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Pedra da Gávea, uma Esfinge no Brasil, um acesso para Agharta

Posted by on 27/06/2016

A Pedra da Gávea e suas inscrições fenícias, uma Esfinge semita no Brasil...

O batismo dessa montanha rochosa como Pedra da Gávea remonta à épica expedição do capitão português Gaspar de Lemos, iniciada em 1501, de que participou igualmente Américo Vespúcio, e na qual também o Rio de Janeiro recebeu sua denominação.

Em tempos de mentiras universais, apenas dizer a verdade se torna um ato revolucionário”.  George Orwell 

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

A Pedra da Gávea – Uma Esfinge semita no Brasil…

By Luiza Becari, Viewzone Brazil. –  Fonte: http://www.viewzone.com

Foi a primeira montanha carioca a ser batizada com um nome em português, após ter sido avistada, no primeiro dia de janeiro de 1502 pelos seus marujos, que reconheceram em sua silhueta o formato de um cesto de gávea, dando origem ao termo usado para toda a região da Gávea Pequena e para o atual bairro da Gávea.

No alto de uma montanha costeira, esta escultura enorme e em grande parte desconhecida de um rosto lembra antigos exploradores da Esfinge de GIZÉ, no Egito. Inscrições misteriosas dão indícios de uma língua extinta. Isso poderia ser uma conexão para o passado esquecido do BRASIL e seus longínquos visitantes?

A imensa rocha e em seu topo a Pedra da Gávea vista da Praia de San Conrado.

Entre São Conrado e a Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, essa montanha já lendária com o rosto de um antigo gigante se eleva a 842 metros acima do nível do mar. Quando o Brasil foi descoberto, exploradores portugueses deram a rocha o nome de Pedra da Gávea , porque era como um observatório perfeito para as recém chegadas caravelas portuguesas (as embarcações utilizadas por eles para cruzar o oceano e chegar ao continente sulamericano).

Mas a Pedra da Gávea, uma enorme rocha cercada por vegetação nativa exuberante, tem atraído tanto a atenção do público assim como de pesquisadores e historiadores ao longo dos séculos. Sua face parece uma figura esculpida, e existem inscrições antigas em um de seus lados que não poderiam ter sido feitas pela natureza. As origens dessas esculturas foram discutidas ao longo dos anos, mas ninguém ainda pode “provar”quem as fez e por quê.

A teoria de uma tumba fenícia:

De acordo com Pedro Lacaz do Amaral, um experiente guia alpinista do Live to Climb que escalou a rocha várias vezes, ela supostamente seria o lugar do enterro de um rei fenício. Para apoiar esta teoria, ele nos enviou recortes de revistas muito respeitáveis e populares e de jornais, que abrangeu as várias tentativas para descobrir a importância e a história real por trás da lenda da Pedra da Gávea. Segundo ele, essa lenda é bem conhecida entre os brasileiros e ele também acha que as gravações não poderiam ter sido feitas pela natureza por si só, como alguns especialistas dizem (ah os especialistas…eruditos, dogmáticos…).

Exploração:

Tudo começa no século XIX. Alguns “sinais” do lado da pedra teriam chamado a atenção do imperador D. Pedro I, embora seu pai, D. João VI, então Rei de Portugal, já houvesse recebido um relatório de um padre dizendo-lhe sobre as marcas estranhas, que datariam de antes de 1500 a sua existência, de quando o Brasil foi “descoberto”. Em 1839 uma pesquisa oficial foi feita, e em 23 de março, em sua seção 8 extraordinária, o Instituto Geográfico e Histórico do Brasil decidiu que a Pedra da Gávea deveria ser minuciosamente analisada e ordenou então o estudo local das inscrições do local.

Uma pequena comissão foi formada para estudar a rocha, mas cerca de 130 anos depois, O Globo, jornal de grande circulação no Brasil e muito “respeitável”, questionou tal comissão, perguntando se eles realmente escalaram a rocha ou simplesmente estudaram-na usando binóculos. O relatório dado pelo grupo de pesquisa diz que eles “viram as inscrições e também algumas depressões feitas pela natureza”. No entanto, ninguém que vê essas marcas de perto vai concordar que algum tipo de fenômeno natural poderia ter causado a aparição dessas inscrições na rocha bruta.  

A enorme inscrição que parece esculpida na rocha bruta na têmpora direita da “cabeça” da esfinge (assinalado pela seta) e com quase 2,5 metros de altura cada uma. São bem visíveis a grande distância.

