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Israel: cientista judeu alega que sua raça NÃO É semita e sim proveniente da Khazaria

Posted by on 17/08/2016

Top cientista israelense diz que judeus Ashkenazi vieram da Khazaria, região da Europa Central, e que não tem origem na Palestina (n.t. ou na antiga cidade de UR, na antiga Mesopotâmia, como descendentes de Abraão, que descendia de Sem, portanto Semitas)

Eran Elhaik, da John Hopkins University, um cientista geneticista molecular israelense, publicou uma pesquisa que diz desmascarar essa afirmação. E isso desencadeou um enorme e previsível confronto. “Ele esta simplesmente errado”, disse Marcus Feldman, da Universidade de Stanford, um dos principais pesquisadores em genética judaica, referindo-se a pesquisa de Elhaik.

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Um geneticista israelense desafia a  hipótese sionista” de que todos os judeus pertencem a uma raça e estão intimamente relacionados, dando-lhes, assim, um ancestral comum na Terra Santa e uma reivindicação bíblica para a Palestina. 

Fontes: http://www.darkmoon.me – Postado por Montecristo  

Os cientistas não costumam chamar uns aos outros de “mentirosos” e “fraudulentos”. Mas isso é como o pesquisador Eran Elhaik, da Johns Hopkins University, com pós-doutorado, descreve um grupo de geneticistas amplamente respeitados, incluindo Harry Ostrer, professor de patologia e genética do Albert Einstein College of Medicine da Universidade de Yeshiva e autor do livro Legacy: A Genetic History of the Jewish People, publicado em 2012 .  

Região da Europa Central, no Cáucaso, que seria a origem do atual povo judeu Askhenazim, da raça branca, não semita, de acordo com o pesquisador e outros.

Há anos, os resultados do professor Ostrer e vários outros cientistas têm se mantido praticamente incontestados sobre a genética dos judeus e a história que contam sobre as suas origens comuns do Oriente Médio compartilhadas por muitas populações judaicas em todo o mundo. Judeus – e particularmente os Ashkenazim – são de fato uma raça, um povo, como a pesquisa de Ostrer demonstra.

É uma teoria que mais ou menos afirma o entendimento daquilo que os próprios judeus mantêm de quem eles são no mundo: um povo que, embora disperso, compartilham um vínculo étnico-racial enraizado em sua origem ancestral comum dos judeus nativos da antiga Judeia ou Palestina, como os romanos chamavam a região depois que conquistaram a pátria judaica.

Mas agora, Elhaik, um cientista geneticista molecular israelense, publicou uma pesquisa que diz desmascarar essa afirmação. E isso desencadeou um enorme e previsível confronto. “Ele esta simplesmente errado”, disse Marcus Feldman, da Universidade de Stanford, um dos principais pesquisadores em genética judaica, referindo-se a pesquisa de Elhaik.

As vezes fortes emoções geradas por essa disputa científico de uma questão central e politicamente carregada que cientistas e outros têm ponderado por décadas: DE ONDE no mundo que os judeus Ashkenazi tem a sua ORIGEM?

O debate toca sobre questões sensíveis como a de que se o povo judeu é uma raça ou uma religião, e se os judeus ou os palestinos são descendentes dos habitantes originais daquilo que é hoje o Estado de Israel.

A teoria de Ostrer às vezes é empacotada para emprestar uma autoridade de ciência para a narrativa sionista, que vê a migração de judeus modernos ao que hoje é Israel e seu domínio sobre aquela terra, como um simples ato de reintegração de posse pelos descendentes  dos moradores originais daquela terra. 

Ostrer se recusou a ser entrevistado para esta reportagem. Mas, em seus escritos, Ostrer aponta os perigos de tal reducionismo, alguns dos mesmos marcadores genéticos comuns entre os judeus, ele identifica que podem ser encontrados em palestinos, também.

O pesquisador judeu israelense Eran Elhaik, da Johns Hopkins University, com pós-doutorado.

Ao utilizar ferramentas moleculares sofisticadas, Feldman, Ostrer e a maioria dos outros cientistas no campo genético descobriram que os judeus são geneticamente homogêneos. Não importa onde eles vivam, dizem esses cientistas, os judeus são geneticamente mais semelhantes entre si do que com seus vizinhos não-judeus, e eles têm uma ascendência comum do Oriente Médio.

