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A Verdadeira historia de Jesus Cristo

Posted by on 29/11/2016

A Verdadeira historia de Jesus Cristo (Sananda)

Meus amados, Eu Sou Sananda. Minhas bênçãos e graças para todos vocês. Esta noite quero passar um tempo com minha família (todos voces que me ouvem e  leem as minhas palavras) e falar um pouco da minha vida, ressaltando que, na verdade, ela também é a vida de vocês. Como vocês, meus queridos, eu também fui uma criança que tinha uma espécie de véu. Mas era uma criança diferente. Como muitos de vocês, sementes de estrelas, eu tinha pensamentos e sentimentos que nem podiam ser levados em consideração naquela cidadezinha, onde a maioria das pessoas se preocupavam apenas com coisas menores. Para falar a verdade, não éramos muito populares naquela pequena cidade.

Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

A Verdadeira historia de Jesus Cristo (Sananda)

Por  Ashtar-Athena

À medida que eu crescia e meus dons começavam a se expressar, muitas pessoas daquela cidade procuravam minha família e diziam: “Não sabemos o que fazer com esse seu filho, Yeshua. Talvez vocês devessem encurtar as rédeas dele. Ele fala de coisas que nossos filhos nunca ouviram falar. E dá um mau exemplo…” 

Mesmo assim, eu não conseguia refrear o poder do amor dentro de mim, a capacidade de ver além do véu e dentro dos corações da espécie humana, que eu parecia ter desde a mais tenra idade. Quando fui ao templo para pedir conselhos aos anciãos, eles também não conseguiram compreender o meu coração. Comecei a sentir, como vocês às vezes sentem, que eu não fazia parte daquilo e que havia algo errado comigo.  

A Jornada

 Certo dia, uma caravana estava passando por nossa vila. Eu gostava de ficar olhando as caravanas, talvez essa fosse a única emoção numa vida muito comum e monótona. Implorei ao condutor da caravana que me levasse com ele para as terras do leste, pois meu espírito me mandava buscar outras pessoas que tivessem um jeito parecido com o meu. Peguei uma carona, por assim dizer, na caravana e, com as bênçãos de meus pais, parti numa longa jornada de muitos meses, embora fosse um jovem com menos de quinze anos naquela época.

Acabei chegando à terra de Arya Vata, que vocês chamam HOJE de Índia. Reparei que havia muitos indivíduos cobertos de andrajos andando por lá, mas em seus olhos ardia o fogo do propósito, queimava o fogo da visão e da santidade. Fiquei com eles, sendo também tomado por um mendigo, um vagabundo, um andarilho sem vintém. Fui a muitas e muitas daquelas moradias, cavernas, ashrams (local de retiro, na Índia). Sentava-me e escutava. Ouvi inúmeros ensinamentos que, a meu ver, não pareciam verdadeiros. 

Eu os questionava e creio que não levou muito tempo, não fui bem-vindo, pois fazia as perguntas erradas. Eu perguntava: “Que ensinamento é esse que diz que se deve reencarnar sem parar? E se alguém errar o caminho é possível nascer como um verme ou um inseto ou um animal?” Esses não pareciam ser os ensinamentos do Pai. Procurei outras pessoas e fazia perguntas em qualquer lugar que eu fosse. Ninguém sabia as respostas; pareciam ter esquecido. Mas, de alguma maneira, os ensinamentos da Luz estavam gravados em minha alma.

Retirei-me para as imensas florestas e orei com todo o coração, pedindo orientação. Senti um redemoinho dentro de mim. Não conseguia explicar a paixão que às vezes tomava conta de mim, e eu estremecia de fervor por compartilhar o amor do Pai.

Tive várias experiências maravilhosas. Um dia, eu estava sentado numa área sagrada do Himalayasempre freqüentada pelos iluminados. Sentado na caverna, tive uma visão fortíssima e uma grande Luz apareceu para mim. Como muitos, passei a duvidar do que vira e comecei a me perguntar se não seria produto de minha mente ou alguma fantasia. Porém, o sentimento que eu havia experienciado não me abandonava. Ele me mandava prosseguir e compartilhar algumas das introvisões que eu tivera. 

Como costuma acontecer, um grande ser apareceu para mim e disse: “Meu filho, você está no caminho certoConfie em vocêDeus o escolheu para uma grande missão. Agora vá, e sorva profundamente do espírito. Nutra-se, pois logo chegará o momento em que você deverá voltar para sua terra natal. E, nesse momento, muita dor estará à sua espera. Mas em meio a essa dor, você será uma fonte de salvação para toda humanidade.” 

Em minha mente, pensei: “Como isso é possível? Sou uma pessoa simples. Sou estrangeiro nesta terra. Estes seres parecem tão mais sábios do que eu.” Mesmo assim, algo tocou numa corda do saber dentro de mim.

Fiz como o sábio sugeria: meditei, orei e jejuei. Conversei com os animais, com os pássaros e com as árvores. Comecei a sentir a presença de Deus. Por isso, quando eu caminhava pela Terra, mal ousava pisá-la com muito vigor, com medo de que pudesse ferir o rosto do amado senhor. Com o tempo, conforme fui amadurecendo em minha compreensão e aprofundando minha busca espiritual, tive a sensação de que, na verdade, havia sido chamado para uma grande missão. 

Começou a se erguer o véu que todos possuímos, quando chegamos aqui. Senti, em minha alma, que era meu destino ir para minha terra natal e, de algum modo, levar a Luz, pois as pessoas realmente haviam perdido a centelha da alegria, da reverência, do perdão e da benevolência. Tive uma experiência na qual me senti como alma de tudo que estava vivo. Senti como se a Luz de meu coração emitisse raios que conferiam Luz a tudo que existia. Às vezes, eu ficava vagando naquele estado como um louco.

