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Histórias de Maldek – Petrimmor de Cartress – Parte 2

Posted by on 29/04/2016

PETRIMMOR DE CARTRESS, histórias do planeta MALDEK, da TERRA e do SISTEMA SOLAR – Parte II 

“Não sou como eles, mas vivi entre eles. Quando vim para cá pela primeira vez, eles não desconheciam as artes da guerra, mas agora aboliram totalmente a prática da guerra que possuíam quando sua raça era jovem. Sua tradição não está fundada na covardia, pois eles correrão todos os outros tipos de perigo físico se, agindo assim, os propósitos espirituais dos Elohim forem universalmente desenvolvidos.

Os habitantes do radiar Sumer [o nome do estado aberto para o corpo planetário que chamamos de Saturno] não tentam modificar os costumes dos outros, sendo anfitriões gentis e dispostos para os que são motivados como eu — para oferecer forte oposição aos que imporiam seu mal sobre todos nós.  

Eu Sou Abdonell de NODIA, a serviço do Controle do Arco de Harpa Negro da Federação Galáctica do radiar Sumer/Saturno.” 

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES – Através de Olhos Alienígenas”, escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da Federação Galáctica, páginas 389 a 436. 

PETRIMMOR DE CARTRESS, PARTE 2

Dell foi o primeiro a falar. Quando ele o fez foi em fluente cartressiano, uma língua que ele tinha dificuldade de falar a cerca de vinte minutos mais cedo. Ele também agora sabia o meu nome e o nome de cada um dos meus parentes vivos e poderia descrever todas as minhas experiências de vida desde que eu comecei a pensar e falar.

Ele então me disse que do mesmo modo ele algum dia me ensinaria a língua natal de seu planeta chamado de RY. Orbaltreek perguntou a Dell se ele poderia fazer o mesmo com ele. Ele balançou sua cabeça negativamente dizendo que isso não seria possível até que Orbaltreek recuperasse sua memória total que ele recentemente havia perdido completamente. Dell então pediu para se tornar uma companhia permanente de mim e de Orbaltreek, Eu sou o único de minha raça que partirá junto com os gracianos e tendo vocês como amigos eu não me sentirei sozinho.

Orbaltreek e eu espontaneamente erguemos o nosso pequeno e lacrimoso amigo entre nós e lhe afirmamos que daquele momento em diante nós nunca mais nos separaríamos, até o momento em que nós tivéssemos que voltar aos nossos mundos de origem. Mais tarde Dell se deitou em posição fetal, com sua cabeça entre as pernas e caiu em sono profundo.Nós o deixamos dormindo e retornamos às nossas respectivas área de descanso.

Eu estava pronto para tomar o meu café da manhã quando ambos, Orbaltreek e Dell, chegaram. Dell estava vestindo uma túnica marrom e um par de botas de cano alto até os joelhos, da mesma cor. Sobre os seus ombros estava dependurada uma sacola grande de tecido azul escuro. Orbaltreek estava vestido do mesmo modo que no dia anterior sendo a única diferença os restos úmidos de um melão ao redor de sua boca. Ele sentou-se à minha mesa e continuou a comer o seu melão. Quando eu abri o container que continha o meu café da manhã fiquei desapontado porque não havia nenhum pedaço de melão.

A CHEGADA DE VARBREEN COM INFORMAÇÕES SOBRE ORBALTREEK

Durante o meu café da manhã, o assistente de Shyraldane, Emler, veio até nós solicitando para que nós nos dirigismos  para onde o caminho nos levava à floresta. Quando nós chegamos ao local indicado, lá havia muitos outros seres de fora do mundo murmurando a respeito da convocação. Então eu ouvi uma voz familiar chamando pelo meu nome , era a voz de minha esposa, Varbreen. Após me dizer que nossos filhos ficaram sob os cuidados de meus pais, ela me informou estava coberto pelo medo com a chegada da espaçonave Graciana e que todas as indústrias paralisaram as suas atividades em todo o planeta. Após assegurar-lhe de que as coisas não eram realmente ruins como se parecia, eu então apresentei Varbreen para os meus dois novos amigos.

