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Vimanas (antigos UFOs): descoberta uma peça muito antiga

Posted by on 22/10/2016

Uma peça manufaturada de Alumínio com a idade de 20 mil Anos, um trem de pouso de um “Vimana” (uma antiga espaçonave) da antiga ÍNDIA – Bharata – foi descoberto. 

Alguns estudiosos estão convencidos de que uma antiga e avançada civilização existiu onde a moderna e atual nação da Índia existe hoje. Eles reclamam que as cidades-estado pré-históricas (pré-dilúvio) tinham tecnologias muito avançada, incluindo armas de alta energia, aviões a jato, espaçonaves e até mesmo a bomba atômica.

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Uma peça manufaturada de Alumínio com a idade de 20 mil Anos, um trem de pouso de um “Vimana” (uma antiga espaçonave) da antiga ÍNDIA – Bharata – foi descoberto. 

By Terrence Aym (Reporter) Contributor profile – Fonte: http://beforeitsnews.com/

Agora, um artefato deslumbrante e fabricado tecnologicamente em passado remoto foi identificado por alguns pesquisadores como uma parte de um conjunto do trem de pouso de aeronaves, datado com cerca de 20 mil anos de idade, e feito de um metal que não foi descoberto pela nossa civilização atual até o início dos anos de 1800. 

Por muitos anos, alguns pesquisadores da antiga Índia e da Ásia têm tentado convencer os céticos ocidentais de que os chamados textos religiosas do Rig Veda também  são narração de FATOS da história realmente descritiva e autêntica. Dando credibilidade às suas reivindicações existem vários artefatos manufaturados encontrados ao longo dos últimos anos e descrições detalhadas da engenharia de aeronaves vimanas e da sua construção.

A incrível descoberta na década de 1990 dos restos de uma antiga cidade no norte da Índia, cujo local ainda era altamente radioativo enviou alguns arqueólogos correndo para o local da descoberta. 

E então, um artefato muito estranho, o Wedge of Aiud (Cunha de Aiud), descoberta em 1973, foi visto com um novo olhar: uma antiguíssima peça de metal usinado feita de uma liga de alumínio (metal não encontrado na natureza). Originalmente se pensava que tivesse cerca de 400 anos, mas novos e mais modernos testes têm determinado que sua idade é de 18.000 a.C., a partir do Pleistoceno, cerca de 20.000 anos antes da descoberta do alumínio nos atuais tempos modernos. 

Mais estranho ainda, alguns especialistas acreditam que o artefato pode ser parte de um trem de pouso de algum tipo de espaçonave…  Possivelmente de um dos antigos Vimanas  indianos, as  máquinas voadoras descritas nos textos sagrados do RigVeda 

As super cidades-estados pré-dilúvio perdidas.

As provas que vem se acumulando durante os últimos séculos acrescenta credibilidade à ideia de que super cidades-estado cresceram na região em algum momento no final da última Idade do Gelo. A melhor evidência para a localização de algumas dessas cidades – que poderiam  ter gerado a civilização pelo mundo se encontra no norte da Índia e sul do Paquistão, e num trecho desolado do deserto de Gobi, na Mongólia, ao noroeste da China.

Essas culturas tão avançados se diz terem possuído uma tecnologia muito elevada, igual e superior em alguns aspectos à do século 21.Textos antigos se referem a edifícios imponentes, vários tipos de aeronaves, um elevado nível de ciência e engenharia, e até mesmo uma arma que os físicos de hoje acreditam que foi usado pela primeira vez nos últimos dias da Segunda Guerra Mundial: a bomba atômica.

Pode ser que essas culturas avançadas se eliminaram umas às outras por se envolver em uma guerra nuclear limitada. Evidências colhidas ao longo das últimas décadas apontam nessa direção. Talvez, depois de uma série de ataques devastadores, a rede remanescente dessas antigas e avançadas culturas desabou, sucumbindo às devastações da depressão econômica, deslocamentos da população (ao abandonar as cidades radioativas) e doença.

Ilustração de um vimana por David H. Childress

As máquinas (Vimanas) antigas que voavam

De acordo com os reverenciados textos indianos dos Vedas, escritos em sânscrito, os Vimanas e ram máquinas voadoras. A palavra vimana é usada ainda hoje na linguagem moderna indiana para se referir a aeronave. Enquanto a maioria dos vimanas eram usados para o transporte através da atmosfera, alguns foram descritos como sendo usados para viajar no espaço exterior, enquanto outros eram uma forma limitada de submarino.