Por fim, retornei à minha terra natal e, lá, eu de fato era um desajustado. Mas, agora, isso não parecia ter muita importância, pois a chama do propósito ardia em meu peito. A missão, que eu sabia ser minha, já me tocara. De início, falei com algumas pessoas simples. Muitas vezes riam e retiravam-se abruptamente no meio de meus discursos. Do mesmo jeito que vocês devem se sentir de vez em quando, eu me sentia tentado a voltar para a terra de Arya Vata (Índia) em meio aos santos, aos poucos iluminados que na verdade encontrei. Contudo, eu sabia que minha tarefa era levar a Luz para a terra em que eu nascera.  Aos poucos, comecei a encontrar uma ou duas pessoas que não me consideravam louco.

Passava algum tempo com elas, falando sobre muitas coisas, abrindo meu coração, esperando que elas passassem a sentir o fervor do amor que eu viera partilhar. Paulatinamente, vieram outras pessoas e trouxeram amigos. Depois de algum tempo, alguns realmente seguiam comigo. Unimo-nos como irmãos e irmãs para um único propósito: levar a mensagem do amor e da graça de Deus. Novamente, o número dos que vinham para escarnecer e zombar era bem maior do que o número dos que vinham para escutar. Como vocês, às vezes sentia-me cansado. Perguntava-me se, de algum modo, havia entendido mal aquele chamado para uma missão. 

Decodificando A Missão

Inúmeras vezes eu parava e dizia a mim mesmo: “Não posso deixar de falar o que está em meu coração”. Por isso, eu falava. E creio que isso causou muitos problemas a várias pessoas, pois o que eu falava não tinha nada a ver com os ensinamentos que elas estavam acostumadas a ouvir. Essas pessoas questionavam e duvidavam de minha autenticidade e me repreendiam. Muitas vezes fui preso pelas autoridades por causa de algum propósito maquinado, só para me segurarem e para que eu ficasse calado por um ou dois dias. 

Mas como não encontravam nenhum motivo para me deter, eu acabava libertado e partilhava de novo a minha mensagem. Comecei a ter recordações, creio que as posso chamar assim, de ter saído de outro lugar para vir a este mundo. Comecei a me lembrar de que tinha estado aqui como um espírito voluntário, acho que seria assim que vocês diriam atualmente. E comecei a decodificar minha missão. Com a decodificação, veio uma capacitação que eu jamais conhecera antes.

Às vezes eu permanecia no deserto e observava o céu e as estrelas, sentindo como se tudo aquilo que existia tivesse explodindo do meu coração em êxtase e amor. Parecia um louco, apaixonado pelo propósito, com um entusiasmo impetuoso. O entusiasmo era tão contagiante que passou a ligar-me a algumas pessoas que começaram a enxergar a visão e também a decodificar a missão. Juntos, encontramos e fundamos um bando de renegados, creio eu.

Muitas vezes precisávamos nos esconder nas cavernas, nas montanhas e na vastidão do deserto para escapar às pedras que os outros costumavam atirar em nós. De vez em quando era difícil conseguir alimentos, pois não éramos bem-vindos na maioria dos lugares. Tornamo-nos conhecidos como desordeiros e agitadores e como uma ameaça aos ensinamentos e comandos consagrados. Sentia-me como vocês devem se sentir às vezes- desencorajado. 

Devo confessar que não foram poucas às vezes em que chorei.

Perguntei ao Pai: “Por que eu? Por que eu? Não tenho a força. Não tenho a sabedoria. Não tenho o poder suficiente para enfrentar a ignorância desenfreada destes tempos”. “Creio que as pessoas mais atraídas por mim também eram párias, renegadas, aquelas que não possuíam boa reputação. Eu também adquiri uma péssima reputação, pois gastava meu tempo com essas pessoas. Descobri que, apesar de seu comportamento exterior, elas possuíam corações generosos e abertos à mensagem de Deus e ao amor Dele.

Comecei a decodificar mais a fundo, e ao fazer isso, todo o vestígio de dúvida começou a desaparecer. Passei a ter o conhecimento, vindo de uma profundeza que eu não conseguia explicar, de que aquilo que eu fazia e ensinava era a verdade. À medida que esse conhecimento começou a verter por cada poro de meu ser, passou a chegar cada vez mais gente para me escutar. Em determinado momento, tinha tantos seguidores que era realmente uma ameaça aos poderosos daquela época. Tornei-me consciente, pois minhas habilidades de telepatia, assim como meus outros dons, começaram a aumentar. Descobri que algumas pessoas pareciam se curar na minha presença. Às vezes, eu era chamado às pressas para colocar minhas mãos sobre certos indivíduos. 

Várias coisas maravilhosas aconteceram pelo poder do Pai dentro de mim. Muitas vezes eu dizia a essas pessoas: “ Por favor, não comentem nada a esse respeito. Apenas voltem para casa e desfrutem de sua boa saúde”. Mas, obviamente, como é típico das pessoas, elas comentavam. Os rumores, o escândalo e os mexericos cresceram a tal ponto que desejei, com todo o coração, fugir para as montanhas e esquecer tudo aquilo.

Inúmeras vezes eu parei e disse a mim mesmo que realmente possuía uma mensagem que precisava ser divulgada. Lembrei de minhas experiências com os sábios no Himalaya. Comecei a ter visões (vocês poderiam chamá-las de precognições ). Previ que eu seria severamente perseguido e que sofreria um destino que já se repetira centenas, talvez milhares de vezes naquela época, e que iria acontecer a mim também: a crucificação. Eu sentia medo, como vocês sentiriam. Perguntei-me se a minha mensagem era tão importante a ponto de eu dar minha vida por ela. Orei, chorei e pedi orientação.

