À medida que o Grande Colapso avança, veremos muitos desdobramentos negativos, alguns deles sem precedentes. Há apenas um ano, a pessoa comum ainda se apegava à crença de que o mundo estava em processo de recuperação, que, por mais incerta que fosse, a economia estava se reerguendo. E isso é compreensível. Afinal, as pre$$tituta$ da mídia tem feito um trabalho propaganda excelente ao explicar a situação de uma forma que trata a recuperação como uma premissa geral. O único ponto de discussão é o método aplicado para alcançar a recuperação, mas a recuperação em si é tratada como algo definido.
Fonte: International Man
Contudo, por mais que a propaganda das pre$$tituta$ da mídia (e os políticos corruptos de governos do ocidente) tenham criado uma distração tão completa, a pessoa comum, mas com algum discernimento, começou a perceber que algo está fundamentalmente errado.
Alguns agora tem a intuição de que, mesmo que não tenha conhecimento suficiente para descrever em termos econômicos o que há de errado na conversa [narrativa] incessante que se vê na televisão e midia impressa, pressente que a situação não terminará bem.
Costumo comparar a situação dele à de alguém que, de repente, se depara com todas as luzes apagadas em sua casa. Ele tateia no escuro, tentando se orientar. Embora consiga visualizar mentalmente a planta da casa, tem dificuldade para se locomover, frequentemente esbarrando em coisas. Isso é semelhante à tentativa de enxergar através das cortinas de fumaça das pre$$tituta$ da mídia e dos corruptos instalados nos governos em tempos normais .
Mas em breve, conforme seu governo entra em colapso, ele terá algumas surpresas ainda maiores. Descobrirá que os móveis foram inexplicavelmente movidos. Os objetos não estão onde deveriam estar, e não será mais possível usar a razão para resolver o problema de se orientar no escuro.

Muitos daqueles que acompanham os noticiários diários estão começando a perceber que estão sendo alimentados com desinformação. Muitos estão começando a reconhecer que nenhum dos partidos políticos os representa de fato ou, aliás, sequer se preocupa com o seu bem-estar e os seus interesses.
Essas pessoas agora estão navegando no escuro.
Mas as maiores surpresas ainda não aconteceram. Haverá um certo período de preparação, além de muita confusão, mas os acontecimentos em si serão repentinos e contundentes . Ninguém será capaz de prever as datas em que ocorrerão, exceto aquelas pouquíssimas “pessoas” que controlam os gatilhos desses eventos e estão no controle da situação e serão os que vão lucrar o máximo possível..
Quebras nos mercados
Grandes mercados em alta raramente terminam de forma discreta. Eles terminam com um pico acentuado de valorização. E, infelizmente, corretoras e investidores tendem a acreditar que, se o mercado esteve em alta na última semana, no último mês ou no último ano, pode-se esperar que continue subindo amanhã. Isso os torna alvos fáceis para [quem controla os políticos dos] governos que podem optar por inflar artificialmente um determinado mercado, criando um pico de valorização para incentivar os investidores a apostarem suas últimas moedas, pouco antes do colapso planejado.
Em épocas anteriores, as pessoas podiam demorar a vender, e mesmo em momentos de pânico, a sangria não era instantânea. No entanto, com a internet, basta uma grande venda por parte de uma única entidade — uma que acione os stops de um grande número de investidores — e, num instante, o mercado despenca. (Nota do editor: Stops são ordens enviadas a uma corretora para vender um ativo quando ele atinge um determinado preço.) O investidor médio acorda de manhã e descobre que perdeu tudo.
Compromissos dos Governos
Caso ocorra um colapso cambial, como se prevê em muitos países, as promessas feitas pelos governos serão abandonadas repentinamente, como se nunca tivessem existido. Enquanto milhões de pessoas se verão perdidas, incapazes de funcionar sem seus benefícios, os governos se esquivarão da culpa apontando o dedo uns para os outros. Os conservadores culparão os trabalhistas; os trabalhistas culparão os conservadores, a direita culpará a esquerda e vice versa… (O equivalente ocorrerá em outros países.)

O resultado final será o desaparecimento dos benefícios, seja parcial ou total e da poupança. O público descarregará sua raiva através de um ódio crescente contra o partido e políticos no poder que já consideram os vilões. Não conseguirão compreender que o colapso era inevitável e que vinha sendo lenta e intencionalmente implantado.
As supostas forças nacionais desaparecerão.
As alianças internacionais irão se desfazer. Antigos aliados, de repente, não estarão mais ao lado da nação em declínio. Antigos amigos firmarão alianças com o outro lado. Os acordos comerciais cessarão repentinamente. Riqueza, iniciativa e prestígio fluirão para o novo país líder e seus aliados.
Tudo isso acontecerá gradualmente — de forma alguma no mesmo dia — mas, em cada caso, a ocorrência em si será repentina .
Assim como Júlio César estava no auge do poder quando seus colegas senadores desembainharam suas facas para assassiná-lo, uma nação poderosa é protegida até o momento de sua queda. Nesse sentido, os EUA testemunharão o maior abandono de lealdades que qualquer nação já experimentou.
(Quanto maior o império, maior a pretensão de lealdade a ele. E maior o abandono quando a queda chega.)
Quando um império entra em colapso, sua morte é lenta. A menos que chegue ao fim por meio de conquistas, deteriora-se numa série de abalos súbitos. Seus líderes agarram-se a qualquer coisa que possa causar um atraso, mesmo que isso signifique um resultado pior no final. O processo pode levar anos, até décadas. No entanto, é nos primeiros anos que ocorrem os principais eventos — os eventos que causam os danos mais significativos.
Isso ocorre por dois motivos. O primeiro é que os líderes do país, acreditando em seu próprio poder, acreditam que podem manter o controle de seu comércio, seu domínio no exterior, suas forças armadas, etc., e descobrem que, quando as crises chegam, todos abandonam o barco.
O segundo motivo é que qualquer império constrói sua força tanto sobre mentiras e exageros quanto sobre seus verdadeiros atributos. Após uma crise, essas mentiras e exageros caem por terra e, em pouco tempo, fica claro que o império era, em seus estágios finais, um castelo de cartas e que o seu “imperador” esta nu.
Os sinais de alerta já estão se manifestando, mas não estão sendo amplamente divulgados. O cenário está montado e estamos nos aproximando dos primeiros grandes eventos.

As vítimas nesta peça serão, infelizmente, as pessoas comuns sem discernimento e consciência de algum tipo, que simplesmente esperam ter uma vida decente com seu foco no ganho material apenas. Elas serão pegas totalmente de surpresa e serão incapazes até mesmo de entender o que aconteceu, muito menos de agir para se salvarem. Aqueles que não dedicaram os anos anteriores à crise para se educar e para preparar uma vida alternativa sofrerão muito mais e serão os maiores revoltados e causadores de problemas.
Nota do editor: A história mostra que os momentos mais prejudiciais raramente se anunciam com antecedência. Eles chegam rapidamente, em meio à confusão, quando a maioria das pessoas ainda presume que o amanhã será como ontem.
Os sinais de alerta deixaram de ser abstratos e estão convergindo.
Para ajudá-lo a pensar com clareza e agir com deliberação antes que os eventos se tornem repentinos, preparamos um boletim especial gratuito que aprofunda a análise sobre o que está por vir e, mais importante, como os indivíduos podem se posicionar para sobreviver e até prosperar.
Neste artigo, o lendário investidor Doug Casey explica o que ele prevê para os EUA e o mundo, e como reagir enquanto ainda há tempo. Você pode acessar este artigo especial clicando aqui.



