browser icon
Você está usando uma versão insegura do seu navegador web. Por favor atualize seu navegado!
Usando um navegador desatualizado torna seu computador inseguro. Para mais segurança, velocidade, uma experiência mais agradável, atualize o seu navegador hoje ou tente um novo navegador.

Historias de Maldek – Tixer Chock de Gracyea, parte 7

Posted by on 24/10/2016

atravesdeolhosalienígenas.

TIXER CHOCK de Gracyea, parte VII– Histórias do planeta Maldek, da Terra e do Sistema Solar.

 “Os faraós não construíram as grandes pirâmides, nem as suas mãos criaram os recursos para dar forma a Esfinge de Gizé. Como poderia tamanha ignorância primitiva criar tais maravilhas?

Pense bem nas palavras de Tixer-Chock e outros que podem corrigir esses equívocos que são promovidos ainda mais pela ignorância. quer saber a verdade sobre estas coisas? Se não quiseres não leia mais (sobre Maldek)”     Eu  Sou Pen-Dronell de Nodia

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES – Através de Olhos Alienígenas”, escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da FEDERAÇÃO, páginas 237 a 296.

TIXER-CHOCK DE “Gracyea”- 7ª Parte

PERIGOS EMBAIXO DA ESFINGE

Nas câmaras sob a Esfinge, a morte aguarda na forma de vírus e bactérias provenientes de substâncias biológicas contidas nas esferas de vidro que descrevi anteriormente. Esses vírus e bacilos (formas de vida assim como nós) são mutações geradas por distorções da Barreira de Freqüência no campo vital universal na época da explosão de Maldek.

Várias dessas formas de vida microscópicas ainda existem em estado de animação suspensa. Cuidado — elas se tornarão ativas novamente na presença de outras formas de vida que podem atuar como hospedeiros. Vamos dar graças ao elohim pelo fato de o atual estado da Barreira de Freqüência não ser propício a várias cepas de bactérias que anteriormente existiam sob a Esfinge.

A única ameaça desse tipo com a qual se deve de fato preocupar atualmente são os bacilos que vocês chamam antraz. No decorrer de todas as eras, quem tinha pouca imunidade a certas bactérias (por exemplo o rei Rededef) morreu do que se denomina em geral febre de Gizé. O marciano Senhor Sharmarie contou sobre a enfermidade de tremores da qual padeciam os que moravam próximo ao planalto de Gizé quando a terra do Egito se chamava Toray.

Eu digo: entrem nas câmaras sob a Esfinge usando de cautela biológica. Nelas estão milhares de esferas de vidro quebradas de diversas cores. Também encontrarão lá o único escrito remanescente do reino da Atlântida. Fiquei mais dois anos adicionais explorando as passagens e câmaras subterrâneas das Grandes Pirâmides e da Esfinge. Muitos escravos e sacerdotes/ trabalhadores mal alimentados morreram da febre de Gizé. Nenhum integrante da família real nem da minha família foi tão infeliz. Naquela época, as pirâmides nos inspiravam a construir nas redondezas templos para nos servirem de tumbas.

esfinge-subterraneo

Acima: Esquema das passagens e câmaras subterrâneas da Esfinge

Encontrei grande conforto ao visitar o interior dessas edificações antigas, mas com o correr do tempo, os tubos de luz atlante gradualmente começaram a falhar. Os sacerdotes de Amon os removeram, pondo-os numa câmara que construíam a sudestedo planalto. Acreditavam que os tubos de luz haviam sido criados por seu amado Imhotep, que algum dia retornaria para fazê-los funcionar novamente.

Acabei por abandonar a exploração das pirâmides de Gizé, dedicando-me ao estudo de suas dimensões e procurando entender por que os deuses as tinham construído. Reuni-me à minha mulher Tertmis, cuja mãe, Myva, insistia que seu falecido marido, rei Khufu, ainda governava a terra (e antes ela achava que o louco era eu!). Tertmis e eu nos reaproximamos e desfrutamos (como ela bem merecia) os nobres títulos e pensões que recebi do rei Khafre por meus serviços. Meus dois filhos se tornaram governantes de terras ao sul no reinado do rei Menkure.