Após minha esposa ouvir o nome Orbaltreek, uma estranha expressão surgiu em seu rosto. Ela me puxou para o lado e sussurou em meu ouvido que “Este homem é um criminoso procurado pela policia. Eu ouvi em uma transmissão de rádio que todas as unidades de policia de Cartress estão procurando por ele.” Eu perguntei a ela “Por qual crime Orbaltreek estava sendo procurado?” Após vários instantes ela me respondeu, “Eu não consigo me lembrar agora, eu apenas sei que foi porque ele fez algo terrível.” O assistente de Shyraldane, Elmer, que estava próximo a nós, ouviu a mensagem de Varbreem sendo sussurada em meus ouvidos e falou conosco que, “Enquanto Orbaltreek estiver confinado dntro dos limites da cidade sagrada ele não pode ser preso por qualquer crime.”

Elmer então nos indicou para que seguíssemos a multidão. Mais tarde todos nós embarcamos em vários ônibus elétricos sem teto. Na medida em que penetrávamos mais profundamente na cidade de Worg, a forma dos edifícios começaram a irradiar um energia cativante. Nós ficamos tão atraídos pelas formas destas estruturas que nós não prestamos atenção ao fato de que os lados da estrada estavam preenchidos com pessoas que se aglomeravam para nos ver passando.  Após quarenta minutos a caravana de ônibus sem teto parou em frente a uma estrutura do tipo que eu jamais havia visto antes. Ela parecia ter vida inteligente em si mesma, o que causava um efeito em todos que a olhavam de querer se comunicar, querer falar com o edifício.

Voce apenas sabia de que ela teria coisas maravilhosas esperando para serem ditas. Eu percebi que não importava para qual direção eu olhasse dentro daquele edifício, o pensamente que eu tivesse sobre qualquer pessoa que conhecesse me traria um sentimento de amor por essa pessoa lembrada. Em alguns casos o sentimento de amor era grande assim como em outros casos não era tão grande. Eu testei os meus sentimentos através deste efeito do prédio pensando nos piores criminosos que eu havia conhecido durante o curso de minha experiência como policial de Cartress. Um fraco sentimento de amor erradicava todos os pensamentos de desgosto e raiva que um dia senti sobre os criminosos em que eu havia pensado.

Eu então percebi que estes sentimentos não eram meus realmente, mas eram sentimentos que o edifício tinha por todas aqueles criminosos em que eu havia recordado. Foi então que eu me tornei consciente, de que eu, Petrimmor de Cartress, tinha experienciado a presença da consciência do Criador de Tudo que existe. Pela conduta das demais pessoas que me circundavam eu soube que somente eu tinha sido tão abençoado com àquela experiência.

Interior REAL de uma Nave Mãe da Federação em órbita da Terra (aparece parcialmente ao fundo).

SOMAST-CHOKE, O CHEFE GRACIANO 

O chefe Graciano, Somast-Choke, vestido com uma espécie de sarongue simples de cor púrpura e calçando sandálias, estava sentado sobre vários blocos de rocha conversando com vários pedreiros de Cartress. Enquanto ele falava ia colocando pequenas penas amarelas em seu alongado chapéu negro. Após completar a decoração do mesmo, ele se levantou sobre os blocos e convidou a todos para deixarem os ônibus e se juntarem a ele em um passeio no que mais tarde seria chamado de “o local onde os anjos descansam”.

Eu não degradarei a beleza do local tentando descrevê-lo em qualquer linguagem que seja. Mesmo a linguagem da alma, chamada de Sol-Tec, serviria bem para fazer uma descrição do local que tivesse algum valor. Na medida em que seguíamos Somast-Choke em silêncio, ele ocasionalmente parava para bater com o seu diapasão em um bloco de rocha que estava destinado a ser colocado em algum lugar específico da estrutura.

Ele expressava contentamento quando o tom musical de seu diapasão o informava que aquele bloco de rocha havia sido cortado e moldado precisamente de acordo com as divinas especificações da GEOMETRIA SAGRADA. Ao fim de nosso passeio ele anunciou: “Tudo esta muito bem neste local, não é isto, Petrimmor de Cartress?”. Eu respondi com um grito: “Sim, tudo esta bem neste local, Somast-Choke de Gracyea.”