Essa pesquisa dos geneticistas faz apontar para o que é conhecido como a Hipótese Renânia. Segundo essa hipótese, os judeus Ashkenazi seriam descendentes dos judeus que fugiram da Palestina depois da conquista muçulmana no século VII e se estabeleceram no sul da Europa. No final da Idade Média eles se mudaram da Alemanha ou desde a Renânia para a Europa Oriental.

“Bobagem”, disse Elhaik, um judeu israelense de 33 anos de idade, de Beersheba, que obteve um doutorado em evolução molecular da Universidade de Houston. Ele é filho de um homem italiano e uma mulher iraniana que se casaram em Israel, Elhaik, um homem compacto, de cabelos escuros, sentou-se recentemente para uma entrevista em seu despojado cubículo estreito de um escritório na Universidade Johns Hopkins, onde ele trabalhou por quatro anos.

Em  “A conexão perdida da ascendência européia judaica: Contrastando as Hipóteses Renânia e a Khazar”,  publicado em dezembro na revista Genome Biology and Evolution, Elhaik diz que ele comprovou que as raízes Ashkenazi dos judeus residem no Cáucaso – uma região no fronteira da Europa e da Ásia, que se situa entre os mares Negro e Cáspioe não no Oriente Médio. Eles são descendentes, argumenta ele, dos khazares, um povo turco que viveu em um dos maiores estados medievais da Eurásia e depois migrou para a Europa Oriental, nos séculos 12 e 13. A genética e os Genes do tipo Ashkenazi, Elhaik acrescentou, são muito mais heterogêneas do que Ostrer e outros proponentes da Hipótese Renânia acreditam. Elhaik  encontrou um marcador genético comum do Oriente Médio em DNA de judeus, mas, segundo ele, este poderia ser do Irã, não da antiga Judéia.

Elhaik escreve que os khazares (que foram) convertidos ao judaísmo no século VIII, embora muitos “historiadores” acreditem que apenas a realeza e alguns membros da aristocracia se converteram.Mas a conversão generalizada pelos khazares ao judaísmo é a única maneira de explicar o enorme crescimento da população judaica européia para 8 milhões no início do século 20 a partir de sua minúscula base desde a Idade Média, diz Elhaik.

Elhaik baseia sua conclusão na análise de dados genéticos publicados por uma equipe de pesquisadores liderados por Doron Behar, geneticista populacional e médico sênior do Rambam Medical Center, em Israel, em Haifa. Usando os mesmos dados, a equipe de Behar, publicado em 2010 um documento concluindo que a maioria dos judeus contemporâneos de todo o mundo e algumas populações não-judaicas do Levante, ou do Mediterrâneo Oriental, estão intimamente relacionados.

Elhaik usou alguns dos mesmos testes estatísticos como Behar e outros, mas ele escolheu comparações diferentes. Elhaik comparou “assinaturas genéticas” encontrados em populações judaicas como os armênios  e georgianos (n.t. caucasianos como o antigo povo Khazar) modernos, que ele usa como um padrão atual para os Khazarians há muito extintos, porque eles vivem na mesma área em que existiu aquele estado medieval Khazar.

A Khazaria e o império Khazar entre os anos de 600 a 850 d.C. quando o judaísmo foi adotado no reino. Esse povo era da raça branca ariana e caucasiana e nunca foi semita.

“É uma premissa irrealista”, disse o geneticista da Universidade de Arizona Michael Hammer, um dos co-autores da pesquisa de Behar, que Elhaik usou. Hammer salienta que os armênios têm raízes no Oriente Médio, que, segundo ele, é por isso que eles pareciam estar geneticamente relacionados com os judeus Ashkenazi no estudo de Elhaik.

Hammer, que também co-escreveu o primeiro artigo que mostrava que os Kohanim(*) dos tempos modernos são descendentes de um único ancestral masculino, chama Elhaik e outros proponentes da Hipótese khazar “gente isolada… que têm um ponto de vista minoritário que não é suportado cientificamente. Eu acho que os argumentos que eles fazem são muito fracos e que expandem o que sabemos”.


(*) Kohanim, Kohen ou Cohen (ou Kohain ; hebraico : כֹּהֵן ., “padre”, pl כֹּהֲנִים Cohanim ) é a palavra hebraica para sacerdote. Os Cohanim judaicos acredita-se serem haláchicos  e tradicionalmente ser de descendência patrilinear direta do sacerdote personagem bíblico Aarão, o irmão de Moisés.

