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O Livro perdido de Enki – 9ª Tabuleta

Posted by on 08/05/2016

Livroperdidode-EnkiO Livro Perdido de ENKI – The Lost Book of Enki– Memórias e profecias   de um ”deus  extraterrestre: 

Faz cerca de 435.000 anos que astronautas de outro planeta e sistema solar chegaram à Terra em busca de ouro. Depois de aterrissar num dos mares da Terra, desembarcaram e fundaram Eridú, “Lar na Lonjura”. 

Com o tempo, o assentamento inicial se estendeu até converter-se na flamejante Missão Terra, com um Centro de Controle de Missões, um espaçoporto, operações de mineração e, inclusive, uma estação orbital em Marte. Este livro conta a história desta saga extraterrestre, contada pelo próprio Enki.

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

O Livro Perdido de ENKI – The Lost Book of Enki– Memórias e profecias   de um ”deus  extraterrestre

http://www.bibliotecapleyades.net

Partes anteriores em

  1. http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki/
  2. http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-atestado/
  3. http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-primeira-tabuleta-parte-1/
  4. http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-primeira-tabuleta-parte-2-final/

Sinopse da Nona Tabuleta

  1. A Humanidade prolifera; a linhagem de Adapa serve como realeza.
  2. Desafiando a Enlil, Marduk se casa com uma mulher Terrestre.
  3. Transtornos celestiais e mudanças climáticas afetam a Lahmu (Marte).
  4. Os Igigi descem à Terra, tomam a mulheres Terrestres e se casam.
  5. O promíscuo Enki engendra (mais) um filho humano, Ziusudra.
  6. Secas e pestes causam sofrimentos na Terra.
  7. Enlil vê a situação como uma retribuição pelo fado, quer voltar para casa, Nibiru.
  8. Ninmah, envelhecida pelos ciclos da Terra, também quer voltar.
  9. Um emissário misterioso de Nibiru lhes adverte que não desafiem o seu destino.
  10. Aumentam os sinais da iminência de uma calamidade na Terra, a chegada do Dilúvio.
  11. A maioria dos Anunnaki começa a partir da Terra para Nibiru.
  12. Enlil impõe um plano para deixar que a Humanidade pereça.
  13. Enki e Ninmah começam a preservar as Sementes de Vida da Terra.
  14. resto dos Anunnaki se prepara para o Dia do Dilúvio.
  15. Nergal, Senhor do Mundo Inferior, tem que dar o aviso.

A NONA TABULETA

Nos dias do Lu-Mach, Marduk e os Igigi se casavam com as Terrestres. Naqueles dias, as tribulações eram crescentes na Terra, naqueles dias, Lahmu (Marte) estava envolto em pó e aridez. Os Anunnaki que decretam os fados, Enlil, Enki e Ninmah, se consultaram entre si. Perguntavam-se o que é que estava se alterando na Terra e no Lahmu (Marte). Tinham observado explosões (n.t. emissão de flares solares? como atualmente?) no Sol, havia alterações nas forças da rede (campo eletromagnético) da Terra e do Lahmu (Marte).

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No Abzu, na ponta (no sul do continente africano), em frente à Terra Branca (n.t. A Antártica, também nos dias de hoje a NASA instalou um telescópio próximo ao polo sul…)instalaram instrumentos de observação; os instrumentos ficaram a cargo do Nergal, o filho de Enki, e de sua esposa Ereshkigal. Ninurta foi atribuído à Terra além dos Mares para estabelecer um Enlace Céu-Terra nas montanhas.

No Lahmu (Marte), os Igigi estavam inquietos; a Marduk foi dada a tarefa de pacificá-los. Até que saibamos o que está causando as tribulações, deve manter a estação de passagem em Lahmu (Marte)! Assim disseram os líderes a Marduk. Os três que decretam os destinos consultaram entre si; olharam-se uns aos outros. Como estamos velhos! Pensou cada um sobre o outro. Enki, que chorava a morte de Adapa, foi o primeiro em falar. Já se passaram mais de cem Shars  (mais de 360.000 anos da Terra) desde que cheguei!, disse a seu irmão e a sua irmã. Eu era então um galhardo líder; agora, estou com barba, cansado e velho! Eu era um herói entusiasta, disposto à chefia e a aventura!, disse depois Enlil.

Agora tenho filhos que têm filhos, todos nascidos na Terra. Temo-nos feito velhos na Terra, mas os que nasceram na Terra serão ainda mais velhos dentro de pouco tempo! Assim, lamentando-se, disse Enlil a seu irmão e a sua irmã. Quanto a mim, chamam-me de velha ovelha!, disse Ninmah tristemente. Enquanto que o resto esteve indo e vindo, tem estado fazendo turnos de serviço, nós, os líderes, ficamos para trás! Possivelmente chegou o momento de partir da Terra! Assim disse Enlil. Disto me estou acostumado a perguntar, disse-lhes Enki. Cada vez que um de nós três deseja visitar Nibiru, sempre nos chegam palavras de Nibiru para impedir que vamos para lá! Disso eu também me pergunto, disse Enlil: É um pouco de Nibiru, algo da Terra? Possivelmente tem que ver com as diferenças nos ciclos vitais, disse Ninmah.

Os três líderes decidiram observar e ver o que acontecia. Naquele momento, o assunto estava nas mãos do fado, ou seria do Destino? Por isso, aconteceu que, pouco depois, Marduk veio até seu pai Enki, desejava discutir com seu pai, Enki, uma questão de suma gravidade. Na Terra, os três filhos de Enlil tinham se casado: Ninurta tinha se casado com Bau, uma jovem filha de Anu; Nannar tinha eleito a Ningal, Ishkur tinha tomado Shala. Nergal, seu filho, tomou por casamento a Ereshkigal, neta de Enlil, ameaçando matá-la, arrancou dela seu consentimento. Por esperar meus esponsais, sendo seu primogênito, Nergal não esperou, os outros quatro, por deferência, estão esperando meus esponsais. Desejo escolher noiva, ter uma esposa é meu desejo! Assim lhe disse Marduk a seu pai, Enki. Suas palavras me fazem feliz!, disse Enki a Marduk. Sua mãe também se alegrará!

Marduk levantou a mão para que seu pai guardasse estas palavras ante a Ninki. É acaso uma das jovens que curam e dão socorro?, foi perguntar Enki. É uma descendente de Adapa, da Terra, não de Nibiru!, disse em um
suave sussurro Marduk. Enki ficou sem palavras, com o desconcerto no olhar; depois, pronunciou palavras incontroladas: Um príncipe de Nibiru, um Primogênito titulado para a sucessão, casar-se com uma mulher Terrestre?! Não uma Terrestre, a não ser tua descendente!, disse-lhe Marduk. É uma filha de Enkime, que fora arrebatada aos céus, seu nome é Sarpanit! Enki chamou a sua esposa Ninki, lhe contou o que ocorria com Marduk. 

Enki

Representação de Enki, o senhor das águas.

Marduk repetiu a Ninki, sua mãe, o desejo de seu coração, e disse: Quando Enkime veio comigo de viagem, e eu lhe estava ensinando sobre o céu e a Terra, presenciei com meus próprios olhos o que meu pai uma vez me tinha contado. Passo a passo, neste planeta, a partir de um ser Primitivo, criamos a outro ser como nós, a nossa imagem e semelhança é o Terrestre Civilizadoexceto pela longa vida que nós (de Nibiru) temos, o terrestre (que vive muito pouco tempo comparado a um deus Anunnaki) é como nós! Uma filha de Enkime cativou meu capricho, desejo me casar com ela! Ninki ponderou as palavras de seu filho. E a donzela, aprecia seu olhar?, perguntou a Marduk.

Na verdade que sim, disse-lhe Marduk a sua mãe. Esse não é um assunto para considerar!, disse Enki levantando a voz. Se nosso filho fizesse isto, nunca poderia ir até Nibiru com sua esposa, perderia para sempre seus direitos principescos sobre Nibiru! A isto respondeu Marduk com um sorriso amargo: Meus direitos sobre Nibiru são inexistentes, inclusive na Terra, meus direitos como Primogênito foram pisoteados. Esta é minha decisão: De príncipe a rei na Terra me converter, senhor deste planeta! Assim seja!, disse Ninki. Assim seja!, disse também Enki. Chamaram a Matushal, o irmão da noiva; falaram-lhe do desejo de Marduk.

Matushal se viu afligido, com humildade mas com alegria. Assim seja!, disse. Quando foi contada a Enlil essa decisão, ele encheu-se de fúria. Uma coisa é que o pai tenha relações sexuais com as Terrestres, mas outra muito distinta é que o filho se case com uma Terrestre, lhe concedendo o senhorio! Quando contou o assunto a Ninmah, ela ficou enormemente decepcionada. Marduk poderia casar-se com qualquer donzela das nossas, inclusive poderia escolher a qualquer de minhas próprias filhas, das que tive com Enki, poderia casar-se com suas meio-irmãs, como é o nosso costume real!. Assim disse Ninmah.

Com fúria, Enlil lhe transmitiu palavras sobre o assunto a Anu em Nibiru: Este comportamento foi muito longe, não se pode consentir!, disse Enlil  a Anu, o rei. No planeta Nibiru, Anu convocou seus conselheiros para discutir urgentemente o assunto. Não encontraram nenhuma norma sobre isso nos livros de normas. Anu convocou também aos sábios para discutir as conseqüências do assunto. Adapa, o progenitor da donzela, não pôde ficar no Nibiru!, disseram a Anu. Portanto, a Marduk terei que impedir de nunca mais retornar a Nibiru com ela! Inclusive havendo-se acostumado aos ciclos da Terra, a Marduk poderia lhe resultar impossível voltar, ainda mesmo que sem ela!

Assim disseram os sábios ao Anu; com isto coincidiram também os conselheiros. Transmita a decisão à Terra!, disse Anu: Marduk pode casar-se, mas já não será príncipe em Nibiru! A decisão foi aceita por Enki e por Marduk, Enlil também acatou a palavra de Nibiru. Celebre as bodas, e que seja em Eridú!, disse-lhes Ninki. No Edin, Marduk e sua esposa não podem ficar!, anunciou Enlil, o comandante. Façamos um presente de bodas a Marduk e a sua noiva, uns domínios para eles, longe do Edin, em outra terra! Assim disse Enki a Enlil. Enlil estava pensando se consentia que Marduk fosse enviado para longe. De que terra, de que domínios está falando?, disse Enlil a seu irmão Enki.

Uns domínios por cima do Abzu, na terra que chega até o Mar Superior, uma que está separada do Edin pelas águas, a que se pode chegar com embarcações! Assim disse Enki a Enlil. Assim seja!, disse Enlil. Ninki dispôs uma celebração de bodas no Eridú para Marduk e Sarpanit. Seus habitantes anunciaram a cerimônia a golpe de tambor de cobre, com sete pandeiros, as irmãs da noiva apresentaram à esposa. Uma grande multidão de Terrestres Civilizados se reuniu no Eridú, as bodas eram para eles como uma coroação. Também assistiram os jovens Anunnaki. Os Igigi do Lahmu (Marte) vieram em grande número. Vamos para celebrar as bodas de nosso líder, para presenciar uma união de Nibiru e da Terra! Assim explicaram os Igigi sua numerosa presença. 

Vem agora o relato de como os Igigi raptaram às filhas dos Terrestres, e das aflições que se seguiram e do estranho nascimento de Ziusudra. Grande número de Igigi vieram do Lahmu à Terra, só um terço deles ficaram no Lahmu, à Terra vieram duzentos (n.t. Os duzentos Anjos Caídos, os Filhos de Deus que casaram com as filhas dos homens)Para estar com seu líder Marduk, para assistir à celebração de suas bodas, foi sua explicação. Desconhecido para Enki e para Enlil era seu segredo: raptar as mulheres da Terra e ter uma união com elas era seu plano.

Desconhecido para os líderes na Terra, uma multidão de Igigi se reuniram no Lahmu, O que se permitiu a Marduk não  deveria ser proibido a nós!, diziam-se entre si. Basta de sofrimento e de solidão, de não ter tido descendentes!, era seu slogan. Durante suas idas e vindas entre o Lahmu e a Terra, às filhas dos Terrestres, as Mulheres Adapitas como lhes chamavam eles, os Igigi as viam e cobiçavam; e os conspiradores se diziam entre eles: Venham, escolhamos esposas de entre as Mulheres Adapitas, e engendremos filhos com elas! Um deles, Shamgaz (Semjaza) era seu nome, converteu-se em líder. Mesmo que nenhum de vós me siga, eu só farei a ação!, eles dizia a outros. Se se impor um castigo por este pecado, eu sozinho o assumirei por todos vós!

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Um a um, outros se uniram à trama, emprestaram juramento de fazê-lo juntos. Para as bodas de Marduk, duzentos deles descenderam no Lugar de Aterrissagem, baixaram sobre a grande plataforma na Montanha dos Cedros. Dali viajaram ao Eridú, passaram entre os Terrestres que trabalhavam, junto com a multidão de Terrestres chegaram ao Eridú. depois de que tivesse tido lugar a cerimônia de bodas de Marduk e Sarpanit, por um sinal combinado previamente, Shamgaz deu o sinal a outros. Cada um dos Igigi tomou a uma donzela Terrestre, pela força as raptaram, os Igigi foram com as mulheres até o Lugar de Aterrissagem  nas Montanhas dos Cedros, em uma fortaleza se reuniram, aos líderes formularam um desafio: Basta de privações e de não ter descendentes!

Queremos nos casar com as filhas dos Adapitas. Têm que ser dada a bênção a isto, ou do contrário destruiremos tudo na Terra pelo fogo! Os líderes estavam alarmados, exigiram a Marduk, comandante dos Igigi, que tomasse a si o encargo da situação. Se tiver que procurar uma solução ao assunto, meu coração está de acordo com os Igigi! Assim lhes disse Marduk aos outros. O que eu tenho feito não se lhes pode impedir ! Enki e Ninmah sacudiram a cabeça, a contra gosto mostraram seu acordo. Só Enlil se enfureceu (como sempre) em lugar de apaziguar-se. Uma má ação foi seguida por outra, os Igigi adotaram de Enki e de Marduk a fornicação, nosso orgulho e nossa sagrada missão ficaram abandonados aos ventos, por nossas próprias mãos, este planeta se verá invadido por multidões de Terrestres! Enlil falava muito aborrecido.

Que os Igigi e suas mulheres partam da Terra! No Lahmu (em Marte), a situação se fez insuportável, não é possível a sobrevivência! Assim disse Marduk a Enlil e a Enki. Não podem ficar no Edin!, gritou irado Enlil. Deixou a reunião muito aborrecido; em seu coração, Enlil tramava coisas contra Marduk e seus Terrestres. Na Plataforma de Aterrissagem, nas Montanhas dos Cedros, ficaram encerrados os Igigi com suas mulheres, ali lhes nasceram filhos e filhas, Filhos das Naves Espaciais lhes chamaram. Marduk e Sarpanit, sua esposa, também tiveram filhos, Assar e Satu se chamaram os dois primeiros filhos.

A Marduk e a Sarpanit concederam os domínios de acima do Abzu, Marduk convidou aos Igigi, Marduk chamou os Igigi para que vivessem em duas cidades que para seus filhos tinha construído. Alguns dos Igigi e seus descendentes chegaram aos domínios na terra de cor escura. Shamgaz e outros ficaram na Plataforma de Aterrissagem nas Montanhas dos Cedros, até as longínquas terras do leste, terras de altas montanhas (os Himalayas), foram alguns de seus descendentes. Ninurta observava com atenção de que modo Marduk incrementava sua própria força com os Terrestres.

O que estão tramando Enki e Marduk?, perguntou-lhe Ninurta a seu pai Enlil. A Terra será herdada pelos Terrestres!, disse Enlil a Ninurta. Vá, encontra aos descendentes de Ka-in (a raça Vermelha), prepara com eles seus próprios domínios! Ninurta foi ao outro lado da Terra (México); encontrou aos descendentes de Ka-in. Ensinou-lhes como fazer ferramentas e interpretar música, mostrou-lhes as técnicas da mineração, fundição e refino de metais, mostrou-lhes como construir embarcações de madeira de balsa, guiou-lhes para que cruzassem um grande mar. Em uma nova terra estabeleceram seus domínios, construíram uma cidade com torres. Era um domínio além dos mares, não era a terra montanhosa do novo Enlace Céu-Terra.

No Edin, Lu-Mach (n.t. Lamech, a oitava geração de Seth, filho de Mathusalem) era o capataz, seu dever consistia em fazer cumprir as cotas, reduzir as rações dos Terrestres era sua tarefa. Sua esposa era Batanash, ela era filha do irmão do pai do Lu-Mach. Era de uma beleza deslumbrante, Enki ficou assanhado com sua beleza. Enki enviou uma palavra a seu filho Marduk: Chama o Lu-Mach a seus domínios, para que aprenda como podem construir uma cidade os Terrestres! E quando foi chamado Lu-Mach aos domínios de Marduk, levaram a sua esposa Batanash à casa de Ninmah, no Shurubak, a Cidade Refúgio, para protegê-la e resguardá-la das enfurecidas massas de Terrestres. Pouco depois, Enki foi ao Shurubak visitar sua irmã Ninmah.

No teto de uma morada, quando Batanash se estava banhando, Enki a tomou pelas coxas, beijou-a, derramou seu sêmen em sua matriz. Batanash ficou grávida, o ventre lhe estava inchando; enviou palavra a Lu-Mach desde o Shurubak: Volta para o Edin, vais ter um  filho! A Edin, de Shurubak, retornou Lu-Mach, Batanash lhe mostrou o menino. Tinha a pele branca como a neve, da cor da lã era seu cabelo, seus olhos eram como os céus, seus olhos brilhavam com um resplendor. Assombrado e assustado estava Lu-Mach; foi correndo até seu pai Matushal (Mathusalem).

Batanash teve um filho que não se parece Terrestre, estou muito confuso com este nascimento! Matushal foi até Batanash, viu o recém nascido, ficou surpreso por seu aspecto. O pai do menino é um dos Igigi? Matushal exigiu a verdade de Batanash. Revele a Lu-Mach, seu marido, se este menino for filho dele! Nenhum dos Igigi é o pai do menino, disto juro por minha vida! Assim respondeu Batanash. Então, Mathusal se voltou para seu filho Lu-Mach, pô-lhe a mão tranquilizadoramente sobre o ombro. O menino é um mistério, mas em sua mesma estranheza te revelou um augúrio, é único, para uma tarefa única foi eleito pelo destino.

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Que trabalho é, não sei; quando chegar o momento se saberá! Assim lhe disse Matushal a seu filho Lu-Mach; ele referia-se ao que na Terra estava acontecendo: naqueles dias, os sofrimentos foram aumentando na Terra, os dias se foram fazendo mais frios, os céus retinham suas chuvas, as colheitas diminuíam nos campos, nos redis havia poucos cordeiros e gado. Que o filho que te nasceu, estranho como é, seja um augúrio de que nos chega uma pausa! Assim lhe disse Matushal a seu filho Lu-Mach. Seja seu nome Respiro! Batanash não revelou o segredo de seu filho a Matushal nem ao Lu-Mach; chamou-lhe Ziusudra (n.t. Uthnapistin, o Noé bíblico), o de Compridos e Brilhantes Dias de Vida; cresceu em Shurubak.

Ninmah lhe concedeu ao menino seu amparo e seu afeto. Estava dotado de muita compreensão, lhe proporcionou conhecimentos. Enki adorava enormemente ao menino, ensinou-lhe a ler os escritos de Adapa, o menino, como um jovem, aprendeu como observar e realizar os ritos sacerdotais. No  centésimo décimo Shar (n.t. ano 396.ooo desde a chegada na Terra dos Anunnaki) foi quando nasceu Ziusudra, no Shurubak cresceu e se casou com Emzara, e lhe deu três filhos. Em seus dias, os sofrimentos se intensificaram na Terra; pragas e fome afligiam à Terra.

Vem agora o relato das tribulações da Terra antes do Dilúvio, e de como as misteriosas decisões de Galzu de vida e morte dirigiram em segredo. Enlil estava muito incomodado com a união dos Igigi e as mulheres filhas dos Terrestres, Enlil estava muito turbado com os esponsais de Marduk com uma mulher Terrestre. A seus olhos, a missão dos Anunnaki na Terra se perverteu, para ele, as ruidosas e estridentes massas dos Terrestres se converteram em anátema; as declarações dos Terrestres lhe cansavam. As uniões me tiram o sonho (de Yahweh/Enlil)!. Assim disse Enlil aos outros líderes. Nos dias de Ziusudra, pragas e pestes assolavam a Terra, dores, enjôos, calafrios e febres afligiam aos Terrestres. Ensinemos aos Terrestres a curar-se, que aprendam a medicar-se remédios por si mesmos! Assim disse Ninmah.

Proíbo-o por decreto!, replicou Enlil a suas súplicas. Nas terras onde se estenderam os Terrestres não emanam as águas de suas fontes, a terra fechou sua matriz, não brota vegetação. Ensinemos aos Terrestres a fazer lagos e canais, que obtenham pescado e sustento dos mares! Assim disse Enki aos outros líderes. Proíbo-o por decreto!, disse-lhe Enlil também a Enki. Que pereçam os Terrestres de fome e de enfermidades! Durante todo um Shar (3.600 anos), os Terrestres comeram as ervas dos campos; durante o segundo Shar, o terceiro Shar, sofreram a vingança de Enlil. No Shurubak, a cidade de Ziusudra, o sofrimento se estava fazendo insuportável.

Ziusudra, porta-voz dos Terrestres, foi até o Eridú, dirigiu-se à casa do senhor Enki, invocou o nome de seu senhor, suplicou-lhe ajuda e salvação; Enki estava impedido pelos decretos de Enlil. Naqueles dias, os Anunnaki estavam preocupados com sua própria sobrevivência; suas próprias rações diminuíam, eles mesmos se estavam sendo afetados pelas mudanças na Terra. Tanto na Terra como no Lahmu (Marte), as estações tinham perdido sua regularidade. Durante um Shar, durante dois Shars, estiveram-se estudando as voltas celestes desde Nibiru. Desde Nibiru se observaram coisas estranhas nos destinos (as órbitas) planetários.

Estavam aparecendo manchas (n.t. as atuais Sunspots-Manchas Solares) negras no Sol, disparavam-se chamas dele (n.t. os atuais Flares Solares). Kishar também se comportava mal, sua hoste tinha perdido o equilíbrio, instáveis eram suas voltas. O Bracelete Esculpido se via estirado e empurrado por invisíveis forças de rede, por motivos incompreensíveis, o Sol estava perturbando a sua família; os destinos dos celestiais se viam afligidos por fados desagradáveis!

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Acima: Em nossos dias o fenômeno esta se repetindo e se intensificando, em relação às Manchas (Sunspots) Solares.

Em Nibiru, os sábios deram a voz de alarme, a gente se reunia nos lugares públicos; o Criador de Tudo, está devolvendo os céus aos dias primitivos, o Criador de Tudo esta irado!, gritavam algumas vozes entre o povo. Na Terra, as tribulações aumentavam, o medo e a fome elevavam suas cabeças. Durante três Shars, durante mais quatro (14.400 anos) Shars, estiveram observando os instrumentos frente à Terra Branca (Antártica), Nergal e Ereshkigal tinham registrado estranhos estrondos nas neves da Terra Branca. O gelo de neve que cobre a Terra Branca começou a se romper e deslizar!, informaram desde a ponta do Abzu (África do Sul). Na Terra além dos Mares, Ninurta pôs instrumentos de predição em seu refúgio, terremotos e tremores no fundo da Terra descobriu com os instrumentos.

Algo estranho está se passando!, enviou Enlil palavras de alarme ao Anu em Nibiru. Durante o quinto Shar, durante o sexto Shar, os fenômenos ganharam força, no planeta Nibiru, os sábios deram o alarme, de futuras calamidades fizeram advertência ao rei. A próxima vez que Nibiru se aproximar do Sol, a Terra ficará exposta à força da rede (campo gravitacional) de Nibiru, Lahmu, em suas voltas, situará-se do outro lado do Sol. A Terra não terá amparo nos céus ante a força da rede de Nibiru, Kishar e sua hoste se agitarão, Lahamu também se sacudirá e tremerá; no grande gelo abaixo (no polo sul) da Terra, o gelo de neve da Terra Branca está perdendo a sua base; a próxima vez que Nibiru se aproximar da Terra, o gelo e a neve da superfície da Terra Branca (os polos norte e sul na Antártica) se deslocarão violentamente.

ISSO provocará uma calamidade gigantesca pelas águas: A Terra será enrolada por uma gigantesca onda, um Dilúvio! Em Nibiru foi grande a consternação, inseguros ante o próprio destino de Nibiru, o rei, os sábios e os conselheiros estavam também muito preocupados com a Terra e pelo Lahmu. O rei e os conselheiros tomaram uma decisão: preparar-se para evacuar a Terra e Lahmu (Marte)! No Abzu, fecharam-se as minas de ouro, dali foram os Anunnaki até o Edin; em Bad-Tibira, cessou-se a fundição e a refinação, todo o ouro se enviou a Nibiru. Vazia, disposta para a evacuação, uma enorme frota de rápidos carros (espaçonaves) celestes retornou à Terra.

Em Nibiru se vigiavam os sinais dos céus, na Terra se tomava nota dos tremores. Foi então quando de um dos carros celestiais que chegou na Terra saiu um Anunnaki de cabelo branco, Galzu, o Grande Conhecedor, era seu nome. Com passo majestoso se dirigiu até Enlil, lhe apresentou um mensagem selada de Anu. Sou Galzu, emissário plenipotenciário do Rei e do Conselho, disse a Enlil. Enlil se surpreendeu por sua chegada: Não me tinha chegado palavra alguma de Anu sobre isto.

Enlil examinou o selo de Anu; estava intacto, e era autêntico. No Nibru-ki se leu a mensagem da tabuleta, a codificação era de toda confiança. Galzu fala em nome do Rei e do Conselho, suas palavras são minhas ordens! Isso afirmava a mensagem de Anu. Que se chamasse também a Enki e a Ninmah foi a petição de Galzu. Quando chegaram, Galzu sorriu agradavelmente a Ninmah. Somos da mesma escola e idade!, disse a ela. Ninmah não podia recordar aquilo; o emissário era tão jovem como um filho, ela era como sua mãe já anciãA explicação é singela!, disse-lhe Galzu: A causa se acha em nossos ciclos vitais de sono invernal!

De fato, este assunto é parte de minha missão; há um segredo a respeito da evacuação. Desde que Dumuzi esteve em Nibiru, esteve-se examinando aos
Anunnaki que voltavam para Nibiru; aqueles que mais tempo tinham estado na Terra eram os mais afetados ao voltar: seus corpos já não se habituavam aos ciclos de Nibiru, seu sono estava alterado, sua visão falhava, a força da rede (gravitacional) de Nibiru pesava em seus passos. Suas mentes também se viram afetadas, dado que agora os filhos eram mais velhos que os pais para os que haviam deixado Nibiru! A morte, meus camaradas, chegou com rapidez aos retornados; por isso estou aqui, para lhes advertir!

Os três líderes, os que mais tempo tinham estado na Terra, guardaram silêncio ante essas palavras. Ninmah foi a primeira em falar: Era de se esperar!, disse. Enki, o sábio, mostrou-se de acordo com suas palavras: Era evidente!, disse. Enlil foi às nuvens: Antes, os Terrestres se estavam fazendo como nós, agora, nós nos temos feito como os Terrestres, para ficar prisioneiros deste planeta! Toda a missão se converteu em um pesadelo, com Enki e seus Terrestres como senhores, acabaremos sendo escravos! Galzu escutou com compaixão a explosão de Enlil.

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De fato, muito há que refletir, disse, em Nibiru se esteve pensando muito a respeito, e profundas questões se hão estado expondo ao exame de consciência: deveriamos ter deixado Nibiru a sua sorte, talvez fosse o que o Criador de Tudo pretendesse, para deixar que ocorresse, ou foi a chegada à Terra concebida pelo Criador de Tudo, e nós não fomos mais do que (Seus) emissários inconscientes? Sobre isto, meus camaradas, o debate continua! Assim lhes disse Galzu. E eis aqui a ordem secreta desde Nibiru: Vós três permanecereis na Terra; só voltarão para Nibiru para lá morrerem! Em carros celestiais, circundarão a Terra, esperarão a calamidade acontecer fora do planeta, no exterior; ao resto dos Anunnaki, lhes deve dar a opção de se irem ou de esperar a calamidade no exterior. Os Igigi que se casaram com as mulheres Terrestres devem escolher entre a partida ou aos seus casamentos (ficar na Terra).

A nenhum Terrestre, nem sequer a Sarpanit, esposa de Marduk, será permitido viajar a Nibiru! Todos os que queiram ficar e ver o que acontecer, deverão proteger-se nos carros celestes! E quanto a todos os outros, devem estar preparados para partir para Nibiru imediatamente! Assim, em segredo, revelou Galzu as ordens de Nibiru aos líderes na Terra. Vem agora o relato de como os Annunaki decidiram abandonar a Terra, e de como prestaram juramento para deixar perecer à Humanidade no Dilúvio.

Enlil convocou um conselho de comandantes Anunnaki e Igigi no Nibruki,
também estavam presentes os filhos dos líderes e seus filhos. Enlil lhes revelou o segredo da iminente calamidade. A Missão à Terra chegou a um amargo final!, disse-lhes solenemente. Todos os que queiram partir em navios celestiais, que se preparem para serem evacuados ao Nibiru, mas se tiverem casamentos Terrestres, terão que ir-se sem as esposas. Os Igigi que peguem suas esposas e descendentes e escapem aos picos mais altos da Terra! Quanto aos poucos Anunnaki que decidam ficar, em Navios do Céu permaneceremos sobre os céus da Terra (n.t. em espaçonaves), para esperar a calamidade no exterior, para presenciar a sorte da Terra!

Como comandante, serei o primeiro em ficar !Assim falou Enlil. Outros, que decidam por si mesmos! Vou ficar com meu pai, confrontarei a calamidade!, anunciou Ninurta. Depois do Dilúvio, voltarei para as Terras de além dos Oceanos! Nannar, o primogênito de Enlil na Terra, anunciou um estranho desejo: esperar o Dilúvio não nos céus da Terra, a não ser na Lua; esse foi seu desejo. Enki levantou uma sobrancelha; Enlil, embora desconcertado, aceitou. Ishkur, o mais jovem de Enlil, tomou a decisão de ficar na Terra com seu pai. Utu e Inanna, os filhos de Nannar que tinham nascido na Terra, declararam que ficariam. Enki e Ninki, optaram por ficar e não abandonar a Terra; anunciaram com orgulho.

Não abandonarei aos Igigi nem a Sarpanit!, afirmou Marduk com ira. Um a um, outros filhos de Enki anunciaram sua decisão de ficar. Nergal e Gibil, Ninagal e Ningishzidda, e Dumuzi também. Todos os olhos se voltaram então para Ninmah. Declarou com orgulho a decisão de ficar: O trabalho de toda minha vida está aqui! Aos Terrestres, meus criados, não os abandonarei! Ante suas palavras, removeu-se um clamor entre os Anunnaki e os Igigi perguntaram pela sorte dos Terrestres. Que os Terrestres pelas abominações pereçam; assim o proclamou Enlil. Um assombroso ser foi criado por nós, por nós deve ser salvo, gritou Enki a Enlil. Ante isto, replicou Enlil também com gritos:

Do mesmo princípio, em cada ocasião, você modificou as decisões! Você lhes deu a (capacidade de reprodução) procriação aos Trabalhadores Primitivos, os dotou de Conhecimento (consciência)! Tomou em suas mãos os poderes do Criador de Tudo, para depois cair nas abominações. Concebeu a Adapa com fornicação, deu-lhe Entendimento à sua linhagem! À sua descendência levastes aos céus, compartilhastes com eles a nossa Sabedoria! Tu tens quebrado todas as normas, ignorastes decisões e ordens, por tua culpa, um irmão Terrestre Civilizado matou a outro irmão, por culpa de Marduk, seu filho, os Igigi, imitando a ele, casaram-se com as mulheres Terrestres. Ninguém sabe mais quem é o representante de Nibiru aqui, o único ao que lhe pertence a Terra! Basta! Basta!, é tudo o que digo. A abominação (o homem) não pode mais continuar!

nippur-ruínas

Escavação das ruínas da cidade anunnaki de Nippur, no hoje Iraque.

Agora que uma calamidade foi ordenada por um destino desconhecidoque aconteça o que tenha que acontecer! Assim proclamou Enlil, enfurecido; que todos os líderes jurem solenemente que não interferirão nos acontecimentos, exigiu Enlil a todos. O primeiro em prestar juramento de silêncio foi Ninurta; outros do lado de Enlil lhe seguiram. Acato suas ordens!, disse Marduk a Enlil. Mas, do que serve o juramento? Se os Igigi abandonassem a suas esposas, não se difundiria o medo entre os Terrestres? Ninmah estava alagada em lágrimas; sussurrou fracamente as palavras do juramento. Enlil olhou fixamente seu irmão Enki. É a vontade do rei e do conselho!, disse-lhe.