Após o primeiro relatório, ninguém falou sobre a Pedra da Gávea novamente e oficialmente até 1931, quando um grupo de excursionistas formou uma expedição para encontrar o túmulo do rei fenício que foi coroado em 856 a.C., em Tiro, antiga Fenícia, hoje o LÍBANO. Algumas escavações amadoras foram feitas sem nenhum resultado. Dois anos depois, em 1933, um clube de alpinistas do Rio de Janeiro organizou uma grande expedição com 85 alpinistas, que contou com a participação do Professor Alfredo dos Anjos, um historiador que deu uma palestra “in loco” sobre a “Cabeça do Imperador” e as suas possíveis origens.  

Em 20 de janeiro de 1937 aquele mesmo clube organizou outra expedição, desta vez com um maior número de participantes, com o objetivo de explorar a face e os olhos da cabeça de cima para baixo, usando cordas. Essa foi a primeira vez que alguém explorou aquela parte da rocha depois dos fenícios, se a lenda for verdadeira. Em 1946, de acordo com um artigo escrito em 1956, o Centro de Excursionistas Brasileiros conquistaram a orelha direita da cabeça, que está localizada em uma inclinação de 80 graus do solo e em um lugar muito difícil de alcançar.

Qualquer contratempo e seria uma queda de 20 metros, uma queda fatal livre para os escaladores. Esta primeira escalada do lado ocidental, embora quase vertical, foi feita virtualmente “à unha”. Há, na orelha direita, uma entrada de uma gruta, e que leva a uma caverna longa e muito estreita na largura que percorre todo o seu caminho até o outro lado da Pedra da Gávea.

Em 1972, escaladores da “Equipe Neblina” escalaram o “Paredão do Escaravelho”, a parede do lado leste da cabeça, e cruzou com as inscrições fenícias, que ficam há cerca de 30 metros abaixo do topo da cabeça, de um modo muito difícil de se alcançar o lugar das inscrições. Embora o Rio de Janeiro tenha uma alta taxa anual de chuvas, as inscrições ainda estavam quase intactas. Em 1963 um arqueologista e professor com conhecimentos e habilidade científica chamado Bernardo A. Silva Ramos traduziu as inscrições como:

LAABHTEJ BAR RIZDAB NAISINEOF RUZT

Lido da direita para à esquerda (assim como no árabe, sânscrito e no hebreu atual se lê da direita para à esquerda):

TZUR FOENISIAN BADZIR RAB JETHBAAL

Que traduzido significaria:

Tyro Phoenicia Badezir Primogênito de Jethbaal.

Mais alguns fatos que levaram à muitas histórias sobre a rocha: 

  • – A aparência da grande cabeça com os dois olhos (não muito profundos e sem comunicação entre eles) e as orelhas, e o local de um nariz;
  • – As pedras enormes no topo da cabeça que se assemelham a uma espécie de coroa ou adorno;
  • – Uma cavidade enorme na forma de um portal no norte-leste parte da cabeça que é de 15 metros de altura, 7 metros de largura e 2 metros de profundidade;
  • – Um observatório na parte Sudeste como um dólmen, contendo algumas gravuras;
  • – Um ponto culminante como uma pequena pirâmide feita de um único bloco de pedra no topo da cabeça;
  • – As famosas e controversos inscrições no lado da rocha;
  • – Algumas outras inscrições pequenas se assemelham a cobras, raios de sol e etc, localizados em todo o topo da montanha;
  • – O local de um suposto nariz, que teria caído há muito tempo.

Roldão Pires Brandão, o presidente da Associação Brasileira de Espeleologia e Pesquisa Arqueológica no Rio e um dos muitos fãs da Pedra declarou: “É uma esfinge gravada em granito pelos fenícios, que tem a cara de um homem e o corpo de um animal deitado. A cauda deve ter caído por causa da ação do tempo. A rocha, vista de longe, tem a grandeza dos monumentos faraônicos e reproduz, em um de seus lados, a face severa de um patriarca”. (O Globo)

Sabe-se hoje como UM FATO HISTÓRICO DOCUMENTADO que em torno de 856 a.C., Badezir ocupou o lugar do seu pai no trono de Tyro, na Fenícia, hoje o Líbano. É a Pedra da Gávea o túmulo deste rei? A imagem à esquerda mostra com o que a esfinge teria se parecido quando ela foi feita.

