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O Retorno de Inanna: XII – Voando no Tibete

Posted by on 13/06/2016

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“Até quando vocês, inexperientes, irão contentar-se com a sua inexperiência? Vocês, zombadores, até quando terão prazer na zombaria? E vocês, tolos, até quando desprezarão o conhecimento?” – Provérbios 1:22

O Retorno de Inanna: “Eu, Inanna, retorno para contar como faz cerca de 500 mil anos, a minha família deNibiru tomou posse da Terra e alterou o genoma humano com o fim de produzir uma raça de trabalhadores criada para extrair ouro destinado à esgotada atmosfera de Nibiru, nosso planeta e lar original.

Como somos tecnologicamente muito superiores, esta raça de trabalhadores — a espécie humana — nos adorava como a deuses. Aproveitamo-nos deles (de voces) para liberar guerras em meio de nossas disputas familiares intermináveis até que, de um modo estúpido, desatamos sobre a Terra a terrível arma Gandiva (artefatos nucleares), que enviou uma onda de radiação destrutiva por toda a galáxia”

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.com

Parte II – Capítulo XII do livro “O Retorno de Inanna (Nibiru). Os deuses ancestrais e a evolução do planeta Terra“, de V.S. Ferguson

“Isto chamou a atenção dos membros da Federação Intergaláctica. E então, por causa de nossas próprias ações irresponsáveis em seu planeta, vimo-nos restringidos pela BARREIRA DE FREQUÊNCIA, imposta pela FEDERAÇÃO, uma prisão de freqüência que congelou a nossa evolução”.

Retornem comigo à antiga Suméria, a Babilônia, ao vale do rio Indus e ao Egito. Dentro de meus Templos do Amor, dou a conhecer segredos antigos da união sexual cósmica nibiruana e de meus matrimônios sagrados. Através de meus olhos contemplem a Torre de Babel, o Grande Dilúvio, os Túneis das Serpentes e os cristais em espiral na pirâmide de Gizé.

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Viajem comigo pelo tempo até a Atlântida, a Cachemira e o Pacífico Noroeste dos Estados Unidos à medida que encarno em meu Eu multidimensional para pôr a funcionar os códigos genéticos que estão latentes dentro de sua espécie e para libertar a Terra do controle por freqüências que exerce meu primo, o tirano deus Marduk (Baal, LÚCIFER, Bel)“.

Partes iniciais:

  1. http://thoth3126.com.br/o-retorno-de-inanna-nibiru-inanna-fala/
  2. http://thoth3126.com.br/o-retorno-de-inanna-nibiru/
  3. http://thoth3126.com.br/o-retorno-de-inanna-ninhursag-03/

SEGUNDA PARTE: Capítulo XII – VOANDO NO TIBETE

À luz do amanhecer, Graciela observou como saía o vapor de uma taça de delicioso café. Estava sentada na janela contemplando a luz da alvorada que já se estendia sobre as aprazíveis Montanhas Olímpicas cobertas de neve. Tudo era tão antigo e formoso. Ela já estava aprendendo a permitir que o silêncio a preenchesse. Só se escutavam os sons crepitantes do fogo e de vez em quando o latido dos seus cães aos coiotes. 

Montanhas cobertas de neve, os céus estrelados da noite, bosques de cedro entupidos e flores silvestres que cobriam seu pequeno vale com exuberantes perfumes, eram experiências novas para Graciela e ela desfrutava delas a cada momento. Pensava que alguém somente pode sentir a natureza quando está sozinho e vazio. Por que sempre precisava contar a alguém o que tinha visto?

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Enquanto desfrutava de seu café e da visão da natureza, meditava sobre o que estava aprendendo. Tinha esperado tanto para que chegasse esta ocasião. Em sua vida houve muitos professores, alguns maravilhosos, outros nem tanto. Pensou no monge tibetano com o qual tinha estudado anos atrás. Nesse então ela não compreendeu o que ele lhe ensinou. Uma vez ele atravessou o seu braço por uma mesa, como se não houvesse nada sólido na mesa, para lhe mostrar a essência enganosa do mundo material. Ela realmente não compreendeu mas tinha desejado entender e, quando decidiu ir a outro lugar, deixou-lhe um desenho confuso para lhe agradecer sua sabedoria.

