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Ucrânia: crise se agrava com invasão na Crimeia

Posted by on 27/02/2014

Ucrania na Europa

Grupo armado invade sedes do governo na Crimeia e Ucrânia chama enviado russo. Cerca de 50 homens entraram nos prédios e colocaram a bandeira da Rússia

Dezenas de homens armados tomaram nesta quinta-feira, 27, as sedes do Parlamento e do Governo da República Autônoma da Crimeia, no sul da Ucrânia, que passa por intensa turbulência política… 

Edição e imagens:  Thoth3126@gmail.com

Reuters – O Estado de S. Paulo – 27 de fevereiro de 2014 (Atualizada às 09h40) 

http://www.estadao.com.br

SEVASTOPOL, CRIMEIA – Os edifícios foram invadidos por cerca de 50 homens uniformizados e sem distintivos, que levantaram a bandeira russa nos prédios, indicando que podem ser separatistas pró-Rússia.

O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia chamou o enviado russo em Kiev para consultas imediatas com Moscou depois da ocupação da sede do governo regional da Crimeia. Em um comunicado escrito e entregue ao enviado Andrei Vorobyov, o ministério solicitou que militares russos baseados no porto de Sevastopol, permaneçam na base.

Crowds gather to watch new ministers of the Ukrainian government being presented at Independence Square in Kiev, Ukraine.

Milhares de ucranianos acompanharam a divulgação dos membros do novo governo na Praça da Independência (Foto: Uriel Sinai/NYT)

A Ucrânia colocou suas forças de segurança em alerta e pediu aos militares russos, alocados em bases na Crimeia e no Mar Negro, que não movimentem as tropas. “Será considerado uma agressão militar”, afirmou Oleksandr Turchynov, presidente interino ucraniano.

De acordo com a Reuters, um ativista pró-Rússia – chamado Maxim, que se negou a informar o sobrenome – afirmou que estava acampado junto a outros manifestantes do lado de fora do Parlamento de Simferopol, quando um grupo fortemente armado invadiu o prédio no início da manhã. Segundo ele, os homens vestiam coletes à prova de balas e carregavam lança-granadas e rifles.

Maxim afirma que todos foram obrigados a deitar no chão. “Eles nos perguntaram quem éramos. Falamos que defendemos a língua russa e a Rússia. ‘Não tenham medo, estamos com vocês’, responderam. Eles não parecem com voluntários ou amadores: eram profissionais. Era claramente uma operação bem organizada”, diz. O grupo não teria permitido que ninguém se aproximasse durante a ação e, ao tomar o prédio, expulsou seis policiais responsáveis pela segurança no local.

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Localização da Crimeia, uma península que avança sobre o Mar Negro.

O ministro interino do Interior, Arsen Avakov, confirmou na sua página do Facebook que as áreas em volta dos edifícios estão sendo isoladas pela polícia ucraniana. “Foram tomadas medidas para combater ações extremistas e não permitir que a situação se transforme em um confronto armado.”

Segundo agências de notícias russas, caças fazem a patrulha do espaço aéreo nas áreas de fronteira. De acordo com o Ministério da Defesa da Rússia, 150 mil soldados, 880 tanques, 90 aviões e 80 navios estão envolvidos no exercício militar. Embora neguem que a demonstração militar esteja relaciona à situação da Ucrânia, os russos questionam a legitimidade das novas autoridades ucranianas, acusando-as de não conseguir controlar os segmentos radicais.

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Manifestantes pró-Rússia foram até o Parlamento em Crimeia – Artur Shvarts/Efe

Confrontos. Na quarta-feira, cerca de 2 mil pessoas foram ao Parlamento de Simferopol para manifestar apoio ao movimento que destituiu Viktor Yanukovich, ex-presidente da Ucrânia. No entanto, manifestantes pró-Rússia, e contra o atual governo, também estavam no local e os dois grupos precisaram ser contidos por policiais.

A Crimeia pertence à Ucrânia desde 1954, quando o líder soviético era Nikita Khrushchev. A região continua sendo a única do país onde a etnia russa é majoritária; parte da frota russa do mar Negro fica estacionada no porto de Sevastopol.

Agora, a Crimeia é o último reduto importante de oposição à nova ordem política pós-Yanukovich. Os novos líderes do país manifestam preocupação com os sinais de separatismo na península./ REUTERS

Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br

3 Responses to Ucrânia: crise se agrava com invasão na Crimeia

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