A orientação era sempre a mesma: “Você veio para se desincumbir de uma grande lição que será escrita em eras que ainda estão por vir. Sua vida simples e todas as coisas que você está partilhando agora serão como uma Luz para toda a espécie humana.”

Tive uma série de experiências naquele momento, quando estava descansando e imaginava ou sentia presenças recobertas por mantos ao redor do meu leito. Com freqüência, as visões se desvaneciam rapidamente quando eu despertava, e não conseguia retê-las por completo em minha mente. Mas comecei a sentir como se o Pai houvesse enviado acompanhantes para caminhar comigo. Eu também tinha visões estranhas, nas quais parecia estar lá fora, entre as estrelas. Não conseguia explicar isso. Sentia como se estivesse navegando na imensidão do céu. Cada vez que eu tinha essas experiências, sentia-me mais encorajado e seguro quanto ao meu chamado.

Quando, finalmente, tive uma precognição e vi que muito em breve eu seria mesmo levado, ergueu-se dentro de mim um espírito de coragem, de força, de paciência, que só consigo imaginar como uma dádiva do Pai. Quando vocês passam por momentos de grande coação, de grande tragédia, não notam também que um espírito igualmente grandioso se eleva dentro de vocês? Comigo também foi assim. 

Uma Merkabah de Luz

Embora eu soubesse que essas pessoas que estavam contra mim não poderiam ser dissuadidas, não importando o que eu dissesse ou fizesse, também sabia que devia concordar. Eu até sabia que alguns de meus seguidores não me seriam fiéis, se dispersariam e logo esqueceriam o que eu lhes havia ensinado. Vi também, em seus futuros, vidas que seriam gastas em sangue derramado na terra. Era como se os véus se tivessem erguido e eu visse o futuro nitidamente. Eu não queria vê-lo. Desejava com toda minha alma que fosse possível mudar o curso do futuro. 

Eu Era Verdadeiramente A Luz

Talvez fosse minha imaginação febril. Às vezes, eu não me sentia bem. Sofria de indisposição no estômago e no trato intestinal. Ocasionalmente, isso era acompanhado de febre, Eu pensava: “Talvez seja meu cérebro febril que cria estes pensamentos.” Mas o amor em meu coração e o sentimento de proximidade a Deus, o Pai, era tudo que eu possuía como ponto de referência mais forte.

Quando fui detido e encarcerado, voltei a pensar com cuidado. Como um moribundo, em certo sentido, minha vida inteira passou diante de minha mente. Mas junto com isso vieram, de novo, as visões daqueles que pareciam vir a mim durante a noite e, novamente, as visões de minha estada nas estrelas. Convenci-me de que eu era daquelas estrelas, de que eu possuía um mundo, muito distante, do qual (Síriuseu viera para esta Terra. Essa visão começou a tomar conta de mim com fervor e, assim, comecei a perceber que não importava o que eles fizessem ao meu corpo, eu não era aquele corpoEu era verdadeiramente a Luz que eu tinha visto fluindo da minha essência para todas as coisas

Depois, fui levado a julgamento e, mais uma vez, aquele poderoso espírito ergueu-se dentro de mim. Só que desta vez ele era tão inexorável, tão ardente, tão apaixonado pelo propósito, que não importava o que me dissessem, era como se visse através do celofane. Conseguia ver claramente e distinguir seus corações. E o que me encorajou muito foi que também consegui ver o futuro deles, ver o momento em que esses corações finalmente se abririam e se libertavam do cativeiro da negatividade.

E assim, mantive-me firme, pode-se dizer, em meditação e oração, fortificando meu espírito, pois sabia que meu tempo na Terra estava chegando ao fim. Percebi, de fato, que iriam me crucificar da maneira mais cruel que pudessem, pois eu dissera várias coisas enquanto estivera em estado de êxtase divino, o espírito fala através da pessoa, não se pode refrear os lábios. 

Cristo-luz-em-movimento

Tudo Parecia Um Sonho

Finalmente, como vocês tem conhecimento em suas histórias, fui de fato levado e posto na cruz. A coisa boa que tenho a lhes dizer é a seguinte: quando aquele dia fatal chegou, eu havia me colocado num tal ponto de consciência, que para mim tudo parecia ser um sonho. Vi as multidões a meu redor. Ouvi o choro de meus companheiros e daqueles com os quais crescera e que havia amado. Vi a confusão e o medo em meus seguidores. Fiz tudo o que pude naqueles últimos momentos para elevar minha energia o mais alto possível para perto de Deus.

Quando me pregaram na cruz, ouvi, como num sonho, o eco das marteladas e nada senti. Não experienciei a mínima dor. Era como se eu estivesse fora de  meu corpo e observasse aquele corpo pregado lá, com os cravos enterrados em seus tornozelos e pulsos. Não conseguia me relacionar com ele como se aquele corpo fosse o meu. Parecia uma caricatura minha. Quando levantaram a cruz e a fixaram no pedestal, novamente eu parecia estar acima daquele corpo, sangrando e abatido, sem sentir nenhuma dor. 

Estava num estado de tamanha lucidez que conseguia ver claramente aquilo que o Pai me enviara para fazer. Eu sabia, embora às vezes fosse tentado a entrar numa consciência inferior e a julgar aquilo que acontecia ao meu redor, pois as pessoas me pareciam tão ilógicas, tão cruéis, tão ignorantes. Mas toda vez que sentia isso era arrastado para mais perto do meu corpo. Percebi que se permanecesse naquele estado de consciência, logo voltaria para aquele corpo e estaria experienciando a dor. Então, com muita concentração, mantive meus pranas, meus sopros vitais, na porção mais elevada de minha consciência. 