Mais tarde se uniu a um ashram. O professor tinha crescido na Índia e tinha vivido em um ashram bastante conhecido lá. Ela esteve feliz por um tempo, pois era algo maravilhoso estar rodeada de outros cujo único desejo era compreender o significado da vida e que não se burlavam de seu desejo de obter esse conhecimento. Durante suas meditações, de vez em quando experimentava a sensação de ser una com a vida e com a criação. Mas muito rapidamente se deu conta de que seu professor se estava apaixonando por seu próprio poder e por si mesmo e já Graciela não podia explicar o comportamento excêntrico e egocêntrico do professor.

Um dia, enquanto estava sentada em um salão enorme com centenas de outros discípulos, sua voz interior, esse saber interior silencioso no qual tinha chegado a confiar durante os anos, disse-lhe que partisse e nunca mais retornasse ao ashram. Isto foi uma grande sacudida para ela e sentiu pesar, mas se foi para casa.

Lá só caminhava daqui para lá em sua cozinha tratando de compreender por que sua voz interior lhe havia dito que partisse. Estava confusa e não queria deixar os seus amigos. A voz lhe disse em um tom alto e claro: “BOTAS!” Graciela ficou totalmente confundida. Botas? O que queria dizer isso? Então começou a recordar.

Quando tinha sete anos tinha ido a um acampamento de verão. O primeiro dia houve uma iniciação. Todos se reuniram e o chefe do acampamento propôs uma adivinhação: “O que é botas sem sapatos?” Graciela ficou horrorizada, por temor de não saber a resposta e de que as outras meninas pensassem que ela era estúpida e não a aceitassem. Ela se escondeu na parte posterior do grupo. As meninas repetiam “expulsa sem sapatos!” como se fora um canto até que quase todas elas adivinharam a resposta.

Por fim lhe veio a resposta, que era óbvio “botas!” Graciela começou a rir; a adivinhação era tão singela. Sua voz lhe dizia que era seu temor não compreender o que dificultava as coisas e que simplesmente confiasse em si mesmo; todos os seus principais ensinamentos sairiam de dentro dela mesma, da sua VOZ INTERIOR. Já Graciela tinha aprendido tudo o que necessitava do ashram e era hora de que procurasse algo novo. Já podia confiar em seu guia interior, sabendo que ela era parte da vida, parte do Primeiro Criador. As respostas tinham estado dentro dela desde o começo.

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Na parte superior da Montanha Perdida, Graciela riu de novo de “expulsa sem sapatos”. Seus guias às vezes eram engraçados e de vez em quando travessos, mas no profundo de seu coração, ela sabia que podia confiar neles. Contemplou as Montanhas Olímpicas; a luz do sol descia por elas com uma cor rosada e dourada. Pensou que sempre tinha sentido medo das alturas.

Choje Tenzin

O pequeno  Tenzin chegou ao monastério no Tibet quando só tinha sete anos. Seus pais não podiam mantê-lo e era o último de nove filhos. Chorou quando o deixaram na entrada, mas não se podia fazer nada, e seu pai o golpeou quando tratou de correr atrás deles. O monge que veio recolhê-lo o levou a um salão onde havia centenas de outros meninos. Havia muito alvoroço no recinto, os moços conversavam, seus pratos tilintavam sobre os pisos de pedra. A Tenzin deram um tigela de chá quente com manteiga e o deixaram para que se valesse por si mesmo.

Durante os primeiros anos se sentiu terrivelmente solitário; ele era um menino delicado e sensível. Quando estava em casa, suas irmãs o tinham mimado com o pouco que tinham e lhe tinham mostrado muito afeto. Ele estava muito só e os outros moços se mofavam de sua debilidade física até que se deram conta de que Tenzin desenhava muito bem. Este monastério particular estava dedicado a produzir pinturas tântricas, e todo aquele que mostrasse um talento especial era digno de muito respeito. Enviaram Tenzin ao Professor de pintura para que ele o treinasse nas técnicas e rituais da arte da pintura tibetana.

Lin Pao, o Professor, era um homem de grande beleza física e refinamento. Se falava que sua origem vinha de uma família muito rica e aristocrática da China. Chegou ao Tibet para dar uso a seus grandes talentos. Era respeitado como o melhor pintor dos tantras tibetanos.

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Uma Mandala tibetana, sobre Agharta.

A princípio Tenzin não recebeu ensinos de Lin Pao, mas depois de muitos anos como aprendiz, lhe permitiram estudar com o grande professor. Durante horas Tenzin observava as mãos delicadas e fortes de Lin Pao que habilmente executavam linha e cor. Tenzin adorava a seu professor. Em realidade ele estava profundamente apaixonado por seu professor. Era só natural que um moço tão solitário chegasse a albergar tais sentimentos por alguém tão grandioso como Lin Pao, mas ditos sentimentos eram proibidos e permaneceram em segredo.

O fato de que Tenzin fora considerado como um artista talentoso não o eximia das rigorosas disciplinas do monastério. Assim também recebia as lições de abster-se de comida e calor, as horas de permanecer totalmente imóvel em posições de meditação e as artes marciais.

Havia uma meta disciplinadora que preocupava a todos os estudantes. A um grupo seleto de noviços lhe ensinava a elevar sua energia até o ponto de que podiam desafiar a gravidade e aprender a voar. Eles passavam anos aperfeiçoando esta técnica situados a bordo dos penhascos na parte mais alta do monastério. Lin Pao não somente era um grande artista, também tinha a habilidade de voar dos penhascos sem perecer. Tenzin estava decidido a aprender com o fito de agradar a Lin Pao.

Dizia-se que o segredo da arte de voar estava em um enfoque ininterrupto da MENTE. Muitos monges passavam anos preparando-se para seu primeiro intento e muitos caíam à morte. Acreditava-se que todos retornavam à vida; inclusive se um monge falhava, podia reencarnar, retornar ao monastério e persistir em seu intento.

Era um dia frio e açoitado pelo vento. Tenzin e outras almas valentes estavam sentadas nos penhascos designados quando chegou Lin Pao. É obvio, Tenzin queria impressioná-lo. Invocou sua máxima concentração e de uma forma apressada decidiu tentar o vôo. Ficou de pé e enfocou toda sua vontade, mas quando deu seu primeiro passo ao precipício, a confusão que o tinha motivado também distraiu sua concentração.

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Sentiu que o amor reprimido que sentia por Lin Pao diluiu o poder de sua vontade e Tenzin caiu no precipício. Seu corpo se estatelou contra as rochas que havia abaixo. Quando a consciência de Tenzin flutuava por cima da concha dilacerada que um dia tinha sido seu corpo, olhou ansiosamente para seu ídolo Lin Pao. Envergonhado, nem sequer se atreveu a despedir-se.

A Graciela parecia que todas as suas vidas tinham terminado sem esperança, mas Inanna e Melinar lhe explicaram que cada vida era uma provisão de experiência e informação. Graciela e todos os outros eram a soma total de cada um; compartilhavam a sabedoria e o conhecimento que cada um tinha adquirido de uma forma tão dolorosa.

Inanna mostrou a Graciela como Tenzin tinha contribuído para com seu ser. A sabedoria do Tibet era um dos últimos lugares fortes da verdade em seu tempo. Ela sempre se sentia impulsionada a procurar a verdade e sempre quis ir ao Tibet. Até estudou com um monge tibetano. A afinidade instintiva de Graciela com os ensinamentos tibetanos e a arte lhe tinham proporcionado muito discernimento e lhe tinham permitido liberar-se das limitações de sua própria formação cultural atual.

A habilidade de Tenzin para a pintura tinha chegado até Graciela e tinha reconhecido milagrosamente a Lin Pao como seu melhor professor na escola de artes onde tinha estudado em Nova Iorque. Bom, e se a deixaram com um resíduo de temor às alturas? Ela podia superá-lo.

Graciela pensava que para a Inanna e Melinar era muito fácil dizer que isto se podia superar. Para ela eles realmente não estavam em corpos físicos embora diziam que estivessem. Graciela ainda não via muito bem até onde levaria tudo isto. Em meio de sua aprendizagem, de vez em quando sentia a necessidade de iludir-se vendo televisão ou saindo às compras. Mas, aonde poderia uma garota ir às compras em Montanha Perdida?

Graciela foi a sua biblioteca. Por Deus, que quantidade de livros. A última vez que se mudou, inclusive os empregados da mudança se desalentaram ao ver o volume de sua coleção. Sua biblioteca estava repleta de toda classe de raridades, desde Tolstoi até o Lao Tzu, desde economia até os OVNIS; toda classe de temas havia em sua biblioteca.

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Sua atenção caiu sobre um livro que gostava fazia muitos anos. O livro tinha sido escrito em 1949 quando Graciela tinha só quatro anos. Em 1969 tratou de lê-lo. Nesses dias seu cabelo ía até a cintura, e sua roupa se formava de duas camisetas e uma saia de algodão feita na Índia. Era muito emocionante estar em Nova Iorque com tantos outros jovens que acreditavam poder mudar o mundo. Graciela tinha lutado por compreender este livro, mas nesse tempo não tinha tido a suficiente experiência da vida para compreender seu significado. Agora enquanto o tinha em suas mãos lhe parecia muito claro o que o autor estava dizendo.

O universo é um sonho holográfico projetado como um pensamento dentro da mente de Deus, e só nossas percepções individuais das freqüências rítmicas relativas e variantes faziam o mundo físico parecer real. O autor continuou falando sobre como é possível ir mais à frente do tempo ordinário, ir ao passado ou ao futuro, e inclusive passar até além da dimensão manifestada.

Graciela compreendeu que isto era exatamente o que ela estava fazendo. Ela era seu outros Eus no tempo de seus dados e, simultaneamente, Inanna era todos eles, incluindo Graciela. O tempo não existia, exceto como um pensamento que lhe permitia à existência jogar a si mesmo no espaço. Graciela tinha tomado consciência da realidade secreta do mundo aparente e tinha escapado das leis que a sujeitavam à ilusão do tempo.

Graciela pensou que se o Primeiro Criador era todas as coisas, então Marduk também devia ser parte da comédia divina, uma parte do Primeiro Criador. Melinar estava extremamente feliz de que Graciela pudesse abrigar este pensamento. Ele compreendeu que assim como o papel de Inanna era lutar contra Marduk, também era o destino deste ser exatamente como era, porque o Primeiro Criador era todas suas partes variáveis, que se movem no fluxo do tempo para examinar-se a si mesmo, para expressar-se e para experimentar, para jogar.

À medida que Graciela era mais capaz de interagir com seu outros Eus multidimensionais, podia assimilar mais dados, conhecimento e mais sabedoria e maior era sua oportunidade de ativar o DNA divino de seu corpo: os códigos genéticos de LUZ que se perderam faz tanto tempo. Melinar abraçou Inanna como melhor pôde. Ainda havia muito por fazer, mas estavam progredindo.


Saiba mais em:

  1. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-genesis-e-adao-e-eva/
  2. http://thoth3126.com.br/o-vaticano-e-o-regresso-do-planeta-x/
  3. http://thoth3126.com.br/cidades-annunaki-encontradas-na-africa/
  4. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-livro-perdido-de-enkiea/
  5. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-i/
  6. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-ii/
  7. http://thoth3126.com.br/cientistas-encontram-genes-extraterrestre-em-dna-humano/
  8. http://thoth3126.com.br/emmanuel-origens-da-humanidade-racas-de-ets-arcanjos/
  9. http://thoth3126.com.br/naves-gigantes-se-aproximam-da-terra/
  10. http://thoth3126.com.br/maldek-e-nibiru-mais-dois-planetas-de-nosso-sistema-solar/
  11. http://thoth3126.com.br/baalbek-antiga-plataforma-de-pouso-para-espaconaves-extraterrestres/
  12. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-livro-perdido-de-enkiea/
  13. http://thoth3126.com.br/o-retorno-de-inanna-nibiru-inanna-fala/
  14. http://thoth3126.com.br/o-retorno-de-inanna-nibiru/
  15. http://thoth3126.com.br/insider-da-dhs-fala-de-crise-de-magnitude-sem-precedentes-sendo-preparada-nos-eua/

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