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Histórias de Maldek – Ombota de Marte, Parte 1

Posted by on 16/04/2016

atravesdeolhosalienígenas.Ombota de Marte, Histórias de Maldek, da Terra e do Sistema Solar – Parte 1

Cada Lei existente na Natureza pode ser descrita pela sagrada linguagem dos números (Geometria Sagrada), e cada Lei da Natureza esta expressada nas atividades de um simples átomo”.  EU SOU Ralbux Ducsur do planeta GRACYEA.

Eu nasci para a vida em um mundo tridimensional no planeta por voces chamado de Marte, cerca de sessenta e nove anos  da Terra depois que o planeta MALDEK explodiu e foi feito em pedaços. Eu cresci até a idade de nove anos em meu planeta natal antes de ser transportada para a Terra juntamente com outros membros de minha família e da minha raça pelos nodianos…

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

Traduzido do Livro “Through Alien Eyes” – Através de Olhos Alienígenas”, escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da Federação Galáctica, páginas 437 a 459.

Ombota, uma mulher de Marte – Parte 1

… Mais tarde eu fui uma daquelas pessoas de minha raça que abandonou a Terra e foi morar no planeta Mollara (nas Plêiades). Eu vou falar para voce sobre àqueles tempos. Tenha paciência para comigo, pois eu sou uma mulher simples. Se voce precisar saber porque a grama é verde e o céu é azul, eu não sou uma pessoa que saiba a resposta.

Aglomerado Estelar M-45, as PLÊIADES e seu Sol Central ALCYONE, sistema ao qual o nosso SOL (HÉLIUS) pertence e orbita, onde esta localizada a Estrela/SOL ELEKTRA-CARRDOVAN em que MOLLARA, hoje o planeta natal de Sharmarie orbita. Este planeta (MOLLARA) será o destino final da maioria dos habitantes da Terra que forem resgatados instantes antes da “Grande Mudança” planetária que se aproxima…

LIBERTANDO AS TRIBOS NÔMADES ANTES DA EVACUAÇÃO DE MARTE

Quando eu nasci pela primeira vez os meus pais já há um longo tempo não estavam mais sujeitos às regras de qualquer Bar Rex (um senhor da guerra tribal local) e eram livres para viverem felizes do jeito que eles quisessem. A nossa tribo ainda viajava pelas margens dos rios em percurso de centenas de milhas em uma direção antes de atravessar o rio para viajar a mesma distância mas no sentido contrário. Este comportamento era necessário para manter a grama saudável para alimentar os nossos rebanhos de ovelhas.

Dentro do percurso percorrido em nossas viagens nós ainda tínhamos que passar através de uma fortaleza de um Bar Rex de modo a poder cruzar para a outra margem do rio. Embora nós não estivéssemos mais sujeitos à sermos taxados ou sermos considerados seus súditos, nós voluntariamente ainda entregávamos uma parte de nossos rebanhos para o Bar Rex.   Esta atitude era tomada em função dos inúmeros séculos de hábito formado pela prática forçada de pagamento de tributos e por muitas razões práticas. Uma das razões mais simples era a de que tínhamos muitas ovelhas e carneiros e não havia modo de impedir que se reproduzissem a não ser sacrificá-los e eliminá-los.

A única opção para aqueles que viviam dentro das fortalezas dos Bar Rexes teria sido abandoná-las para criar os seus próprios animais ou tomar uma parte dos nossos rebanhos. Tudo isso considerado, foi decidido pelos líderes da nossa tribo que seria muito melhor ceder parte de nossos rebanhos duas vezes ao ano do que ter que lidar com moradores das fortalezas esfomeados  e isso os manteria fora dos pastos às margens dos rios. Aqueles que se lembravam dos tempos antes deste arranjo ficaram felizes com essa decisão, porque ao invés de termos os Bar Rexes e membros de sua corte nos ditando como deveríamos viver, agora eles estavam totalmente sujeitos a nossa generosidade.

Depois da destruição do planeta MALDEK e da partida dos gracianos de nosso planeta, o zone Rex de nosso mundo (Marte), Rancer-Carr, tomou o controle total do governo de Marte. Ele não puniu aqueles bar rexes que haviam feito acordos com os maldequianos para eliminá-lo e impedir que ele assumisse a figura representativa divina que ele uma vez já havia sido. Ele instruiu os bar rexes para manterem as suas fortalezas, mas não forçou sua vontade sobre eles e nem sobre as tribos nômades que antes estavam sob a sua jurisdição. O Zone Rex Rancer-Carr percebeu que ele precisaria da habilidade de organização e da inteligência desses homens para ajudar a formularem os seus planos de uma total evacuação da população planetária de Marte para o planeta Terra.

