browser icon
Você está usando uma versão insegura do seu navegador web. Por favor atualize seu navegado!
Usando um navegador desatualizado torna seu computador inseguro. Para mais segurança, velocidade, uma experiência mais agradável, atualize o seu navegador hoje ou tente um novo navegador.

Histórias de Maldek – Ombota de Marte, Parte 5, final

Posted by on 24/04/2016

Ombota de Marte, Histórias de Maldek, da Terra e do Sistema Solar – Parte 5, final

 “Não sou como eles, mas vivi entre eles. Quando vim para cá pela primeira vez, eles não desconheciam as artes da guerra, mas agora aboliram totalmente a prática da guerra que possuíam quando sua raça era jovem. Sua tradição não está fundada na covardia, pois eles correrão todos os outros tipos de perigo físico se, agindo assim, os propósitos espirituais dos Elohim forem universalmente desenvolvidos. Os habitantes do radiar Sumer [o nome do estado aberto para o corpo planetário que chamamos de Saturno] não tentam modificar os costumes dos outros, sendo anfitriões gentis e dispostos para os que são motivados como eu — para oferecer forte oposição aos que imporiam seu mal sobre todos nós.  Eu Sou Abdonell de NODIA, a serviço do Controle do Arco de Harpa Negro da Federação Galáctica do radiar Sumer/Saturno.” 

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

Traduzido do Livro “Through Alien Eyes – Através de Olhos Alienígenas”, escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da FEDERAÇÃO GALÁCTICA, páginas 437 a 459.

Ombota, uma mulher de Marte – Parte 5, final

Muitos destes piratas, estropiados e feridos pelas lutas entre si ou com as tropas militares da Federação, foram forçados a aterrissar em Mollara ou em qualquer outro dos trinta e cinco planetas não habitados do sistema solar de cinco estrelas.  O maior destes grupos de flibusteiros, piratas espaciais, que solicitou santuário (ajuda e proteção) em Mollara após tentativa de visitar o planeta Bantivail 3, em busca do raro e precioso cristal astrastone, são agora chamados de TAR SPIKES (grosseiramente traduzido para o inglês da linguagem nodiana, significando “garras negras”).

Tanto os homens assim como as mulheres desta raça raspam suas cabeças e são cobertos com tatuagens. Eles podem ser comparados muito próximos em relação a aparência e aos seus modos às gangues de motociclistas (estilo Hells Angels) da Terra, com uma grande diferença, a de que os “motoqueiros” Tar Spikes tem um índice médio de QI que poderia desafiar qualquer Senhor de Planejamento das Casas de Comércio. Os Tar Spikes são altamente inteligentes, mas ainda somos gratos aos Elohim de que nesses tempos remotos eles não sabiam que eram tão inteligentes.

Nós ficamos surpresos ao saber que essa raça era visitantes oriundos de uma distante Galáxia, chamada de “O Grande Círculo”, um local mais tarde visitado pela exploradores da Federação. Esta galáxia é cerca de oito vezes mais larga do que a nossa galáxia Via Láctea (que estima-se ter cerca de 100 mil anos luz de um lado a outro). A Federação aprendeu grandes conhecimentos com estes viajantes intergalácticos tão inteligentes. A maior contribuição dada à Federação Galáctica pelos Tar Spikes foi ceder a sua versão do seu sistema de propulsão intergaláctico que passou a ser usado pela própria frota da Federação e pelas frotas das Casas de Comércio. Esse avançado sistema de propulsão intergaláctico permitia até mesmo a espaçonaves menores fazerem viagens intergalácticas.

Os Tar Spikes eram e continuam sendo lixeiros cósmicos e negociantes de “ferro velho espacial”. Não existe nenhuma peça de qualquer tipo de equipamento que eles não saibam identificar e consertar. Eles tem a habilidade de localizar qualquer nave espacial abandonada e fatiá-la como os abutres fazem com a carcaça de um animal morto. Embora esses personagens fossem difíceis de se conviver, era bom conhece-los e te-los como amigos. Nós que habitávamos os planetas do sistema de cinco estrelas, assim como de muitos outros mundos da Federação nos tornamos seus clientes assíduos.