Assim como aeronaves modernas, os vimanas tiveram várias configurações e tamanhos, dependendo do que eles foram projetados para realizar. Alguns tinham dois motores, como a agnihotra-vimana , outros, como a gaja-vimana , tinham mais. Ao todo, podem ter sido tantos tipos como uma dúzia de tipos diferentes de vimanas todos projetados para diferentes fins. A maioria deles voavam. 

Se assim for, os vestígios de uma ou mais dessas culturas pode ter servido para alimentar a lenda da grande cidade de Atlântida que aparece nos diálogos de Platão, Timeu e Crítias escritos por volta de 360 a.C. Após o colapso dessas cidades-estado, o restante da Humanidade caiu na barbárie e conhecimento da tecnologia fantástica se transformou em mito. Este ponto de vista é suportado pelo fato de que algumas das primeiras pinturas nas cavernas revelam um maior nível de sofisticação do que aquelas que foram criadas centenas de anos mais tardiamente. A raça humana regrediu e as glórias das super-cidades estado foi ocultada pelas brumas rodopiantes do tempo. 

Um Ataque atômico … Há 20.000 anos

Vestígios de uma antiga guerra atômica entre avançadas e poderosas cidades-estado ainda permanecem no norte da Índia, Paquistão e em partes do grande Deserto de Gobi, na Mongólia. Os cientistas sabem há muitos anos sobre a extensão de areia vitrificada que cobre uma região do Deserto de Gobi. A areia fundida, de cor esverdeada, só pode ser criada através da exposição a um calor intenso. Geólogos acreditam que a areia se tornou vitrificada pela exposição à ação vulcânica; astrônomos afirmam que um grande meteoro poderia ter feito isso; e os físicos perguntam se o vidro não foi causado por uma explosão atômica. 

Esses três incidentes são as únicas coisas que poderiam ser responsáveis pela existência da região de areia vitrificada, que se situa nos trechos solitários da terra árida. Mas as origens vulcânicas estão fora, pois que não existem vulcões na região.  E também não existe evidência de uma cratera meteórica ou resíduo que seria encontrado se uma rocha do espaço batesse no deserto e deixasse cicatrizes no terreno e queimasse a areia ao ponto de fusão em vidro. 

Vestígios de uma antiga guerra atômica entre avançadas e poderosas cidades-estado ainda permanecem no norte da Índia, Paquistão e em partes do grande Deserto de Gobi, na Mongólia.

O processo de eliminação deixa apenas uma explosão atômica para explicar a estranha condição da areia,  uma região vitrificada onde nada nasce e cresce. Suportando a teoria atômica existe o fato de que uma parte da área do terreno tem um maior nível de radiação de fundo fora da área afetada semelhante. É quase como se algo que existisse na região deserta e foi vaporizado por uma explosão como as explosões que destruíram Hiroshima e Nagasaki. 

Outra descoberta que confirma a existência de uma avançada civilização de cidades-estado tecnologicamente avançada cerca de 20.000 anos atrás, foi a descoberta impressionante dos restos de uma antiga cidade, Mohenjo-Darono estado noroeste do Rajastão, na Índia. O local foi encontrado quando começou a construção para o desenvolvimento de novas habitações. 

O local foi encontrado quando começou a construção para o desenvolvimento de novas habitações.

O que surpreendeu os arqueólogos foram os restos carbonizados de edifícios parcialmente derretidos e os esqueletos radioativos que foram cobertos por uma espessa camada de cinzas – confirmado mais tarde como tudo sendo radioativo. As cinzas cobriam uma área quadrada de três milhas. Outra pesquisa mostra que existiam várias cidades-estado principais e que pelo menos duas ou mais estavam em guerra uns contra os outros. Enquanto muita atenção tem sido focada nas pesquisas arqueológicas das cidade-estado do norte da Índia, pouco tem sido gasto investigando os restos da antiga explosão atômica no Deserto de Gobi. 

Sitio arqueológico de Mohenjo-Daro, onde foram encontrados altos níveis de radioatividade e esquelestos radioativos.