Durante a existência do Templo de Jerusalém, os Cohanim realizavam as oferendas diárias e nos feriados religiosos (deveres Yom Tov). Hoje o sacerdote Cohanim mantém uma situação menos distinta dentro do judaísmo, e estão vinculados a restrições adicionais de acordo com o judaísmo ortodoxo.


Feldman, diretor do Stanford’s Morrison Institute for Population and Resource Studies ecoa Hammer. “Se você pegar toda a cuidadosa análise genética populacional que tem sido feito ao longo dos últimos 15 anos … não há dúvida sobre a origem comum do povo judeu no Oriente Médio”, disse. Ele acrescentou que o resultado da pesquisa de Elhaik “é uma espécie de outsider”.

A análise estatística de Elhaik não passaria pela maioria dos estudiosos contemporâneos, disse Feldman: “Ele parece estar aplicando as estatísticas de uma forma que lhe dá resultados diferentes daquilo que todo mundo tem obtido a partir de dados essencialmente semelhantes.” Elhaik, que sequer acredita que Moisés, Aarão ou as 12 tribos de Israel algum dia existiram, dá de ombros para as críticas.

“Esse é um argumento circular”, disse ele sobre a noção de que semelhanças genéticas de judeus e armênios  resultam de ancestrais comuns no Oriente Médio e não da região da Khazaria, a área onde os armênios vivem. Se você acredita nisso, diz ele, então outras populações não-judaicas, como a Geórgia, que são geneticamente semelhantes aos armênios devem ser consideradas geneticamente relacionados aos judeus, também, “e assim por diante e assim por diante.”

Dan Graur, supervisor de doutorado de Eran Elhaik na Johns Hopkins University, e membro do conselho editorial da revista que publicou o resultado de suas pesquisas, chama seu ex-aluno de “muito ambicioso, muito independente. Isso é o que eu gosto”. Graur, um romeno-nascido judeu que atuou no corpo docente da Universidade de Tel Aviv por 22 anos antes de se mudar há 10 anos para a escola de Houston, disse sobre Elhaik”, que ele escreve mais provocante do que poderia ser necessário, mas é o estilo dele”. Graur chama a conclusão da pesquisa de Elhaik de que os judeus Ashkenazi se originaram a leste da Alemanha” de uma estimativa muito honesta”.

Shlomo Sand, professor de história na Universidade de Tel Aviv e autor do polêmico livro de 2009 “The Invention of the Jewish People”

Em uma   reportagem  que acompanhou o artigo de revista de Eran Elhaik, Shlomo Sand, professor de história na Universidade de Tel Aviv e autor do polêmico livro de 2009 “The Invention of the Jewish People” (A Invenção do Povo Judeu), disse que o estudo reinvindica o mesmo que as suas idéias desde longa data.

“É tão óbvio para mim”, disse Sand a revista. “Algumas pessoas, historiadores e  até mesmo cientistas, fecham os olhos para a verdade. Uma vez que, antigamente dizer que os judeus eram uma raça era ser anti-semita, agora dizer que eles não são uma raça é que é ser anti-semita. É uma loucura como (n.t. os manipuladores da) a história brinca com a gente. “

O artigo recebeu pouca cobertura na mídia norte americana (n.t. controlada pelos sionistas e elitistas da NWO), mas tem atraído a atenção de grupos anti-sionistas e da “supremacia branca anti-semitas”, disse Elhaik.

Curiosamente, enquanto os blogueiros anti-sionistas têm aplaudido o trabalho de Elhaik, dizendo que isso prova que os judeus contemporâneos não têm direito legítimo nenhum ao território de Israel (Palestina), alguns supremacistas brancos atacaram ele.

David Duke, por exemplo, é perturbado pela afirmação de que os judeus não são uma raça.”O comportamento disruptivo e conflitivo que marcou as atividades da supremacia judaica através dos milênios sugere fortemente que os judeus mantiveram-se mais ou menos geneticamente uniformes e têm … desenvolvido uma estratégia de sobrevivência evolutiva de grupo baseada em uma unidade biológica comum – algo que milita fortemente contra a teoria Khazar”, escreveu o ex- integrante da (racista) Ku Klux Klan e ex-deputado estadual da Louisiana-EUA em seu blog, em fevereiro.

