legionário, com pequenas caligae (sandálias militares) nos pés.

Era o filho mais novo de Germânico que, por sua vez, era sobrinho do imperador Tibério. Germânico é considerado um dos maiores generais da história de Roma. Já a mãe de Calígula era Agripina. O futuro imperador cresceu com a numerosa família (tinha dois irmãos e três irmãs) nos acampamentos militares da Germânia Inferior, onde o pai comandava o exército imperial. }

Como Calígula se parecia fisicamente com o pai e tinha seu nome, creio que esse fato o salvou do mesmo destino de sua mãe e irmãos. Quando Tibério morreu, Calígula proclamou-se imperador e começou a matar todos os parentes de Tibério que poderiam algum dia reivindicar o trono imperial. Alguns acreditavam que Calígula ficou mentalmente desequilibrado devido a uma enfermidade por ele sofrida em 37, mas garanto-lhes, esse sujeito sempre foi louco. Não há necessidade de recontar aqui as loucas, cruéis e horríveis torturas por ele ordenadas.

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Calígula

De fato, naquela vida meu pai era carinhoso com a família, mas exultava ao assistir a homens matarem-se uns aos outros em combates de gladiadores. Em 40, Calígula mandou decapitar meu pai, porque suspeitava que ele fazia parte de uma conspiração para derrubá-lo. Falsamente acusou meu pai de alterar o conteúdo de despachos militares por ele enviados a seus comandantes que estavam lutando no que é hoje a Alemanha.

Como os alemães tinham derrotado os soldados romanos, que estavam seguindo as divinas instruções militares de Calígula (emitidas de boa e segura distância), na cabeça de Calígula, a única razão possível para sua derrota era a alteração de suas ordens feita por alguém antes de elas serem despachadas. Desse modo, meu pai estava bem no topo da lista dos bodes expiatórios de Calígula.

Em 41 fiz trinta anos. Calígula tinha 29 quando meu marido, Geonius, juntamente com vários outros oficiais da Guarda Pretoriana, mataram-no a golpes de espada. A Guarda Pretoriana então proclamou o tio de Calígula, Cláudio, imperador do Império Romano. Cláudio não foi um governante tão ruim, mas o sucessor que escolheu era praticamente Calígula reencarnado. Seu nome era Nero *. Nero era filho adotivo de Cláudio e filho de sangue de Agripina II (irmã de Calígula), a segunda de duas esposas de Cláudio. É verdade que quando Agripina teve certeza de que Nero sucederia a Cláudio, envenenou seu marido para apressar a coroação de Nero.

{* n.t. – Nero Cláudio César Augusto Germânico  (em latim  Nero Claudius Cæsar Augustus Germanicus; Anzio15 de dezembro de 37 d.C. — Roma9 de junho de 68), foi um imperador romano que governou de 13 de outubro de 54 até a sua morte, a 9 de junho de 68.

Nascido com o nome de Lúcio Domício Enobarbo, era descendente de uma das principais famílias romanas, pelo pai Cneu Domício Enobarbo e da família imperial júlio-claudiana através da mãe Agripina, a Jovem, filha de Germânico e neta de César Augusto. Ascendeu ao trono após a morte do seu tio Cláudio, que o nomeara o seu sucessor.}

Nero tornou-se imperador aos 17 anos de idade, eu tinha quarenta e três. Minha filha de 23 anos de idade também casou-se com um soldado pretoriano e teve dois filhos. Nero, seguindo o conselho de sua mãe Agripina e do companheiro dela, Burrus, o prefeito (comandante supremo) da Guarda Pretoriana, ordenou que todos os soldados pretorianos que participaram do assassinato de Calígula fossem passados à espada juntamente com suas famílias. Agripina e Burrus não queriam que nenhum desses soldados tivessem a idéia de fazer a mesma coisa a seu fantoche, Nero.

