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Mudanças Climáticas: Período de 2001/2011 foi o mais quente desde 1850

Posted by on 11/01/2014

Década de 2001-2011 foi A MAIS QUENTE desde 1850

A década de 2001-2011 foi a mais quente desde 1850 em todos os continentes do globo, divulgou a Organização Meteorológica Mundial (OMM), organismo pertencente à Organização das Nações Unidas. 2010 foi o ano em que se registaram as temperaturas mais elevadas.

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Catarina Osório com AFP – Organização Metereológica Mundial – OMM

Fonte: http://noticias.sapo.pt/

A temperatura média durante a década de 2001-2011 foi de 14,46 graus, contra 14,25 graus em 1991-2000 e 14,12 graus em 1981-1990. Estes valores referem-se à temperatura média na superfície da Terra, incluindo terra e mar.

Estes dados fazem parte de um relatório cujas primeiras conclusões foram divulgadas esta sexta-feira, e que serão publicadas em sua totalidade durante o ano de 2012.

Segundo a OMM (Organização Meteorológica Mundial)essa década ficou também marcada por fenómenos extremos, como inundações, secas, furacões, e vagas de frio e de calor. O ano de 2010 foi o ano mais quente observado desde 1850. Verificou-se uma média de 14,53 graus seguida de perto por 2005 (14,51 graus).

Em 2003, uma onda de calor afetou a Europa e em 2010, uma outra afetou a Rússia, com consequências catastróficas. “Milhares de pessoas morreram, e as regiões afetadas enfrentaram incêndios florestais devastadores”, aponta o estudo.

A OMM lembra ainda as inundações de 2001 e 2005 na Europa de Leste, as de África em 2008, e as do Paquistão e da Austrália em 2010.

Quase metade dos países estudados pela organização durante esta década (48 de 102) declararam que os recordes de calor absolutos foram registados no período entre 2001 e 2011.

“As mudanças climáticas aceleraram durante esta década”, afirma a OMM, acrescentando que o “ritmo de aquecimento desde 1971 é notável”. Fenômenos atmosféricos como o La Niña “arrefeceram temporariamente o clima em alguns anos”, mas não foram suficientes para interromper “a tendência geral do aquecimento da Terra”.

A Antártica está derretendo a um ritmo mais rápido do que se imaginava. O alerta é de um estudo realizado pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), em colaboração com mais de mil especialistas sobre as regiões polares do planeta.

As Geleiras na Antártica estão derretendo mais rápido.

A consequência será a elevação sem precedentes dos oceanos a níveis nem mesmo previstos pelo Painel Internacional sobre Mudanças Climáticas (IPCC). Mais de 200 milhões de pessoas que vivem em regiões costeiras poderão sofrer. Outro foco de preocupação é a de perda de gelo na Groenlândia e o derretimento das águas do Ártico.

Segundo o organismo, “a diminuição constante da camada de gelo da Antártida” é uma das principais características da evolução do clima nos últimos dez anos. Durante os últimos anos, a região do Atlântico Norte foi fortemente afetada por ciclones intensos. O furacão Katrina de 2005 foi um dos mais devastadores de que há memória nos EUA, com um balanço de 1800 mortos.

Em 2008, o furacão tropical Nargis provocou a morte de mais de 70 mil pessoas em Myannmar (antiga Birmânia). “É a pior catástrofe natural que  Myannmar já conheceu e o ciclo tropical mais letal de toda a década”, concluiu o estudo.

Catarina Osório com AFP

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e a citação das fontes.

www.thoth3126.com.br

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