Vivi até a idade de cerca de 70 anos, morrendo naturalmente certa noite contemplando o pôr-do-sol com Tertmis às margens do Nilo.

MAIS DADOS MATEMÁTICOS RA do autor WES BATEMAN

Neste ponto, eu [Wes H. Bateman] tentarei transmitir alguns dados matemáticos Ra básicos aos que por ventura desejem estudar o assunto.
Uma unidade de medida ram vermelho (metro Ra) tem 1,0053745898 metros de comprimento. Para determinar o equivalente em rams vermelhos de uma dimensão expressa em metros (1 metro = 3,280839895 pés ingleses), simplesmente multiplique o número de metros por 0, 994654142.

Depois de converter qualquer outro tipo de unidade de medida em rams vermelhos, simplesmente divida o resultado por pi vermelho (3,141592, ankh vermelho (5,08938), hunab vermelho (1,0802875) ou o valor vermelho da raiz quadrada de dois (1,41371666). Na maioria dos casos, esses números-chave se dividem exatamente no resultado em rams vermelhos, confirmando que a conversão foi efetuada com precisão.

As vezes, pode haver uma pequena discrepância de mais ou menos alguns milionésimos de ponto decimal, em razão de a medida relatada ter sido arredondada ou tomada de forma inexata em primeiro lugar. Há 5 formatos matemáticos Ra, atualmente chamados vermelho, verde, azul, ômega maior e ômega menor.

O tamanho de qualquer dimensão em qualquer formato nunca é maior do que o tamanho de uma unidade ra vermelha (tais como um ram vermelho [metro Ra], pé ra vermelho ou polegada ra vermelha). Há 3,333 (3 1/3) pés ra vermelhos ou 40 polegadas ra vermelhas num ram vermelho. Há, obviamente, 12 polegadas ra vermelhas num pé ra vermelho. Uma unidade verde, azul, ômega maior e ômega menor constitui apenas uma divisão diferente (menor) de uma única unidade vermelha.

Há cinco valores para pi, cinco para ankh, cinco para o hunab e assim por diante. Relacionarei os cinco valores para pi e deixarei a cargo de vocês, leitores, a determinação matemática das proporções existentes entre eles: pi ômega maior= 3,125, pi vermelho = 3,14 1592,pi verde = 3,142696806,pi azul = 3,143801408 e pi ômega menor = 3,160493829. (Os glifos em plantações encontrados nas searas inglesas são expressões matemáticas do formato ômega menor.)

Quando “Ra-dimensionadas” (convertidas em unidades Ra de medida), as pirâmides e edificações de Gizé, das cidades mexicanas de Teotihuacán e Palenque e da antiga cidade boliviana de Tiahuanaco — além das edificações existentes em Cidônia, no planeta Marte —mostraram terem todas sido construídas segundo a ordem do sistema Ra sagrado de matemática e projetadas segundo as mesmas unidades de medida idealizadas a partir desse sistema. (Sharmarie: “Mais uma coincidência?”) Existem milhares de cálculos registrados em meu trabalho de 22 anos (série de mil páginas intitulada The Rods ofAmon Ra) provando que isso é verdade.

Gize-esteladetutmés-esfinge

A estela de Tutmés contendo o esquema das salas e câmaras subterrâneas embaixo da Esfinge.

Encerrarei o assunto da Grande Pirâmide com os seguintes maravilhosos dados matemáticos. Deixarei a você, leitor, a determinação de como essa matemática foi estruturada no corpo dessas antigas construções e de como pode ser revelada por meio do estudo de seus detalhes dimensionais.

Ao se dividir os 2550916,802 rams verdes cúbicos do volume da Grande Pirâmide pelos 52488,00 rams verdes quadrados da área da base da pirâmide, o resultado é 48,6. Há 486 pés ra verdes na altura física da estrutura. O número 486 é o 18 número da Tabela Ra de Noves (18 x 27), e há 4680 Ângstrons ra verdes no comprimento de onda da linha espectral de hidrogênio M4 Balmer.

