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Oceanos estão enfrentando uma extinção em massa sem precedentes

Posted by on 17/09/2016

grandes-animais-marinhosGRANDES ANIMAIS MARINHOS EM RISCO DE EXTINÇÃO

“Agora mesmo estamos decidindo, quase sem querer, quais caminhos evolutivos permanecerão abertos e quais serão fechados para sempre. Nenhuma outra criatura jamais havia feito isso, e será, infelizmente, nosso legado mais duradouro”. Elizabeth Kolbert definiu assim o papel que estão desempenhando os seres humanos em A Sexta Extinção, o livro que ganhou o Prêmio Pulitzer no ano passado…

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Oceanos estão enfrentando uma extinção em massa sem precedentes da vida marinha. O desaparecimento  das maiores espécies pode alterar os mares “por milhões de anos”

Javier Salas – 15 SET 2016 – Fonte: http://brasil.elpais.com

… O título é bastante expressivo: nos quase 4 bilhões de anos de história da vida na Terra, ocorreram cinco megaextinções, momentos em que muitos dos seres vivos foram arrastados de repente para a desaparição por vários cataclismos. E agora, segundo todos os dados recolhidos pela ciência, é a civilização humana está causando uma nova extinção em massa: somos como o meteorito que dizimou os dinossauros do planeta.

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Morte de golfinhos na Nova Zelândia, por encalhe na praia.

E as criaturas dos oceanos não vão conseguir se livrar. Estamos provocando a agonia de numerosas espécies marinhas e, como dizia Kolbert, escolhendo os seres aquáticos que ao desaparecerem deixarão de evoluir no futuro. A este ritmo, os grandes animais que vão povoar os mares dentro de milhões de anos não serão descendentes de nossas baleias, tubarões e atuns porque estamos matando todos eles para sempre. E do mesmo modo que o desaparecimento dos dinossauros deixou um vazio que demorou eras para ser preenchida pelos mamíferos, não sabemos o que vai ser da vida nos oceanos depois de serem arrasados.

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“A eliminação seletiva dos maiores animais nos oceanos modernos, algo sem precedentes na história da vida animal, pode alterar os ecossistemas durante milhões de anos”, conclui um estudo apresentado nesta semana pela revistaScience. Liderado por pesquisadores de Stanford, o trabalho mostra como esta sexta extinção está acontecendo com os seres aquáticos de maior tamanho. Um padrão “sem precedentes” no registro das grandes extinções e que com muita segurança acontece por causa da pesca: hoje em dia, quanto maior o animal marinho, maior a probabilidade de se tornar extinto.

Como explicou para Materia o principal autor do estudo, Jonathan Payne, o nível de perturbação ecológica causada por uma grande extinção depende da percentagem de espécies extintas e da seleção de grupos de espécies que são eliminados. “No caso dos oceanos modernos, a ameaça preferente pelos de maior tamanho poderia resultar em um evento de extinção com um grande impacto ecológico porque os grandes animais tendem a desempenhar um papel importante no ciclo de nutrientes e nas interações da rede alimentar”, disse Payne, referindo-se a que os danos afetariam em cascata todos os ecossistemas marinhos.

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Os cenários pessimistas preveem a extinção de 24% a 40% dos gêneros de vertebrados e moluscos marinhos; o cálculo mais trágico é comparável à extinção em massa do fim do Cretáceo, quando os dinossauros desapareceram, como explicado na revista Science.

O trabalho deste investigador da Universidade de Stanford e seu grupo foi analisar o padrão de desaparecimento de 2.500 espécies nos últimos milhões de anos. Até agora, o tamanho dos animais marinhos não tinha sido um fator determinante nos cataclismos anteriores, mas nos nossos dias existe uma notável correlação.

Para os pesquisadores, é evidente que isso acontece por causa da forma de “consumir” ecossistemas própria dos seres humanos. Foi o que aconteceu com a extinção dos mamutes e agora acontece com a pesca: cada vez que entramos em um ecossistema primeiro acabamos com os pedaços maiores e à medida que os recursos ficam mais escassos vamos esgotando o resto dos recursos menores.

Os pesquisadores alertam que a eliminação desses animais no topo da cadeia alimentar poderia perturbar o resto da ecologia dos oceanos de forma significativa por, potencialmente, os próximos milhões de anos. “Sem uma mudança dramática na direção atual da gestão dos mares, nossa análise sugere que os oceanos vão sofrer uma extinção em massa de intensidade suficiente e seletividade ecológica para ser incluída entre as grandes extinções”, diz o estudo.

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Este paleobiólogo defende que a visão positiva de sua descoberta é que as espécies ameaçadas ainda podem ser salvas da extinção com políticas de gestão eficientes e, a longo prazo, abordando os impactos do aquecimento global e da acidificação dos oceanos. “Podemos evitar esse caminho; com uma gestão adequada, seria possível salvar muitas dessas espécies da extinção”, afirma Payne.


“Haverá muitas mudanças dramáticas no clima do planeta, muitas mudanças nas condições meteorológicas  na medida em que o TEMPO DA GRANDE COLHEITA se APROXIMA RAPIDAMENTEao longo dos próximos anos. Você vai ver a velocidade do vento em tempestades ultrapassando 300 milhas (480 quilômetros) por hora, às vezes. Deverão acontecer fortes tsunamis e devastação generalizada NAS REGIÕES COSTEIRAS, e emissão de energia solar (CME-Ejeção de Massa Coronal do Sol)  que fará  importante fusão e derretimento das calotas de gelo nos polos, e subseqüente aumento drástico no nível do mar, deixando muitas áreas metropolitanas submersas em todo o planeta“ http://thoth3126.com.br/illuminati-revelacoes-de-um-membro-no-topo-da-elite-explosivo/

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DESPERTA, TU QUE DORMESe levanta-te dentre os MORTOS (INCONSCIENTES), e Cristo te esclarecerá. Portanto, vede prudentemente como andais, não como NÉSCIOS, mas como SÁBIOS – Efésios 5:14,15


 Saiba mais sobre mudanças climáticas em:

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  13. http://thoth3126.com.br/forte-terremoto-no-atlantico-proximo-da-costa-nordeste-do-brasil/
  14. http://thoth3126.com.br/tempestade-eletrica-na-noruega-mata-323-renas/

Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

Thoth-flordavidawww.thoth3126.com.br

 

One Response to Oceanos estão enfrentando uma extinção em massa sem precedentes

  1. Silvio José Benevides e Maia

    Na verdade nossas informações de suporte paranormal nos têm mantido a par de tudo que rola, sendo a principal informação, a informação basilar, o fato, de que estamos começando a viver as grandes convulsões, como retorno da ação predatória humanimal, para em seguida, culminando com a lavagem oceânica via curva terráquea de Nibiru, iniciarem-se os os protocolos de restauração e reconfiguração do habitat planetário, para o novo ciclo na nova Gaia, seguidos do repovoamento da vida planetária com habitantes no e do novo status, em corpos novos e migrados desse ciclo, adaptados para o próximo nos mesmos reinos ou ciclos -mineral, vegetal, animal, elemental e humanimal.

    Esse repovoamento terá a direção direta da administração sideral, porque só poderão estar e renascer no novo ciclo os seres à altura ascensional de regeneração -não haverão mais animais nem plantas carnívoros, feras etc., passando a existir no planeta uma convivência pacífica de amor entre os seres todos.

    Além dos desdobramentos fenomênicos naturais dirigidos ferramentalmente pela administração sideral em função do por acontecer, teremos outras tantas intervenções adicionais reconfiguratórias.

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