Mais tarde retornamos para a floresta e percebemos que minha cama simples havia sido trocada por outra maior, onde poderiam dormir duas pessoas e que agora havia dois recipientes de cerâmica azul com o jantar sobre a mesa. Eu fiquei imaginando o que deveria ser servido em nosso café da manhã. Nós gastamos várias horas conversando com Dell na piscina de banho a respeito de seu planeta natal, RY. Quando perguntamos a ele se era casado, ele caiu em gargalhadas dizendo que ainda era muito jovem para estar casado. Quando perguntamos a ele sobre a sua idade ficamos sabendo que ele tinha apenas cerca de oito anos de idade. Orbaltreek o questinou sobre se ele gostava de meninas fazendo-o enrubescer e colocar os dedos tapando seus ouvidos.

Minha esposa Varbreen não conseguiu mais se conter e ela perguntou a Orbaltreek se ele sabia que toda a policia de Cartress estava à sua procura para prendê-lo.  Orbaltreek fitou o vazio distraidamente enquanto ele sinceramente tentava se lembrar. Ele mesmo respondeu a pergunta de Varbreen dizendo “ Eu realmente não consigo me lembrar. Espero que não tenha sido um crime pelo qual eu tenha que pagar com a mjinha vida.” Após isto eu declarei o assunto como oficialmente encerrado.

Na manhã seguinte nós fomos acordados de nosso sono por Elmer, que nos informou que já era o momento de deixarmos a cidade (sagrada) de Worg e iniciar a nossa jornada para mundos que orbitavam uma distante estrela (o nosso sistema solar da Terra). Eu fiquei imaginando onde Dell e Orbaltreek poderiam estar. Na medida em que nos aproximávamos do carro aéreo graciano, eu tive o prazer ao mesmo tempo que fiquei aliviado por ver que ambos haviam chegado antes do que nós para o embarque.

Antes que o nosso carro aéreo aterrissasse (n.t. ou melhor seria dizer Cartressasse? Afinal o planeta se chama Cartress!!) ao lado na nave mãe de Gracyea, eu percebi que apenas uns poucos cartressianos estavam ainda presentes na área, que agora estava coberta de veículos e armas abandonadas. Os cartressianos estavam se deslocando em pequenos grupos que paravam de vez em quando para absorver os suaves tons musicai s que ainda estavam emanando da nave mãe gigante dos gracianos.

O interior das paredes da nave mãe de Gracyea eram feitos totalmente de madeira polida. Muitos dos imensos painéis eram recobertos de requintadas esculturas entalhadas em sua superfície, de lindos e estranhos animais. Eu mais tarde fiquei sabendo que esses animais de fato existiam no planeta natal dos Gracianos, em Gracyea.

Nós tomamos nosso café da manhã com Dell e cerca de outros vinte seres de fora do mundo de Cartress. Eu perguntei a Dell se ele sabia por onde poderia estar nosso amigo Orbaltreek, e antes que ele pudesse responder, minha esposa Varbreen disse que “Os gracianos provavelmente o prenderam”. Dell então me respondeu que Orbaltreek havia tomado seu café da manhã mais cedo e que ele estava no interior da espaçonave de onde eles controlam o voo, na ponte de comando da Nave Mãe. Os gracianos estavam lhe ensinando como manter o curso da espaçonave gigante até o seu destino.

Varbreen e eu vagamos livremente pelo interior da enorme espaçonave Graciana e colocamos Dell como o nosso interprete. Para ele parecia não haver nenhum tipo de dificuldade em conversar e ou compreender qualquer ser humano de fora do mundo que nós encontráramos.  Nós aprendemos que todos os habitantes de fora do mundo de Cartress estava vivendo à bordo da espaçonave graciana a mais de um ano e que durante este período tinha visitado mais sete outros mundos onde os gracianos estavam construindo edificações sagradas usando seu conhecimento dos números (geometria) sagrados. De cada um destes mundos, um ou mais de seus habitantes nativos agora se tornaram parte da população não Graciana da Nave Mãe de Gracyea.