Outros sítios arqueológicos foram encontrados em Niterói, Campos e Tijuca que sugerem que os fenícios de fato, a cerca de três mil anos atrás, eles por lá perambularam também. Em uma ilha na costa da Paraíba, outro estado do Brasil muito longe do Rio, pedras ciclópicas e ruínas de uma antiga construção com quartos enormes, corredores e passagens extensas foi encontrado.

Segundo alguns especialistas, as ruínas seriam de construções de uma relíquia deixada pelos fenícios, apesar de existirem pessoas que contestam as conclusões desse tipo. Robert Frank Marx, um arqueólogo americano interessado em descobrir indícios de navegação pré-colombiana no Brasil, iniciou em 1982 uma série de mergulhos na baía da Guanabara à procura de restos de barcos antigos.

Sobre esta pesquisa do Arqueólogo, Robert F. Marx, O Globo publicou:

Buscando provas da navegação précolombiana no Brasil, e sugerindo que um navio fenício pode ter naufragado na baía de Guanabara, o arqueólogo americano Robert Frank Marx iniciou uma série de mergulhos na referida baía, para tentar descobrir embarcações fenícias naufragadas e provar, assim, que o Brasil e sua costa foram visitados em um passado muito remoto, pelos barcos dessa civilização semita do Oriente Médio, os fenícios de Tiro e Sidon. Não encontrou o navio afundado, mas descobriu algo muito interessante: ânforas (vasos) e outras peças fenícias!

O caso da descoberta dessas ânforas fenícias no leito da baía de Guanabara sempre foi tratado com o maior sigilo e sua descoberta foi revelada somente em 1978, com vagas informações. O nome do mergulhador que encontrou as três ânforas, junto com outras 12 peças arqueológicas, foi revelado, após a conferência do Museu da Marinha, pelo presidente da Associação Profissional de Atividades Subaquáticas, Raul Cerqueira. 

Trata-se do mergulhador José Roberto Teixeira, membro da associação que ficou com uma ânfora e entregou as outras à Marinha. O cabo José Tadeu Cabral, que tem mestrado em Arqueologia Pré-Histórica e trabalha no Museu da Marinha, disse que as peças, com capacidade para 36 litros, estão guardadas pelo Governo brasileiro, em um local sigiloso. Afirmou o jornal “O GLOBO”, em notícia publicada em 23 de setembro de 1982.

Vista da Pedra da Gávea de outro marco do litoral carioca: O morro “Dois Irmãos” e à sua esquerda a Favela da Rocinha.

Shambalah:

A capital do reino  de AGHARTA, um vasto império subterrâneo que, de acordo com seus adeptos, teria milhões de habitantes em várias cidades subterrâneas espalhadas pelo planeta. Alguns adeptos sustentam que este mundo subterrâneo tem compartimentos secretos dentro da base da pirâmide na Planície de GIZÉ, nas grandes pirâmides, notadamente naquela atribuída a sua construção à Quéops (a grande pirâmide do Egito. De acordo com as mesmas pessoas, há três entradas para Agharta localizadas no Brasil:

Sete Cidades do Piauí, Serra do Roncador (Na SERRA AZUL, em BARRA DO GARÇAS, MT) e outra na Pedra da Gávea (RJ)

O “portal” encontrado no lado esquerdo da Pedra da Gávea, que pode ser visto a partir de 800 metros abaixo poderia ser a entrada para o mundo subterrâneo de AGHARTA/SHAMBALA. Há histórias sobre alpinistas que vêem luzes saindo à noite das lacunas em torno das bordas de dentro da grande porta do suposto portal que bloquearia o acesso para o reino de AGHARTA.

O “portal” encontrado no lado esquerdo da Pedra da Gávea, uma “entrada” dimensional para um mundo subterrâneo, o Reino de Agharta.

A Escadaria ascendente:

Existiria uma gruta tipo sifão na parte onde o maciço rochoso toca o mar, com a parte abobadada acima do mar e com ventilação natural, onde se poderia encontrar uma escadaria em sentido ascencional, que segundo consta, levaria para cima e ao interior da Pedra. O caso mais conhecido referente a esta escadaria é o de dois rapazes que faziam caça submarina e ao encontrarem a entrada para esta gruta, resolveram entrar. Decidiram subir os degraus da escadaria e a última coisa de que se lembram é de terem perdido os sentidos. Quando acordaram, estavam no topo da pedra a 842 metros de altitude.

