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Aliados dos EUA criticam anúncio de saída do conflito da Síria

Posted by on 21/12/2018

A decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de retirar as tropas americanas da Síria, sob a argumentação de que a organização terrorista “Estado Islâmico” (EI) havia sido derrotada no país, foi recebida com críticas por senadores americanos, autoridades militares e aliados estrangeiros. Senadores dos Estados Unidos, incluindo importantes nomes da ala republicana, divulgaram uma carta na qual conclamam Trump a reconsiderar sua decisão de retirar as forças americanas da Síria e afirmaram que a retirada do país devastado pela guerra neste momento seria “um erro prematuro e caro”.

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Surpresos, os países aliados criticam anúncio de saída dos EUA da Síria

Fonte: https://p.dw.com/p/3AQVF

Senadores americanos classificam retirada de tropas “de erro prematuro” e que encoraja a “ditadura de Assad”. Milícias curdas temem ser exterminadas por forças da Turquia, e Paris e Londres apontam que a organização (pseudo terrorista criada e financiada pelo próprio ocidente) “EI” ainda não está erradicado.

A decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de retirar as tropas americanas da Síria, sob a argumentação de que a organização terrorista “Estado Islâmico” (EI) havia sido derrotada no país, foi recebida com críticas por senadores americanos, autoridades militares e aliados estrangeiros.

Senadores dos Estados Unidos, incluindo importantes nomes da ala republicana, divulgaram uma carta na qual conclamam Trump a reconsiderar sua decisão de retirar as forças americanas da Síria e afirmaram que a retirada do país devastado pela guerra neste momento seria “um erro prematuro e caro”.

“Se decidir seguir com sua decisão de retirar nossas tropas da Síria, qualquer remanescente do EI na Síria certamente renovará e estimulará seus esforços na região”, diz um trecho da carta. Os senadores acrescentaram que a medida também pode encorajar a “ditadura brutal de Bashar al-Assad”, o presidente sírio, a fortalecer os “adversários dos EUA”, Irã e Rússia.

“Seu governo não deve repetir os mesmos erros que os governos anteriores cometeram e ceder a esses maus agentes”, dizia a carta. Entre os signatários, estavam os republicanos Marco Rubio, senador da Flórida, e Lindsey Graham, senador da Carolina do Sul e chefe da Comissão do Senado dos EUA sobre o Judiciário, além de outros republicanos, democratas e independentes.

O senador Graham, considerado um aliado de Trump, classificou a retirada das tropas da Sìria como um “grande erro à la Obama”. “Uma retirada americana neste momento representa uma grande vitória para o ‘EI’, para o Irã, para Bashar al-Assad e para a Rússia“, disse {e uma grande derrota para os planos de expansão territorial de ISRAEL}.

Neste mapa acima uma “diferente” visão do ORIENTE MÉDIO: O GRANDE ISRAEL: Em 04 de setembro de 2001 uma manifestação foi realizada em Jerusalém, para apoiar à ideia da implantação do Estado de Israel desde o RIO NILO (Egito) até o RIO EUFRATES (Iraque). Foi organizado pelo movimento Bhead Artzeinu (“Para a Pátria”), presidido pelo rabino e historiador Avraham Shmulevic de Hebron. De acordo com Shmulevic: “Nós não teremos paz enquanto “todo o território da Terra de Israel” não voltar sob o controle judaico (KHAZAR) …. Uma paz estável só virá depois, quando ISRAEL tomar a si todas as suas “terras históricas“, e, assim, controlar tanto desde o CANAL de SUEZ (EGITO) até o ESTREITO de ORMUZ (o IRÃ) … Devemos lembrar que os campos de petróleo iraquianos também estão localizadas na terra dos judeus”.
UMA DECLARAÇÃO do ministro Yuval Steinitz, do Likud, que detém o extenso título de ministro da Inteligência, Relações Internacionais e Assuntos Estratégicos de Israel hoje: “Estamos testemunhando o extermínio do antigo Oriente Médio. A ordem das coisas esta sendo completamente abalada. O antigo Oriente Médio está morto, e o novo Oriente Médio não está aqui ainda. Esta instabilidade extrema poderia durar mais um ano, ou até mais alguns anos, e nós não sabemos como a nova ordem do Oriente Médio vai se parecer à medida que emergir a partir do caos e derramamento de sangue e fumaça atual. É por isso que devemos continuar a agir com premeditação”. No mapa acima podemos ver as pretensões de judeus radicais KHAZARES (tão ou mais radicais quanto os fanáticos islâmicos).

Washington confiou nas forças curdas como a forma mais eficaz na batalha contra o “Estado Islâmico” na Síria, mas isso tem irritado Ancara, que afirma que o YPG está ligado ao Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), acusado de suscitar uma insurgência na Turquia.

