Apartheid e Racismo em sua melhor Forma: Ministro de Israel diz que Palestina ‘Não Existe’

Apartheid e Racismo em sua melhor Forma: Ministro de Israel diz que Palestina não existe e usa mapa israelense com fronteiras DENTRO da Síria e Cisjordânia – Após pedir que aldeia palestina seja “eliminada” do mapa, ministro das Finanças israelense provoca indignação ao negar a existência dos palestinos. Para premiê da Autoridade Palestina, os comentários são evidências da “ideologia racista” que governa o Estado judeu neste momento.

Apartheid e Racismo em sua melhor Forma: Ministro de Israel diz que Palestina não existe e usa mapa israelense com fronteiras DENTRO da Síria e Cisjordânia

Fonte: Sputnik

Discursando ontem (20) em Paris, o ministro das Finanças de Israel, Bezalel Smotrich, provocou uma forte reação após dizer que o povo palestino é “uma invenção” do século passado, com autoridades palestinas criticando os comentários como prova da perspectiva “racista” do novo governo de extrema direita israelense.

Smotrich disse que “não existe um palestino” porque “não existe um povo palestino“. Essa não é a primeira vez que o político faz considerações polêmicas e racistas sobre a Palestina. Em 1º de março, ele provocou indignação internacional ao dizer que a vila palestina de Huwara, na Cisjordânia, deveria ser exterminada após uma invasão de colonos israelenses, segundo a Al Jazeera.

“Você sabe quem são os palestinos? Eu sou palestino”, disse Smotrich, passando a descrever seu falecido avô, que ele disse ser um “jerusalense da 13ª geração” como “um verdadeiro palestino”. O chefe das Finanças também acrescentou que “o povo palestino é uma invenção com menos de 100 anos”.

As suas declarações foram feitas durante um memorial para Jacques Kupfer, um ativista do partido de direita Likud de Israel que morreu em 2021, com um vídeo circulando on-line mostrando os participantes respondendo a eles com aplausos e vivas.

O chefe das Finanças de Israel fez seu discurso em um palco com um banner que parecia exibir a imagem de um mapa do “Grande Israel” [um sonho molhado dos judeus khazares, de longa data] pendurado à sua frente. As fronteiras do mapa em exibição no evento pareciam definir as fronteiras de Israel dentro de partes da Síria e da Jordânia, além de incluir a Cisjordânia e a Faixa de Gaza, de acordo com o The Jewish News.

Neste mapa uma “diferente” visão do ORIENTE MÉDIO: O GRANDE ISRAEL: Em 04 de setembro de 2001 uma manifestação foi realizada em Jerusalém, para apoiar à ideia da implantação do Estado de Israel desde o RIO NILO (Egito) até o RIO EUFRATES (Iraque). Foi organizado pelo movimento Bhead Artzeinu (“Para a Pátria”), presidido pelo rabino e historiador Avraham Shmulevic de Hebron. De acordo com Shmulevic: “Nós não teremos paz enquanto todo o território da Terra de Israel não voltar sob o controle judaico …. Uma paz estável só virá depois, quando ISRAEL tomar a si todas as suas terras históricas, e, assim, controlar tanto desde o CANAL de SUEZ (EGITO) até o ESTREITO de ORMUZ (o IRÃ) … Devemos lembrar que os campos de petróleo iraquianos também estão localizadas na terra dos judeus”. UMA DECLARAÇÃO do ministro Yuval Steinitz, do Likud, que detém o extenso título de ministro da Inteligência, Relações Internacionais e Assuntos Estratégicos de Israel hoje: “Estamos testemunhando o extermínio do antigo Oriente Médio. A ordem das coisas esta sendo completamente abalada. O antigo Oriente Médio está morto, e o novo Oriente Médio não está aqui ainda. Esta instabilidade extrema poderia durar mais um ano, ou até mais alguns anos, e nós não sabemos como a nova ordem do Oriente Médio vai se parecer à medida que emergir a partir do caos e derramamento de sangue e fumaça atual. É por isso que devemos continuar a agir com premeditação”. No mapa acima podemos ver as pretensões de judeus radicais (tão ou mais radicais quanto os fanáticos islâmicos).

Suas declarações foram feitas durante um memorial para Jacques Kupfer, com um vídeo circulando nas redes sociais mostrando os participantes respondendo a eles com aplausos e vivas. O primeiro-ministro da Autoridade Palestina, Mohammad Shtayyeh, disse hoje (20) que os comentários de Smotrich são evidências do que ele chamou de “ideologia racista” que governa o Estado judeu neste momento.

“Os comentários inflamatórios de Smotrich demonstram a ideologia extremista, racista e sionista que impregna o atual governo israelense”, segundo o The Times of Israel.

Desde a nova chegada ao poder de Benjamin Netanyahu em dezembro, a região tem enfrentado fortes tensões, não só por conta da questão palestina, mas pela reforma judicial que seu governo quer impor, e que está levando milhares de israelenses às ruas para protestarem contra a sua implantação.

A rejeição às mudanças propostas é tão forte, que até os Estados Unidos, através do presidente Joe Biden e do secretário de Estado norte-americano, Antony Blinkenpediram “consenso” em um comunicado, acrescentando que “as sociedades democráticas são fortalecidas por controles e equilíbrios reais”, sendo que qualquer mudança substancial deve ter o “apoio popular mais amplo possível“.


“Precisamos URGENTEMENTE do seu apoio para continuar nosso trabalho baseado em pesquisa independente e investigativa sobre as ameaças do Estado [Deep State] Profundo, et caterva, que a humanidade enfrenta. Sua contribuição, por menor que seja, nos ajuda a nos mantermos à tona. Considere apoiar o nosso trabalho. Disponibilizamos o mecanismo Pay Pal, nossa conta na Caixa Econômica Federal  AGENCIA: 1803 – CONTA: 000780744759-2, Operação 1288, pelo PIX-CPF 211.365.990-53 (Caixa)”. para remessas do exterior via IBAN código: BR23 0036 0305 0180 3780 7447 592P 1


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{Nota de Thoth: A estrondosa queda da “Estátua de Nabucodonosor“, com o fim do Hospício e os psicopatas da civilização ocidental e a própria destruição da região da cidade de Roma [incluso a cloaca do Vaticano] estão bem próximos de acontecer. O Hospício Ocidental, o circo do G-7 os ditos “Países de Primeiro Mundo” vão fazer face ao seu carma “liberal“, “acordado” . . .}


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