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Armaggedon Climático: América Latina pode estar com seus dias contados

Posted by on 31/07/2019

As graves anomalias climáticas registradas ultimamente, por todo o globo, levantaram preocupações sobre o aquecimento global, o surgimento de eventos climáticos extremos, o aumento considerável no número de grandes terremotos e erupções vulcânicas massivas e a ameaça que isso representa para a vida em todo o nosso planeta. Em meados deste mês, os termômetros de vastas áreas da Europa Ocidental registraram temperaturas que atingiram quase 45 graus Celsius – fator que causou grande preocupação tanto para a população quanto para os cientistas.

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Armagedon climático: América Latina pode estar com dias contados

Fonte:  https://br.sputniknews.com/

Ao mesmo tempo gigantescos incêndios irromperam dentro do Círculo Polar Ártico de uma forma inédita e incontrolável, queimando vastas áreas de florestas desde o Alasca até à Sibéria na Rússia, algo inédito para os últimos 10 mil anos.

Uma das consequências do aumento das temperaturas médias é a mudança das condições em algumas áreas, particularmente na zona intertropical – entre os Trópicos de Câncer e Capricórnio – que inclui a maior parte da América Latina, centro e sul do México, e partes do norte da Argentina e do Chile e a maior parte do Brasil.

Migrantes climáticos

O aumento e a intensificação dos fenômenos climáticos extremos, junto com a alteração das condições climáticas, está provocando a migração de pessoas dos seus países de origem para lugares onde encontram melhores condições para sobreviverem.

Em alguns casos, a migração pode ser interna, mas em outros os cidadãos de países relativamente pequenos não têm outra opção senão deixar seus países de origem, disse à Sputnik Mundo o membro do Grupo de Mudança Climática e Radiação Solar da Universidade Nacional Autônoma do México, Dr. Carlos Gay García.

“Se os meios de produção e a terra não te alimentam, então tens de ir embora. De fato, na América do Sul e Central já existem pesquisas que indicam que há muita migração para os Estados Unidos através do México” por causa disso, enfatizou o analista.

De acordo com García, no caso da América Latina os migrantes climáticos podem migrar para o sul do continente americano, para áreas da Argentina e do Chile, particularmente para regiões como a Patagônia. A migração será para latitudes onde as temperaturas permanecem relativamente mais baixas e estáveis, destacou o especialista.

Gigantesca erupção de vulcão em Papua Nova Guine. Foto batida por piloto de avião Eroli Tamara. A erupção do Monte Ulawun, na Província Oeste da Nova Bretanha (PNG), entrou em erupção no dia 26 de junho, emitindo cinzas piroclasticas e cinzas vulcânicas, o que forçou a evacuação de mais de 10 mil pessoas. Embora não haja registro de vítimas, as comunidades dentro de um raio de 20 km foram aconselhadas a mudar-se para zonas seguras designadas. FONTE

Risco potencial

Para García, os países mais afetados pelo aquecimento global são aqueles em desenvolvimento ou que estão localizados próximos dos trópicos, pois estes Estados não dispõem dos recursos necessários para enfrentar os impactos do fenômeno climático.

“Quando não temos os recursos necessários, tornamo-nos mais sensíveis às alterações climáticas. Então, é verdade que as zonas intertropicais, nas quais está localizada a maior parte das Américas, seriam muito afetadas pela mudança climática”, disse Gay.

Em caso de aumento das temperaturas, a face da América Latina mudaria em termos de dificuldade em lidar, por exemplo, com a potencial produção e a escassez de alimentos. A segurança alimentar e a gestão da água ficariam comprometidas pelo aquecimento global e pelas alterações climáticas, além do efeito sobre as questões de saúde.

Outro fator da consequência das alterações climáticas são os deslizamentos de terras, causados pelas chuvas torrenciais, que são propensos a atingir com mais frequência áreas nas latitudes da América tropical, complementa o especialista. A questão é que o risco de mais mortes por esses fenômenos em países intertropicais é maior do que o risco em outros países.