“Eu não estou me comunicando com eles”, disse Elhaik sobre os supremacistas brancos. Ele disse que eles também o incomodam, e Elhaik é um veterano de sete anos de serviço no exército israelense, o que os anti-sionistas têm capitalizado sobre a sua pesquisa, pelo menos porque  “ela não vai ser provada estar errada a qualquer momento ou em breve”.

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Mas os defensores da hipótese Renânia também têm uma agenda política, disse ele, afirmando que eles “foram motivados para justificar e corroborar a narrativa (do movimento) sionista.

Para ilustrar seu ponto de vista, Elhaik gira em torno de sua cadeira para ficar de frente ao seu computador e busca por uma troca de e-mail de 2010, com Ostrer.  “Foi um grande prazer ler o artigo recente do seu grupo, “Filhos de Abraão na era do genoma”, que iluminam  a história do nosso povo”, escreveu Ostrer a Elhaik . “É possível ver os dados utilizados para o estudo?”

Ostrer respondeu que os dados não estão disponíveis publicamente. “É possível colaborar com a equipe por escrito através de uma breve proposta que descreva o que você pretende fazer”, escreveu ele. “Critérios para revisão incluem a novidade e a força da proposta, sem sobreposição com as atividades atuais ou previstas, sem caráter difamatório (n.t. ou apenas contrário) para o povo judeu“.

Essa última exigência, Elhaik argumenta, revela o viés de Ostrer e de seus colaboradores.

Permitindo aos cientistas o acesso aos dados somente se a pesquisa não vai difamar os judeus é (uma situação) “muito peculiar”, disse Catherine DeAngelis, que editou o Journal of the American Medical Association por uma década. O que isso faz é configurar-se para receber uma crítica: espere um minuto. O que esses caras estão tentando esconder?

Apesar do que seus críticos afirmam, Elhaik diz, ele não esta lá para provar que os judeus contemporâneos não têm ligação com o povo judeu da Bíblia. Seu foco principal de pesquisa é a genética da doença mental, o que, explica ele, levou-o a questionar o pressuposto de que os judeus ashkenazim são uma população útil para estudar porque eles são tão homogêneos.

Elhaik diz que ele leu pela primeira vez sobre a hipótese khazar uma década atrás, em um livro de 1976 escrito pelo falecido autor (judeu) húngaro-britânico Arthur Koestler, ” A Décima Terceira Tribo “, escrito antes que os cientistas tivessem até mesmo as ferramentas para comparar genomas.

O autor (judeu) húngaro-britânico Arthur Koestler, e seu livro “A Décima Terceira Tribo”

Koestler, que era judeu de nascimento, disse que seu objetivo ao escrever o livro era eliminar as bases racistas do anti-semitismo na Europa. “Se essa teoria (origem dos judeus no Cáucaso, no império Khazar) se confirmar, o termo” anti-semitismo “se tornaria vazio de significado”, a capa do livro declara. Embora o livro de Koestler tivesse sido geralmente bem revisado, alguns céticos questionaram a compreensão do autor da história da Khazaria .

Para Graur não é surpresa que Eran Elhaik tenha se levantado contra a panelinha de cientistas que acreditam que os atuais judeus são geneticamente homogêneos (n.t. semitas e com origem no Oriente, na Palestina) . “Ele gosta de ser combativo”, disse Graur. “Isso é o que é ciência.”

Mais informação em:

  1. http://thoth3126.com.br/o-reino-dos-khazares/
  2. http://thoth3126.com.br/o-reino-dos-khazares-parte-ii-final/
  3. http://thoth3126.com.br/historia-dos-illuminati-e-da-nova-ordem-mundial-nwo/ 

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e a citação das fontes.

www.thoth3126.com.br

26 Responses to Israel: cientista judeu alega que sua raça NÃO É semita e sim proveniente da Khazaria

  1. Gleube Melo

    Hello!
    The true hebrews israelites are black people. Ashkenazim Jews are descendants of Empire Khazar jews.
    Thank you

  2. Alexandre Sousa

    Ser judeu é pertencer uma religião e os jedeus europeus se forem descendentes de judeus. São descendentes de alguem que viveu a 2000 na palestina. Muitos europeus devem ter uma descendencia no oriente medio, mas suas origens centro europeia e europeia oriental é muito mais forte que 2 ou 3 cromossomos remanescente em suas celulas.

