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Historias de Maldek – Trome de Saturno – Parte III

Posted by on 10/06/2016

atravesdeolhosalienígenas.TROME de SATURNO  (Titã/Omuray), Histórias de Maldek, da Terra  e do Sistema Solar, Parte III.

“Nós somos o produto de milhões de anos de vidas. O que sabemos daqueles tempos determina quais emoções misturamos com nossos pensamentos e energiza os símbolos de nossos sonhos. Nossas experiências pessoais de vidas passadas fazem com que sejamos diferentes assim como os flocos de neve são diferentes uns dos outros.

Devo então dizer isto: como você solicitou as visões de muitos seres, pode contar que ouvirá a mesma melodia quando eles cantarem sua canção, embora as letras de algumas nem sempre rimem com as que são entoadas por outras vozes do coro“.  Sou Sangelbo de Temcain.

Tradução, acréscimos e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

Traduzido do livro “THROUGH ALIEN EYES – Através de Olhos Alienígenas”, escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da Federação Galáctica, páginas 37 a 69

ENQUANTO ISSO, UMA VEZ MAIS:  … Mais tarde, descobri que os seres que vieram para a Terra nos assim chamados ovos prateados não eram realmente deuses, e sim seres dos planetóides Sumer que nunca haviam nascido nem morrido dentro dos limites da Barreira de Freqüência da Terra.

 Seu propósito de fecundar certas mulheres da Terra não se baseava em algum desejo lascivo, mas em vez disso, no desejo de introduzir no sangue dos descendentes de Sumer que viviam no planeta Terra formas de ADN sumeriano mais fortes que, segundo esperavam, fortaleceriam seus parentes ligados à Terra contra quaisquer futuros efeitos biológicos nocivos que pudessem ocorrer provenientes da Barreira de Freqüência.

 E Viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas; e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram” – Gênesis 6:2

Os seres do radiar Sumer não constituíram a única cultura de fora do mundo a tentar fortalecer o ADN de seus parentes terrestresCentenas de outras culturas DE FORA da terra empregaram métodos similares para fazer o mesmo, inclusive os maldequianos. Os maldequianos imaginaram a criação de uma raça superior que conseguirá subjugar completamente o planeta a partir de dentro e impor-lhe suas regras depois que a Barreira de Freqüência desaparecer (O QUE VAI começar a acontecer a  PARTIR DE 2013 com mudanças climáticas acentuadas). Algumas dessas culturas ainda são muito ativas em seus vários programas de fortalecimento de ADN. (n.t. Muitos dos elitistas que trabalham para implantar um governo totalitário na Terra, estilo NWO-Nova Ordem Mundial  são ALMAS de maldequianos)

Os seres dos planetoides Sumer também incluem em suas atividades a preservação e fortalecimento do ADN das formas de vidas vegetais e animais da Terra. O antigo conhecimento dessas atividades de preservação animal deu origem à história de Noé e sua Arca. A história foi alterada várias vezes para se adaptar às referências daqueles que conseguiam entender melhor o uso de uma arca para salvar os animais do que o de uma espaçonave que os levava a pastagens em mundos diferentes

Durante vários milhares de anos, tive um bom número de vidas curtas. Em muitas dessas vidas, fui membro de tribos caçadoras-apanhadoras-coletoras, com freqüência morrendo na infância — e em alguns raros casos, por ter sobrevivido milagrosamente a doenças e outras adversidades ambientais, atingi a madura idade de 20 anos ou mais. Tive vidas nas assim chamadas eras douradas e nas eras das trevas antes de eu nascer, da mesma maneira que o marciano Senhor Sharmarie em uma de suas vidas, no reino das duas Atlans — ou seja, o local que agora se denomina ATLÂNTIDA.