O Zone Rex fez várias e inúmeras visitas pessoalmente para as várias tribos nômades na procura por pessoas que pudessem ser valiosas na organização da evacuação do planeta inteiro, assim como para ensinar às pessoas como seria a vida na Terra e as dificuldades que todos teriam que enfrentar. Em alguns casos foi necessária a persuasão, pois que muitos estavam com medo de viajar no espaço ou não entenderam completamente os riscos de perigo que deveria ser enfrentados por aqueles que decidissem ficar em um planeta sofrendo enormes mudanças geológicas.

Marte é o quarto planeta a contar do Sol e é o último dos quatro planetas telúricos no sistema solar, situando-se entre a Terra e o Cinturão de Asteroides, a 1,5 UA do Sol (ou seja, a uma vez e meia a distância da Terra ao Sol). De noite aparece como uma estrela vermelha, razão por que os antigos romanos lhe deram o nome de Marte, o deus da guerra. Os chineses, coreanos e japoneses chamam-lhe “Estrela de Fogo”, baseando-se nos cinco elementos da filosofia tradicional oriental. Executa uma volta em torno do Sol em 687 dias terrestres (quase 2 anos terrestres). Marte é um planeta com algumas afinidades com a Terra: tem um dia com uma duração muito próxima do dia terrestre (de 24 horas) e o mesmo número de estações.
Marte tem calotas polares que contêm água e dióxido de carbono gelados e o maior vulcão conhecido do sistema solar – o Olympus Mons. (Monte Olympus)

As mudanças no padrão climático de Marte se tornaram evidentes e óbvias. Pesadas chuvas diminuíram consideravelmente e os níveis dos cursos d’agua se reduziram drasticamente por sua vez. A velocidade dos ventos crescia e o ar se tornou empoeirado e seco. Este fato tornou difícil de se respirar forçando o uso de lenços cobrindo o rosto, nariz e boca para se poder respirar. Muitos animais morreram sufocados pela poeira no ar.

Os indivíduos mais velhos de nossa tribo começaram a perceber e apontar o fato de que as “grandes estrelas” (o próprio sol e os sistemas radiares de Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) estavam ficando “menores”. Isto era devido ao fato de que todas as órbitas planetárias estavam se alterando em relação ao sol, o nosso planeta Marte estava se movendo da sua própria órbita assim como os demais sistemas de radiares que também estavam se ajustando em novas órbitas no campo de pressão gravitacional do sol devido à ausência da massa do planeta Maldek que havia explodido.

Sendo jovem como eu era, foi difícil para mim entender porque de tempos em tempo os homens de minha tribo ficavam juntos e apontavam para uma brilhante estrela e conversavam excitados ou porque a minha mãe e outras mulheres estavam chorando enquanto embalavam os nossos pertences em sacolas e embrulhos em peles de cordeiro somente para serem postos de lado pelos homens que informavam às mulheres de que não haveria lugar para aqueles pacotes e embrulhos na espaçonave que nos levaria para viver na Terra.

Muitas vezes eu ouvi minha mãe dizendo: “Como nós iremos viver sem nossos utensílios e a nossa tenda”? O meu pai então lhe assegurava de que todas aquelas coisas nos seriam repostas assim que chegássemos ao planeta Terra. Ela continuava reclamando de que “as coisas que receberiam provavelmente seriam muito menores daquelas que possuíamos”. Quando nós finalmente abandonamos Marte a maior panela de cozinhar de minha mãe estava colocada sobre a cabeça de meu pai e o seu muito apreciado capacete de couro poderia ser encontrado na pilha de objetos descartados que ficaram. Mas muitomais coisas aconteceram antes que nós tivéssemos partido com destino à Terra.

Eu relembro vividamente, até os dias de hoje, quando o zone Rex, Rancer Carr nos visitou. Ele veio cavalgando um camelo com uma grande tropa de soldados que também estavam todos montados. Junto com eles havia vários homens e mulheres de longos cabelos brancos que ele nos apresentou como sendo seres humanos de um distante planeta chamado de Nodia. Ele nos informou que os nodianos estavam nos levando para viver no planeta Terra em suas espaçonaves e que aqueles ali presentes com ele ficariam conosco até o tempo em que chegasse a nossa vez de partir de Marte.