Mitologia persa

Segundo a mitologia sagrada da antiga cultura PERSA (hoje o IRÃ), há quatro estrelas guardiãs no céu sobre os pontos cardeais da Terra e a Pedra da Gávea é protegido por elas:

Aldebaran, na Constelação do Touro – Leste; Fomalhaut, na Constelação de Piscis Austrinos – Sul; Regulus, na Constelação de Leão – Norte e Antares, na Constelação de Escorpião – Oeste .

Alguns dizem que a rocha é protegida por poderes cósmicos independentes que não pertencem nem ao divino nem as forças do mal conhecidos dos homens. Em 1937, dois cientistas foram submetidos à uma análise clínica depois de passar uma noite na pedra, onde eles juram ter visto uma estranha luz verde saindo das lacunas de todo o portal, de onde viram muitas estátuas humanas dentro.

Todas essas teorias, e o fato de que a rocha é campeã em número de mortes entre os escaladores, suscitaram suspeitas de que a tumba do rei fenício com todos os seus tesouros realmente pode estar dentro dela. A taxa de mortalidade, que é explicada pela falta total de precaução de alpinistas amadores, seria o número de vítimas da maldição colocada sobre aqueles que ousam violar o local do enterro do Rei Fenício.

Conclusão:

Embora não haja evidências sólidas de que a rocha é de fato um antigo marco sagrado de algum tipo, ou um monumento arqueológico, há muitas partes dela que merecem um estudo mais detalhado, a Pedra da Gávea permanece como um lugar para caminhantes, andarilhos e alpinistas, e às vezes como um esconderijo para bandidos. 

Mas sem dúvida é um dos mais belos panoramas do Rio de Janeiro e do Brasil, é um privilégio daqueles que ousam desafiar a gravidade. Se foi uma vez o túmulo de Badezir ou a entrada para o reino de Agharta, hoje é só mais um outro local para Eco-turistas, e um lugar ainda não tão bem explorado. Mas o mistério da pedra sempre será parte da vida dos cariocas. Sempre haverá alguém para perguntar:

– Quem seriam os autores de um monumento tão grandioso? 

– Por que eles o construíram? 

– Seriam o mesmo povo que esculpiu as Linhas de Nazca no Peru? 

– Ou construíram os muros e calçadas ciclópicos  submersoss de Bimini, nas Bahamas? 

– Será que os construtores foram os fenícios? 

– Se sim, como eles conseguiram atravessar os mares e o oceano Atlântico para chegar até aqui há cerca de três mil anos em nosso passado? 

O mistério permanece, enquanto a face de um gigante escondido dando às costas para o nascer do sol, como se à espera de alguém ou do início de uma nova era para desvendar seus segredos. Algum voluntário? Muito obrigado a Pedro Lacaz do Amaral, que nos enviou todo o material escrito utilizado como referência para este artigo, muitas fotos bonitas do local e seus arredores, e para o Live In Rio.

Sobreposição de uma esfinge dos templos assírios/babilônicos, o touro alado com cabeça humana, sobreposta à Pedra da Gávea

n.T.: O texto a seguir foi anexado como uma grande evidência da capacidade (descrita em vários textos antigos e em alguns dos livros da Bíblia) que os povos semitas antigos, entre eles os fenícios tinham de navegar pelos oceanos do planeta já há mais de três mil anos, pois se assim não fosse possível como e por quem foram feitos tantos registros em antigos escritos em hebraico/aramaico antigo espalhados pelas Américas, norte, central e do sul?

A história moderna e os “eruditos” que defendem o paradigma atual dos descobrimentos feitos pelos portugueses e espanhóis se calam perante todas essas evidências com valor histórico e científico, caso contrario TODA A HISTORIA DO NOVO MUNDO e DO SEU “DESCOBRIMENTO” TERIA QUE SER REESCRITA e a verdade a respeito de nossa atual civilização teria que ser  TOTALMENTE revista.


Los Lunas, Novo México-EUA, na “AMÉRICA DO NORTE” e as Inscrições gravadas em pedra em Língua Aramaica (antigo hebraico).

Fonte: http://www.econ.ohio-state.edu/jhm/arch/loslunas.html

Tradução e acréscimos:  Thot3126@gmail.com

Esta rocha foi encontrada no INTERIOR do estado norte americano do Novo México e possui inscrições gravadas em hebraico antigo e o mais surpreendente na tradução dos caracteres gravados na rocha é que o significado em tudo e por tudo é semelhante aos dez mandamentos dados ao provo hebreupor Moisés, aos pés do monte Sinai, durante o êxodo conforme descrito na bíblia, o que demonstra a autenticidade e antiguidade das inscrições e o conhecimento que os povos semitas tinham do que viria a ser “descoberto” mais tarde e denominado de “Novo Mundo” por eles visitados.

