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Historias de Maldek – Ruke de Jupiter – Parte 3

Posted by on 04/08/2016

atravesdeolhosalienígenas.

RUKE, de JÚPITER – Parte III – Histórias de Maldek, da Terra e do Sistema Solar

… A levitação usando frequências de som também eram empregadas junto às pedreiras para transportar enormes blocos de rocha prontos em barcaças fluviais através do rio Nilo. Cada bloco de rocha cortado e finalizado tinha UM LUGAR ESPECÍFICO em uma das três pirâmides.

Embora os carros aéreos pudessem levantar apenas um ou dois blocos de rocha cortados (dependendo do seu tamanho e peso), eles poderiam por centenas de blocos de cada vez nas barcaças para cima ou para baixo no rio…

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES – Através de Olhos Alienígenas”, páginas 129 a 154, escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da FEDERAÇÃO GALÁCTICA.

“Na vida futura, que a luz de nossa estrela (Sol) natal novamente desenhe nossas duas sombras. Até lá, rezo aos Elohim que lhes deem sabedoria enquanto andam em meio às serpentes.  Ephphatha {antigo termo aramaico que se traduz Que tu te abras” (para receber a LUZ do Criador).} Alguém como você rezar por mim me enche de alegria. Ephphatha”.  Eu Sou Mocalar de Vitron, da Casa de Comércio de Vonner. 


Segue a narrativa de RUKE: Levitando os imensos blocos de rocha na construção das pirâmides no Egito, em Gizé:

Os imensos blocos de rocha usados na construção das pirâmides eram tornados sem peso pela anulação/cancelamento do campo gravitacional do planeta Terra sobre a sua massa. Usando uma frequência chave de som, o equilíbrio gravitacional da molécula central na massa total do bloco de rocha era cancelado. A molécula central de uma dada massa é a única molécula que esta cercada por uma quantidade  igual do peso da massa em todas as direções. A sua influencia então é transmitida às demais moléculas próximas quando então elas se movem devido à energia cinética da massa total. 

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As pirâmides de GIZÉ, no Egito, construídas por mão de obra de habitantes de PARN/Calisto, um planetoide de Júpiter, e habitantes de SÍRIUS, com projetos, tecnologia e o conhecimento da GEOMETRIA SAGRADA dos habitantes do planeta GRACYEA, os gracianos.

Quando uma determinada molécula central se move de sua posição,a molécula que se move para ocupar o seu espaço se transforma na nova molécula central. A chave da frequência de som produz duas coisas: a) ela suspende o movimento de todas as moléculas dentro da massa total, permitindo que uma molécula específica seja estabelecida como o centro de massa, a nova molécula central. b) O nódulo positivo da molécula central se estica como em uma tira de borracha/elástico enquanto os seus nódulos negativos faz a molécula se contrair. 

Essa contração e expansão da molécula central cancela às outras moléculas na massa o ponto central de referência e orientação. Assim elas começam a se expandir e contrair e a girar em uma taxa específica. As moléculas também giram em um ângulo específico sobre seus eixos relativos à pulsação da molécula central (isso se chama ressonância simpática). Devido ao giro e ao consistente eixo do ângulo de rotação das moléculas totais que compõe a massa total do bloco de rocha, as linhas de forças gravitacionais geradas pela sua massa se tornam fora de fase com aquelas geradas pela massa e o campo gravitacional do planeta, assim o bloco de rocha se torna sem peso. 

Uma pequena criança poderia jogar longe um enorme bloco de rocha nessas condições, como se ele fosse uma bola de praia. A frequência chave de som que causa a ausência de peso é a nota recíproca da frequência de som usada para determinar as fraturas de um bloco de seu leito original de rocha. Havia (e ainda existe) dois modos conhecidos de afetar uma molécula central de qualquer massa, retirando o peso de ’QUALQUER OBJETO’’.

1) Usando uma específica frequência de SOM e;

2) Tocar no bloco três vezes com uma vara VRIL carregada com a energia VRIL (A mais elevada forma de energia – e mais sagrada, feminina – do Universo. A BASE DE TUDO QUE É MATERIAL) enquanto entoava, cantava certos números e palavras na direção do bloco. 