Os nodianos falavam marciano e usaram projeção de imagens da Terra e do interior de sua espaçonave para nos prepararem para o que enfrentaríamos à frente. Eles também nos examinaram para saber de nossa condição física e responderam a cada pergunta concebível, como do tipo: Os deuses de Marte e os espíritos de nossos ancestrais irão nos acompanhar à Terra e serão lá bem vindos?” Os nodianos eram muito excitantes para mim por causa de sua capacidade de projetar imagens e de falar sobre diferentes mundos.

Além das duas luas (artificiais) de Marte, Phobos (Medo) e Deimos (Terror), que são os os dois maiores pedaços que sobraram de Maldek quando esse explodiu, existem milhões de fragmentos do planeta onde antes ficava a sua orbita original, entre Marte e Júpiter, hoje chamado pelo nome de Cinturão de Asteroides. Os  famosos anéis de Saturno são poeira e detritos da explosão capturados pelo planeta. 

Todas as noites eu era parte da multidão que se reunia para ver as projeções de imagens dos nodianos  e para ouvi-los falarem sobre a vida na Terra. Mesmo que as imagens apresentadas fossem as mesmas todas as noites, eu assim mesmo as considerava fascinante. Eu apreciava especialmente ver os animais da Terra que até então eu jamais sonhara que existissem.  

O COMEÇO DO BOMBARDEIO DE METEOROS (Pedaços de Maldek). A ESTABILIZAÇÃO DA ÓRBITA DE MARTE COM DUAS LUAS ARTIFICIAIS (os dois maiores pedaços de Maldek que sobraram)

Uma noite logo após o escurecer, objetos brilhantes com caudas de cores vermelha e verde começaram a cair dos céus de Marte. Nós nunca havíamos testemunhado tal fato antes em Marte. Voce pode chamar estes objetos de meteoros. Os nodianos nos disseram que auilo na realidade eram pedaços do planeta Maldek caindo em Marte. Após algum tempo pedaços cada vez maiores do planeta que explodiu começaram a cair na superfície de Marte. Este fato causou que mais poeira fosse jogada na atmosfera já saturada de Marte, até o ponto em que o sol aparecia como um ponto brilhante em meio a um céu marrom de poeira. As quentes noites de verão que conhecíamos começaram a se transformar em geladas noites.

À noite as estrelas eram muita fracas, mas duas muito grandes pareciam ser as mais brilhantes de todas. Os nodianos nos informaram que aquelas duas estrelas na realidade eram duas de suas grandes espaçonaves em órbita de nosso planeta Marte. Estas duas grandes espaçonaves tinham o propósito de com sua massa combinada exercer força de arrasto para os polos magnéticos do planeta Marte. Isto estava sendo feito para amenizar o movimento de oscilação não natural que Marte começava a apresentar.

Se esse movimento não fosse contrabalançado o planeta Marte iria oscilar em sua órbita cada vez mais  rápido até atingir o ponto em que abandonaria totalmente sua órbita ao redor do sol e passasse a vagar pelo espaço. A segunda razão para exercer força de arrasto nos polos magnéticos com as duas espaçonaves era para estabilizar a órbita do planeta Marte, a qual estava gradualmente se distanciando do sol a cada ciclo solar. Em outras palavras, o ano marciano estava ficando mais longo a ciclo solar.

Vários anos após a evacuação total do planeta Marte, os nodianos trocaram as suas duas grandes espaçonaves em órbita por duas luas artificiais que foram projetadas para acabar com os problemas de oscilação da órbita solar de Marte. Da mitologia grega voce conhece o nome dessas duas luas como Phobos (Medo) e Deimos (Terror) que são os nomes dos dois ferozes cães de Marte naquela mitologia, o antigo deus da Guerra para os romanos (Áries para os gregos), dois cães que estão acorrentados no portão do inferno [outras autoridades dizem que Phobos foi um assistente do deus Marte – WHB]. Phobos na realidade atualmente é um grande pedaço parcialmente oco do planeta Maldek e Deimos é um sólido pedaço de Maldek. Os astrônomos da Terra sugerem que estas duas luas na realidade seriam dois asteroides capturados pelo planeta Marte.

Os dois enormes pedaços de rocha que orbitam o planeta Marte como suas duas luas, Phobos (Medo-com diâmetro de 22,2 km) e Deimos (Terror-com diâmetro de 12,6 km), foram lá colocados pela Federação Galáctica para estabilizar a órbita marciana caso contrário o planeta vermelho saltaria para fora do sistema solar após a explosão do planeta Maldek. O pedaço maior, Phobos, foi escavado pelos maldequianos e hoje é uma base de operações subterrânea dos mesmos.