Realmente nunca ocorreu para nós de que nós estávamos atualmente entrando e saindo de um sistema solar a outro até que nos entrássemos numa parte da espaçonave gigante onde uma enorme seção de seu casco fosse transparente. A nossa primeira visão de um outro planeta foi maravilhosa. A superfície daquele mundo em sua esfera gigante era azul e verde e em alguns locais era sombreado por muitas nuvens fofas e brancas.

A nave mãe Graciana orbitou o planeta apenas uma vez antes de descer em sua superfície. O local de desembarque estava cercado por edifícios cujas formas estruturais somente poderiam ter sido inspiradas e criadas pelos gracianos. Eu tinha de que eles já haviam estado neste planeta muitas vezes antes. O planeta era chamado de SUTE pelos seus habitantes nativos. A sua aparência era semelhante às raças da Terra que são chamadas de japoneses e chineses (orientais). Quando comparados conosco de Cartress, essa civilização era mais desenvolvida tecnologicamente, já tendo desenvolvido em larga escala coisas como a televisão, helicópteros e aviões com turbinas à jato.

O nosso grupo sentiu os nativos de Sute como pessoas muito amáveis. Eles eram muito educados e polidos. Quando eles falvm parecia que estavam lendo um discurso de uma folha impressa. Sempre havia uma breve pausa de alguns segundos entre uma sentença e a próxima. Como havia feito em Cartress, Somast-Choke, o chefe Graciano, visitou vários locais com edifícios em construção com o propósito de inspecioná-los. Este passeio tomou o tempo de cerca de doze dias e em um local muito impressionante nós encontramos centenas de gracianos trabalhando. Esta foi a primeira vez que vimos as mulheres gracianas. No local os gracianos atualmente estavam construindo uma cidade completa. A área circundante ao local da construção da cidade era cercada por uma luxuriante floresta tropical.

Durante a nossa estada no planeta Sute eu gastei grande parte do meu tempo sempre procurando pela minha mulher, Varbreen. O meu tempo de procura encurtou quando eu podia lembrar onde eu havia visto um aparelho de TV pela última vez, pois ela ficou fascinada (n.t. Nesse caso não é diferente do que acontece aqui na Terra) com a novidade. Quando nós partimos do planeta Sute, um número adicional de gracianos e quatro homens de Sute vieram conosco. Como um presente de despedida, uma mulher de Sute deu à minha esposa Varbreen um aparelho de televisão portátil em que ela foi capaz de assistir a transmissão da programação do planeta Sute, dentro da espaçonave, até três dias depois de nossa partida quando então de repente o sinal sumiu da tela.

Foi o momento em que a espaçonave Mãe Graciana trocou o seu sistema de propulsão para o sistema de propulsão interestelar (baseado na manipulação e controle da Luz) e quase imediatamente entrou em outro sistema solar. Varbreen ficou grandemente desapontada e ela meperguntou se o planeta para o qual nos dirigíamos teria televisão. È claro que eu não fazia a mínima idéia.

DESCARREGAMENTO EM MARTE E A CHEGADA NO PLANETA TERRA 

Sete dias depois de iniciarmos a nossa viagem interestelar, nós entramos no sistema solar no qual a nossa viagem terminaria. Menos de uma hora depois, a espaçonave gigante Graciana pousou gentilmente em uma planície com escassa vegetação. À distância se podia enxergar um oceano de grama verde alta. Um céu azul sem nuvens continha bandos de pássaros que voavam de dentro da grama alçando aos céus, rodopiando no ar e depois mergulhavam novamente no oceano de pasto verdejante. Esse planeta em que pousáramos é hoje conhecido por vocês como o planeta MARTE.

Marte, o planeta Vermelho.

Nós permanecemos à bordo até que cinco grandes carros aéreos gracianos aterrissaram ao lado da nossa espaçonave. Somente Somast-Choke deixou a nave para encontrar com os recém chegados. Então, logo depois, muitos gracianos deixaram a espaçonave levando consigo inúmeras peças de equipamentos para construção de edifícios. Mais tarde vimos dois dos carros aéreos levantarem vôo e tomarem o rumo do sol que estava se pondo no horizonte, cada um carregando equipamentos suspendidos por cabos. O equipamento, que era muitas vezes maior do que os carros aéreos que os transportavam, oscilava em círculos largos dentro do campo de força gravitacional que impulsionava os carros aéreos.