Os sacerdotes e sacerdotisas de Gracyea realizavam esta forma de levitação com muita facilidade. A levitação usando frequências de som também eram empregadas junto às pedreiras para transportar enormes blocos de rocha prontos em barcaças fluviais através do rio Nilo. Cada bloco de rocha cortado e finalizado tinha UM LUGAR ESPECÍFICO em uma das três pirâmides.

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Embora os carros aéreos pudessem levantar apenas um ou dois blocos de rocha cortados (dependendo do seu tamanho e peso), eles poderiam por centenas de blocos de cada vez nas barcaças para cima ou para baixo no rio. No local de recepção dos blocos prontos, nas barrancas às margens do rio Nilo, abaixo do platô de construção das pirâmides, barcaças especialmente desenhadas eram colocadas diretamente no carregamento em monotrilhos, que transportavam os blocos até o platô na base das pirâmides em construção. 

Esse transporte em monotrilho era propelido por eletromagnetismo (semelhante aos trens balas do Japão de hoje). Os mesmos engenheiros gracianos que construíram as pirâmides foram quem montaram esses transportadores em monotrilho entre o local de desembarque das rochas no rio e a base de construção sobre o platô. Esses transportadores eram controlados remotamente (não havia operadores à bordo) e poderiiam atingir velocidades de várias centenas de quilômetros por hora, mas usualmente eles viajavam à uma velocidade de 50 quilômetros por hora entre as duas estações existentes, uma no local de desembarque das rochas das barcaças no rio e a outra na base de construção, no platô. 

Os gracianos eram telepáticos e usavam esse modo de se comunicar para notificar as pedreiras qual o tamanho e tipos de blocos que eles queriam que fossem cortados e acabados e embarcados para o local da construção de cada uma das três pirâmides. Se o bloco de rocha que tivesse sido pedido não chegasse ao local de construção dentro de duas horas, era admitido que algo no sistema deveria ter terrivelmente funcionado mal. Após chegar à base de construção das três pirâmides, os imensos blocos de rocha eram levitados pelos sacerdotes Stolfas e posto em uma plataforma elevadora suspensa magneticamente entre duas hastes verticais que se erguiam a mais de 800 pés (245 metros) céu acima. 

Essas plataformas elevadoras funcionavam no mesmo princípio magnético utilizado no transportador monotrilho. As hastes de suporte (guias) tinham apenas cerca de uma polegada (2,5 centímetros) de diâmetro, mas jogar um carro aéreo sobre elas à velocidade de 3.200 quilômetros por hora não conseguiria move-las um milímetro sequer. Estas hastes eram capazes de se inclinar em qualquer ângulo e travar em qualquer abertura vazia de uma plataforma em um nível incompleto da pirâmide. A plataforma de elevação/elevador, carregando um bloco de rocha poderia automaticamente se mover sobre a plataforma de recepção e vir a pousar sobre ela. Então um sacerdote Stolfa levitaria o bloco de rocha e trabalhadores como eu mesmo, empurrariam a pedra para o seu local designado na pirâmide. 

Os trabalhadores que tinham essa incumbência deveriam saber exatamente onde o bloco deveria ser assentado na pirâmide, porque o sacerdote (ou sacerdotisa) Stolfa Graciano tinha que manter a sua concentração mental no processo de levitação do bloco de rocha e não poderia, de modo algum, se distrair. Qualquer distração nesse momento poderia resultar na queda e provável quebra do bloco de rocha, ou a queda sobre um trabalhador provocando a sua morte (eu fique sabendo de apenas TRÊS mortes por acidente durante a construção da Grande Pirâmide de MIR, GIZÉ, Egito). 

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Os imensos blocos de rocha empregados na construção das pirâmides no Egito.

A principal razão para que os blocos de pedra tivessem que ser levitados pelos sacerdotes Stolfas e não por um gerador de frequência de som era de que depois que o bloco de rocha era finalizado com argamassa em seu local específico na pirâmide, ele se tornava parte da massa total de todos os blocos ao qual ele estava ligado em suas extremidades pela argamassa. E essa massa total crescia diariamente em proporção ao número de blocos que eram adicionados a pirâmide. Se fosse utilizado o gerador de frequência de som a massa total em alguns casos poderia absorver ou refletir a energia da frequência de som usada, e nenhum bloco poderia mais permanecer sem peso nessas condições. 