  3. Pedro firmedeiro

    Acho muito estranho quem publicou isto, porcauza do tiulo, e ainda coloca a palavra NAO; em letra maiscula, dando a empreçao que ele quer negar a autecidade dos Judeus! So que ja foram feitos varios, e varios exame de DNA e ja comprovou varias vezes, que os Judeus sao sim de sangue semita do Horiente Medio! Inclusive a Kazaria fica muito proximo de Israel e perticimo da onde no antiguo testamento os Judeus foram levado cativos Tambem segundo a Biblia a terra de Abraao era em Padda Aran que fais fronteira com Armenia, Sera que o povo Armenios nao sao decendentes dos Caldeus?

  4. Pedro firmedeiro

    Outra coiza, o que tambem prova q os Judeus atuais sao verdadeiros no DNA, tambem e´ a suas tradiçoes; com as leis de Moises, e no Talmuld, escrito no anos 200 dc. E em livros de Atos mostra que no seculo 1 avia muitos judeus na Europa; na Grecia, Roma, Turquia e Bulgaria ( Macedonia) tambem em Joel 6 e em livro de Jonas, e Mcabeus, ja mostrava que avia muitos Judeus morando na Europa antes d Cristo, e apos Cristo, e nos tempo de Paulo! E nas viagem de Paulo a Europa; ele viu muitos Judeus morando la na Grecia, Roma, Turquia, Com tantos Judeus na Europa no tempo de Paulo, porventura nao deicharam muitos decendentes de Judeus na Europa? A um manuscrito que relata que cerca de 50 mil Judeus trabalharam na costruçao do Coliseu em Roma, ai a pergunta; onde foram parar tantos Judeus na Europa, emvaporaram????? Claro q NAO! mais pela logica, e esta na Biblia avia muitos e muitos Judeus na Europa, no tempo de Cristo e Paulo, e e´ logico que deicharam muitos decendentes de Judeus na la, e que em 1948 retornaram a terra dos seus Pais em Israel!

    • leandro Lima

      Boa noite Marcos Roberto,
      Dentre todos os comentários achei o seu o mais sereno e imparcial.
      Vejo que você certamente tem conhecimento do que um um grane filósofo (Spinoza) escreveu.

      Parabéns!!

  5. Marcos Roberto

    em 48 os judeus retornaram a terra de seus pais ????????

    leia , são baseados na Bíblia Sagrada que docume ser Israel (Jacó) filho de Isaac e neto de Abraão e Sara, não palestino, pois não nasceu lá e sim em Gerar, nem é filho de pais palestinos, pois Isaac e Rebeca não nasceram na Palestina.
    Abraão e Sara nasceram em Ur na Caldéia (“Gênesis”, 12:5), atualmente território iraquiano, e quando, Sara, esposa de Abraão, avó de Israel morreu, Abraão não possuía na Palestina sequer quatro metros quadrados para sepultar
    Sara (“Gênesis”, 23:4), e ele próprio se diz: estrangeiro!
    Já Isaac nasceu em Gerar e Rebeca em território da Caldéia
    (Gênesis”, 24:15). O próprio Israel (Jacó) não nasceu na Palestina, e sim em Padã-Harã, atualmente território na fronteira entre a Turquia e a Síria (“Gênesis”, 28:2).
    Israel (ou Jacó) foi para o Egito e levou toda a família dele, pois lá se
    encontrava José, o filho predileto.
    Israel morreu no Egito. Depois de 430 anos é que os descendentes de Jacó retornaram à Palestina (“Êxodo, 12:40), portanto, durante 430 anos não viveu um israelita sequer na Palestina, a qual abrigava as tribos árabes: os cananeus, os perezeus, os heteus, os pereseus, os haveus, os guirgaseus, os amorreus, os jabuseus etc… (“Josué”, 3:10).
    Outra questão que requer esclarecimento á luz do artigo do Sr. Levin: os
    judeus. Quem são os judeus? Seriam assim chamados como designação religiosa, étnica ou geográfica ? A Bíblia diz que o quarto filho de Israel (Jacó) chamou-se Judá, daí a derivação Judéia (como região territorial).
    Mas Judá não nasceu na Palestina (“Gênesis”, 31:34) e viveu e morreu no Egito. Já Moisés, o profeta da religião que hoje chama-se judaísmo (não se sabe porque), nasceu no Egito, viveu no Egito e jamais esteve na Palestina (“Êxodo”,2:10 e “Deuterônimo”, 34:36).
    Desse modo, talvez venha a ser muito interessante para a opinião pública brasileira saber que, de acordo com a Bíblia, na qual mais de 120 milhões de brasileiros acreditam, que essa mesma Bíblia não legitima aos israelitas (ou aos judeus) o direito de reivindicar a Palestina como “antiga terra de Israel” (SIC *MOHAMAD AHMAD ABOU FARES )