Quando chegou minha vez de ser executada, olhei o rosto do jovem pretoriano pronto para me golpear com sua espada. Durante vários segundos, ele hesitou. Nesse intervalo seus trajes mudaram diante de meus olhos. Transformou-se num belo jovem loiro que levava nos dedos indicadores as serpentes douradas dos soldados krates maldequianos reais. Lágrimas lhe corriam pela face. Quando eu recuperei os sentidos meu carrasco pretoriano também estava derramando lágrimas. Quando sua espada atingiu-me, não senti nenhuma dor.

SAPEENA DOS SÊNECAS

Contarei a breve vida que passei na Terra como Sapeena dos Sêneca (tribo de índios norte-americana). Falo dessa vida porque foi a última que experienciei em seu planeta e a última vez que vivi sob a influência da antinatural Barreira de Freqüência da Terra.

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Eu tinha aproximadamente sete anos de idade quando meu pai, Tartaruga Negra, foi para a guerra em companhia de nossos aliados casacas vermelhas, os britânicos. Isso aconteceu no inverno de 1775, durante a Revolução Americana pela independência. Meu pai nunca retornou daquela guerra e, em 1777, com idade de nove ou dez anos, morri numa saraivada de balas de mosquete ianques.

Éramos membros de uma divisão da tribo indígena norte-americana chamada Sêneca. Os sênecas eram uma das cinco nações integrantes da Liga lroquesa — formada pelas seguintes nações: Oneida, Cayuga, Onondaga, Mohawk e Sêneca. Essas nações tinham em comum culturas semelhantes e o mesmo idioma (iroquês). Nosso grupo de sênecas morava próximo às margens do rio Genesee, localizado no atual estado de Nova York.

Em criança, passei muito tempo deitada de costas, às vezes com outras crianças, esquadrinhando milharais ou outra plantação, à procura de minha mãe, atarefada a trabalhar ali por perto com outras mulheres de nossa tribo. Meus primeiros anos daquela vida foram repletos de perplexidade. Mesmo depois de aprender a andar e falar, eu existia num estado de completa confusão mental.

Meu estado alienado da realidade era bastante óbvio a todos ao meu redor. Meu comportamento estranho fazia com que curandeiros curiosos vindos de toda parte me seguissem e observassem todos os meus movimentos. Todos eles concluíram que eu fora tocada pelo Grande Espírito — concluíram que eu era louca.

Embora eu fosse bem-alimentada e cuidada, não conseguia resistir a pegar comida ou coisas dos outros. Se qualquer coisa desaparecia, a pessoa a quem pertencia o objeto simplesmente vinha à minha casa para reavê-la. Eu nunca escondia nada do que pegava dos outros. Colocava, para quem quisesse ver qualquer objeto que tivesse tomado “emprestado” numa pilha ao lado de nossa casa. Não era castigada por meus atos, pois acreditavam que se eu fosse punida o Grande Espírito ficaria muito bravo com quem ministrasse o castigo.

As pessoas que me viam vindo corriam para mim e me davam algo na esperança de que eu me fosse embora antes de queimar completamente sua casa. Eu contava cerca de cinco anos de idade quando duas canoas cheias de homens brancos vindos do norte foram ter às margens do Genesee. Um dos homens brancos que vieram à nossa aldeia vestia um traje negro. Era conhecido pelo nome de padre Pierre. Sua missão em nossa aldeia era tentar o que outros colegas seus tinham já tentado muitas vezes: converter-nos, aos sênecas, à religião católica de Roma.

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Quando o padre Pierre ouviu falar de Sapeena, a louca , fez-me uma visita. Falou em iroquês muito bom quando nos sentamos com minha mãe próximo ao meu monte de objetos empilhados. Perguntei-lhe se me trouxera um presente. Depois de pensar um momento, tirou de uma bolsinha uma medalha com a imagem de um santo e a deu para mim.