Vivi A Minha Visão

Aquele momento parecia se situar fora do tempo. Não experienciei uma passagem de tempo. Por fim, senti um espasmo abrupto em minha forma física. E dentro de meu corpo sutil, como se eu houvesse estado num balão amarrado a ele e alguém soltado a corda, de repente me senti muito livre e percebi que o corpo morrera. De certo modo, senti-me aliviado, como vocês estariam, pois sabia que não estava mais preso àquela forma, e estava realmente livre. 

Fiquei observando quando o corpo foi baixado da cruz e veio alguém, que eu amava muitíssimo e que vocês conhecem como José de Arimatéia, junto com minha amada mãe e outros, e levaram embora meu corpo, chorando. Senti-me muito pesaroso com a tristeza deles. Queria dizer a eles: “Não chorem por mim… Estou vivo. Estou bem. Não chorem. Fiz aquilo que fui chamado para fazer. Eu vivi a minha visão. O que mais se poderia pedir de mim?”

Fiquei olhando eles levarem o corpo e o colocarem na tumba, rolando uma grande pedra para fechar a entrada. Muitos profetas haviam falado de alguém que viria e romperia os grilhões da morte. Realmente, jamais pensei que fosse eu. Preciso lhes dizer a verdade. Nunca me ocorreu que os antigos profetas estivessem falando de minha vida. Quem sou eu? Um simples rapaz judeu. Nada tenho de especial… uma visão… um sonho… algumas experiências do Pai. 

Mas percebi que estava rodeado por aqueles mesmos seres maravilhosos que haviam me visitado à noite, só que desta vez estavam me chamando por outro nome. Estavam dizendo que eu precisava me desencumbir  de mais uma tarefa. Fiquei imaginando de que modo faria isso. E eles disseram: “Não tenha medo, estamos com você. Estaremos com você e o ajudaremos nessa grande incumbência. É que você… você foi escolhido para representar este grande mistério do futuro que está por vir.”

Fui instruído e ajudado por esses grandes irmãos a entrar em meu corpo, e foi como entrar em algo muito frio e pegajoso, algo muito instável e ferido. Instruíram-me detalhadamente sobre como gerar o fogo sagrado da transfiguração e da ressurreição. Em minha mente, uma lembrança distante voltou e, de repente, eu me lembrei de vidas passadas nas quais eu estivera numa grande escola de iniciação. Eu estivera num grande edifício que vocês conhecem hoje como a Pirâmide de Gizé. Naquela época, eu também estivera numa tumba semelhante. Como iniciado, eu conseguira realizar a viagem da alma a partir de minha forma inerte até me sentar nos Conselhos de Melchizedekna Estrela /Sol Sírius, na Constelação do Cão Maior. Aquele pensamento começou a tomar conta de minha mente e, à medida que realizava a decodificação de maneira mais completa, lembrei-me de como fazer isso.

Quando fui colocado de volta no corpo, meu espírito brilhou com propósito, com empenho apaixonado. Respirei, como eles haviam me instruído, concentrei-me em meus sopros vitais e fiz a poderosa essência de vida percorrer aquela forma. A forma começou a ter espasmos e a tremer. Começou a exalar um estranho odor que encheu a tumba. Experienciei uma chama ardendo por todo o meu ser e continuei meditando e respirando e difundindo, dispondo-me a voltar à vida.

Eu Sou A Vida Eterna

Bem, alguns de vocês tem uma noção geral do que aconteceu. Queria lhes contar minha experiência. Quando fiz aquilo, subitamente o corpo, por si mesmo, começou a se elevar da tumba. Tive uma experiência dupla, a de estar fora do corpo, olhando para o que acontecia, e a de estar dentro do corpo, simplesmente queimando com energia e Luz e poder. Descobrindo-me de certa forma espantado, de repente o corpo caiu na laje fria sobre a qual eu tinha sido colocado e a Fraternidade materializou-se na tumba comigo e disse: “Não tenha medo. Você pode fazer isso. Nós o ajudaremos. Uma vez mais, concentre-se em sua respiração. Respire. E seja a Vida Eterna.”

E eu repetia para mim mesmo: ”Eu sou a Vida Eterna.”

Quando respirei desta vez, meu corpo se metamorfoseou em Luz radiante de um modo pleno, total e completo. A próxima coisa de que me lembro é que fui de repente elevado pelos ares. Eu estava flutuando. Estava dentro de uma Luz selada. Depois, estava em pé num aposento circular com esses mesmos irmãos.

Disseram-me que minha visão estava quase completada. Eu fizera algo maravilhoso. À medida que falavam, minhas recordações foram voltando cada vez mais. Eu me lembrei deles, e me lembrei de que eles me haviam trazido e me colocado dentro do meu corpo quando eu era criancinha. Reconheci meu pai – ele fora um desses Grandes Anciãos – e minha mãe. E de repente senti-me como o ator de uma peça, que fica tão mergulhado na representação correta de seu papel que se esquece e perde de vista o fato de que, na verdade, tudo aquilo era um teatro. Fui elogiado e cumprimentado. Meu corpo foi regenerado e restaurado na companhia de meus Irmãos. Vi e entendi por que eu tivera aquelas visões de navegar pelas estrelas, pois, de novo, estava navegando por entre as estrelas numa nave de Luz maravilhosa (UMA Merkabah). 

Disseram-me para voltar à Terra, a fim de testemunhar e testificar a imortalidade de toda a humanidade. Eu estava estabelecendo um protótipo que seria consumado dali a milhares de anos. Aparentemente caí numa espécie de sono e, quando acordei, estava na Terra, sob uma grande tamargueira. Levantei-me e me perguntei se sonhara tudo aquilo. Meu corpo parecia bem, mas tinha algumas marcas. Quando observei as marcas, percebi que , de alguma maneira, fisicamente, eu de fato tivera aquela experiência.

Levantei-me e olhei ao redor. Vi que estava na área onde estavam vivendo muitos dos que haviam me seguido, mas eu era como um fantasma. Ninguém parecia ver-me. Eu estava em outra dimensão. Falava em voz alta, mas ninguém me dava ouvidos.

Os Irmãos falavam dentro de minha mente, telepaticamente, e sugeriram novamente aquele mesmo respirar e a concentração de minha energia, dizendo que eu a levasse para as pernas e para os pés. Meu corpo estava um pouco dormente e eu continuava com a sensação de uma existência irreal. Dentro de alguns dias estabilizei-me e fui me encontrar com vários dos que haviam me seguido.

Eles mal conseguiam acreditar que eu era aquele que fora crucificado. Duvidaram de mim. Entrei, ceamos e bebemos suco de uvas. Comi carne de peixe. Permiti que eles tocassem meu corpo e vissem as chagas nos meus pés, no lado, nas mãos. Ainda havia cicatrizes e marcas em minha testa, deixadas pela coroa de espinhos. Chegou o amado José de Arimatéia, que era como um pai. Vocês sabem que meu próprio pai retornara à Fraternidade antes que eu atingisse a maioridade. Então, José disse: “- Venha, meu filho. É tempo de você retornar à Fraternidade de Luz, pois tem muito trabalho a fazer.”

Em seguida fomos para uma imensa floresta e lá nos sentamos em meditação, e comunguei novamente com o Pai. Disseram-me que eu devia ir de novo para as montanhas do Himalaia; lá a Fraternidade esperaria por mim. Eu tinha muito a fazer em muitos territórios estrangeiros. Vejam, minha mente estava de tal maneira que, novamente, como muitos de vocês, as dúvidas continuavam a surgir. Percebi que é por isso que a humanidade tem tantos problemas. A mente é de tal maneira que sempre duvida do miraculoso. Mas ao sentar-me com aquele ser bondoso e querido, que eu amava com toda a alma, comecei a me concentrar uma vez mais em meu propósito. De novo comecei a integrar as energias que inundavam meu ser.

Apareci para muitas pessoas naqueles tempos e algumas conseguiam me ver por causa de sua clarividência, algumas conseguiam me sentir, algumas não me viam de jeito nenhum. Subi uma colina e dois dos Irmãos vieram e cada um deles ficou de um lado. Àquela altura havia um pequeno ajuntamento, outra vez, daqueles que realmente sentiam minha energia e de fato experienciavam a maravilha que recaíra sobre mim. Tive novamente uma sensação de elevação, uma sensação de que a Luz me engolfava. Senti como se cada poro de meu ser estivesse inundado de Luz. Fiquei um pouco zonzo e desorientado e percebi uma voz muito profunda dentro de mim falar: 

“Eu Sou A Ressurreição. Eu Sou O Caminho. Eu Sou A Vida Eterna. E Embora O Homem Morra ou Pareça Morrer, Ainda Assim Ele Vive Em Mim”.

Perguntei-me de onde vinha aquela voz e sabia que era do Senhor Deus dentro de mim.

Outra vez, senti que eu subia, subia, subia, junto com os meus amados Irmãos e companheiros. E olhei para o alto e vi uma nuvem maravilhosa que novamente recebia a minha essência. Assim que parei naquela nuvem maravilhosa, achei-me de novo no aposento circular com meus Irmãos. Mais rápido do que pensamos, voamos para dentro da Fraternidade dos Mestres, para o que vocês chamam de Shambhala.

Lá, uma vez mais, dentro da secreta imensidão de seus rostos mais sagrados, encontrei um lar e um povo.

Vivia entre os imortais, descobrindo que eu também era imortal. E o sono de eras, os últimos vestígios dos véus necessários foram erguidos de meus olhos e conheci a mim mesmo, como eu sempre fora conhecido. Na companhia de meus Irmãos, de meus companheiros, aprendi a enviar meu espírito pelo mundo. Materializando-se em forma à vontade. Aprendi (para ser mais exato, talvez devesse dizer “reativei”) minhas capacidades de transcender o tempo, o espaço, a matéria, a dimensão. E atingi a plena consciência, o pleno conhecimento e a plena recordação.

Saí de lá e apareci a todos os remanescentes das Doze Tribos de Israel que, àquela altura, tinham se (suas almas) espalhado por todos os continentes e haviam se corporificado em diversas raças e diversos povos DIFERENTES

cristoeosmaias

Cristo pregando entre os MAIAS na América Central…

Cheguei-me a eles e com eles vivi. Passei-lhes os ensinamentos do reino de onde eu viera. Após haver partilhado minha essência durante muitos , muitos anos, finalmente percebi que era hora de me desfazer da vestimenta que eu usara sobre a Terra.

Então eu a tirei e a deixei, pois ela havia cumprido o seu propósito. Quando dei partida do veículo físico, eu estava à beira de um lago encantador. Acredito que, hoje, vocês chamam aquela terra de Kashemira (Hoje região da Índia na divisa com o Paquistão, onde existe um túmulo muito antigo de um homem santo venerado com o nome de Santo Issa ).

Uma vez mais, senti a presença dos Irmãos ao meu redor, uma vez mais fui erguido em Luz para uma espaçonave (Merkabah) maravilhosa de Luz. Soube, então, quando completei a missão daquela vida, que eu era comandante estelar daquela nave e que eu havia, pela força divina, conseguido a plena retirada do véu para encenar, como o ator de uma peça, o triunfo sobre a ilusão. Eu tinha de fazer isso a partir de dentro da ilusão, exatamente como vocês. 