  6. Haydée Tomiozzo

    Se eles são ou não geneticamente judeus importa pouco ou nada. O judaísmo sempre permitiu a conversão de estrangeiros, que após a terceira geração adquiriam o direito de ser considerados israelitas com direitos iguais aos dos nativos. Só havia uma exceção: se ele fosse do povo de Canaã. Estes nunca poderiam se casar com um judeu legítimo, mas todos os outros, inclusive os egípcios, que eram negros, seriam judeus por inteiro, podendo se casar com judeus e com os mesmos direitos, portanto, os Ashkenazi são judeus, sim, de verdade e com todos os direitos ainda que sejam de etnia turca ou eslava. Eles são judeus e estão na sua terra, com todo o direito!

  7. Luciano

    Nunca existiu uma raça semita, eles são uma etnia branca, descendem dos mesmos ancestrais que nós brancos, os caucasianos. Não importa se os Judeus já fizeram um monte de m…, se são radicais, avarentos (alguns), não é coerente ficar tentando mudar a ciência para justificar opiniões pessoais. Judeus são sim brancos, eles admitindo isso ou não.

  8. Baltasar

    São tantas coisas que não consigo compreender… Até pouco tempo, quando se falava em raça, seja branca, negra ou judia, eram chamados de racistas, de modo ofensivo. Hoje, todos, principalmente os judeus, tentam justificar sua “raça” que na verdade seria unicidade étnica. Raça é uma, somo humanos. O restante é resultado de interpretações sobre conflitos do passado relatados em escritos religiosos que afloram ainda mais estas diferenças. Agora vos pergunto: Porque os mais “renomados” cientistas não são questionados sobre suas publicações tendenciosas e estas são publicadas em toda e qualquer mídia? Primeiro, a maioria é de origem judia, segundo, os investidores e controladores de mídia são judeus (Só pesquisar!). Porque ninguém questiona sobre o Holocautro, se fazem são trucidados pela mídia e chamados de racistas, não conseguem publicidade para seus livros e de tamanha pressão midiática caem no descrédito, o que estão tentando fazer com o autor deste artigo.

  9. Alexandre Sousa

    Então como se explica moises ser criado por um rei do Egito que em projeções de computador se parece com pessoas que sempre considerei negras ou mulatas. O ator Charlton Heston um ator de origem europeia não tem nada a ver com o verdadeiro moises que era tão negro quanto seu pai adotivo. Já vi imagem colocando Davi como um loirinho quando na realidade no oriente medio não tinha pessoas loiras a não ser que viessem da russia ou europa central. A cleopatra é branca nos filmes, mas o esqueleto da irmã dela tinha caracteriscas de negra, apesar de estar mais para branca, na verdade uma mestiça. Esse judeus de hoje são brancos, alguns loiros e outros ruivos. Não corresponde a realidade de 2 mil ou 3 mil anos atras..

  10. Alexandre Sousa

    O mais absurdo é a inimizade contra os cananeus. Como que um povo nativo da terra pode ser agredido, discriminado e enxotado da terra dizer que esta é vontade de Deus. Então o Deus universal reduzido a uma região como o deus grego que só reinava na Grecia. os cananeus ainda tem descendencia ao passo que os judeus de verdade foram assimilados por outros povos e os que se dizem judeus atualmente são uma farsa. Eles brigam por uma terra que se eu desse um centavo por ela, exigia o troco.