A antiga região é considerada por alguns professores universitários locais como sendo uma precursora da civilização mais moderna chamada de Matsya, outro antigo estado da civilização védica. A cultura Matsya acredita-se estar associada a um estado anterior chamado de Jaipur. Outro texto indiano, o Mahabharata , considerado por alguns estudiosos para apresentar mais do que fato de mito, contêm passagens que descrevem em detalhe o ataque atômico sobre a cidade que a equipe de construção acidentalmente descobriu: 

“Um projétil único carregado com todo o poder no Universo … Uma coluna incandescente de fumaça e chamas tão brilhantes quanto 10.000 sóis, subiram em todo o seu esplendor … Ela era uma arma desconhecida, um trovão de ferro, um gigantesco mensageiro da morte, que reduziu às cinzas uma raça inteira. “Os corpos estavam tão queimados a ponto de ser irreconhecíveis. Seus cabelos e unhas caíram, a cerâmica quebrou sem causa aparente, e os pássaros ficaram brancos . “Depois de algumas horas, todos os alimentos estavam infectados. Para escapar deste fogo, os soldados se jogavam no rio.” 

Esqueletos com radiotividade  de pessoas mortas em explosão atômica na antiga Índia.

Essa antiga conflagração atômica descrita no livro sagrado do Mahabharata foi tão terrível e mortal como o ataque sobre as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki em agosto de 1945. Apesar do texto sugerir o ataque de uma arma nuclear por um míssil, antigos escritos indianos também descrever em detalhes surpreendentes, as máquinas voadoras chamadas vimanas . Os textos descrevem as características de vôo, a construção, o grupo motopropulsor (um híbrido jato foguete movido por motores de plasma de mercúrio), e especificações de engenharia dos Vimanas. A misteriosa Cunha de Aiud pode ter vindo de um vimana . 

O Enigma do trem de pouso de alumínio de um “Vimana” com 20 mil anos: ‘A Cunha de Aiud’

Perto das pitorescas margens do rio Mures localizado a pouco mais de uma milha a leste da pequena cidade de Aiud, na Roménia, um artefato bizarro foi descoberto apelidado de Cunha de Aiud. O Pesquisador Boczor Iosif investigou a respeito encontrou a informação de que a cunha foi descoberta debaixo de 35 pés de areia. Dois ossos de mastodonte alegadamente também se encontravam perto da cunha. 

Um relatório de Lars Fischinger declara que ele e um colega, o Dr. Niederkorn, analisaram a cunha no Instituto de Pesquisa e Design. Eles determinaram que o artefato era de uma liga metálica composta de 12 metais diferentes. 

O relatório lista que o alumínio era o metal com a maior composição com cerca de 89% do objeto, o resto dos metais eles listaram como sendo: 6,2% de cobre, 2,84% de silício, zinco 1,81%, 0,41% de chumbo, estanho 0,33%, 0,2% de zircônio, cádmio 0,11%, 0,0024%  níquel, 0, 0023% de cobalto, bismuto 0,0003% , de prata 0,0002% e vestígios de Galium. ” 

Florian Gheorghita, segurando a Cunha de Aiud

Os resultados do teste confundiram os dois pesquisadores pois que o metal alumínio não foi descoberto até o início dos anos de 1800. O Dr. Fischinger observa que a produção comercial de alumínio requer a fundição do minério em temperaturas de até 1.000 graus Fahrenheit.

Inicialmente, o objeto foi pensado para ter apenas cerca de 400 anos. Isso mudou drasticamente quando ele foi analisado cuidadosamente na quantidade de oxidação que cobre a cunha. Eles reajustaram a idade da peça em milhares de anos a mais para o passado.

É agora estimado que a Cunha de Aiud pode datar de 18.000 a.C. e essa data coincide com a idade dos vimanas descritos nos Rig Vedas da antiga ÍNDIA. Após os resultados do teste das analises, a cunha foi enviado para o Museu de História na Transilvânia, Romênia, onde hoje se situa em uma prateleira, sem perturbações, por mais de duas décadas.

Finalmente, em 1995, outro pesquisador romeno, Florian Gheorghita, se deparou com o artefato no porão do museu. A cunha foi testada novamente. Desta vez, em dois laboratórios diferentes: o Instituto Arqueológico de Cluj-Napoca e um laboratório independente na Suíça. Os testes confirmaram os resultados a que chegaram Fischinger e Niederkorn. 