Quando os veículos remanescentes foram carregados com a sua respectiva e variada carga e decolaram, a nave mãe Graciana fez o mesmo. Dentro de apenas alguns minutos e o planeta Marte havia sido deixado bem para trás, distante.  Nós estávamos olhando através da seção transparente do casco, quando, para nossa surpresa, a vista de Marte e das estrelas distantes foram bloqueadas por um enorme objeto negro. De repente o gigantesco objeto foi iluminado por poderosos raios de luz que eram projetados da parte de baixo da nave mãe Graciana. Esta iluminação nos permitiu perceber claramente que nós estávamos sendo seguidos por uma espaçonave que era, no mínimo, duas vezes o tamanho da nossa nave Graciana gigante.

Nós estávamos viajando em velocidade máxima quando a outra espaçonave nos alcançou e fomos ultrapassados. Um Graciano em pé ao meu lado apontou para a espaçonave que já desaparecia à nossa frente e disse “São Nodianos”. Quando eu perguntei ao Graciano se os nodianos (do planeta NODIA) eram nativos do sistema solar em que estávamos a sua resposta foi de que não eram.

Quando Varbreen lhe perguntou como os nodianos se pareciam ele lhe disse que não poderia dizer nada porque ele nunca havia visto um em pessoa. Ele acrescentou, “Os maldequianos nos disseram que os nodianos são muito perigosos e não devemos confiar neles.” Ele antecipou a resposta à nossa próxima pergunta e antes que pudéssemos fazê-la, ele disse, “Voces estarão entre os maldequianos muito em breve.”

Então o graciano se afastou, cumprimentando outros dois membros de sua raça com os quais ele cruzou e que vinham caminhando em nossa direção. Um era o chefe Graciano Somast-Choke e o outro foi apresentado como Tixer-Chock, que era um dos que vieram à bordo da espaçonave durante o tempo em que estivemos em Marte. Ele parecia estar muito cansado. Mais tarde durante uma conversa ele nos disse que estava muito contente por ter deixado Marte para trás porque o humor das pessoas de lá poderia mudar instantaneamente de um ser gentil e bem humorado para um indivíduo de cabeça quente e brutal. Ele acrescentou que ele pessoalmente parecia ter trazido o pior deles.

Nossa aterrissagem no planeta Terra foi ignorada por centenas de gracianos e de reltianos (humanos dos planetóides de Júpiter-Radiar RELT) que estavam muito ocupados trabalhando as superfície de uma planície (Teotihuacan no México) nivelando o terreno onde eles pretendiam construir um acampamento e muitas estruturas sagradas. O local mais tarde se desenvolveu para uma cidade que os gracianos chamaram de MIRADOL e que nos dias de hoje é conhecido como Teotihuacan, no México.

Teotihuacan, a pirâmide do sol, no México, complexo construído pelos gracianos a cerca de 251 milhões de anos atrás…

Eu relembro que era um dia nublado e uma névoa quente e úmida permeava a floresta circundante. Somente os reltianos pareciam tolerar bem as condições de umidade. Com exceção de todos, somente os gracianos permaneceram à bordo da nave mãe, Depois de dois dias de chuva pesada eu finalmente vi o sol surgir por entre as nuvens pela primeira vez e iluminar a superfície do planeta.

O sol local que a Terra orbitava era ligeiramente maior do que o sol que iluminava meu planeta natal de Cartress. O solo do terreno era suave, e na ocasião nós tivéssemos que andar entre muitas poças d’água. Os construtores gracianos estavam muito interessados naquelas poças d’água porque elas poderiam identificar depressões no terreno que teriam que ser preenchidas antes que eles começassem a construção das estruturas sagradas (em Teotihuacan, no atual México).

Continua…

Mais informações sobre Maldek em: 

  1. http://thoth3126.com.br/category/maldek/

Permitida a reprodução desde que mantido o formato original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br

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