Aquele estranho nome pelo qual me chamavam, que me soava tão estranhamente familiar, Sananda, é o nome pelo qual sou conhecido, e descobri que eu era filho de um grande Rei e de uma grande Rainha,  e que eu viera de uma poderosa linhagem de Kumaras. De fato, eu era Sananda Kumara. E mais, eu era uma multiplicidade de seres, um dos quais era chamado de Sanat Kumara, Sanaka Kumara e Sananda Kumara.

E assim, descobri dentro de mim que eu era mais do que jamais sonhara. Veio a mim, outra vez com grande assombro, o redescobrimento, a lembrança e o reinado de meu pleno conhecimento e de minha plena qualidade de ser. 

Compromisso Com A Libertação De Todas As Almas

Olhei para trás, na direção da Terra, e soube com toda minha alma que estava comprometido com a Ascensão e Liberdade de todas as almas daquele planeta. Fiz o firme Voto de que voltaria sempre, na verdade eu nunca iria embora, pois parte de minha essência permanecia em Shambhala, mesmo que eu vivesse nas espaçonaves. Com minha visão clarividente, previ a época em que todo um povo se elevaria em vida Eterna e na Luz mais gloriosa que vocês consigam imaginar, exatamente como eu me elevei, e proclamei a Glória de Deus e da Vida Eterna.  

Contei-lhes esta história porque queria chamar atenção para o fato de que, exatamente como vocês, eu estava toldado por véus, tinha uma vaga lembrança das minhas saídas do corpo. Eu decodifiquei. Despertei e escolhi cada passo do caminho.

Escolhi a graça, a confiança e o perdão, a gratidão e a exaltação de Deus Todo-Poderoso; e, além disso, escolhi o Amor.

Vídeo no Yutube sobre a Tumba de Jesus em Shrinagar, na Caxemira, Índia, produzido pela BBC Research Documentary de Londres  pode ser visto a seguir: 

Aquilo que eu fiz, continuamos a fazer agora, nesta era. Isto é maior do que o que eu fiz, porque vocês o estão fazendo em grupo. Vocês o estão fazendo por intermédio da Cooperação, numa camaradagem que eu não conheci na minha época. Por isso, Eu Os Saúdo e os Aplaudo e os Amo com toda a minha Alma. Publicado em Dezembro de 2012.

Fonte: http://www.ashtarcommandcrew.net/

Mais informações nos links:

  1. http://thoth3126.com.br/prova-de-que-jesus-era-casado-encontrada-em-papiro-antigo/
  2. http://thoth3126.com.br/esta-se-aproximando-a-hora-da-nossa-revelacao/
  3. http://thoth3126.com.br/os-anos-misteriosos-de-jesus/
  4. http://thoth3126.com.br/a-ajuda-de-nossos-irmaos-de-luz/
  5. http://thoth3126.com.br/federacao-galactica-e-a-hierarquia-espiritual/
  6. http://thoth3126.com.br/as-criancas-no-novo-milenio/
  7. http://thoth3126.com.br/frota-interestelar-da-federacao-galactica/

Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

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47 Responses to A Verdadeira historia de Jesus Cristo

  1. Cele

    Diante disso, a história bíblica de Jesus seria uma invenção?

    • Lucas

      Não uma invenção, mas uma interpretação errônea, fraudulenta e baseada em interesses da Igreja. Por que acreditar piamente numa Bíblia manipulada por humanos, quando espíritos elevados nos ditam a verdadeira história? Nem tudo que vemos podemos tomar como verdade absoluta! Nem a Bíblia (da forma como é hoje) nem este texto.

      • Thoth3126

        Bravo, caro Lucas, é isso mesmo, confie apenas em sua voz interior. Tudo que vem do exterior pode ou não nos ajudar a ouvir essa voz, o “som do silêncio”. Muita Luz e Paz.

        • Fabrício

          Se no mundo há energias boas e más emanadas pelo seres humanos, como confiar apenas na voz interior? E se ela for mau na essência? Jesus nos mostrou o seu real ser, a sua bondade, o seu amor e a sua promessa vindoura. Quando busco a minha voz interior, ela tem nome, JESUS. Quando sou grato a Deus eu tenho a quem agradecer, JESUS. Mas afinal quem é essa voz interior, essa energia a qual se refere? Energias são sempre emanadas por algo ou alguém.

          • Izue

            Você tem seu EU puro espiritual enterrado dentro de você, escondido atrás de mil véus e maquiagens do ego, da materia e do esquecimento que você é mais velho que seu corpo. E você também tem o estado de Cristo/Buda/Iluminado dormindo em você, todos temos. Esse seu EU divino dentro de você é uma consciencia mais velha que seu corpo, portanto mais sábia. Essa voz interior é seu mestre interior, seu eu superior te guiando. Todos somos feitos das fagulhas da alma de Deus, com possibilidade de evolução infinita. Somos jovens, num dos primeiros estágios da escada. Ouça o cristo dentro de você.

            Sou um leigo, sou um estudante, assim como todos vocês.

  2. Joaquim Caldas

    Acontece que Roma quem matou Jesus Cristo,nunca se arrependeu de seus feitos.Nunca Roma representaria à Jesus verdadeiro.Pra começar o nome Jesus nunca foi escrito inicialmente com a letra “J”,nem e hebraico,nem aramaico ou em algarismos romanos.Segundo od historiadores e nome correto é “Yashua”.I nome transcrito na Cruz I.N.R.I,queria dizer Jesus Nazareno Reis dos Judeus,assim,da forma como está escrito seu significado é puramente falso.Em hebraico seria: Y.N.R.Y. Roma fraudou um cristo só pra si.Na versão do Vaticano Jesus é filho de Lúcifer,o anticristo!!!!! E por trás de Lúcifer está Satanás. Lúcifer é e continua sendo um anjo da Luz,a estrela da manhã…

    • s

      Acontece que o nome terreno do cristo é Emanuel, segundo o anjo declarou na Anunciação. Acontece que quem desejou e manipulou o assassinato do cristo foram os judeus, servindo-se do governo romano então no domínio, dizendo que ele, o cristo, ‘desejava ser o rei dos judeus’. Naturalmente que os judeus não desejam também ‘impasses’ com os dominantes romanos e queriam fazer algo a respeito, pois some-se que o cristo abolia os ‘ritos judaicos’, tornando-se portanto ‘um dissidente’ perigoso. Poncio Pilatos não poderia permitir que isso, de ‘rei dos judeus’, verdade ou mentira, chegasse aos ouvidos de Cesar, que o cobraria por não fazer nada a respeito de quem desafiasse o domínio romano. Embora o cristo tivesse dito ‘meu reino não é deste mundo’, naturalmente que em questões ‘de política’ isso seria bastante pouco e então as medidas ‘politicas’, mediante a crucificação, foram tomadas pelos romanos.
      Cristo é chamado de ‘resplandecente estrela da manhã’ e o anjo decaido, satanás, meramente de ‘estrela da manhã’, mas não de ‘resplandecente’ estrela da manhã. A diferença está na palavra Resplandecente e igualmente na postura do cristo que manteve-se fiel e Deus, não tentando a Ele igualar-se. O próprio cisto várias vezes disse que ele era filho, apenas, e obediente ao Pai. Ora, quem obedece não é superior ou tenta ser igual, ou seja, não desafia; que foi justamente o que o anjo satanás fez. Ele era e foi dado à existência por Deus, assim como o cristo, como (um anjo) ‘de luz’ (Luci-fer), mas ‘decaiu e não não é mais ‘resplandecente’, como o é o cristo o é por ter sido fiel.
      Estrelas há que resplandecem, mas há as que não mais o fazem. Vide os exemplos que a própria astronomia fornece, inclusive.

  3. Miguel

    realmente muito boa essa história

  4. Laura

    Esse texto não faz parte das “Cartas de Cristo”?

  5. Cleydson

    Gostaria de saber quem canalizou a mensagem sobre o mestre Jesus, o dono(a) da página, pois está de parabéns. O texto sobre Jesus realmente causou um certo impacto (dúvida) na minha consciência, mas no final me senti envolvido numa paz de espírito e percebi que Jesus (ou Sananda) também foi igual a nós “com véu”, sentiu medo, dúvidas, tristeza, foi solitário, etc. Afinal ninguém nasce totalmente pronto e preparado, apenas se desenvolve a medida que encara as provações da vida.

    Muita Luz e Paz.

  6. millie

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  7. Roberto Camargo

    Gostaria de saber a fonte deste texto, se foi extraído de um livro, se foi uma transcrição espírita, se foi uma criação artística e literária própria ou o quê.
    Está de fato coerente com Notovitch, Roering e outros autores que abordaram o tema.
    Obrigado e saudações espíritas!!
    Roberto Camargo

  8. Adriel

    Encontrei esse mesmo texto em outro site, afinal de quem é a autoria? e se pegar algumas palavras chaves e possivel encontrar em outro sites.

    http://www.caminhosdeluz.org/a-219.htm

  9. alice

    Não senti em meu coração que essa história seja verdadeira, tenho dúvidas da veracidade de canalizadores. Jesus em Shambhala, nave espacial? Ele não precisa desses dispositivos físicos, Ele é muito mais que isso, Sua dimensão é de fato luz.
    Ora é casado com Madalena, ora veio de Sirius, ora morreu na Índia, ora na cruz, ora é Sananda, Michael. Acredito que ninguém sabe nada a Seu respeito, pois se quisesse que soubéssemos teria deixado algo escrito e não se manisfestaria por meio de canalização. Nada Dele ficou em forma material, apenas seus ensinamentos.

    • s

      Desculpe, mas a Biblia revela tudo sobre a vida do cristo. Basta checar com cuidado todos os profetas do AT e os relatores do NT. Tudo sem encaixa perfeitamente. Inclusive não foi observado aqui que o anjo, na Anunciação, disse a Maria: e o menino se chamará Emanuel. Portanto, o nome terreno do cristo é Emanuel. Não há em qualquer escritura essa menção, especialmente fora dos domínios romanos onde estavam os judeus de então, a menção desse nome. Portanto, algo que não ‘nomeie’ a pessoa, não está falando dela.

  10. Marcelo

    Thoth, muita gratidão por mais um material excelente que você dispõe. Eu acompanho seu site frequentemente, admiro seu conhecimento, vontade e devoção com o propósito evolutivo, pessoal e coletivo.

    Eu sinto que devo pedir que todos meditem sobre esse trecho da mensagem, eu o fiz, e muitos o devem fazer, seria grato se você o fizesse também, quem sabe poderia ter alguma importância especial no seu momento evolutivo:

    “Eu sabia, embora às vezes fosse tentado a entrar numa consciência inferior e a julgar aquilo que acontecia ao meu redor, pois as pessoas me pareciam tão ilógicas, tão cruéis, tão ignorantes. Mas toda vez que sentia isso era arrastado para mais perto do meu corpo.”

    Grato, que seus corações se encham de luz e paz.