Esboço por Florian Gheorghita do artefato em questão 

Gheorghita escreveu na publicação Ancient Skies que pediu a um engenheiro aeronáutico para estudar o artefato. O engenheiro observou a configuração e o buraco perfurado na cunha e afirmou que um padrão de escoriações e arranhões no metal o levou a acreditar que a peça era parte de um trem de pouso de uma aeronave. Um esboço foi feito para ilustrar a configuração.

Uma vez que as antigas cidades-estado tinham um sistema de transporte avançado  talvez até mesmo com veículos espaciais – era fácil navegar pelo mundo apenas como as “aeronaves modernas” fazem hoje.

A evidência de engenharia metalúrgica apoia a teoria de que a misterioso Cunha de Aiud é um pedaço de um trem de pouso, que caiu de um vimana antigo há cerca de 20 mil anos atrás na atual Romênia e ficou soterrado por milênios sob os bancos de areia do rio Mures, que o  engoliu. Talvez um dia a terra venha a revelar mais de seus antigos segredos, espero que seja um vimana inteiro – e  intacto.

Esboço por Florian Gheorghita do próprio artefato

UPDATEUm  leitor do Beforeitsnews, John Cooper, chamou minha atenção para uma foto que ele postou em sua página no Facebookclique aqui para ver em tamanho real a foto ). 

Esta é uma construção modular para um conjunto do trem de pouso. Observe as semelhanças entre os footpads do trem de pouso em sua foto e a semelhança dos esquemas de engenharia feito por Florian Gheorghita da Cunha de Aiud. 

Esta é uma construção modular atual para um conjunto do trem de pouso.

Muitos agradecimentos a John Cooper por fazer esta foto disponível para os  leitores do nosso site. – Terrence Aym. (Publicado em Abril 2014)

Mais informações sobre a Índia:

  1. http://thoth3126.com.br/o-ramayana-uma-epopeia-hindu/
  2. http://thoth3126.com.br/sinais-farois-antigos-deixados-na-terra-pelos-aliens/
  3. http://thoth3126.com.br/espaconavesvimanas-da-antiga-india-baratha/
  4. http://thoth3126.com.br/india-ja-teve-uma-civilizacao-superior-a-nossa/
  5. http://thoth3126.com.br/aksai-chin-base-secreta-de-ufos-na-fronteira-da-china-e-india/
  6. http://thoth3126.com.br/a-tecnologia-dos-deuses-as-ciencias-incriveis-dos-antigos-os-vimanas-da-india/
  7. http://thoth3126.com.br/india-governo-em-contato-com-extraterrestres/
  8. http://thoth3126.com.br/vimana-antigo-20-mil-anos-trem-de-pouso-descoberto/
  9. http://thoth3126.com.br/india-maquinas-voadoras-descritas-em-antigos-textos/
  10. http://thoth3126.com.br/vimanas-ufos-visitavam-a-india-ha-milenios/
  11. http://thoth3126.com.br/vimanas-espaconaves-existiam-na-india-ha-milenios-2-final/

Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

thoth(172x226)www.thoth3126.com.br

28 Responses to Vimanas (antigos UFOs): descoberta uma peça muito antiga

  1. Silmar

    se houvesse interesse em saber a verdade, fariam uma busca de satelite com imagens em raio X para saber que tipo de srtefatos metalicos estao enterrados e a que profundidade, co, certeza descobririam muito desta historia e de sua tecnologia..quem sabe um dia…se o acontecido não se repitir a um nivel global, o homem possa ver seu passado e aprender com seus fracassos e ambições…

  2. Luiz

    Silmar, parece uma boa ideia essa sua, mais os raios X só funcionam a curta distancia, para aumentar sua potencia devera ser usada mais radioatividade, e não parece uma boa ideia bombardear a terra com radiação, e o raio X só ultrapassa camadas mais moles como carne e tecidos mais frágeis, ele ao bater na superfície solida da terra, só mostraria isso, um borrão, o melhor jeito de descobrir se isso é verdade, e encontrar uma tecnologia dessa (talvez uma dessas naves) colocar ela para funcionar só com modelos de reposição e ferramentas também descobertas no lugar ou com datas aproximadas.

  3. Guilherme

    Na verdade trata-se de Lemúria (ou Mu), ponte que outrora ligava a Índia até a Antártida e que submergiu no mar aos poucos devido a sucessivas erupções vulcânicas devido as fortes movimentações das Placas Tectônicas.

