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JPMorgan-Chase foi multado em US$ 13 bilhões

Posted by on 20/04/2014

JPMorgan-Chase: Multa de US$ 13 bilhões empalidece diante dos lucros obtidos durante e após a “CRISE”

Citando fontes familiarizadas com a decisão, o The Wall Street Journal em sua edição on-line no sábado disse que o acordo foi idealizado durante um telefonema sexta-feira com o procurador-geral de justiça dos EUA, Eric Holder, o seu adjunto Tony West e o advogado top Stephen Cutler do JPMorgan-Chase.

Muita gente em Wall Street, incluindo a página editorial do Wall Street Journal , estão com um acesso de raiva sobre a notícia de que o JPMorgan fechou um acordo preliminar para pagar os US$ 13 bilhões de dólares para resolver as acusações federais de que vendeu títulos hipotecários ruins de Fannie Mae e Freddie Mac durante a crise.

Tradução, edição e imagens:  Thtoh3126@gmail.com

Por Mark Gongloff, atualizado: 21 de outubro de 2013 – 12:22 BRT

O Gigante do setor bancário dos EUA, o JPMorgan-Chase chegou a um acordo provisório para pagar uma penalidade de US$ 13 bilhões de dólares ao Departamento de Justiça dos EUA para finalizar o inquérito sobre valores mobiliários lastreados em hipotecas residenciais, informou a mídia geral dos EUA.

Fontes: http://www.huffingtonpost.com/ e http://www.news.com.au/

Citando fontes familiarizadas com a decisão, o The Wall Street Journal em sua edição on-line no sábado disse que o acordo foi idealizado durante um telefonema sexta-feira com o procurador-geral de justiça dos EUA, Eric Holder, o seu adjunto Tony Oeste e o advogado top Stephen Cutler do JPMorgan-Chase.

New York Times e o Washington Post , que também informaram sobre a tentativa de acordo, disse que o  CEO Jamie Dimon (presidente) do JPMorgan Chase participou das negociações com o procurador Holder.

Se o valor for confirmado, seria a maior penalização da história já paga por uma empresa dos EUA neste tipo de acordo com o governo, bem mais da metade do lucro do banco no ano passado, de US$ 21,3 bilhões de dólares. Também é significativamente maior do que a oferta anterior do JP Morgan de pagar US$ 11 bilhões.

Se o banco JPMorgan Chase é um bode expiatório, é um bode expiatório extremamente bem-pago: As fusões  da época da crise depois de 2008 estão custando ao banco uma pequena fortuna em multas, pois provavelmente já acumulou uma fortuna ainda muito maior nos seus lucros.

Muita gente em Wall Street, incluindo a página editorial do Wall Street Journal , estão com um acesso de raiva sobre a notícia de que o JPMorgan fechou um acordo preliminar para pagar 13 bilhões dólares para resolver as acusações federais de que vendeu títulos hipotecários ruins de Fannie Mae e Freddie Mac durante a crise.

A fonte da raiva é o fato de que a maioria destes títulos foram vendidos por Bear Stearns e Washington Mutual, dois bancos que o JPMorgan comprou, em 2008, para ajudar a acalmar a crise financeira.

Parece que o JPMorgan estaria sendo punido injustamente por sua “assistência bondosa ao governo dos EUA” em sua hora mais escura durante a crise em 2008. Isso deve fazer o JPMorgan e outros grandes bancos muito menos propensos de vir para o resgate na próxima crise financeira, na visão de Wall Street.

“Minha única esperança”, declarou o analista do banco Gerard Cassidy da RBC Capital Marketno blog MoneyBeat do Wall Street Journal , “é que a próxima vez que uma grande instituição financeira ficar em apuros e que o governo chamar um  CEO (presidente) de um grande banco para ajudar com uma fiança que ele optará por não atender o telefone. “

Mas, antes de começar a jogar o menor violino do mundo para o maior banco da América (por ativos), vale lembrar que o JPMorgan e o seu CEO, Jamie Dimon, sabiam dos riscos quando compraram o Bear Stearns e o Washington Mutual. Eles levaram o bom junto com o ruim, e provavelmente houve muito mais lucros do que prejuízos nestes negócios.

Quando perguntado para comentar sobre esta história, o porta-voz do JPMorgan Joseph Evangelisti apontou para as cartas anuais (que acompanham os relatórios e balanços) de Dimon aos acionistas nos últimos dois anos , dizendo que “ele dá muitos detalhes sobre os prós e contras das compras do WaMu e do Bear Stearns”. Você pode lê-los por conta própria, mas eu não vi tanto detalhes sobre os negócios nelas. A carta de 2010 tem um pouco mais de detalhes, mas nenhum registro ou menção dos prós e contras.

Em cada carta, Dimon se gaba de que o banco absorveu o Bear Stearns e o Washington Mutual, sem ferir os seus níveis de capital. Essa é a verdade, pelo menos em parte, porque JPMorgan comprou dois bancos, a preços de liquidação.

O banco JP comprou o Washington Mutual essencialmente de graça, pagando US$ 1.9 bilhões de dólares para um banco que tinha US$ 40 bilhões em patrimônio líquido, pouco antes do negócio, e, em seguidaregistrando um lucro de US$ 2 bilhões de dólares imediatamente, como ‘Peter Eavis do The New York Times observou no mês passado.

Pelo Bear Stearns, o JPMorgan, finalmente, pagou US$ 10 por ação para um banco que no ano anterior o preço era de US$ 170 por ação. O JP também tem o Fed (Federal Reserve-Banco “Central” dos EUA) para cobrir eventuais perdas de cerca de US$ 30 bilhões em ativos de risco do Bear Stearns.

Embora a página editorial do Wall Street Journal-WSJ afirmar que o JPMorgan foi levado às pressas para estes negócios, sem qualquer diligência, Eavis aponta que funcionários do banco afirmaram repetidamente que compreendiam os riscos que estavam assumindo.

“Nós já sabíamos sobre o Bear Stearns por um longo tempo”, diretor financeiro do banco, disse em uma conferência em 2008. Sobre o negócio da compra do Washington Mutual, Dimon disse : “Nossos olhos não estão fechados sobre o WM.”

Na hora dos negócios, o JPMorgan estima que o Bear Stearns e o Washington Mutual combinados acrescentariam cerca de US$ 3,5 bilhões para o lucro líquido anual, acrescentou Eavis. Se estiver correto, somariam cerca de US$ 16 bilhões em lucro extra desde 2008, superando os US $ 13 bilhões em multas.

Claro, esta é uma abordagem super-simplista medindo o valor destes negócios. Os bancos fazem previsões ruins o tempo todo, e é possível que o JPMorgan não fez US$ 16 bilhões em lucro da Bear Stearns e Washington Mutual nos últimos cinco anos.

Por outro lado, também é possível que o JPMorgan tenha feito muito mais do que US$ 16 bilhões, com estes negócios. Como  Cyrus Sanati da revista Fortune apontou no ano passado – em resposta a resmungos de Dimon  sobre os problemas legais do Bear Stearns – a receita líquida de juros do JPMorgan sozinho subiu de US$ 6 bilhões em 2008, em parte por causa de todos os ativos bons, não tóxicos do banco escolhido acima do Bear Stearns.(Lembre-se, o Fed tomou a maior parte do material tóxico.) Bear Stearns foi um negócio incrível para o JPMorgan que rapidamente levantou seu preço de oferta inicial de US$ 2 para US$ 10 por ação, ao invés de deixar os rivais pegarem os pedaços de Bear Stearns, Sanati mencionou.

Em vários lançamentos de lucros após os acordos, o JPMorgan se declarou entusiasmado com os benefícios da corretora Bear Stearns e enorme negócio de varejo bancário do WaMu. E enquanto o governo pode estar punindo o JPMorgan por um lado, tem-se usando a outra mão para distribuir subsídios de empréstimos too-big-to-fail e empréstimos baratos pelo Fed ao JP.

Os acionistas do JPMorgan claramente não estão tomando os US$ 13 bilhões em multas muito a sério. O preço das ações do banco foi alterado na segunda-feira, mas não para muito longe de uma alta de todos os tempos. “Está se tornando cada vez mais claro que os investidores estão começando a olhar além das manchetes”, disse o analista Todd Hagerman, da Sterne Agee, que escreveu em uma nota de pesquisa.

Então, da próxima vez que o governo ligar até um CEO de um grande banco e perguntar se ele quer algum (enorme soma de) dinheiro basicamente livre de despesas e juros, juntamente com uma ordem com dores de cabeça legais menores, que o CEO da grande banco seria um tolo para não atender o telefone.

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