Afinal as condições climáticas de Marte tornaram impossível para os nodianos a exibição para a multidão das imagens sobre a Terra em um espaço aberto. Àqueles que haviam assistido as projeções os nodianos instruíram para contarem aos outros que não haviam visto as imagens para que os educássemos a respeito do novo planeta. Eu tomei esta instrução como um pedido pessoal para mim. Eu então gastei o meu tempo procurando por pessoas que estavam ignorantes das coisas maravilhosas que eu havia aprendido com os nodianos.

O fato foi que, eu encontrei muito poucas pessoas que tinham tempo para me ouvirem falar a respeito da Terra, de seu povo assim como dos vários e diferentes tipos de animais que logo nós lá encontraríamos. A maioria pensava que as minhas histórias eram somente fantasias que brotavam da mente de uma garotinha (n.t. nada muito diferente do que presenciamos hoje na Terra em relação à maturidade da maioria dos habitantes do planeta que estão presos em um paradigma de consciência TÃO FOCADO APENAS NA EXISTÊNCIA MATERIAL, que lhes controla todos os aspectos de sua existência e que esta levando o planeta a um colapso pela total ausência de consciência e mesmo de bom senso dessa maioria).

A maioria das enormes espaçonaves de transporte nodianas que nos levariam para a Terra eram muito grandes para aterrissarem na superfície ou ficar em órbita do nosso planeta Marte. A massa dessas espaçonaves gigantes em órbita afetariam o programa de oscilação da órbita do planeta. Este fato requeria que nossa população tivesse que ser transportada em pequenos números há uma boa distância para o espaço exterior onde as grandes espaçonaves de transporte nodianas estavam esperando.  

Não havia nada de ordeiro em nossa partida de Marte. Alguns ficaram com muito medo e no último minuto hesitavam em embarcar nas espaçonaves de transporte. Outros tentavam levar todas as suas posses de que eles foram alertados para deixarem para trás. Onde quer que uma disputa surgisse, os comandantes das espaçonaves de resgate fechavam as portas das mesmas até que algum tipo de ordem fosse restaurada. Estes problemas todos levaram a que algumas famílias se separassem, porque a alguns pais ou filhos foi ordenado pelos bar rexes para que ficassem para trás em Marte a fim de participar no esforço do cumprimento da Lei Marcial.

Muitas pessoas ficaram feridas pelo simples fato de nunca antes terem estado em meio a uma concentração de pessoas tão grande. O estado geral emocional das coisas causou que muitos perdessem seu juízo e por consequência aconteceram algumas mortes devido a explosão ocasional de violência.

CRIANDO a UNIDADE MILITAR MARCIANA de CROATE-GROL DENTRO da FEDERAÇÃO

Nem todos os militares mantenedores da paz no planeta mais tarde abandonaram Marte em direção à Terra. Milhares deles aceitaram a oferta feita pelos nodianos  para se transformarem em soldados da Federação e, como uma unidade chamada de Croate-Grol, depois foram levados para um sistema solar próximo à uma das estrelas que formam o Cinturão de (na Constelação de) Órionno Brasil conhecidas popularmente como as Três Marias (Mintaka, Alnilan e Alnitak).

O plano era de que este grupo de  soldados aprenderiam o que pudessem com os nodianos e mais tarde eventualmente se juntassem aos demais marcianos no planeta Terra. Alto falantes anunciavam em alto volume a lista dos nomes daqueles que deveriam se reunir próximo a uma nave de transporte que iria partir de Marte no mesmo dia. Em muitos casos levava o dia inteiro para se reunir as pessoas que deveriam embarcar. Na medida que o tempo passava, a multidão ficaria mais recuada e cederia espaço para as familias que tivessem o seu nome gritado pelos alto falantes, “É a nossa hora”!

Quando foi o nosso momento de embarque, nossa família teve pouca dificuldade em alcançar a espaçonave que nos levaria embora. Eu me lembro como o meu pai audaciosamente passou pleos homens que fizeram piada com o fato dele estar carregando a maior panela de minha mãe em sua cabeça. Este fato inspirou outras tantas mulheres marcianas a pedir para que seus maridos e crianças levassem suas panelas em suas cabeças. Finalmente embarcamos na espaçonave de transporte. 

Continua… 

Para saber mais sobre Maldek:

http://thoth3126.com.br/category/maldek/

Permitida a reprodução desde que mantido o formato original e mencione as fontes.

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