    Sei disso através de contatos com os Registros Acásicos que tive durante os meus sonhos. Sou um iniciado rosacruz da AMORC e da Franco-Maçonaria Mista; sou familiarizado com isto.

  4. felipe

    Guilherme afinal o que a maçonaria faz?Esoterismo,espiritualismo?

  5. felipe

    Guilherme o que a maçonaria faz,o que ela é?Se estiver a fim de esclarecer a mim a esse respeito
    felipe.klemba@araucaria.pr.gov.br

    Obrigado

  6. Gonçalo Xavier

    Aos poucos a verdade aparece, conforme a capacidade de entendimento de todos nós.Não tardará muito até o momento do encontro das raças.

  7. toledo a

    tudo muito falho. Ninguem sabe o que é ficam hipotetizando.Outro vê registros akashicos…Quanta besteira…existiu vimanas? pode que sim…mas precisa haver
    provas mais concretas….

  8. Deborah Loesch

    o que a Maçonaria faz? “estuda” e muito! quem dera a humanidade inteira estudasse e pesquisasse inumeros assuntos com a finalidade de descobrir a verdade por detras dos bastidores, a verdade por detras desse mundo ilusorio. mesmo sem fazer parte de uma Ordem de Maçonaria, minha opinião é que toda a humanidade deveria pesquisar sobre diversos assuntos, expandindo assim suas respectivas mentes e consciencias. fazendo isso, evitaria aceitar de imediato o que as igrejas e a midia pregam como se fosse verdade. não. não é verdade. muito pelo contrario. é tudo mentira e, pior que isso, é proposital. daí a importancia das pessoas pesquisarem e questionarem. somos seres de luz e Deus habita dentro de nós. temos o poder de manter contato com o Divino sem precisar de igreja alguma. somos filhos das Estrelas. Mind Awakeness!

  9. Deborah Loesch

    “toledo a” vai estudar e pesquisar primeiro antes de publicar falando que tudo não passa de uma besteira. não tenha uma mente bloqueada. o que mais tem na humanidade são pessoas com cerebro bloqueado, hipnotizados no whatsapp, facebook, TV, midia, funk e outros temas banais que estão sendo implementados na humanidade tambem propositalmente para bloquear mais ainda a mente do ser humano. se as pessoas pesquisassem o tanto quanto ficam no whatsapp, facebook e afins a humanidade já estaria bem mais alertada sobre varios topicos.

  10. Roberto Novakosky

    A respeito da Cunha de Aiud, o texto deve ser falso, é igualzinha ao encaixe do dente de uma escavadeira. Logo, acho meio impossível ser verdade. Queria saber como chegaram a tal idade de 18.000 anos …. !? Esse pessoal não está sabendo realizar o teste de carbono 14…

  11. Roberty

    Gostei. Isso mesmo. Tudo para bloquear nossa terceira visão

  12. mcflay

    O q me deixa espantado é q sempre a registro dos msms acontecimentos envolvendo poderes divinos ou inteligencia superior escritos de formas diferentes por religiões diferentes q coincidem num msm acontecimento…

    eu acredito em Deus como criador do bm e do mal q habita o coraçao do homem e de tudo no universo ,respeito a vida e me esforçaria pra continuar respeitando se por acaso alguma outra forma de vida fora do convencional mostrace as caras afinal é uma vida e tbm criado por Deus segundo meu entendimento sobre respeito a vida ..mas ñ me limitaria se por legitima defesa tivesse q tirar uma espero q nunca..
    O Mundo é antigo diversas civilizaçoes com suas proprias tecnologias passaram por aki e ñ deixaram quase nada d registros sobre as tais tecnologias…
    se for verdade d a gravidade zero ja ser usada a 20mil anos atras e naves propulssoras e todo aparato tecnologico e do armamento nuclear blz esse tenq fica d fora do pacote msm ..mas se for verdade quanto de registro ñse perdeu no decorrer dos anos isso se akela civilizaçao se preucupassem em registrar cm mais afinco as coisas..agora é como estarmos redescobrindo tudo nos tempos atuais..
    mas uma coisa tenho certeza! a
    nossa civilizaçao futura vai saber de tudo sobre todos prq a nossa sim esta muito preucupado em registrar d tudo.

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