Por que quer me atar com um juramento?, perguntou Enki a seu irmão Enlil. Você tomaste a decisão, na Terra é um mandato! Não posso deter a inundação, não posso salvar às multidões de Terrestres, assim, para que quer me atar com um juramento? Assim lhe perguntou Enki a seu irmão. Para que tudo ocorra como se tivesse sido decretado por fado, que se conheça como Decisão do Enlil, que fique sobre Enlil a responsabilidade para sempre! Assim disse Enki a todos. Depois, Enki se foi da assembléia; Marduk também se foi com ele. Com ágeis palavras de mandato, Enlil impôs ordem à assembléia.

Atribuiu tarefas para o que tinha que ser feito com firmes decisões, fez grupos entre os que iriam partir e para os que fossem ficar, para designar lugares para a assembléia, para recolher equipes, para atribuir carros celestiais. Os primeiros em partir foram os que tinham que voltar para Nibiru, com muitos abraços e estreitar de braços, a alegria mesclada com o pesar, embarcaram nas naves celestiais; um após o outro, os veículos rugiram e se elevaram desde o Sippar.

A princípio, os que ficavam atrás gritavam viajem sem novidade (em segurança); logo, os gritos emudeciam. Depois de completar os lançamentos das espaçonaves para Nibiru, chegou o turno de Marduk e dos Igigi com suas esposas Terrestres. Marduk reuniu a todos no Lugar de Aterrissagem, ofereceu-lhes uma eleição: com ele e com Sarpanit, e com os dois filhos e as filhas, irem para  Lahmu (Marte) e esperar ali que passasse a calamidade na Terra ou dispersar-se buscando refúgio nas distantes e mais altas montanhas da Terra (os Himalayas e os Andes), para encontrar um refúgio perante o Dilúvio. Depois, Enlil teve em conta aos que ficaram, por grupos lhes atribuiu carros. Enlil mandou Ninurta às terras montanhosas além dos oceanos para que se informasse sobre o retumbar da Terra; também atribuiu a Nergal e a Ereshkigal a tarefa de vigiar a Terra Branca (Antártica); ao Ishkur deu a tarefa de vigiar contra qualquer invasão de Terrestres, para que proibisse acessos, para que levantasse e reforçasse barreiras e ferrolhos.

Sippar, o Lugar dos Carros Celestiais, foi o centro de todos os preparativos; desde o Nibru-ki, Enlil levou ao Sippar as Tabuletas dos Destinos, ali estabeleceu um Enlace Céu-Terra temporário. Depois, Enlil se dirigiu a seu irmão Enki, lhe disse assim: Para o caso de que se pudesse sobreviver à calamidade, que se recorde tudo o que aconteceu. Que se enterrem e resguardem as tabuletas dos registros em Sippar, nas profundidades da Terra, para que nos dias por vir tire o véu sobre o que se fez no planeta que o transformou em outro! Enki aceitou de bom grau as palavras de seu irmão. Armazenaram os ME e outras tabuletas em arcas douradas, enterraram-nos para a posteridade no local de Sippar, nas profundidades da Terra.

Assim disposto tudo, os líderes esperaram o sinal de partir, vigiaram com apreensão a aproximação de Nibiru em sua grande volta. Foi naqueles momentos de ansiosa espera quando Enki se dirigiu a sua irmã Ninmah, a ela, disse-lhe assim Enki: Em sua preocupação pelos Terrestres, Enlil não prestou atenção a todas as demais criaturas vivas! Quando a avalanche de águas tomar as terras, outras criaturas vivas, algumas de Nibiru originadas por nós, a maior parte evoluída na mesma Terra, ficarão condenadas em um golpe repentino à sua extinção. Preservemos você e eu sua semente de vida, extraiamos suas essências vitais para as proteger!

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Zigurate da cidade de UR, do patriarca hebreu Abraão,com quem “deus” fez um pacto.

Ninmah, a que dá a vida, às palavras de Enki deu o seu favor: Farei-o no Shurubak, você fá-lo com as criaturas vivas do Abzu! Assim lhe disse a Enki. Enquanto outros esperaram sentados e ociosos, Enki e Ninmah empreenderam um desafiante trabalho; a Ninmah ajudaram algumas de suas assistentes no Shurubak, a Enki ajudou Ningishzidda no Abzu, na antiga Casa da Vida. Reuniram essências masculinas e femininas, e ovos de vida, de cada espécie, de dois em dois, de dois em dois os preservaram no Shurubak e no Abzu, para proteger, enquanto na Terra se dava a volta para
recombinar depois as espécies vivas.

Então, chegaram as palavras de Ninurta: Os estrondos da Terra são sinistros! Então, chegaram as palavras de Nergal e de Ereshkigal: A Terra Branca (Antártica) se estremece! No Sippar, reuniram-se todos os Anunnaki, esperavam o Dia do Dilúvio chegar

Continua com o Décimo Tablete… 

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