Depois que um bloco de rocha era posto em seu devido lugar, um dispositivo semelhante a um diapasão de afinação era usado na pedra. A vibração do diapasão era lida e gravado por um dispositivo eletrônico. Qualquer pequena distorção encontrada com relação à vibração desejada poderia ser corrigida ajustando a massa de um ou mais dos próximos blocos de pedras que iria ser afixado com argamassa mais tarde ao bloco que precisava de correção. Finalmente, qualquer distorção vibracional acumulada no final da construção seria finalmente corrigida quando a PEDRA DE TOPO, feita de CRISTAL ASTRASTONE (um super cristal feito com a substância mais dura jamais encontrada em todo o universo) fosse cortada, lapidada e posta no seu lugar no TOPO DA GRANDE PIRÂMIDE. 

Somente a Grande Pirâmide tinha a Pedra de Topo feita de Cristal Astrastone. Os gracianos chamavam a pedra de topo de “SPIEL”. Eu aprendi que a segunda e terceiras pirâmides (conhecidas como de Quéfrem-Khufu e Miquerinos-Menkaure) foram construídas pelas seguintes razões: 

a) como dispositivos de PONTARIA;

b) Para absorver e dispersar algum tipo de energia de retorno que poderia ser transmitida pela Grande Pirâmide quando realizando algum tipo de função dinâmica apenas conhecida pelos maldequianos naquele momento. 

Foi especulado que a terceira pirâmide (a menor de todas as três-Miquerinos) poderia mesmo vibrar até se desfazer em poeira quando a Grande Pirâmide estivesse dinamicamente funcionando (estivesse em uso total). 

PORQUE MALDEK EXPLODIU AO INVÉS DA TERCEIRA PIRÂMIDE (Miquerinos)

Nisto reside a resposta de porque MALDEK EXPLODIU. A terceira pirâmide (a menor das três, chamada de Miquerinos) de MIR/GIZÉ/EGITO foi feita para agir como um fusível em um circuito elétrico e se desintegrar antes que qualquer desastre acontecesse com a Grande Pirâmide quando ela foi utilizada pela enviar a ENERGIA VRIL de reserva DO PLANETA TERRA para o planeta MALDEK. Consequentemente MALDEK EXPLODIU, e não a terceira pirâmide. Isto aconteceu, é claro, porque os gracianos e nós, de PARN/Calisto, do radiar RELT/Júpiter não viemos a Terra para construir porcaria. 

Constelação de ÓRION com as estrelas (Cinturão) centrais Alnilan, Alnitak e Mintaka (no Brasil conhecidas como as Três Marias), com as quais as Três pirâmides em GIZÉ estão perfeitamente alinhadas.

Como recentemente foi percebido no planeta Terra, as três pirâmides de GIZÉ/EGITO foram projetadas, dimensionadas e POSICIONADAS no platô de Gizé para representar com exatidão milimétrica as TRÊS ESTRELAS centrais da CONSTELAÇÃO DE ÓRION, chamadas pelos astrônomos de O CINTURÃO DE ÓRION: são elas MINTAKA, ALNILAN E ALNITAK (No BRASIL elas são popularmente conhecidas como AS TRÊS MARIAS). As três pirâmides no Egito foram construídas para estarem DIRETAMENTE alinhadas com a CONSTELAÇÃO DE ÓRION no Solstício de Verão (em JUNHO, no hemisfério norte), quando elas então estão posicionadas ao norte do equador da Terra.

Foi calculado que no momento do solstício de verão (nesse caso em junho) o planeta MALDEK estaria em conjunção direta com a maior das três estrelas do Cinturão da Constelação de Órion – ALNITAK – aquela representada pela grande pirâmide no solo do Egito. Entretanto, durante a cerimônia no solstício de verão, quando subsequentemente MALDEK entrou em conjunção com essa estrela, o planeta desapareceu porque ele se fundiu com a luz solar mais radiante emitida pela estrela.(Quando MALDEK explodiu pareceu em um primeiro momento que a estrela do Cinturão de Órion, ALNITAK, é que havia explodido).  

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A Constelação de Órion e as Pirâmides: o alinhamento entre as estrelas do cinturão da Constelação de Órion, Alnitak, Alnilan e Mintaka (no BRASIL conhecidas como as TRÊS MARIAS) e as pirâmides de Quéfrem, Queóps e Miquerinos, em Gizé-Egito.