Acima: Inscrições em Aramaico/hebraico antigo em uma rocha em Los Lunas-Novo México-EUA.

Data da inscrição:  cerca 700 a.C; – Localização dos Descobrimentos: Região de Los Lunas, Novo México, EUA;  Data da Descoberta : Desconhecida; levadas ao conhecimento dos estudiosos no ano de 1850. Língua: Hebraico/aramaico antigo;  Escrita Superfície: na rocha:

Tradução:

1. Eu sou YHWH seu Elohim (plural para deuses), que trouxe você para fora da terra 

2. Nenhum (outro) Elohim terás diante de mim 

3. E uma casa de servos? Não fazem a você? Não fazem 

4. YHWH o nome em vão. lembre o dia de 

5. Shabat para torná-lo santo honra teu pai e tua mãe, para que 

6. Seus dias mais longos ser sobre a terra que YHWH teu Elohim 

7. Dá para você, não matar, não cometerás adultério, não roubar, não 

8. Humilhar seu vizinho, um falso testemunho. Não cobice a mulher do teu próximo 

9. E tudo o que pertence ao teu próximo. 

A localização de Los Lunas, no estado do Novo México, nos EUA, com acesso por mar via Golfo do México e também pelo Oceano Pacífico.

Saiba mais em: http://thoth3126.com.br/grand-canyon-misterios-de-uma-imensa-caverna-revelados/

O assim chamado Tetragrammaton é composto dos quatro consoantes hebraicas (lidas da direita para à esquerda) YOD, HE, WAW, e HE refere-se ao nome divino. É comumente traduzida como Jeová no idioma Inglês, se inserindo as 3 vogais entre as consoantes. Na verdade, a parte da Bíblia hebraica (também conhecido como o Antigo Testamento) contém o Tetragrammaton, mais de 6.800 vezes, incluindo alguns casos, dentro dos Dez Mandamentos.

A seguir uma tabela comparativa do Tetragramaton (as quatro letras do nome divino em hebraico) de Los Lunas  com alguns outros encontrados em velhas inscrições históricas: 

amostra tetragrammatonTetragramaton de Los Lunas

amostra tetragrammaton

Registro Moabita (Moab) em pedra do nono século antes de Cristo 

amostra tetragrammaton

Cerâmica Lachish do sétimo século antes de Cristo 

amostra tetragrammaton

Manuscritos do Mar Morto do terceiro século antes de Cristo 

amostra tetragrammaton

Moderna Inscrição em alfabeto hebraico do Tetragammaton

Há outra inscrição em uma pedra menor no Pináculo sul da mesa em Los Lunas. Ela pode ter servido como um altar. A foto foi tirada por David Moore em uma viagem de campo para Hidden Mountain em 1993. A primeira linha contém o Tetragrammaton em letras paleo-hebraica. As letras são semelhantes em estilo à inscrição na pedra Decálogo de Los Lunas, mas parecem estar mais gastas pela erosão.

Para comparação de tamanho foi colocada uma moeda ao lado. A inscrição do Decálogo de Los Lunas usa o Tetragrammaton em três lugares. Eles são esculpidos na superfície da rocha em letras hebraicas antigas. E eles são, provavelmente, uma das mais antigas (cerca de três mil anos) amostras de escrita do Tetragrammaton em hebraico antigo sobreviventes do mundo! E ESTÃO LOCALIZADAS NO INTERIOR DA AMÉRICA DO NORTE !!!!!

amostra tetragrammaton

 Foto: David Moore em 1993

Abaixo está um desenho da mesma inscrição e uma tradução interlinear: 

amostra tetragrammaton

Tradução: “JEHOVAH, o nosso deus” – Stan Fox / Juergen Neuhoff – C 2000 – Publicado em Setembro 2012.

Saiba mais em:

  1. http://thoth3126.com.br/agharta-o-mundo-intra-terreno-em-nosso-planeta/
  2. http://thoth3126.com.br/brasilia-jk-akhenaton-eo-egito/
  3. http://thoth3126.com.br/geometria-sagrada-a-flor-da-vida-e-a-linguagem-da-luz/
  4. http://thoth3126.com.br/aghartha-e-area-51-um-visitante-na-terra-interior/
  5. http://thoth3126.com.br/aghartha-e-area-51-um-visitante-na-terra-interior/
  6. http://thoth3126.com.br/a-conexao-terramaldekmarte-em-gize-cydonia-e-teotihuacanmirador/
  7. http://thoth3126.com.br/vietnam-gigantesca-caverna-descoberta/
  8. http://thoth3126.com.br/grand-canyon-misterios-de-uma-imensa-caverna-revelados/
  9. http://thoth3126.com.br/piramides-no-egito-a-sua-historia-dos-subterraneos-perdida-e-secreta/

Permitida a reprodução desde que mantenha a formatação original e mencione as fontes.