Aqui a diferença entre o tipo de riscos que as pessoas enfrentam em zonas intertropicais e aqueles que enfrentam em latitudes mais elevadas tem a ver com uma maior exposição a eventos climáticos em termos de perda de vidas humanas, explicou Gay. “Não medimos o risco em termos de quantos edifícios vão cair ou ser destruídos. Medimos em termos de quantas pessoas serão afetadas e isso é diferente no norte e no sul”, salientou.

Acima Falha de SAN ANDREAS: Um forte terremoto de magnitude 6,4º na escala Richter atingiu o sul da Califórnia em 04 de julho, o maior temor a atingir a região em décadas. O terremoto ocorreu às 10h33 hora local (14:33 horário de Brasilia) foi centrado no Vale de Searles, uma área remota do condado de Kern, a cerca de 160 quilômetros de Los Angeles, e foi sentido em lugares distantes como Long Beach e Las Vegas. O terremoto foi o maior no sul da Califórnia desde o terremoto de 6,6º de Northridge em 1994, que matou dezenas e causou bilhões de dólares em danos. Mas o terremoto de Northridge atingiu o centro de uma área povoada, enquanto o terremoto dessa quinta-feira teve seu epicentro localizado longe da área metropolitana de Los Angeles. fonte:

Frequência e intensidade dos fenômenos

Na opinião do professor do Departamento de Geografia da Universidade Nacional da Colômbia, José Daniel Pabón Caicedo, a situação não é tão grave, especialmente em comparação com outras áreas do planeta. Inicialmente, as alterações climáticas provocariam um aumento da frequência e da intensidade dos eventos extremos, mas estes não aumentam necessariamente em todos os lugares.

“Se olharmos para as temperaturas médias, o aquecimento não é tão severo na zona tropical ou equatorial em comparação com as latitudes médias, por exemplo, na Rússia, na parte da Sibéria. Ali, o aquecimento seria maior, segundo vários modelos e cenários”, afirmou o especialista.

Caicedo esclarece que para os países das Américas localizados entre os trópicos (cujo aumento de temperatura média está estimado entre dois e quatro graus no final do século), há alguns cenários que assumem que o aquecimento não será tão forte quanto na América do Norte ou no Norte da Europa.

Reconhece? Essa poderá ser a cara futura na região da Candelária, no Rio de Janeiro, com o aumento do nível do oceano pelo acelerado descongelamento da Antártida. FONTE

A situação é semelhante no caso de fenômenos extremos, como tempestades intensas: em algumas áreas elas aumentarão e em outras diminuirão. Não vão necessariamente aumentar em todo o lado.

Segundo Pabón, se falamos do aumento das zonas áridas e semiáridas, então poderia haver um aumento de migrações dessas zonas para as outras em busca de melhores condições. Da mesma forma, uma das maiores e mais claras manifestações das migrações não se deve tanto ao aquecimento, mas sim ao aumento do nível da água dos rios e dos mares. Neste tópico, a aceleração do degelo no continente da Antártida pode ter um impacto considerável em todas as áreas costeiras dos países da América do Sul, pois nesta região as maiores cidades estão concentradas na zona litorânea.

“Olhando aqui na América Latina, seria necessário olhar para quais regiões, vamos supor, se houvesse inundações mais frequentes, as pessoas tenderiam a abandoná-las. No entanto, tanto quanto sei, não temos um grau estabelecido de certeza se há áreas com esse grau de problema”, concluiu.


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Isto é tudo pessoal, o Tempo acabou!

“Haverá muitas mudanças dramáticas no clima do planeta, muitas mudanças nas condições meteorológicas  na medida em que o tempo da grande colheita se aproxima muito rapidamente ao longo dos próximos anos. Você vai ver a velocidade do vento em tempestades ultrapassando 300 milhas (480 quilômetros) por hora, às vezes. Deverão acontecer fortes tsunamis e devastação generalizada NAS REGIÕES COSTEIRAS, e emissão de energia solar (CME-Ejeção de Massa Coronal do Sol)  que fará  importante fusão e derretimento das calotas de gelo nos polos, e subseqüente aumento drástico no nível do mar, deixando muitas áreas metropolitanas submersas em todo o planeta“.  SAIBA MAIS no LINK 


Muito mais informações, LEITURA ADICIONAL

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