Segurei-a na mão durante todo o encontro. Pouco depois fiquei sabendo que ele informou a nosso chefe que eu não fora tocado pelo Grande Espírito, estava sim, em vez disso, possuído pelo demônio. Ofereceu-se para expulsar de mim o espírito mau, e o chefe lhe deu permissão para tentar. [Sharmarie: “O chefe era provavelmente uma velha alma marciana e pensou: Que diabos, o que custa tentar?”]

Meu exorcismo foi um grande acontecimento em minha aldeia. Centenas de membros de meu povo se reuniram ao redor de minha casa e começaram a bater em tambores. Quando padre Pierre chegou, disse-lhes que parassem de tocar. O padre trouxe consigo uma estatueta de metal da Virgem Maria, um crucifixo de madeira, velas e o que parecia ser um estoque inesgotável de água benta. Depois de purificar nossa casa com fumaça e água benta, passou a rezar em latim.

Logo dei por mim rezando com ele na mesma língua. Quando percebeu que eu estava rezando com ele em latim fluente, entrou em estado de choque e começou a rezar pedindo a proteção dos anjos em seu idioma materno, o francês. Pensei em ajudá-lo um pouco, então repeti tudo o que ele disse em francês. O pobre homem primeiro pensou que eu tinha jeito para a imitação, então me testou, fazendo várias perguntas em francês, latim, celta e alemão.

Ficou mais admirado ao descobrir que meu conhecimento desses idiomas era até mesmo mais extenso que o seu. Desistiu de tentar expulsar o diabo de mim, resignando-se a escutar-me falar em francês o que eu sabia sobre a vida e morte de Jesus Cristo. Depois de mais de duas horas, perguntou-me se eu já encontrara Satanás (o diabo). Respondi que tinha certeza que sim, sob muitas formas — uma vez como MARDUK e uma vez como Calígula.

Padre Pierre pediu que eu fosse com ele a um lugar chamado Montreal, mas o chefe negou-lhe o pedido. Quando o chefe lhe perguntou se eu estava tocado pelo Grande Espírito ou possuído pelo diabo, o padre Pierre respondeu-lhe francamente, dizendo ainda não saber qual era o caso. Meu povo considerou a rápida partida de padre Pierre de nossa aldeia um tipo de vitória — uma vitória pela qual eu, Sapeena, era responsável.

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Os presentes que eu recebia agora eram acompanhados de pedidos de orientação e ajuda espiritual de toda sorte. Cada um dos chefes das cinco nações vinham a mim em busca de “poderes de batalha” que, presumiam eles, eu poderia lhes conferir. Uma das condições que nossos chefes acabaram impondo aos comandantes britânicos em troca de sua ajuda militar era que os comandantes viessem me visitar ou me mandassem um presente valioso.

Em breve reuni uma coleção bem grande de cachimbos de barro, colheres, cobertores e a imagem do rei Jorge III pintada em praticamente tudo que se possa imaginar. O único comandante britânico a me visitar pessoalmente foi o coronel St. Leger que passou por nossa aldeia em busca de mais de nossos guerreiros para completar suas fileiras. Falamo-nos em inglês. Observou que algumas das palavras inglesas que eu falei eram arcaicas, não fazendo parte do idioma inglês há várias centenas de anos.

Coronel St. Leger tinha o hábito de olhar desgostoso para seu relógio de bolso quebrado a cada cinco minutos, mais ou menos. Eu já tinha visto um relógio, mas nenhum tão bonito. Pedi-lhe que me deixasse segurá-lo. A caixa era de ouro maciço. Quando lhe devolvi o relógio, estava funcionando perfeitamente. Colocou-o no ouvido, sorriu e disse: “Obrigado, Sapeena. Pensei que o único lugar onde poderia mandar consertar este relógio fosse Londres. Como você se sai com cavalos rebeldes?”

Antes de o coronel St. Leger ir-se embora de nossa aldeia, deu-me uma caixa de música quebrada com um navio pintado na tampa. Quando a deu para mim, disse: “Não a dou a você porque está quebrada. Não sei consertá-la, nem consigo encontrar quem saiba. Talvez a sua magia a recupere. O coronel montou seu cavalo e eu abri a caixa, que imediatamente passou a tocar a melodia de um tipo de cantiga de marujos.