A Barreira Riff entre matéria e antimatéria e seus tuneis:

Foi através dos Tar Spikes e de um grupo com os quais eles tem uma profunda relação, chamados de Driznafalians, que ficamos sabendo da existencia de culturas que viviam dentro do Big Circle e próximos a barreira de energia chamada de Riff que separa o universo de materia positiva de sua contrapartida, o universo de matéria negativa (antimatéria).

Os Driznafalians eram conhecidos por alargarem e expandirem a verdade um pouquinho, mas se um Tar Spikes afirmasse algo, voce poderia considerar a palavra dele ou dela como verdadeira sem nenhuma dúvida. Os TS se ofereceram voluntariamente para viajar até o nosso planeta natal Marte e pesquisar sobre as suas atuais condições. Com as suas espaçonaves eles poderiam ir e voltar à Marte desde Mollara em cerca de doze dias. Os nodianos conversaram com eles para que desistissem de viajar ao nosso planeta natal.

A próxima oferta que os TS nos fizeram foi a de que pegássemos um grupo de nosso povo e viajássemos com eles até o Riff. Esta oferta foi prontamente aceita. Quando o nosso pessoal retornou a Mollara, eles relataram o que viram e também nos trouxeram ROM mentais que eles haviam feito. Eu tive a experiência de ver o conteúdo desses ROM mentais sobre o Riff, assim como muitos dos meus amigos. A visão e a aparência do Riff foi assunto de nossas conversações durante muitos anos depois disso. 

O Riff parecia um véu composto de fitas tecidas de ouro fluido. Dentro do tecido de energia do véu havia pulsos de raios e relâmpagos de todas as cores que existem no espectro de luz visível. O Riff se estendia em todas as direções até onde os olhos podiam enxergar. Essa visão espetacular me deu a impressão de que o nosso universo esta inserido dentro da concha dourada de um ovo cósmico (n.t. como descrito nos Vedas hindus). De tempos em tempos o Riff se mostrava com reentrâncias.

Estas reentrâncias se pareciam com tuneis que permitiriam a uma espaçonave penetrar milhões de milhas para dentro do campo de energia  do Riff. Estes tuneis estavam preenchidos com destroços e tesouros perdidos de nosso universo. O que fascinou-me e a muitos outros conhecidos meus era o número de antigas espaçonaves que gravitavam abandonadas dentro destes tuneis, onde elas estavam há milhões de anos. Eu gostaria que houvesse mais tempo e espaço para falar sobre todos os conteúdos estranhos e maravilhosos que havia nos tuneis do Riff. Eu descreverei o conteúdo de um ROM mental de que eu me lembro que diz respeito ao interior de uma gigantesca nave mãe abandonada no interior do Riff de uma desconhecida cultura humana e estimada naquele momento para ter cerca de 400 mil anos de idade.

A ANTIGA E MISTERIOSA NAVE MÃE GIGANTESCA:

 Essa antiga embarcação havia sido “visitada” muitas vezes pelos exércitos do povo Tar Spikes que progressiva e metodicamente foram despojando a antiga e gigantesca rainha de qualquer coisa de valor que ela tivesse. Mesmo assim ainda havia muita coisa a ser vista e de beleza deixadas para trás em seus decks e luxuosos alojamentos com apartamentos. Antes que eu inicie a descrever o conteúdo excitante deste ROM mental do interior da nave mãe, eu devo dizer a voce que quando esta antiga e gigante nave mãe surgiu em meio às conversas, cada um presente no momento deu a sua versão de como esta grande realização humana foi produzida e como essa espaçonave encontrou o seu destino final.

Na verdade até mesmo hoje (cerca de 251 milhões de anos passados)  ninguém saberia responder quem realmente construiu aquela nave mãe gigantesca ou, do mesmo modo, os milhares de outros objetos (obviamente produtos feitos por diferentes e antigas raças) que são similares e que foram descobertos abandonados nos tuneis do Riff durante os éons que se seguiram. Uma coisa que nós sabemos com certeza é que centenas de milhares de anos antes que os nodianos começassem a viajar entre galáxias (viagens intergalácticas) já haviam raças que tinham atingido o mesmo nível de realização tecnológica.

O interior de uma enorme Nave Mãe da Federação Galáctica, na concepção pessoal de um artista que a visitou pessoalmente. Esta em órbita da Terra (vista ao fundo) em planos de consciência mais elevados e menos densos.