Thoth-flordavidawww.thoth3126.com.br

63 Responses to Pedra da Gávea, uma Esfinge no Brasil, um acesso para Agharta

  1. Thoth3126

    Sobre a pedra da Gávea quero dizer que desde muito pequena, tenho certeza que desde meus 3 anos de idade, todas as vezes em que passei diante daquele lugar, senti a mesma coisa que senti depois de adulta, até a última vez em que passei por lá: A CERTEZA ABSOLUTA de que ali existe um imenso portal, uma passagem para um outro mundo. Sempre tive CERTEZA ABSOLUTA disso. Não sei explicar como, tão pequena, sabia disso. Muitas vezes senti medo, mas não esse medo comum, talvez fosse expectativa, não sei definir até hoje, era como se eu visse lá dentro e soubesse onde vai dar. A entrada, na parte externa é bem difícil de ser acessada. Uma boa parte após o acesso no interior, parece uma caverna assustadora, mas depois, a caverna vai se abrindo e ficando larga e clara e não sei de onde vem a luminosidade. Senti isso, repito, desde a primeira vez em que passei ali. A sensaçao que estou sentindo agora (lendo o post) é exatamente a mesma que senti todas as vezes que ali estive. Outra coisa. O que eu sempre vi no topo daquele morro é como uma esfinge, mas na forma de um leão deitado. Muita gente no Rio diz que percebe isso. E, para mim, o leão seria um feroz defensor e guardião daquele portal. Aquele lugar é mágico e abriga segredos que não podem estar expostos a pesquisadores, eco…, e/ou, outras coisas que, a título de pesquisa, podem estar tentando detonar com aquele portal. Estou te enviando email porque não tenho acesso ao comentário na postagem do thoth. Alice. nazareth.alice4@gmail.co

  2. OshoBR

    Moro de frente para a Pedra da Gávea, do lado da Barra da Tijuca. Sempre vejo luzes estranhas por ali.
    Já pensei que fossem lanternas do pessoal subindo a trilha. Mas a luz é forte demais pra ser uma lanterna, é quase como a visão que temos de uma estrela no céu. Tive certeza que não são lanternas quando a luz que aparentemente estava na trilha apareceu ao lado da pedra e também acima dela, tipo sobrevoando mesmo. Sacou? E a velocidade também, não tem como ser alguém andando, nem correndo! Mas não chega a ser uma velocidade absurda, só rápido demais pra ser uma pessoa com a lanterna mais forte do mundo na mão. Não tem como.
    Tem balacobaco ali cara, não sei o que é.
    É a vista da minha varanda, essa pedra me hipnotiza. Moro no 21º andar, posso olhar pro mar mas acabo sempre virando a cadeira de frente para a pedra e fico ali viajando.
    O dia mais bizarro foi quando fiquei um bom tempo olhando e comecei a me “comunicar” por pensamentos. Literalmente pedi pra luz aparecer e ela veio. Aí pensei comigo mesmo “eu sei que vcs ETs estão aí. Apaga a luz agora” E ela apagou. E de novo, “agora acende” e ela acendeu. Fiquei arrepiado e comecei a rir. Fiz a brincadeira mais algumas vezes. Não podia acreditar no que estava acontecendo.
    Sei que é difícil de acreditar, nem comento isso com ninguém pq vão debochar. Mas tenho certeza que tem algo diferente ali. Talvez algum portal, não duvido de nada. Foi um exercício mental forte que fiz, após uma meditação leve. Pedi e vi. Coincidência? Talvez. Quem sabe?
    Foi nítida a sensação de estar me comunicando com a parada. Eu não pedia pra apagar e apagava minutos depois. Era quase instantâneo mesmo. Muito bizarro.
    A partir daí relaxei com a presença da luz. “Ela” está ali na paz.
    Outra certeza absoluta que tenho e já compartilhei com amigos é que todas essas pedras altas que tem no RJ nessa região estão relacionadas. Como se fossem antenas, saca? Acho que o magnetismo especial, a sensação de bem-estar que o RJ provoca nas pessoas tem a ver diretamente com essas pedras e seu posicionamento.
    Valeu pelo artigo. Abç

