‘Gaiola das Loucas’ britânica: Escândalo do caso Epstein com embaixador britânico pode derrubar premiê do RU?

Jeffrey Epstein fez pagamentos de US$ 75 mil (R$ 390 mil) para contas ligadas a [um judeu khazar, ativista LGBTQ+] Peter Mandelson, ex-embaixador do Reino Unido nos Estados Unidos e marido do brasileiro Reinaldo Avila da Silva, segundo extratos bancários divulgados pelo Departamento de Justiça americano. Os documentos de Epstein indicam que Mandelson teria recebido dinheiro do bilionário e teria vazado informações e documentos sigilosos do governo britânico.

Fontes: Zero HedgeBBC-LondresGloboG1

Os novos documentos sobre Epstein trouxeram novas revelações sobre Mandelson, de 72 anos, que ocupou cargos de alto escalão em governos trabalhistas anteriores e foi embaixador do Reino Unido em Washington até ser demitido em setembro.

Os documentos de Epstein indicam que Mandelson teria recebido dinheiro do bilionário e teria vazado informações e documentos sigilosos do governo britânico para o judeu khazar, pedófilo condenado Epstein. Mandelson havia sido escolhido a dedo para a embaixada do Reino Unido pelo primeiro-ministro Keir Starmer. Ele foi demitido em setembro por conta das suas ligações com Epstein.

Keir Starmer, à direita, com “Lord” Peter Mandelson, à esquerda. É provável que o primeiro-ministro enfrente novas questões sobre seu julgamento ao nomear Mandelson como embaixador dos EUA.

O primeiro-ministro Keir Starmer disse ao seu gabinete nesta semana que ficou “chocado” com as revelações contidas nos novos documentos divulgados sobre Epstein e que teme que ainda surjam mais detalhes. Mandelson também era membro da Câmara dos Lordes, a câmara alta do Parlamento britânico, mas renunciou na terça-feira (3) após a repercussão e perdeu o seu título.

O governo britânico prepara uma legislação para expulsar Mandelson da Câmara dos Lordes e retirar o seu “título de nobreza”, Lord Mandelson, que ele recebeu com sua nomeação vitalícia ao Parlamento. O (des)governo do Reino (des)Unido informou que enviou um dossiê à polícia, que investiga alegações de que Mandelson teria repassado informações sensíveis do governo ao falecido criminoso sexual.

Os arquivos recém-divulgados contêm detalhes sobre os contatos de Mandelson com o financista, incluindo e-mails com informações políticas, algumas das quais críticos dizem que podem ter violado a lei. A polícia afirmou que está analisando relatos de má conduta “para determinar se atingem o patamar criminal para investigação”.

O porta-voz de Starmer, Tom Wells, disse que o governo informou à polícia que os documentos sobre Mandelson e Epstein continham “prováveis informações sensíveis ao mercado” sobre a crise financeira global de 2008 e seus desdobramentos, que não deveriam ter sido compartilhadas fora do governo

Sobre Mandelson, para revisar um aspecto fundamental do que detalhamos abaixo, ele avisou Jeffrey Epstein com antecedência sobre um resgate de €500 bilhões para salvar o euro, enviando uma mensagem a Epstein sobre o resgate na noite de 9 de maio de 2010, após o qual foi formalmente anunciado na manhã seguinte.

O então Secretário de Negócios do Partido Trabalhista encaminhou os documentos no 10 sobre avaliações econômicas, vendas de ativos, uma dica de resgate da UE — entre outras interações com seu “amigo”. Para rever, esperava-se algo grande em meio ao escândalo “embaraçoso” e à confirmação de corrupção irregularidade interna

No domingo, um Mandelson chocado (ele não esperava a libertação) deixou o Partido Trabalhista, citando uma desejo de prevenir “mais constrangimento”. O Partido Trabalhista diz que uma ação disciplinar já estava “em andamento”. Por telefone naquela noite, o neto do grande festeiro Herbert Morrison me conta sobre sua decisão “não foi fácil”, mas ele sente “melhor para isso, pois preciso reiniciar”.

Foto do arquivo Epstein do político inglês Peter Mandelson de cuecas ao lado de uma mulher em imagem dos arquivos do caso Jeffrey Epstein — Foto: Departamento de Justiça dos EUA/Divulgação

A sua demissão pode ser o início de novas acções legais, uma vez que os deputados já estão a fazer lobby para que ele nunca consiga regressar ao governo ou a cargos de poder:

A baronesa Harriet Harman, que era líder da Câmara dos Comuns quando Lord Mandelson era secretário de negócios, diz que Mandelson “lançou uma mancha não apenas neste governo, mas na política como um todo. Ela disse ao programa Today da BBC Radio 4: “Tenho certeza de que o governo não tem absolutamente nenhuma dúvida sobre a gravidade disso, e tomará medidas e Peter Mandelson será responsabilizado“.”


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