Após o termino da segunda e terceira pirâmides ser concluído, restavam ainda alguns trabalhos menores a serem feitos no platô. Muitos dos nossos trabalhadores do sistema Radiar RELT/Júpiter não eram mais necessários e então gastávamos nosso tempo pescando e conversando sobre o que eventualmente receberíamos como o nosso pagamento pelo nosso trabalho devido pelos gracianos e sobre voltarmos para a nossa casa em PARN/Calisto. 

A VIDA EM MIR/EGITO

As construções das pirâmides ocorreram de acordo com o tempo previsto porque o platô era completamente iluminado todas às noites por holofotes e os interiores dos prédios eram iluminados por lanternas elétricas portáteis. Durante a nossa estada em MIR/Egito nós vivíamos em apartamentos com dois quartos feitos com tijolos de barro. Cada apartamento tinha uma porta que conduzia para um passeio com cerca de 16 pés (4,85 metros) de largura.

Nos foi dito que os apartamentos foram construídos com este material porque eles seriam demolidos quando as pirâmides estivessem prontas e nós os trabalhadores fôssemos enviados de volta para casa. Nós fomos questionados pelos gracianos se alguns de nós gostaria de ficar na Terra/Sarus um pouco mais e ajudá-los a acabarem a construção do complexo de construções de MIRADOL (Teotihuacan no México). 

Nos foi dado um tempo para que pensássemos a respeito da proposta. Muitos de nós trabalhadores de PARN/Calisto queríamos regressar para nosso lar porque nós estávamos ansiosos para usar o nosso recente conhecimento adquirido de construção, para construir estradas e edifícios bonitos em nosso lar planetário. (Enquanto estivemos na Terra nós mudamos em vários sentidos. Uma das maiores mudanças em nosso povo foi a de que nós nos tornamos muito ambiciosos e procurávamos retirar mais do que a vida nos oferecia). 

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Acima: As também monumentais pirâmides construídas no complexo de Teotihuacan, no México, pelos mesmos construtores das Pirâmides do Egito, os gracianos, do planeta GRACYEA.

As nossas refeições eram feitas em comum em um restaurante coletivo. Os cozinheiros eram de muitas raças diferentes de fora da Terra que trabalhavam sob as ordens de um Chef de cuisine nativo da Terra. Nós geralmente comíamos frutas frescas, vegetais, arroz, feijões, alho, massas do tipo spaghetti e peixes. Uma coisa nova a que nós de PARN fomos apresentados pela primeira vez foi PÃO.

Nós instantaneamente amamos essa novidade e não havia pão o suficiente para nós desde então de tanto que o consumíamos. Nós conhecíamos grãos/cereais selvagens em PARN mas nunca produzíramos nenhum alimento com eles, nós pensávamos que ele só tinha valor para alimentar os pássaros e os nubs (pequenos roedores que caçávamos para nosso alimento). Nós não podíamos esperar para voltar para casa e mostrar aos que lá ficaram como se fazer pão e o melhor de tudo, de comê-los. 

De vez em quando nós frequentávamos o comissariado, que era operado pelo nosso chefe Barco e o seu povo onde nós podíamos fazer compras e trocar nossas roupas e calçados usados por novos. No local onde funcionava o comissariado um trabalhador também poderia comprar coisas tais como pipocas, roscas, charutos gracianos e doces. Muitos tipos de alimentos vinham embalados à vácuo com um desenho sobre o produto dentro da embalagem no rótulo. Dependendo do dia da semana, um trabalhador poderia obter muitos litros de cerveja. As compras eram feitas e pagas pela troca de tiras azuis, que eram do tamanho próximo de uma goma de mascar (referência de Wesley Bateman). Um trabalhador após doze horas de período de trabalho receberia cinco dessas tiras azuis (uma espécie de moeda de troca). 

Os sanitários da Villa de apartamentos dos trabalhadores e no platô de GIZÉ, onde as pirâmides estavam sendo construídas, eram unidades grandes e retangulares dispostas sobre rodas. Havia mecanismos nas unidades que automaticamente processavam os resíduos humanos, formatando-os em tijolos ao fim do processo. Esses tijolos de resíduos eram colocados em containers que eram levados várias milhas distante por um carro aéreo e descarregados em um grande e profundo poço. Havia dois tipos de instalações de banho. Um tipo utilizava o emprego de um bastão sônico que atraía todas as partículas estranhas da pele do corpo limpando-o. Quando uma pessoa terminava de se utilizar do bastão para a sua limpeza, ele era colocado de volta em uma bainha onde o bastão também era sonicamente limpo. 

Os nossos dentes eram limpos do mesmo modo usando um bastão sônico menor que também era operado da mesma forma. Próximo às margens do rio Nilo havia chuveiros que utilizavam a água do mesmo misturada com desinfetantes e repelentes de insetos. (os insetos da Terra realmente amavam todos nós do planetoide PARN, de Júpiter). Alguns de nós de fora da Terra adorávamos tomar banho nas águas do rio. No começo isso foi um pouco perigoso para os banhistas, até que campos de força sônicos fossem criados pelos gracianos para manter distantes os crocodilos (que naquele tempo eram duas vezes maiores do que os crocs de hoje), e hipopótamos e outros animais que atualmente não mais existem no reino animal em seu tempo atual. 

OS GRACIANOS

Muitos acidentes com ferimentos ocorreram durante à construção das pirâmides, principalmente devido às quedas. Todas as formas de doenças e lesões e ferimentos eram tratados pelos médicos gracianos que empregavam métodos de cura maravilhosos. (Três dos cinco médicos de Gracyea eram mulheres). Elas e eles podiam curar fraturas em ossos se utilizando de ondas sonoras em um dia (o mínimo para se ter um ciclo circadiano(1) era requerido). Ferimentos abertos eram fechados sonicamente, com a utilização de frequências sonoras e curados sem cicatrizes em cerca de três dias. 

1) Ciclo circadiano, ou Ritmo circadiano, designa o período de aproximadamente um dia (24 horas) sobre o qual se baseia todo o ciclo biológico do corpo humano e de qualquer outro ser vivo, influenciado pela luz solar.  O ritmo circadiano regula todos os  ritmos materiais fisiológicos bem como muitos dos ritmos psicológicos do corpo humano, com influência sobre, por exemplo, a  digestão  ou o estado de vigília, passando pelo crescimento e pela renovação das células, assim como a subida ou descida da temperatura.  O “relógio” que processa e monitora todos estes processos encontra-se localizado numa área  cerebral   denominada  núcleo supraquiasmático, localizado no hipotálamo na base do cérebro e acima das glândulas pituitárias. 

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Pesquisas recentes expandiram o sentido do termo, demonstrando que os ritmos circadianos estão também relacionados às marés, ao ciclo lunar e também à dinâmica climática da Terra através das correntes eólicas e marítimas, em especial se observado com relação aos animais migratórios (AFINAL TODOS NÓS SOMOS UM). Dessa forma, a dinâmica circadiana não se reduz a uma questão fisiológica, mas também a uma conjuntura astronômica, geológica e ecológica E EMGLOBA TODA A VIDA DENTRO DA ESFERA PLANETÁRIA – tudo esta conectado. O termo circadiano provém da designação em Latim “circa diem”, que significa “cerca de um dia“.  O núcleo supraquiasmatico (NSQ)encontra-se em cima, ou seja “supra” do quiasma ópticorecebendo a luz do SOL pela via retino-hipotalamica.  Sabe-se que os ciclos circadianos são controlados em sua maioria nos mamíferos nos núcleos supraquiasmáticos do hipotálamo e estes, por sua vez, estão sob controle temporal por agentes sincronizadores, como a “LUZ”. 

Através das minhas descrições eu tenho certeza que você já percebeu que os gracianos, do planeta GRACYEA, tinham um grande conhecimento de todo o espectro eletromagnético da LUZ, de suas leis, e usavam esse conhecimento muito bem. Os gracianos tinham (e tem) excepcionais capacidades e habilidades visuais e auditivas. Eles poderiam (e podem) enxergar comprimentos de onda da LUZ desde o infravermelho até o ultravioleta que é invisível para a maioria das outras raças humanas.(inclusive para a nossa atual raça na Terra). 

Eles tinham (e tem) a habilidade de controlar à sua vontade a abertura e o fechamento da íris de seus olhos (na maioria das raças do universo, isto acontece de forma automática e/ou involuntariamente de acordo com a intensidade da luz no ambiente). Pelo PODER DA VONTADE (desenvolvido) os gracianos também poderiam focar os seus olhos e usá-los como se fossem telescópios (ampliando em muito a visão normal à distância) ou como microscópios. 