Um Colono de  ATLÂNTIDAEu era conhecido como Mac-Densel. Meu pai se chamava Varman-Den e minha mãe Rita-Messa. Fui o terceiro de quatro filhos homens. Para situar a estrutura de tempo, o reino, composto das terras de Fe-Atlan e Ro-Atlan, fora fundado aproximadamente 135 anos antes de meu nascimento, e cerca de 120 anos se passariam antes de o Senhor Sharmarie, de Marte, nascer na vida que ele descreveu num texto anterior (29 mil anos antes de Cristo). Desde a idade de quatro anos, ensinaram-me, juntamente com outras crianças, a ler e a escrever numa escola pública.

Quando concluímos esse curso de aprendizado, deram-nos uma lista de assuntos considerados valiosos pelo Estado. Para aprender mais sobre esses assuntos, era necessário visitar as muitas bibliotecas que se espalhavam pela terra. Era por meio desse método que a juventude dos atlanteanos se instruía. Pobres dos que diziam em voz alta: “Não entendi.” A resposta de um pai ou de alguém mais velho, sem dúvida, seria: “Vá para a biblioteca e não volte antes de realmente entender.

Para visitar uma biblioteca, a pessoa devia se banhar e vestir roupas limpas. Grupos de estudo formados de jovens homens e mulheres com os mesmos interesses se reuniam quando e onde pudessem. Essas reuniões eram também um modo de nos sociabilizarmos. Quando o estudante sentia-se confiante a respeito do que sabia e podia pagar a taxa para fazer um exame oficial, ele solicitava ao Estado ser submetido a um exame. Caso passasse no exame (como aconteceu comigo, depois de várias tentativas), tinha a oportunidade de freqüentar aulas ministradas por uma pessoa considerada mestre em uma matéria em particular.

A dificuldade aqui era que tinha-se de pagar uma taxa anual considerável ao mestre. Aulas desse tipo ficavam repletas de pessoas de todos as idades. Quem se formava estava, daí por diante, qualificado a exercer uma profissão específica. A vida amena, tranqüila dos sacerdotes era a mais procurada, seguida por empregos junto ao governo na função de alto funcionário burocrático e, a seguir, oficial do exército ou da marinha. Médicos, cientistas e engenheiros constituíam classes de elite que exigiam anos de caros estudos.

Eu tinha jeito com as palavras e conseguia escrever ditados, mesmo que fossem ditos à velocidade da luz. Então, estudei para ser escriba e historiador. Assombrava meu mestre e outras pessoas com minha capacidade de escrever seus pensamentos antes que conseguissem mesmo emitir uma palavra. Sei agora que estava recebendo telepaticamente seus pensamentos. Para ganhar dinheiro para pagar meus estudos eu trabalhava, como muitos, escavando canais e em outros tipos de projetos de construção patrocinados pelo Estado. Meu pai passou toda a vida como diretor-assistente de uma grande serraria que fornecia madeira para a construção de navios para a marinha de Atlan. Quando conclui meus estudos superiores, os sacerdotes me procuraram (achavam que minha capacidade de ler os pensamentos fosse uma dádiva dos deuses). O governo e os militares também foram atrás de meus serviços. Aceitei um cargo na marinha porque, na verdade, eu gostava de mandar nos outros.

Em meu 240° ano daquela vida, embarquei num grande veleiro que era também propelido por galés acorrentados a seus remos. No convés havia várias centenas a mais de escravos, a maioria dos quais eram considerados criminosos pouco perigosos ou simplesmente tipos Cro-Magnon de humanos que desafortunadamente foram capturados em alguma rede de escravos de Ro-Atlan. O destino de nossa viagem era a terra de Ser, onde devíamos fundar uma colônia e um posto avançado militar. A terra de Ser teve diversos nomes ao longo dos anos, como Mir e Tosh — e atualmente chama-se EgitoO que é hoje o Mar Mediterrâneo tinha naquela época dois terços de seu tamanho atual (era 33% menor). Navegamos por esse mar e chegamos à foz do rio conhecido hoje como rio NILO. Fomos recebidos por um pequeno grupo de nossos soldados que pareciam ter passado por um inferno. Tinham ferimentos leves nos braços e pernas.

A princípio, pensamos que sua condição se devesse a batalhas travadas com os nativos locais. Logo nos contaram que os ferimentos eram provocados por milhares de macacos que, por alguma razão ainda desconhecida, atacavam as pessoas em certas fases da lua. Fomos aos acampamentos da unidade avançada e pusemos os escravos a trabalhar desbastando a folhagem espessa de modo que pudéssemos ampliar o local para a construção de habitações para nós, recém-chegados. A terra de Ser /EGITO era então coberta por uma floresta tropical espessa que se estendia por várias centenas de quilômetros a leste e oeste do grande rio NILO. Parecia estar sempre chovendo.

A ferrugem e o bolor eram também problemas com os quais tínhamos de lutar. O principal oficial da unidade avançada deu-nos informações breves sobre os dois tipos de povos nativos da região. Um tipo era alto e louro e o outro era ainda mais alto, com pele negra. Viviam originalmente separados uns dos outros e sob uma trégua muito débil. Desde a chegada da unidade avançada, guerreiros de ambos os grupos tinham sido vistos investigando juntos, sob um comando único, as fronteiras do campo atlantiano.

Uma das primeiras incumbências que nos deram antes de sairmos de Fe-Atlan foi tentar encontrar inúmeras das pirâmides construídas pelos deuses em alguma época do passado remoto. Certa manhã, nós, juntamente com um grupo de sacerdotes, soldados e centenas de escravos usados para abrir caminho pela floresta, iniciamos nossa busca dessas estruturas sagradas. Depois de vários dias e milhares de picadas de insetos, saímos da floresta e encontramos uma estrada pavimentada de cerca de 23 metros de largura. Ficamos espantados ao nos depararmos com essa construção do passado distante e a utilizamos para prosseguir em nossa missão. Após algumas horas caminhando na estrada, demos com um grupo de guerreiros negros que primeiro bloquearam nosso caminho e a seguir marcharam em fileiras organizadas diante de nós. Dois desses acompanhantes negros despiram as roupas e o equipamento militar e se puseram a correr. 

Mais tarde, fomos alertados pelo som de tambores e trombetas. Um grupo grande de pessoas vestindo roupas de todas as cores se aproximava de nós. Numa liteira coberta sentava-se uma mulher belíssima que, ficamos sabendo depois, era a princesa Rytoon. Logo descobrimos por que ela não temia por sua segurança: as florestas dos dois lados da estrada estavam repletas de seus guerreiros. Tentei ler seus pensamentos, mas ela percebeu de imediato que estava sendo mentalmente sondada. Como se houvesse sido treinada para fazê-lo, bloqueou minhas tentativas. Por meio de gestos manuais, ordenaram-nos que seguíssemos o cortejo pela estrada até que chegamos a uma cidade formada por centenas de casebres de barro cobertos de sapé e uma edificação grande construída em excelente alvenaria. As paredes externas dessa edificação estavam cobertas de imagens entalhadas de animais e gente, bem como por imagens de criaturas com características animais e humanas combinadas.

Entramos nessa construção e encontramos sentada num trono uma mulher de proporções gigantescas. Pesava cerca de 300 quilos. A princesa Rytoon mostrou-me à sua mãe, a rainha Soroona. Logo senti meus pensamentos sendo sondados pala rainha. Respondi pensando que viéramos em paz à procura das Grandes Pirâmides. Fiquei um pouco abalado pelo fato de a rainha conseguir se comunicar telepaticamente comigo. Eu acreditava ser a única pessoa da Terra com essa capacidade. A rainha me dirigiu várias perguntas mentais enquanto indicava o teto coberto de estrelas pintadas.

Ela me perguntou: Relt? Maldek? Nodia? Sumer? Respondi que eu era do reino das duas Atlans. Ela replicou: “Não, não; seu espírito veio de Sumer. Conheço o seu tipo.” O nome Sumer causou-me uma emoção fortíssima que fez meu corpo experimentar uma onda de energia quente e agradável. Ela então perguntou se queríamos comprar cadáveres humanos ou animais. Quando eu lhe disse que não desejávamos tal coisa, deu de ombros e disse: “Não faz mal, seu povo que vive acima das nuvens comprará tudo o que tenho.”

A rainha não conseguia se levantar de seu trono, então instruiu a princesa Rytoon a nos levar a um pátio cercado repleto do que parecia ser sucata. Ao tocar alguns desses estranhos objetos, eles acendiam e às vezes produziam sons. O guardador da sucata disse, por meio de sinais, que eu poderia ter um ou mais desses objetos se lhe desse algo em troca. Eu estava atraído por uma pequena esfera de cristal que ficava azul e enfumaçada quando eu fitava seu interior. Sentia-me maravilhosamente bem, mas não tinha idéia do motivo. O guardador aceitou em troca um medalhão de ouro com o retrato de um antigo rei das duas Atlans. Disseram-nos que os estranhos objetos vinham da região onde se situavam as Grandes Pirâmides e do povo do céu que os trocava por cadáveres.

Em outro edifício havia inúmeros cadáveres de pessoas e de animais que tinham passado por vários estágios de mumificação. O corpo, quando estava completamente preparado e embrulhado, era colocado num recipiente metálico que tinha um compartimento nos pés onde eram colocados os órgãos internos do morto. Ficamos com o povo da rainha Sonoora durante várias semanas, nas quais estudamos os estranhos objetos de sua sucata. Devo confessar que nunca descobrimos o que eram ou que utilidade teriam. Em minha vida presente, uso aparelhos semelhantes para preparar comida e observar as atividades vivas de micróbios. Meus pensamentos entediavam a rainha, e ela passava praticamente todo o tempo em comunicação mental fechando negócios de troca de mais cadáveres por sucata com os seres dos mundos distantes do céu que ela chamava de Sumer e Nodia.

Fomos avisados de que o local onde se situavam as Grandes Pirâmides era controlado pelos louros, que não eram dignos de confiança. Além disso, informaram-nos que os louros há pouco tempo tinham feito acordo com o povo do céu para também fornecer-lhes cadáveres. Dizia-se que os louros não esperavam a morte natural e às vezes recorriam à guerra contra povos que viviam mais ao sul, chegando a lançar mão de assassinatos de sua própria espécie para inteirar suas remessas de corpos. O índice de suicídios cresceu entre nossos escravos quando começaram a acreditar que, se seus corpos fossem preservados e enviados ao Paraíso, suas almas estariam livres para seguir e residir entre os deuses.

Com uma escolta considerável de guerreiros da rainha Sonoora, bem como de nossas próprias tropas de soldados, uma vez mais prosseguimos para o sul. Depois de uma marcha de cerca de uma hora e meia, chegamos a uma pequena estrada que nos levou para logo acima dos topos das árvores. Abaixo podíamos ver as águas azuis do rio Nilo e à nossa frente víamos três pirâmides brancas brilhantes (As  pirâmides eram todas recobertas com Ônix branco). Passamos por sentinelas louros que fizeram gestos obscenos para os membros de nossa escolta, e até se dirigiram de maneira amistosa a várias pessoas do grupo, chamando-as pelo nome. Ouviram-se risadas vindas das sentinelas louras bem como de seus visitantes negros. O platô sobre o qual ficavam as pirâmides estava completamente coberto de tendas multicoloridas. Entre as patas da Grande Esfinge havia uma plataforma onde estavam sentados vários homens. Enquanto esses homens sentavam-se no seco sob um pálio, estávamos de pé diante deles numa chuva torrencial.

O chefe das pessoas sobre a plataforma, o rei de todos os louros, era um homem de nome Braymark. Um dos membros de nossa escolta nos disse que Braymark, que parecia ter cerca de 35 anos, tinha, na verdade, mais de mil anos e era filho de um deus. Com sua força mental, Braymark fez com que todos caíssemos de joelhos diante dele, colocando nossos rostos na lama. Depois de cerca de cinco minutos, ele esgotara toda sua reserva de energia demonstrando seus poderes de deus. Quando mentalmente sondei seu pensamento, ele ficou alarmado com o fato de eu conseguir fazê-lo e por um momento ficou muito assustado.

Rapidamente recobrou a calma e proclamou a todos que estavam a seu redor que eu era um deus irmão. Fui convidado a reunir-me a ele e seus conselheiros na plataforma. Braymark mais tarde confessou que não tinha mil anos de idade, e sim, na verdade, quase 800. Ele era obcecado por sexo e afirmava que foi por meio do ato sexual que conseguira seus poderes divinos. Disse que eu poderia escolher qualquer uma das mulheres de seu harém, e como era jovem, fiquei muito tentado, e muitas vezes aceitei sua oferta. Descobri que Braymark de fato estava certo sobre o ato sexual ser uma das várias maneiras de adquirir energia que permitia a certos homens ou mulheres fazer coisas com suas mentes que, de outra forma, poderiam ser feitas apenas pelos deuses.

Naquela época, Braymark estava num dilema. O povo de seu pai, que chamava a si mesmos de maldequianos, competia pelos corpos dos mortos com outro grupo de deuses que voavam em veículos negros em forma de disco marcados com um triângulo prateado. Este último grupo ofereceu a Braymark tesouros, ao passo que o povo de seu pai contava com os corpos sem pagamento. Braymark disse que os maldequianos detestavam os seres que voavam nos discos negros por diversas razões — uma delas era que em alguma época do passado eles haviam roubado a pedra de topo (uma pirâmide em miniatura da Grande Pirâmide, feita de cristal Astrartone, a substância MAIS DURA do Universo Material, e que agia como um amplificador quando posta no topo da Pirâmide). da Grande Pirâmide.

A grande Pirâmide de GIZÉ seria uma usina de Força unificada com as duas polaridades cósmicas, masculina e feminina, solar e lunar.

Certa noite, reuni-me a Braymark e a um grupo de seus seguidores quando eles secretamente tiravam vários carregamentos de corpos do platô e os levavam para a margem do rio, onde colocaram os recipientes em balsas. De dentro da água surgiu uma nave negra em forma de disco que, por meio de cordas, puxou as balsas para o local onde o veículo parecia flutuar. Por meio de cordas amarradas no outro extremo das balsas, Braymark as puxou de volta para a praia juntamente com caixas e mais caixas cheias de pedras preciosas e várias caixas de doces. Enquanto retornávamos ao topo do platô, Braymark ofereceu-me um pedaço de um doce deliciosíssimo, comentando: “O que o povo de meu pai não souber, não irá magoá-lo, não é?”

Cerca de dois dias depois, mais ou menos ao meio-dia, Braymark e seus conselheiros sentaram-se na plataforma entre as patas da Grande Esfinge. Felizmente, eu ainda não me reunira a eles. Estava a caminho quando vi no céu um clarão de sol refletindo o revestimento prateado de uma espaçonave triangular. A nave desceu bem baixo e pairou sobre a plataforma. Então, enquanto Braymark e seus conselheiros acenavam amigavelmente, outro clarão na forma de uma linha de luz cor de laranja brilhante saiu de dentro do veículo, e a plataforma e seus ocupantes foram instantaneamente reduzidos a uma pilha de cinzas fumegantes. A seguir, a nave circulou o platô, atirando pedaços de metal. Em um dos pedaços havia um triângulo prateado.

Meu grupo rapidamente saiu da área das pirâmides e retornou ao nosso acampamento perto da foz do rio. Enviei um relatório ao rei das duas Atlans contando o que aprendera sobre a terra de Ser e o que vira acontecer naquele dia horrível à sombra das Grandes Pirâmides. Com a chegada do navio seguinte, recebi ordens de voltar à minha terra natal. Fui elevado à classe de nobre e passei a servir o rei na função de embaixador mental junto aos extraterrestres.

Por intermédio de minhas comunicações mentais com os extraterrestres, fiquei sabendo da destruição de Maldek e de todos os problemas que acabaram por ocorrer com os planetas e radiares do sistema solar. Disseram-me que minha essência psíquica era nativa do planetoide Omuray (Lua Titã de Saturno), que faz parte do sistema radiar Sumer (Saturno). Nessa época, consegui telepaticamente um acordo entre a Federação e o rei das duas Atlans. Esse acordo permitiu que a Federação, sem conflitos, colhesse ocasionalmente espécimes de formas de vida animal e vegetal nos limites do reino.

Certa noite de verão, quando tinha 83 anos, sentado na varanda de minha casa com minha mulher de 49 anos, Milly-Anet e meu filho único, Mont-Bester, de 22 anos de idade, a pedido deles comecei a contar, como já fizera muitas vezes, as histórias de minha juventude na terra de Ser. (A história melhorava a cada vez que eu a contava.) Quando cheguei na parte em que troquei o medalhão pela pequena esfera de cristal, tive desejo de segurá-la mais uma vez nas mãos. Mandei Mont-Bester entrar na casa e pegar a esfera e a segurei até terminar minha história. Sentia-me cansado e pedi que me deixassem sozinho um pouco. Fiquei algum tempo fitando o interior da névoa azul que preenchia a esfera. Então, de repente, a névoa começou a clarear e, ao mesmo tempo, a imagem de uma bela jovem começou a se formar dentro dela. Enquanto eu olhava para esse ser radiante na esfera, ouvi uma voz suave dizer: “É hora, Trome de Sumer, é hora.” Adormeci e minha alma saiu outra vez para nadar no rio do tempo.

POR QUE ELES FIZERAM AQUILO?  Era e ainda é difícil tirar seres vivos de dentro da Barreira de Freqüência. Os seres humanos que são de repente apresentados ao estado mental aberto ilimitado, em geral, ficam totalmente loucos. Quanto mais se volta no tempo, mais pode-se contar com que isso aconteça. A Barreira de Freqüência atualmente está fraca o bastante para permitir que certas pessoas, tanto do estado mental fechado como do aberto, entrem e saiam da Barreira após breve período de intensa preparação (condicionamento biológico). Como os seres humanos vivos ficavam loucos e normalmente morriam em conseqüência de atividade cerebral bioelétrica incontrolável (semelhante à epilepsia), era impraticável levar pessoas vivas da Barreira de Freqüência ao estado aberto, onde elas, com certeza, teriam uma morte cruel e dolorosa.

Na época de vida que acabei de descrever, os que viviam no estado aberto haviam desenvolvido métodos que tornaram viável fazer a autópsia de cadáveres de um terrestre e estudar os efeitos biológicos da Barreira de Freqüência durante a vida da pessoa. Esses estudos eram conduzidos tanto para prever o índice de diminuição da Barreira de Freqüênciacomo para determinar que padrões de ADN eram mais adequados para tolerar seus efeitos no futuro. Também fazia parte do programa um híbrido humano feito por meio da engenharia genética que fosse capaz de tolerar os efeitos da Barreira de Freqüência. Os motivos de se criar tal híbrido são em número tão grande que não é possível descrevê-los.

Seria possível perguntar: “Por que os maldequianos e seus aliados do espaço aberto simplesmente não pegavam seres humanos vivos da Terra? Afinal, eles não se preocupariam com o fato de que os abduzidos morreriam.” A razão pela qual não fizeram isso foi porque eram necessárias inúmeras espécimes e eles próprios não poderiam funcionar fisicamente na Barreira de Freqüência sem sofrer efeitos prejudiciais. Essa situação tornava necessário que os dois grupos contrários contassem com a ajuda de agentes vivendo na Terra (em número adequado ao grau então predominante da Barreira de Freqüência) para agir em seu nome e colher espécimes para eles.

Posteriormente, foram desenvolvidos métodos de tirar coisas vivas da Barreira de Freqüência em estado de animação suspensa, estudá-las, modificá-las biologicamente e depois devolvê-las à Terra. Esse método foi primeiramente empregado em torno de 12.000 a.C. num lugar agora denominado Suméria (atual Iraque).

Continua …

“E não sejais cúmplices com as obras infrutuosas das trevas, mas antes condenai-as. Porque o que eles fazem em oculto até dizê-lo é torpe. Mas todas estas coisas se manifestam, sendo condenadas pela luz, porque a luz tudo manifesta”Efésios 5:11-13

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