Quando se divide os 25509 16,802 rams verdes cúbicos do volume da Grande Pirâmide pelos 166707,449664 rams verdes quadrados da área da seção transversal mediana da pirâmide, o resultado é 152,6814, ou duas vezes o importante número 763,407 dividido por 10. Ao se dividir os 2550916,802 rams verdes cúbicos do volume da Grande Pirâmide pelos 236619,6 rams verdes quadrados da área da seção transversal diagonal da pirâmide, o resultado é 108. O número 108 é o 14 número da Tabela Ra de Noves (4 x 27).

Quando se divide os 2550916,802 rams verdes cúbicos do volume da Grande Pirâmide pelos 85030,56007 rams verdes quadrados encontrados nas áreas combinadas dos quatro lados da estrutura (faces baseadas no “apotegma fantasma”), o resultado é simplesmente 30. (Para uma explanação do termo apotegmas fantasmas, veja The Rods ofAmon Ra).
Quando se considera o volume da Grande Pirâmide 94478400,080 pés verdes ra cúbicos e se divide esse valor pelo número total de pés ra verdes quadrados dos quatro lados (faces) da pirâmide com 944789 pés ra verdes (com base no apotegma fantasma), o resultado é exatamente 100.
As dimensões e o projeto das edificações da antiga cidade mexicana de Teotihuacán (a graciana Miradol) são fornecidos por Hugh Harleston, Jr. em The Secret of the Mexican Pyramids (O Segredo das Pirâmides Mexicanas) de autoria de Peter Tompkins. Harleston acreditava que a unidade hunab de medida ficava em torno de 1,059 metro. Sabemos atualmente que seu tamanho é exatamente 1,0602875 rams vermelhos ou 1,0659861104 metros, diferença de apenas 6,9 milímetros a mais do que a estimativa original de Harleston. Lembrem-se, há 100 pés hunab vermelhos no comprimento da passagem descendente da Grande Pirâmide e 216 rams hunab vermelhos na base da Grande Pirâmide. Observem no mapa de Teotihuacán que há também 216 hunabs na base da assim chamada Pirâmide do Sol. O número 216 é o 8 número da Tabela Ra de Noves. (Sharmarie: “Por falar em coincidências!”)

Há várias outras características cujas dimensões consistem de módulos de unidades hunab. Comprovou-se que o assim chamado Caminho dos Mortos apresenta largura de 48 hunabs ou 50,8938 rams vermelhos (50 ankhs vermelhos). Lembrem-se, há exatamente 45 ankhs vermelhos nos 229,022 1 rams vermelhos do comprimento da base da Grande Pirâmide de Gizé e da Pirâmide do Sol em Teotihuacán. Observem também que o quadrado, formado por muros, que circunda a assim chamada Pirâmide de Quetzalcoatl, tem, segundo Harleston, exatamente 378 hunabs de comprimento em cada um de seus lados. O número 378 é o 14 número da Tabela Ra de Noves.-WHB.

tuneis-salões-esfinge

Antes de prosseguir com minha narrativa das outras duas vidas passadas que passei na Terra, responderei aqui o que foi falsamente dito por outras pessoas da Terra que alegam saber quem construiu as grandes Pirâmides de Gizé e quem destruiu, e de que maneira, o planeta Maldek. Sob a luz do Sol, digo que esses acontecimentos se deram apenas na forma descrita por mim e outros, tais como Sharmarie de Marte, Trome de Sumer, Churmay de Wayda, Ruke de Parn, Thaler de Trake, JafferBen-Rob da Terra, e Nisor de Moor, os quais todos falaram com sinceridade dessas coisas antes desta minha narrativa.

Aos que afirmam que o que eu digo não é verdade, que contestem os números sagrados, aos quais apenas nós lhes chamamos a atenção. Quem, além daqueles que construíram as pirâmides, saberia mais sobre elas? Eu, Tixer-Chock, digo sob a luz do Sol, que o que eu disse é a verdade e o que você [W.B.] disse sobre os números sagrados é verdade e para sempre assim o será. Que os que dizem o contrário jurem também, se ousarem ofender os Elohim (os deuses criadores).

Continua…

Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

thoth(172x226)www.thoth3126.com.br

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *