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Militares derrubaram voo MH17 da Malaysia na Ucrânia

Posted by on 22/07/2014

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Militares derrubaram o Boeing da Malaysia Airlines

Esta segunda-feira, 21/07 o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas da Federação Russa, Andrei Kartapolov, declarou em uma coletiva de imprensa que um caça Su-25 da Força Aérea ucraniana voou a uma distância de três a cinco quilômetros do Boeing da Malaysia Airlines. Segundo ele, o Su-25 é capaz de atingir alvos aéreos a uma distância de cinco quilômetros.

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@gamail.com

Malaysia voo MH17: Militares derrubaram Boeing na Ucrânia, mas o Pentágono, bem como Kiev, consideram como falsas as declarações de que, no céu, perto do Boeing 777 da Malásia, voou um avião de combate da Ucrânia, declarou a porta-voz do Pentágono, Eileen Lainez.

Fonteshttp://en.ria.ruhttp://portuguese.ruvr.ru e http://portuguese.ruvr.ru

RIA Novosti

MOSCOU, 21 de julho (RIA Novosti) – Um jato de combate da Ucrânia foi detectado por radares russos em estreita aproximação ao plano de voo do avião de passageiros Boeing 777-200 ER, voo MH17 da Malaysia Airlines pouco antes desse avião ser abatido em pleno ar e cair no leste da Ucrânia matando todas as 298 pessoas a bordo, declararam militares russos nesta segunda-feira, 21 de julho.

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Jato Su-25 caça de combate da Ucrânia, carregado com mísseis

“Um ganho de altitude foi detectado por um jato caça de combate da Ucrânia, supostamente um Su-25, voando a uma distância de 3-5 quilômetros [1,8-3,1 milhas] do Boeing da Malaysia Airlines”,

declarou o tenente-general Andrei Kartapolov, chefe da Main Operations Directorate do Quartel General das forças militares da Rússia, ele declarou em uma conferência de imprensa em MoscouA presença do jato de combate ucraniano Su-25 próximo ao avião abatido pode ser confirmado por filmagem de vídeo feitas pelo centro de monitoramento russo Rostov, afirmou o general Kartopolov.

O caça Su-25 de ataque (nome da OTAN é Frogfoot) ao solo pode atingir um alvo a uma distância de cinco quilômetros (3,1 milhas), pois ele é equipado com  mísseis ar-ar, declarou o chefe da Main Operations Directorate do Quartel General das forças militares da Rússia.

“Gostaríamos de ouvir o governo da Ucrânia em Kiev explicar por que um jato caça de combate estava voando quase na mesma altitude e ao mesmo tempo com um avião de passageiros ao longo da rota dedicada para o tráfego aéreo civil”, o general sublinhou.

Além disso, o avião do voo-MH17 da Malaysia Airlines caiu dentro da zona operacional de tiro de médio alcance dos sistemas de mísseis autopropelidos ​terra-ar Buk do exército ucraniano, acrescentou Kartopolov.  

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As Forças Armadas da Ucrânia movimentam lançador antiaéreo de mísseis Buk na região de Slovyansk, no leste do país, no dia 4 de junho, com capacidade de derrubar um avião como o da Malaysia Airlines do voo MH17. (Foto: Dmitry Lovetsky/AP)

O vôo MH17 da Malaysia Airlines em rota de Amsterdã para Kuala Lumpur caiu (foi abatido por um míssil) em 17 de julho próximo à região de Donetsk no leste da Ucrânia. Todos os 298 passageiros a bordo do avião morreram, incluindo 283 passageiros e 15 tripulantes.

O governo ucraniano e a milícia dos rebeldes locais tem se acusado mutuamente na culpa pela suposta derrubada do avião desde que relatórios sugeriram jogo sujo, com os rebeldes da independência dizendo que eles não têm a tecnologia necessária para disparar e atingir um alvo a altitude de 10 quilômetros (6,2 milhas) e voando à velocidade de cerca de 950 km por hora.

Comentando sobre o acidente, o presidente russo, Vladimir Putin, disse que era vital abster-se de conclusões precipitadas sobre o caso antes que a investigação internacional tenha terminado.

O Conselho de Segurança da ONU na noite de domingo concluiu o texto da sua resolução sobre o acidente do voo MH17 da Malaysia Airlines. A Rússia introduziu o seu próprio projeto de resolução ao Conselho de Segurança da ONU por uma investigação imparcial sobre as circunstâncias envolvendo o acidente e a morte de quase trezentos civis de várias nacionalidades.

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Por Natalia Kovalenko

A Rússia apela para que se faça tudo possível para esclarecer o quadro objetivo da catástrofe do avião malaio. Segundo o presidente da Rússia, Vladimir Putin, as autoridades ucranianas são responsáveis pela tragédia.

Os milicianos do sudeste propuseram a Kiev anunciar uma trégua durante as investigações. De diferentes nacionalidades, 298 cidadãos estrangeiros tornaram-se vítimas da guerra na Ucrânia. É precisamente esse o número de passageiros e de membros da tripulação que se encontravam a bordo do Boeing 777 da Malaysia Airlines, que seguia de Amesterdã para Kuala-Lumpur e desapareceu dos radares no sudeste da Ucrânia.

Ainda será preciso compreender porque é que sobre um território onde têm lugar ações militares de grande envergadura, nomeadamente com o emprego de aviação militar, foi autorizada a passagem de voos aéreos civis. Mas sem dúvida que essa tragédia não teria ocorrido se Kiev não realizasse a operação militar no sudeste, sublinhou o presidente da Rússia, ao dar as condolências aos familiares das vítimas:

“Tudo faremos no que de nós depender para que o quadro objetivo do que aconteceu se torne conhecido da opinião pública da Rússia, da Ucrânia e de todo o mundo. Isto são coisas absolutamente inaceitáveis e ninguém tem o direito de passar ao largo desta tragédia sem tirar as respetivas conclusões, para que todos nós recebamos informação objetiva do sucedido”.

Neste momento, há várias versões sobre as causas da tragédia. Uma delas, a possível avaria do avião, pode ser imediatamente posta de lado, considera Ruben Essayan, dirigente do Centro de Testes do Instituto Estatal de Aviação Civil:

“Se existisse algum problema técnico, a tripulação, ao encontrar-se na zona de controle do tráfego aéreo da Ucrânia, teria tempo de comunicar aos controladores que nem tudo estava bem com o avião. Se a tripulação não disse nada, significa que a destruição do aparelho ocorreu ainda no ar”.

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O mais provável é que o aparelho tenha sido abatido. Kiev precipitou-se em acusar os milicianos pelo sucedido: supostamente, eles teriam disparado um míssil. Porém, o Boeing voava a uma altitude superior a 10,5 quilômetros. Mas, mesmo que os rebeldes milicianos tenham complexos sistemas de mísseis antiaéreos Buk operacionais (o que ainda não foi confirmado), seria preciso esforçarem-se muito para acertar num alvo tão longínquo e tão rápido, assinala Andrei Klintzevich, perito em armamentos:

“É praticamente impossível que os milicianos tenham derrubado esse avião. As velocidades são muito grandes. Há menos de um minuto para sev tomar uma decisão. Tripulações não treinadas dificilmente têm tempo para reagir. Por isso, esse avião ou sofreu um acidente no ar devido a um ato terrorista, ou foi abatido por um caça, ou por um sistema de mísseis, como, por exemplo, o S-200. Por um sistema de mísseis Buk é possível, mas pouco provável”.

As forças armadas ucranianas já têm uma triste experiência de abater aviões civis com o complexo de mísseis de defesa antiaérea S-200. Em 2001, durante manobras militares, eles abateram um jato Tupolev 154 que seguia de Telaviv (Israel) para Novossibirsk (Rússia). Todos os 66 passageiros e os 12 membros da tripulação morreram. As autoridades ucranianas recusaram a aceitar a responsabilidade pelo ataque durante muito tempo, mas depois reconheceram que os militares tinham cometido um erro.

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O sistema de míssel anti-aéreo NPO Almaz S-200 Angara / Vega / Dubna, nome da OTAN SA-5 Gammon, é um sistema de mísseis terra-ar de longo alcance, média-alta altitude, sistema (SAM) projetado na década de 1960 para defender grandes áreas de bombardeiro de ataque aéreo ou outra aeronave estratégica. Cada batalhão tem 6 lançadores de mísseis de um único trilho para os mísseis com 10,8 m (35 pés) de comprimento e um radar de controle de fogo. Ele pode ser ligado a outros sistemas de radar com maior alcance.

Hoje, Kiev age segundo o velho cenário. Não se considera culpado por ter sido possível, em princípio, semelhante catástrofe nessa região, nem pelo fatal ataque. Mas a verdade virá obrigatoriamente à tona, ainda que leve tempo. As caixas pretas já foram encontradas. Elas encontram-se em bom estado e serão decifradas.

Os serviços de controle de tráfego aéreo espalhados pelo mundo rastreiam e fixam obrigatoriamente os lançamentos de mísseis a partir do solo. Significa que se o aparelho foi abatido, não será difícil determinar de onde foi disparado o míssil. Uma fonte anônima da espionagem dos EUA já declarou que nessa região foi disparado um míssil terra-ar. E o controlador aéreo espanhol que acompanhava o aparelho malásio informou que, minutos antes do desaparecimento da aeronave dos radares, perto do Boeing foram detetados dois caças ucranianos.

O Comitê de Aviação Internacional já começou a investigação da tragédia. Os dirigentes dos milicianos no sudeste da Ucrânia, na zona de controle na qual o aparelho caiu, prometeram garantir o acesso seguro ao local da tragédia de investigadores internacionais, de observadores da OSCE, de representantes das autoridades ucranianas e já propuseram a Kiev o anúncio do cessar-fogo durante os trabalhos de busca e investigação no local.

O Pentágono, bem como Kiev, consideram como falsas as declarações de que, no céu, perto do Boeing 777 da Malásia, voou um avião de combate da Ucrânia, declarou a porta-voz do Pentágono, Eileen Lainez.

“Chamo vossa atenção às recentes declarações do presidente Poroshenko, transmitidas pela CNN, onde ele afirmou que isso não é verdade”, disse Lainez. Ela não especificou se os norte-americanos irão estudar todos os dados fornecidos pelo lado russo ou publicar as suas próprias fotos tiradas por satélites.

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O Pentágono considera como falsas as declaração de que, no céu, perto do Boeing 777 da Malaysia Airlines, se aproximou um avião de combate da Ucrânia, declarou a porta-voz, Eileen Lainez.

Esta segunda-feira, o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas da Federação Russa, Andrei Kartapolov, declarou em uma coletiva de imprensa que um caça Su-25 da Força Aérea ucraniana voou a uma distância de três a cinco quilômetros do Boeing. Segundo ele, o Su-25 é capaz de atingir alvos aéreos a uma distância de cinco quilômetros..

Mais informações em

  1. http://thoth3126.com.br/malaysia-voo-mh17-confundido-com-aviao-de-putin/
  2. http://thoth3126.com.br/corpos-das-vitimas-do-voo-malaysia-mh17-sao-resgatados/
  3. http://thoth3126.com.br/malaysia-airlines-aviao-voo-mh17-com-295-pessoas-a-bordo-cai-na-ucrania/
  4. http://thoth3126.com.br/voo-370-da-malaysia-airlines-foi-sequestrado/
  5. http://thoth3126.com.br/voo-mh370-canceladas-as-buscas-por-destrocos/
  6. http://thoth3126.com.br/ex-premier-da-malasia-acusa-cia-sobre-voo-mh-370/
  7. http://thoth3126.com.br/misterio13-avioes-desaparecem-misteriosamente-do-radar-por-25-minutos/
  8. http://thoth3126.com.br/como-o-voo-malaysia-mh17-foi-derrubado-por-missil/

Permitida a reprodução desde que mantida formatação original e mencione as fontes.

thoth-escribawww.thoth3126.com.br

3 Responses to Militares derrubaram voo MH17 da Malaysia na Ucrânia

  1. George

    A verdade começa a aparecer. Provavelmente os caças atiraram no avião julgando que fosse o do Presidente Putin.

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