A relação entre Ancara e Washington tem sido tensa devido ao conflito na Síria. Mas a notícia da retirada americana da Síria foi bem-vinda na Turquia, que disse que militantes curdos a leste do rio Eufrates “serão enterrados em suas valas quando chegar a hora”.

“Diz-se atualmente que algumas valas e túneis foram cavados em Manbij e ao leste do Eufrates. Eles podem cavar, se quiserem, podem ir para o subsolo se quiserem, mas quando a hora chegar, eles serão enterrados nas valas que cavaram. Ninguém deveria duvidar disso”, disse o ministro da Defesa, Hulusi Akar, segundo divulgação da agência estatal turca de notícias Anadolu.

Na semana passada, por exemplo, o presidente turco, Recep Tayyp Erdogan, anunciou que a Turquia lançará uma nova ofensiva militar contra militantes curdos. Após o anúncio de Trump, os curdos sírios alertaram que uma provável incursão turca na Síria poderia resultar na fuga de milhares de militantes do “Estado Islâmico”.

“Temos um certo montante de combatentes estrangeiros detidos. Qualquer caos na área ou qualquer ataque turco pode dar a esses criminosos a chance de escapar”, disse Abdel Kareem Umer, chefe das relações externas das Forças Democráticas da Síria (SDF), uma milícia curda aliada dos EUA.

O Observatório Sírio para os Direitos Humanos afirmou que as Forças Democráticas da Síria estavam considerando libertar cerca de 3.200 combatentes estrangeiros do “Estado Islâmico” e suas famílias da detenção depois que seus países de origem se recusaram e recebê-los. Embora negue o relatório do Observatório, Umer pediu aos países dos detidos que aceitassem suas repatriações.

Paris e Londres: “Muito trabalho a ser feito”

A França divulgou que manterá sua participação na coalizão que luta contra os jihadistas na Síria. “Por enquanto, é claro, continuamos na Síria”, disse a ministra de Assuntos Europeus da França, Nathalie Loiseau, que acrescentou que “a luta contra o terrorismo não acabou”.

A França tem caças militares estacionados na Jordânia, um número não revelado de forças especiais em território sírio e artilharia ao longo da fronteira síria com o Iraque – medidas que fazem parte da coalizão militar liderada pelos EUA. A ministra de Defesa da França, Florence Parly, disse em sua conta no Twitter que o grupo extremista “não foi erradicado do mapa, nem as suas raízes” e que “devemos derrotar definitivamente os últimos focos dessa organização terrorista”.

O Ministério das Relações Exteriroes do Reino Unido afirmou que o “EI” está longe de ser vencido. “A coalizão internacional contra o ‘EI’ fez enormes progressos, mas falta muito por fazer e não devemos perder de vista a ameaça que ele representa. Mesmo sem território, continua sendo uma ameaça”, disse a diplomacia britânica, em comunicado.

A Rússia, que tem apoiado Assad durante os quase oito anos de guerra civil, reclamou na quarta-feira (19/12) sobre a presença americana na Síria. “A presença ilegal americana na Síria está mudando de um fator na luta contra o terrorismo internacional para um obstáculo perigoso para uma resolução”, disse a porta-voz do Ministério do Exterior da Rússia, Maria Zakharova.

Em setembro de 2014, o então presidente americano Barack Obama lançou uma campanha de ataques aéreos contra o “EI” na Síria, um mês depois de ter iniciado ataques aéreos no Iraque. No fim de 2015, as primeiras tropas americanas entraram na Síria – o número aumentou de 50 para os atuais dois mil soldados.

A coalizão liderada pelos EUA executou ataques aéreos em 17 mil localizações – somente na semana passada foram realizados 208 bombardeios. Milhares de extremistas foram mortos ou capturados, mas autoridades militares americanas afirmam que ao menos dois mil insurgentes estão ativos e espalhados pela Síria.

PV/lusa/afp/ap/rtr/dpa


A Matrix (o SISTEMA de CONTROLE): “A Matrix é um sistema de controle, NEO. Esse sistema é o nosso inimigo. Mas quando você está dentro dele, olha em volta, e o que você vê? Empresários, professores, advogados, políticos, carpinteiros, sacerdotes, homens e mulheres… As mesmas mentes das pessoas que estamos tentando salvar.  “Mas até que nós consigamos salvá-los, essas pessoas ainda serão parte desse sistema de controle e isso os transformam em nossos inimigos. Você precisa entender, a maioria dessas pessoas não está preparada para ser desconectada da Matrix de Controle. E muitos deles estão tão habituados, tão desesperadamente dependentes do sistema, que eles vão lutar contra você  para proteger o próprio sistema de controle que aprisiona suas mentes …”


Saiba mais, leitura adicional:

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