  3. carlos souza

    OSHO BR – sou ufologo do RIO/RJ – e gostaria de saber se vc tem alguma foto ou filmagem destas bolas de luzes , tb gostaria de saber qual é a música que vc usa para a meditaçaõ , pois vi uma reportagem sobre o poder do som , e conforme cada som especifico surgem um fenomeno , deixo meu contatos para trocarmos informações com amigos que tenha interesse em : ufos, espiritualidade, fenomenos sobrenaturais e paranormalidades. – obrigado – EMAIL: edintellectus@hotmail.com

  4. Neeta Raina

    Agharta- In the Valmiki Ramayana, one of the ancient most surviving scriptures of India, the Paracas Trident of Peru is mentioned. It also says that when you move inland from this ‘shining three leaved palm’ – and go beyond a few more peaks of the Udaya mountains (Andes), you will reach a glorious peak called Mt. Sunrise. It states,”In the beginning Brahma, the Creator, ordained this Mt. Sunrise to be the gateway for the earth to heaven, and even as the rising place for the Sun, as such this is verily said as the ‘eastern quarter’ of the compass. [4-40-64]. So Agharata just might be the place.

  5. Mauro Ribeiro

    Muito legal esse artigo, moro perto da Pedra da Gávea, já subi lá uma vez quando era menino. Foi uma experiência muito intensa. Continue assim nos iluminado Thoth! Saudações na Luz Mauro

  6. Mauro Ribeiro

    ah, lembrei de outra coisa que pode te interessar, uma vez li que um dos chakras da Mãe Terra fica localizado no litoral do Rio. A refletir, não? Saudações na Luz Mauro

  7. Eduardo Gonçalves

    Fui montanhista na juventude e perdi a conta do número de vezes que escalei a Pedra da Gávea; cheguei a subí-la à noite e sozinho, de uma vez que os meus companheiros desistiram de última hora. Por muitas vezes dormi na gruta da orelha; quando fazia isso pendurava minha mochila em uma saliência no teto, pois morava lá uma cuica que gostava de comer a nossa merenda; eu a vi lá inúmeras vezes… Conhecia a teoria de que a gruta era uma entrada para o túmulo de Badezir e cheguei a entrar lá dentro passando por trás de uma pedra, mas a gruta não se estendia além de um ou dois metros. Por isso nunca dei crédito a essa fantasia.

  8. arnaldo juiniro

    gostaria de formar uma equipe para uma exploração amadora,na pedra da gavea,para que possamos tentar ,ver se conseguimos acessar o mundo intraterreno! quem tiver disposição é só me contactar

  9. Gilberto

    Eu pesquisei essa historia mas afundo e descobri outro lugar com essas escrituras

    • Luizfersan

      Uma vez fiz uma concentração neste lugar e ouvi algo parecido a uma gravação que dizia “Antes da submersão de Grabonski…” e o som baixou e sumiu, que pena!

    • Aline Freitas

      Qual? Também estudo um pouco sobre esse mistério!
      Querendo se comunicar meu email é: aline_auzinha@hotmail.com

  10. Beckert

    Robinsona:
    Pedra da Gavea leigos subterranea!
    “Rio de Janeiro” estava abeixo do “ceu”, 80000 anos atras, talvez apenas 10000 anos atras.
    “Rio de Janeiro” ===> Cattigara?

  11. Silvia Eduarda da Silva

    O que tenho a dizer é que moro na Gávea e do meu apartamento tenho vista para pedra da Gávea de onde podemos ver a imagem de um Orixá e em volta há uma vegetação. A imagem não poderia ser feita por ação humana porque além da inacessibilidade a imagem somente se revela quando bate o sol.

  12. Beth Fagundes

    Nossa, pessoal! Fiquei impressionada com essas informações! Tb moro de frente pra pedra da Gávea, mas na Barra, então não tenho acesso visual ao portal… Pena… Mas gostei de saber essas coisas. Sou mto curiosa. Tb adoro olhar pra pedra, no cair da tarde, fica mais impressionante ainda! Vou tentar fazer o teste das luzes, rsrsrs Tb já vi lanternas de alpinistas ligadas à noite. Vou pesquisar e retorno se tiver mais informações!
    Abs

  13. Beth Fagundes

    Olá, Luizfersan, isso q vc escutou pode ser uma confirmação de q a Atlâmtida, chamada por eles de Grabonsky, realmente afundou e eles se refugiaram nesse local… Será, rsrsrs, viajei….