  11. Elizabeth

    Tanto os judeus sefaradim quanto os judeus ashkenazi são descendentes da tribo
    de Israel dispersada pelas diásporas do seu povo.Por sua vez,foram assimilados
    de uma certa forma pelos lugares por onde passaram e viveram.Mas,mantiveram
    na medida do possível a identidade judia.Deve-se esclarecer que quanto aos judeus
    ashkenazi que viveram no Império Khazar , houve a mistura racial com
    aquele povo,ou seja,os homens daquele povo além de se converterem ao judaísmo
    casaram-se com mulheres judias da tribo de Israel.

  12. francisco vitorio santos

    nao tem como negar o povo judeus das suas origem enbora tenha misturada com outras raça de povo mais nunga morerao as tradiçao

  13. Ricardo

    Correto, Judeu são Ashkenazi, descendentes de Jafé filho de Noé.
    O povo verdadeiro são os indígenas da América, que foram espalhados cerca de 2800 anos atrás, também os negros que foram trazidos da África como escravos.
    Estes sim, são descendentes de Abraão, que descende de SEM (filho de Noé), portanto Semitas.

  14. breno

    o luciano deve ter uns 4000 anos pra afirmar a cor da pele dos isralitas ,vou te dar uma dica estuda sobre esteriotipo da regiao dos israelitas e das esposas dos patrircas e tire suas conclusões

  15. luis

    a bíblia ( torah) NÃO É um livro de historia, especialmente o começo … nada pode ser provado sobre a historicidade de personagens míticos como Moisés, Abraham, Noé e etc. … então, toda teoria sustentada nesses primórdios bíblicos está alicerçada no vácuo … e todo mundo sabe disto … o resto é manipulação e/ou intenções a serem interpretadas …

  16. Joelson morais

    já está comprovado pelos próprios cientistas askenazi,quê o povo daquela época que vivia naquela região não era Branco.exemplo “jesus”porquer só tem judeu Branco e de olhos azuis na terra santa,cadê o resrante das doze tribos?

  17. Luciano

    Eles têm que fazer os testes com base em esqueletos da época anterior a invasão dos povos da Ásia Central. Realmente é sabido que os povos que habitavam o oriente médio, Pérsia e Índia, eram afroasiaticos.

  18. Luciano

    Por volta de 2000 AC a Ásia Central começou a desertificar, fazendo com que várias tribos de pastores nômades migrassem para o sul (Índia e Irã), sudoeste (Mesopotâmia e Palestina), e oeste até chegar na Europa. Esses povos eram nômades guerreiros, tribais, e usavam armaduras e armas de ferro. Os que invadiram a Palestina eram turcos, brancos, nem árabes nem hebreus. Criaram a religião judaica com base nas crenças e tradições dos hebreus.

  19. Luciano

    os palestinos atuais são descendentes dos primeiros invasores, que se avizinharam aos hebreus. Os hebreus os classificavam como gentios. Iso está na Bíblia. O Joelson está certo, até historiadores do mundo antigo diziam que do Egito até a Índia as terras foram colonizadas pelos cuchitas (sudaneses), pois toda a gente era negra.

  20. SAMAEL

    Só uma pergunta, quem elaborou a imagem acima? as mãos de ventríloco controlando tudo?

  21. Louis

    Para todos os meus irmãos e irmãs que vivem ou cujas raízes estão na África: Hoje, o dia do nascimento e ascensão de Moshe Rabbenu (Moisés) é de especial importância para todos os amantes Africanos da Torá porque como referido na Torá e relacionado em detalhes no livro muito antigo de Jasher (Sefer HaYashar), quando Moisés fugiu da espada do Faraó no Egito (Êxodo, capítulo 2), antes que ele fosse para Midiã, ele foi ao rei de Kush (Sudão-Etiópia) e influenciou muitos Africanos para acreditar em HaShem e servi-lo, mesmo antes de o povo de Israel receber a Torá no Sinai.
    Por: Rabbi Avraham Ben Yaakov.

  22. lius

    penso eu que os judeus como esta na propria biblia deles a torá, sao a unica raça que se misturava com os gentios, sim os judeus sao as ovelhas negras das 12 tribos de israel, conforme a propria biblia fala deles, o que pode ter acontecido, é que quando as 12 tribos de israel nasceram, os judeus podem ter saido para o leste, e nordeste de opnde nasceram conforme relata a biblia no antigo testamento, dali criaram suas leis e raças misturando-se inclusive com os eslavos ucranianos, é preciso estudar mais sobre isso, estudar a arvore genetica dos eslavos e comparar com a dos judeus da europa e mundo!

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