A pergunta sem resposta que permanece é: O que, afinal, aconteceu com estes antigos povos? Se eles ainda existem onde estão? Eu pessoalmente acredito que estas antigas raças uma vez estiveram em contato próximo com aqueles povos que uma vez habitaram os planetoides (as luas) do radiar Hamp (URANO). Eu realmente não sei se isso é verdade, mas uma parte minha que existe muito antes da minha primeira vida acredita e sabe que assim é.

Eu sinto que isso pertence a um tempo esquecido ou divinamente apagado de nossa consciência eterna, um tempo que será relembrado num momento cósmico antes de que nós individualmente nos tornemos unos com o Criador de tudo que é.( eu fui informada por Sharmarie – o marciano – que esta monitorando nossa conversa pelo pensamento, para não me deixar levar  pela inclusão de tantos detalhes em minha descrição daquela antiga nave mãe gigante. (Como voces dizem, que pena).

Quando estava experienciando o conteúdo do ROM mental sobre a antiga nave mãe abandonada no Riff, que mencionei anteriormente, a experiência começa com escuridão total. O som da voz de um Tar Spike solicitando luz é ouvido. Então muitos globos de luzes brilhantes são ativados e se movem por um corredor. Os sentidos são imediatamente excitados pelo que passa a ser iluminado. Os muros de uma ampla e larga passagem estão cobertos com murais que retratam animais que mesmo hoje ninguém consegue identificar. No horizonte das paisagens pintadas podem ser vistos edifícios, alguns dos quais tem o formato de pirâmides.

Ninguém dentro da gigantesca espaçonave pode encontrar qualquer traço, ou pintura, ou qualquer imagem gravada de qualquer ser humano. Somente o mobiliário sobrevivente, como cadeiras, mesas e camas, serviam para indicar que as pessoas que se utilizavam deles eram do tamanho médio de humanos do estado mental aberto (confederados). Nenhuma pista foi encontrada que nos pudesse dizer do que esse antigo povo se alimentava ou de fato, se eles mesmo consumissem quaisquer alimentos  do tipo tridimensional, afinal. Nenhuma forma de vida orgânica foi encontrada, nenhuma impressão digital (a não ser as dos Tar Spikes que estavam retirando tudo de valor dentro da espaçonave) foi encontrada também.

Um certo número de ferramentas para construção e paisagismo foram encontrados, mas não havia absolutamente nada que pudesse ser classificado com algum tipo de arma. As outras espaçonaves abandonadas e mais novas (muito menores em tamanho)  no interior dos tuneis do Riff e que se pensava terem sido construídas pela mesma antiga cultura também não possuíam qualquer traço de algum dia terem transportado algum tipo de armamento. Esta maravilhosa e antiga nave mãe tinha inúmeros conveses (decks) onde um dia pousaram descansando a sua ninhada de espaçonaves menores. Nenhuma destas naves menores foram encontradas. Era como se um enorme transatlântico abandonado tivesse sido encontrado, intacto, mas sem nenhum bote salva vidas à bordo. Outras espaçonaves de culturas mais recentes, encontradas dentro dos tuneis do Riff, continham armamento em seus conveses. O sistema de propulsão destas embarcações comprovadamente eram inferiores aos sistemas desenvolvidos e utilizados pelas mais avançadas culturas daquele tempo.

O sistema de propulsão da grande nave mãe estava completamente desativado. Os tubos de contenção, que um dia irradiaram energia de uma das chaves da força gravitacional (a força nuclear fraca) dentro de um sutil campo eletromagnético que poderia ser regulado, estavam entupidos com pedaços de escórias de metal consistindo em sua maioria de metal do elemento Thallium e em menor grau com chumbo e mercúrio. No presente momento a Federação Galáctica emprega em suas espaçonaves um sistema de propulsão que usa PLASMA criado do elemento Thallium.

A teoria que prevalece em relação a esta espaçonave gigante abandonada no Riff é de que este antigo veículo não foi originalmente construído no universo material positivo no qual presentemente existimos, mas que essa nave mãe gigantesca foi construída num universo de anti-matéria. A civilização que teria construído esta espaçonave gigante, por alguma razão desconhecida, tentou abandonar o seu universo e passar através do Riff para penetrar em nosso universo. Por alguma razão também desconhecida, durante o curso desta tentativa, algo deu errado e eles tiveram que abandonar a nave mãe às pressas para escapar de algum perigo inesperado.

A nebulosa de Órion (na Constelação de Órion) também descrita como M42 ou NGC 1976, de acordo com a nomenclatura astronômica, é uma nebulosa difusa que se encontra entre 1500 e 1800 anos-luz distante do Sistema Solar, e situada ao sul do Cinturão de Órion (Orion’s Belt), nos dá uma ideia da Barreira de energia do Riff.

Mesmo que eles próprios não conseguissem passar através da imensa barreira de energia do Riff, a sua nave mãe gigantesca conseguiu, depois que toda a sua estrutura e conteúdo, de alguma forma, foi convertido do universo de antimatéria para o nosso universo de matéria positiva. A presença de espaçonaves mais novas e modernas desta mesma cultura encontradas em vários tuneis dentro do Riff, testemunham que esta cultura antiga tentou vir através do Riff inúmeras vezes, mas falharam aparentemente. { o marciano Sharmarie adiciona o seguinte a essa declaração: Se num primeiro momento você não tiver sucesso, tente de novo, outra vez e novamente…}.

O PORTAL DANZAR (DANZAR GATE) dentro da Barreira do Riff

Durante os últimos vinte e cinco anos, usando um sistema de propulsão que emprega a própria energia da Barreira do Riff, a Federação Galáctica tem enviado expedições para uma pequena parte do Riff que é chamada de Danzar Gate (Portal-Portão Danzar). Estas expedições retornaram sem sofrerem avarias, e suas descobertas não são tornadas públicas. A falta de permissão através das luzes de orientação divina tem prevenido a Federação de visitar o universo de antimatéria desde então. 

 Tem sido dito que  existe apenas uma espaçonave que pode atravessar a Barreira de energia do Riff . Onde, em nosso universo, esta espaçonave estaria baseada é considerado o maior segredo da Federação Galáctica. Uma espaçonave de primeira classe pode se deslocar desde o radiar Sumer (Saturno) até o DANZAR GATE em cerca de oitenta horas. O sistema solar mais o próximo à Barreira do Riff é protegido e administrado em conjunto pelas forças da Federação Galáctica e a Casa de Comércio nodiana de Isotrex.

Naquela minha primeira existência eu vivi cerca de 110 anos da Terra. O meu pai morreu cerca de vinte anos antes de mim e minha mãe em torno de um ano. O meu marido Toltarreg viveu cerca de mais seis anos após a minha morte. Durante àquela minha primeira vida o meu filho Tremmet me deu quatro netos, que por sua vez tiveram filhos me elevando ao título de  bisavó. A morte da minha mãe foi seguida ao fato de ela ter perdido a conexão mental com a realidade. Um dia ela sentou-se em frente a nossa casa e se recusou a comer, mas me prometeu que voltaria a se alimentar logo que eu retornasse para casa de minhas batalhas em guerra contra os maldequianos.

A minha primeira vida, que me levou de Marte para a Terra, como uma refugiada, e então da Terra para Mollara, visitam a minha mente com frequência muito maior do que qualquer outra vida mais feliz que eu experienciei depois desde então. Aquela minha primeira existência (incorporada no plano tridimensional) terminou quando o meu coração parou de bater durante o meu sono noturno.

A última coisa de que me lembro é que estava sonhando que eu estava novamente brincando com outras crianças marcianas às margens de um curso de água de Marte. Em meu sonho eu ouvi a voz de minha mãe chamando pelo meu nome. Assim que separei a grama alta com minhas mãos para ver na direção da voz, eu a percebi em minha frente sorrindo. Ela me elevou em seus braços e disse: “Nós devemos nos apressar Ombota, seu pai já voltou para nós, ele esta em casa”.

Que no futuro voce se encontre apenas com aqueles de estrelas amigaveis. EU SOU OMBOTA  de Marte.

Mais informações sobre Maldek emhttp://thoth3126.com.br/category/maldek/

Sobre ROM mental: http://thoth3126.com.br/os-mestres-rom-historias-de-maldek/

Permitida a reprodução desde que mantido o formato original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br

One Response to Histórias de Maldek – Ombota de Marte, Parte 5, final

  1. camila

    Sem palavras! Fui pra Marte e Mollara agora, viajei pelo espaço! Obrigada

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *