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Mudancas climaticas: Groenlandia sofre DEGELO EXTREMO.

Posted by on 17/06/2013

 GROENLÂNDIA Sofre DEGELO EXTREMO.

Os pesquisadores ainda não determinaram se este extenso evento de descongelamento afetará o volume global de perda de gelo neste Verão (hemisfério norte) e contribuirá para a elevação do nível do mar. “O gelo da Groenlândia é uma vasta área com uma história variada de mudanças.

Este evento, juntamente com outros fenômenos naturais, mas incomuns, como o grande evento da quebra da plataforma de gelo da semana passada no Glacier Petermann, são parte de uma história complexa”

“Ao entardecer, dizeis: haverá bom tempo porque o céu está rubro. E pela manhã: hoje haverá tempestade porque o céu esta vermelho-escuro. Hipócritas ! Sabeis, portanto discernir os aspectos do céu e não podeis reconhecer  OS SINAIS DOS TEMPOS?  Mateus 16: 2 e 3

The Guardian

Tradução e imagens: Thoth3126@gmail.com

http://www.guardian.co.uk/

Satélites registram degelo recorde na superfície da Groenlândia.  A NASA estima que 97% da camada superior de gelo chegou a derreter. O Índice é tão alto que especialista da agência surpreso questionou se era “mesmo” real.

Greenland Por vários dias do mês de julho de 2012, a superfície da cobertura de gelo na Groenlândia derreteu em uma área maior do que em qualquer momento em mais de 30 anos de observações de satélite. Quase toda a cobertura de gelo da Groenlândia, a partir de suas margens costeiras finas e baixas até o seu centro de 3.200 metros de altitude, experimentou algum grau de derretimento em sua superfície, de acordo com medições de três satélites independentes analisadas pela NASA e cientistas de universidades. Em média, no verão, apenas cerca da metade da superfície da capa de gelo da Groenlândia naturalmente se derrete. 

Em locais de altitudes elevadas, a maioria da água que descongela rapidamente recongela nesses lugares. Perto da costa, parte da água do gelo que derreteu é retida pela capa de gelo e o resto é perdido para o oceano. Mas este ano o grau de derretimento do gelo em ou perto da superfície aumentou enormemente. De acordo com os dados de satélite, em estimados 97% da superfície da cobertura de gelo se descongelou, em algum momento agora em meados de Julho.

Os pesquisadores ainda não determinaram se este extenso evento de descongelamento afetará o volume global de perda de gelo neste Verão (hemisfério norte) e contribuirá para a elevação do nível do mar. “O gelo da Groenlândia é uma vasta área com uma história variada de mudanças. Este evento, juntamente com outros fenômenos naturais, mas incomuns, como o grande evento da quebra da plataforma de gelo da semana passada no Glacier Petermann, são parte de uma história complexa”, disse Tom Wagner, o gerente de programa criosfera, da NASA, em Washington. “As observações de satélite estão nos ajudando a entender como os eventos como estes podem se relacionar entre si, bem como para o estudo mais amplo do sistema climático.” 

A geleira de Petermann(Glacier) se quebra em 16-17 Julho de 2012 e desliza em direção ao mar ao longo da costa noroeste da Groenlândia, terminando em uma língua de gelo (Iceberg) gigante flutuante. Como outras geleiras que terminam no oceano, a de Petermann periodicamente produz imensos icebergs. Um iceberg enorme, ou ilha de gelo, partiu da geleira de Petermann em 2010. Agora, quase dois anos depois, um outro grande pedaço de gelo se rompeu livre. O Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer, ou MODIS, pelo satélite AQUA da NASA observou o parto do novo iceberg.  AQUA é um satélite de órbita polar, e faz várias passagens sobre as regiões polares cada dia. Crédito da imagem: NASA

O pesquisador Son Nghiem do JPL-Jet Propulsion Laboratory da NASA, em Pasadena, Califórnia, estava analisando os dados de radar do satélite Oceansat-2 da Indian Space Research Organisation (ISRO) na semana passada quando ele percebeu que a maior parte da Groenlândia parecia ter sofrido derretimento da cobertura do gelo da sua superfície em 12 de julhoSon Nghiem disse: 

Este fato era tão extraordinário que no começo eu questionei o resultado: fiquei em dúvida se era real ou se era devido a um erro de dados?

Nghiem com Dorothy Hall, consultou o Goddard Space Flight Center da NASA  em Greenbelt, Maryland. Dorothy Hall estuda a temperatura da superfície da Groenlândia usando o Moderate-Resolution Imaging Spectroradiometer (MODIS) nos satélites TERRA e AQUA da NASA. Ela confirmou que o MODIS mostrava temperaturas excepcionalmente altas para a época e que o descongelamento era muito extenso sobre a superfície de gelo. Thomas Mote, climatologista da Universidade de Georgia, em Athens, Ga, e Marco Tedesco da City University de Nova York também confirmaram o mesmo derretimento visto pelo Oceansat-2 e MODIS com dados passivos de microondas via satélite a partir do Imager Especial Sensor Microwave / Sounder pelo satélite meteorológico da Força Aérea dos EUA.

O derretimento da capa de gelo se espalhou rapidamente.  Mapas do descongelamento foram gerados a partir dos três satélites e mostraram que em 8 de julho de 2012, cerca de 40% da superfície da camada de gelo havia derretido. Em apenas mais quatro dias, em 12 de julho de 2012, 97% do gelo já haviam derretido.

Este extremo e inédito evento de derretimento coincidiu com uma forte massa de ar quente, ou uma cúpula de calor, sobre a Groenlândia. Essa massa de ar quente foi uma de uma série que tem dominado o clima da Groenlândia desde o final de maio. Cada onda de calor sucessiva tem sido mais forte do que a anterior, disse Mote. Esta última massa de calor começou a se mover sobre a Groenlândia em 8 de julho, e depois estacionou sobre a camada de gelo por cerca de três dias. Em 16 de julho já tinha começado a se dissipar. 

Mesmo a área ao redor da Summit Station no centro da Groenlândia, que fica 3.200 metros acima do nível do mar e está perto do ponto mais alto da cobertura de gelo, mostrou sinais de derretimento. Tal  pronunciado derretimento de gelo nesta altitude e em toda as demais camadas de gelo não ocorria desde 1889, de acordo com pesquisas de núcleos de gelo analisados por Kaitlin Keegan no Dartmouth College em Hanover, NH. A estação meteorológica do NOAA-National Oceanic and Atmospheric Administration,  em Summit Station confirmaram que ar quente pairava acima ou dentro de um grau de congelamento durante várias horas em 11-12 julho.

“Os núcleos de gelo de Summit Station mostram que os eventos de descongelamento deste tipo ocorrem uma vez a cada 150 anos em média. Com o último acontecimento, em 1889, este evento estaria acontecendo na hora certa”, diz Lora Koenig, uma glaciologista do Goddard Space Flight Center da NASA e um membro da equipe de pesquisa de análise dos dados de satélite. “Mas se continuarmos a observar eventos de descongelamento como este nos próximos anos, será preocupante.” 

A Imagem abaixo mostra a extensão da superfície de gelo derretida sobre a cobertura de gelo da Groenlândia em 8 de julho (à esquerda) e em 12 de julho (direita). As medições de três satélites mostraram que em 8 de Julho, cerca de 40% da cobertura de gelo tinham sido submetidos a descongelamento na ou perto da superfície. Em poucos dias, o derretimento tinha dramaticamente se acelerado e se estimava que 97% da superfície da cobertura de gelo havia derretido em 12 de julho. Na imagem, as áreas classificadas como “provável derretimento” (rosa claro) correspondem aos locais onde, pelo menos, uma fusão de superfície por satélite foi detectado. 

As áreas classificadas como “derretimento” (rosa escuro) correspondem aos locais onde dois ou três satélites detectaram o derretimento do gelo da superfície. Os satélites fazem medição em diferentes propriedades físicas e em escalas diferentes e passam sobrevoando por cima da Groenlândia em horários diferentes. Como um todo, eles fornecem uma imagem de um evento extremo de derretimento da cobertura de gelo, um fato sobre o qual os cientistas estão muito seguros.  

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A extensão da superfície derretida sobre a cobertura de gelo da Groenlândia em 08 de julho de 2012 (esquerda) e 12 de julho de 2012 (direita). As medições de três satélites mostraram que em 8 de Julho, cerca de 40% da cobertura de gelo tinham sido submetidos a descongelamento na ou perto da superfície. Em poucos dias, o derretimento tinha dramaticamente acelerado para (espantosos) 97% estimados da superfície da cobertura de gelo havia derretido em 12 de julho. Na imagem, as áreas classificadas como “provável derretimento” (rosa claro) correspondem aos locais onde, pelo menos, um derretimento da superfície foi detectado por satélite. As áreas classificadas como “derretimento” (rosa escuro) correspondem aos locais onde dois ou três satélites detectaram o derretimento da superfície. Crédito das imagens: Jesse Allen, NASA Earth Observatory e Nicolo E. DiGirolamo, SSAI e Criosfera Laboratório de Ciências.

Mais informações em: http://thoth3126.com.br/uma-visao-pessoal/http://thoth3126.com.br/mudanca-nos-polos-magneticos-a-ciencia-se-dobra-as-profecias/http://thoth3126.com.br/a-terra-esta-a-beira-de-grandes-mudancas/ http://thoth3126.com.br/amas-a-anomalia-magnetica-sobre-o-brasil/

http://www.dailygalaxy.com

Permitida a reprodução desde que mantido na formatação original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br

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