Ele riu alegremente e repetiu várias vezes: “Veja só, Sapeena, veja só, sua bruxinha.” Tanto minha mãe como eu sentíamos falta de meu pai. Não o víamos há mais de um ano e meio. Certa manhã, despertamos e encontramos seus mocassins cheios de penas do lado de fora da entrada de nossa casa. Tinham sido colocados ali por um de seus camaradas para nos informar que ele estava morto.

Como a maioria de nossos homens estava longe lutando contra os ianques, decidiu-se que nosso bando se dividiria em vários grupos para viajar a outras aldeias sênecas localizadas mais ao norte e oeste, pois mais gente significava mais segurança. Minha mãe e eu fazíamos parte de um grupo de cerca de 20 pessoas que partiu rumo ao Canadá sob a liderança de um velho mestiço chamado Louis.

No quarto dia de nossa jornada, fomos localizados por uma tropa de cerca de 15 ianques armados. Abriram fogo contra nós. Encontrávamo-nos numa clareira sem nenhum lugar onde pudéssemos nos esconder. Minha mãe e eu fomos atingidas e caímos mortas quando tentávamos correr para a floresta. Isto pôs fim à minha vida como Sapeena dos sênecas. Segundo meus cálculos, no ano terrestre de 1827, passei novamente a viver no plano tridimensional do campo vital universal e fora da Barreira de frequência da Terra. 

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Nasci então de pais maldequianos darmins no planeta NODIA. Tenho atualmente aproximadamente 170 anos terrestres de idade. Desejo profundamente que minhas narrativas de algumas de minhas vidas passadas na Terra sejam valiosas a quem as ler. Agradeço a Sanza-Bix de Gracyea e a você (referência a Wesley Bateman), um integrante de Cre’ator, por me ajudar a registrar minhas recordações. Publicado Julho 2014.

Eu Sou Doy de Maldec.

Grande parte da tecnologia empregada atualmente na propulsão de espaçonaves interestelares e intergalácticas foi desenvolvida a partir de estudos de fatores de campo vital universal que teriam harmoniosamente feito parte da função de elos de portões estelares artificiais gerados por pirâmides.(WB)

thoth(172x226)www.thoth3126.com.br

12 Responses to Historias de Maldek-DOY uma mulher de Maldek, parte IV Final

  1. giva bastos

    BELO LIVRO, BELAS HISTÓRIAS, vc sabe se esse livro exite em português ou se há slgum link para baixar, Obrigado que Deus de Abençoe.

    • Thoth3126

      Caro Givaldo, não existe tradução para o português, até onde sabemos somos os primeiros (e talvez os únicos) a traduzir este livro e publicá-lo na íntegra. Muita Luz e Paz.

  2. derek

    seria interessate colacar os links dos anteriores nos capitulos subsequentes como antes.

  3. José Siuch

    Seria possível disponibilizar os links da sequência de páginas traduzidas até agora?

    • Thoth3126

      Caro José, faltaria espaço, pois são mais de sessenta postagens. Voce pode acessar todas AQUI Muita Luz e Paz..

  4. David

    Esse livro existe sim para baixar. Aqui o link: http://www.4shared.com/office/2yllZRAOce/Wesley_H_Bateman_-_Conexes_Ext.html?

    • Thoth3126

      Caro David, EXISTE SIM, mas incompleto, basta acessar o link por voce mesmo indicado para PERCEBER QUE FALTA MAIS DA METADE DO LIVRO. A obra completa esta publicada aqui em nosso BLOG, porque traduzimos e publicamos tudo. Muita Luz e Paz.

  5. Renata

    Olá! Seria possível passar o link que explica sobre a Barreira de Frequência?
    Desde já agradeço pela criação do site!
    Grata

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