Eles possuem pálpebras em seus olhos como todos os demais seres humanos, mas eles têm três conjuntos adicionais de membranas claras sob as pálpebras internas nos seus olhos. Eles poderiam, de acordo com a sua vontade, cobrir os seus olhos com qualquer uma ou com uma combinação das três membranas. Fluidos naturais produzidos por glândulas óticas, preencheriam os espaços entre as membranas para produzir o que poderia ser chamado de lentes de contato instantâneas. Estes fluidos produziam o que era necessário em termos de lentes óticas para que eles usassem seus olhos com função telescópica ou microscópica. Quando essas membranas dentro de seus olhos se contraiam, o líquido do fluído era expelido de seus olhos como se fossem lágrimas e rolariam face abaixo, mas imediatamente secariam sem deixar nenhuma marca. 

O REVESTIMENTO DE PEDRAS DAS PIRÂMIDES 

O revestimento de pedras da Grande Pirâmide (Quéfren-Alnitak) tinha que ser precisamente cortado e assentado de um certo modo que os seus “tons” estavam individualmente e coletivamente perfeitos. Os cortadores e moduladores das pedras de revestimento da Grande Pirâmide eram um grupo único de pessoas. Mesmo com todos os seus cuidados, depois que toda pedra de revestimento era colocada em seu lugar específico uma sintonia mais fina da Pirâmide era ainda necessário. As pedras de revestimento não eram transportadas para seus local na pirâmide com o elevador eletromagnético mencionado antes para os blocos de rocha.

Quando elas eram levados pelos Stolfas para cima, nível após nível, para ocupar o seu lugar, elas já possuíam uma fina camada de argamassa em suas bordas e todo o processo era feito usando as varas VRIL e orações sagradas cantadas pelos sacerdotes/sacerdotisas Stolfas gracianos. As pesadas e muito polidas pedras eram colocadas em seus devidos lugares desde o topo para a base.

Os sacerdotes Stolfas, os moduladores de tons e os engastadores das pedras calçando sapatos muito suaves  e solados muito finos, colocavam as pedras de revestimento nos seus locais determinados. Para fazer esse trabalho nós éramos pendurados por cordas não abrasivas. Havia centenas de equipes trabalhando nas quatro faces da Grande pirâmide (Quéfrem/Alnitak) para fixar estas pedras de revestimento (feitas com Ônix Branco). 

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Um pedaço de ÔNIX branco SEM polimento.

{n.t. Depois de pronta, a Grande Pirâmide devido ao seu revestimento de polidas e brilhantes pedras de ÕNIX BRANCO, podia ser vista de uma distância de até cerca de vinte quilômetros, tamanho era o seu brilho em determinados momentos do dia, parecendo um espelho para a luz solar, quando a angulação dessa luz incidia sobre as suas quatro faces e refletia a luz solar e dependendo do ponto de vista do observador. Com o passar dos milênios, sucessivas civilizações do Vale do Rio Nilo foram retirando essas pedras brilhantes para serem usadas na construção de suas edificações.} 

Por causa da maioria dos colocadores das pedras de revestimento ser de trabalhadores de pele com a cor negra e as pedras de revestimento ser feitas de brilhante material branco (ÔNIX), um observador à distância poderia facilmente comparar a cena da construção da pirâmide com um quadro de um cubo gigante de açúcar coberto de centenas de pequenas moscas negras.

Periodicamente durante o dia e à noite os gracianos geravam eletronicamente uma frequência de som que a maioria das pessoas sequer ouvia. Então a pirâmide incompleta responderia à frequência de onda eletromagnética pela emissão de uma onda de som, audível, alta (mas muito prazerosa de se ouvir). 

A frequência que eles sempres esperavam ouvir da pirâmide como resposta era 314.1592592 … (O que significaria que estaria tudo bem com a construção) ciclos de vibração por segundo natural de tempo (o valor de PI x 10 para segundo força) {O número 3,141592592 … é conhecido como Pé Vermelho no sistema natural RÁ de Matemática (sagrada) e é considerado o mais SAGRADO NÚMERO usado pelo CRIADOR de todas as coisas, entre todos os números – WHB}.

Continua …     

Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

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