  14. Pettrus Sans

    Eu já avistei a imagem de um orixá na pedra da gávea, quando se olha pela Marquês de São Vicente.

  15. EDINA

    GENTE! EU MORAVA NA ROCINHA E TODOS OS DIAS, SENTIA UMA FORÇA ENORME, DE ENERGIA. ME CHAMAR. QUANDO ESCALEI PELA 1ª VEZ… MORRI DE MEDO DE SER SUGADA. LOUCURA? TALVEZ. MAS HOJE SINTO FALTA DESSA ENERGIA. MUDEI DE BAIRRO; MAS PARA IR TRABALHAR, PRECISAVA PASSAR POR ELA. MINHA IRMÃ E EU SEMPRE OLHAVAMOS A PROCURA DE SINAIS…
    POR VEZES VIAMOS UMAS PEQUENAS LUZES.

  16. Satyaraja

    Eu estudo sânscrito e não se escreve/lê da direita para esquerda como sugerido na matéria. Se escreve da esquerda para direita, como as línguas latinas mesmo.

  17. Vinícius Chaves

    Eu corro descalço na pedra toda a semana. antes eu era muito fraco e tinha princípio enfisema pulmonar.
    Eu comesei a ter um sonho aonde me dizia que um musgo verde iria curar o meu pulmão. No início eu não entendi o sonho, mas depois de ter subido a pedra umas 10 vezes percebi que o lugar aonde eu bebia água na montanha, a água escorria desse musgo verde.
    Correr descalço na montanha ativa outras partes do cérebro é diferente de ir calçado, parece que o meu corpo foi feito para isso. Eu já desci a pedra á noite descalço, sem camisa e sem lanterna e não tive um machucado se quer

    Sou muito grato ao imperador, me transformou em um homem.

  18. Raphael

    Estou querendo juntar um pessoal para explorar aquela pedra numa noite de céu limpo, moro em Botafogo e estou disposto á ir lá qualquer dia, abraço!

  19. Marco Antonio Matias

    Estive na Pedra da Gávea e achei interessante o lugar caso alguém vá explorar estarei disposto a ir também.

  20. Luis Antonio Galbiattil

    Eu sempre digo e repito,e vou repetir até os meus últimos dias: Existem tantos segredos a serem descobertos nesse mundo,que toda a História de nossa civilização não só teria que ser reescrita,como também jogariam por terra todo conhecimento que os tais “estudiosos” dizem ter! Já imaginaram o que seria da Arqueologia (Ciência maravilhosa,mas cheia de homens arrogantes e donos da verdade) se tudo isso for comprovado em? teria que mudar completamente seu conceito ou desaparecer como Ciência certo?

  21. Deanna Sylvestre

    Meu marido e eu, há 5 nos atrás, estávamos na piscina de um pequeno Clube no Alto Leblon e bem acima via-se os morros “Dois Irmãos”. Não havia mais ninguém, a não ser o salva-vidas, mas estava dentro de um quartinho vendo TV.
    Nossa família estava a poucos metros, almoçando e uns guarda-sois os escondiam. Nisso, vi um enorme disco voador passar devagarinho entre uma montanha e outra… Falei ao meu marido “veja aquilo” ! E ele disse ” fica olhando ! ” – e procurou o salva-vidas c/ o olhar mas ele não estava. Ficamos os dois olhando admirados, pois brilhava muito ! Levou + ou – um minuto e meio e ninguém mais estava ali perto ! Olhamos p/ os vários apartamentos ao redor e não havia ninguém nas janelas…. Corremos p/ contar e todos adorariam ter visto, claro ! Me senti tão agradecida à Deus por isso, pois meu marido escreveu um livro comparando a visão que tivemos c/ os anjos e suas máquinas voadoras, tudo comparado com as visões Bíblicas. Ele viu várias vezes e porisso estudou a Bíblia, escrevendo depois seu 1o livro ” Em Busca da Verdade “. Seu nome é José Vicente M. Sylvestre.

  22. Deanna Sylvestre

    Acho que o Rio de Janeiro é repleto de mistérios! Isso que vimos, esse UFO em forma de disco ( como se fossem 2 pratos fundos, um sobreposto ao outro ) e bem à nossa frente, nossa, gente, foi maravilhoso demais ! E o fato de ter passado bem devagar para podermos visualizar, entre as montanhas ” Dois Irmãos “, só para nós , só pode ser obra de Deus mesmo !

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