    • Thoth3126

      Caro Marcelo, voce não faz ideia de como isso se manifesta de modos muito sutis. “ORAI E VIGIAI”, O ESFORÇO DEVE SER CONTÍNUO. Muita Luz e Paz.

  11. francisco pinto

    ISTO É A MINHA HISTÓRIA, A HISTÓRIA DA MINHA VIDA.

  12. Leitor

    No livro “O Caminho dos Essênios”, de leitura akashica, aborda brevemente porém de forma interessante essa passagem de Joshé pelos templos hindus qual o mestre se faz aluno e se descobre mestre. Ao deixar o templo agora é (re)conhecido como Jesus.
    Uma leitura muito esclarecedora.
    Lux et Pax

  13. Marcos Evangelista

    Irmãos, sabemos que a verdade de tudo está dentro de nós como Jesus, Sananda descobriu cabe a nós trilhar nossos caminhos para descobrirmos nossas verdades também. Senti em meu coração o amor e a presença do nosso amado Jesus e que sua história é verídica. Mais uma vez inspiramos nele nossas vidas para acharmos nosso caminho. Gratidão

  14. Ferdi

    Jesus e Deus e veio em carne e espírito de Deus.

  15. jean mailer mazarotto

    achei beatifico demais e forçado .. tudo bonito mas conta de forma que esse ser não sabia nem quem era .. vi outros texto da fraternidade branca que fala o oposto disso .

  16. Gillena

    Eu não preciso saber que é verdade, eu só preciso sentir a verdade. E eu senti um imenso amor nessas palavras, cheguei a verter lagrimas pelo tamanho do amor que eu senti vindo delas.

  17. Renata

    Me sinto cada vez mais perdida, nessas histórias, no que acreditar?

  18. José

    Desenvolver o AMOR, universal e incondicional é o caminho, façamos isto, e sentiremos o que Jesus sentiu.

  19. Ademar Cappellari

    Muito esclarecedora a mensagem, no entanto vejo que muitos perguntam e questionam a realidade dos fatos, em princípio devemos ter a mente aberta a tudo, pode ser real como pode não ser, mas se procurarmos mais fontes de informação, procurarmos ler muito mais sobre o assunto, veremos que toda a realidade em que vivemos é uma ilusão, gigantesca ilusão, eu creio em tudo e desconfio de tudo, faço sempre um balanço das coisas que nos permeiam e a partir desse permear consigo ver mais longe, sendo ou não real, assim sendo consigo uma visão ampla de todas as coisas, e, seguindo o assunto, deixo uma frase dita por Isaac Newton: O que conhecemos é uma gota de água, o que ignoramos é um oceano…..somos tão pequenos. Esse texto acredito estar dentro do Evangelho de João, vale a pena ler e sorver desse conhecimento. Abraços a todos que por aqui passam.

  20. Dani

    Eu Sou a Ressurreição e a Vida!
    Maravilhoso!

    Acho que esse vídeo complementa um pouco esses conceitos! Muito bom.

    https://www.youtube.com/watch?v=uPGXSKlNfJc

  21. Cassia

    A História é muito linda e senti muito amor, mas fica a dúvida, coloca Jesus de forma muito humano, ele é um espírito da 12a.dimensão, então não sei se sentiria medo, ou qualquer outro sentimento que não fosse positivo.
    Que ele não sofreu as dores da Crucificação isso eu já sabia e isso acredito, por que um ser iluminadíssimo que esteve aqui cumprindo sua missão passaria por isso?
    Já ouvi até dizer que Jesus foi resgatado por uma nave no momento da Crucificação.
    Já ouvi até que Jesus tinha um irmão gêmeo e foi Judas e ele quem foi crucificado no lugar de Jesus. De qualquer forma ele não passou por essas dores. Quem sabe um dia tudo nos será revelado. Como disseram, a Bíblia foi escrita por homens e traduzida por outros tantos, então sinceramente não é uma fonte 100% confiável. Luz e Paz pra todos. Gratidão pelo texto.

  22. NILTON JOSÉ GUEDES

    Gostei do que você escreveu IZUE. Creio que está no caminho certo. Como espiritualista, acredito em tudo que vem dos nossos irmãos espíritos ( dos bons espíritos, lógicamente. Creio que podemos crer na história de JESUS, pois dificilmente alguém nos contaria coisas sobre sua vida que só ele sabe. É lendo que se aprende.

  23. Vani

    O que Jesus foi e é,todos sabemos,ele veio trazer luz a esta vasta escuridão,o que eu gostaria mesmo é de saber,quem é o Pai ? Se trata do Deus da bíblia?

  24. Ivani Medina

    Essa história precisa ser estudada fora da caixa, no sentido mais amplo. Material para tanto existe, é só ter paciência para checar.

    http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/paguei-pra-ver

  25. Ivani Medina

    Por que a história é muda quanto o alegado cristianismo do século I, enquanto os historiadores cristãos são tão falantes a esse respeito?

    http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/paguei-pra-ver

  26. Rui Sousa

    Olá 🙂
    Queria agradecer de todo o meu Coração e Ser pela texto tão belo e enriquecedor que partilharam.
    Normalmente verifico sempre as fontes, porque gosto de me informar com conteúdos credíveis, neste caso, não me preocupo pois ressoou no meu Coração e Sei que é verdade, não digo verdade absoluta, mas Verdade.
    Muito Grato.
    Que Deus esteja convosco

  27. Wagner Silva

    Não creio que Jesus fora crucificado, nem morto. Ele, como Maria sua mãe, além de outros, não poderiam passar experiência da morte física, para que não fizessem parte da “roda de encarnações”(prisão) assim como nós hoje nos encontramos presos (pelo menos até 21 de dezembro de 2012).

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