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Cem anos da primeira pedra da fundação do moderno Estado de Israel

Posted by on 03/11/2017

Cem anos da primeira pedra da fundação do moderno Estado de Israel. Israel evoca declaração de 1917 como embrião do Estado; palestinos, como o começo do seu retrocesso territorial na região. 

Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo; quem lê, entenda”; Mateus 24-15

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Cem anos da primeira pedra da fundação do moderno Estado de Israel

Juan Carlos Sanz SANZ – Jerusalém – Fonte: https://brasil.elpais.com/

“Conheço as tuas obras, e tribulação, e pobreza (mas tu és rico), e a blasfêmia dos que se dizem judeus, e não o são, mas são a sinagoga de Satanás“. –  Apocalipse 2:9

Eis que eu farei aos da sinagoga de Satanás, aos que se dizem judeus, e não são, mas mentem: eis que eu farei que venham, e adorem prostrados a teus pés, e saibam que eu te amo”. –  Apocalipse 3:9


Uma carta datada de 2 de novembro de 1917 – um ano antes do fim da Primeira Guerra Mundial –, com uma só frase de 67 palavras, é recordada de maneira controversa no Oriente Médio. Em Israel, a declaração assinada por Arthur Balbour, secretário do Foreign Office (o ministério britânico das Relações Exteriores), em que expressava o apoio do seu Governo ao estabelecimento de “um lar nacional para o povo judeu” na Palestina, então uma província otomana, é considerada a pedra fundamental do Estado hebraico, fundado em 1948.

Arthur Balfour, autor de declaração: o quarto da direita para a esquerda AFP

Para os palestinos, que há 100 anos representavam 90% da população da região, a missiva de Londres marca na memória coletiva o início de um incomparável retrocesso territorial. Sua retirada desde a divisão aprovada pela ONU há 70 anos, que precedeu um conflito armado no qual 750.000 palestinos tiveram que deixar suas casas, se prolongou até nossos dias com a ocupação militar após a guerra de 1967.

Já os dirigentes palestinos lideram na quinta-feira uma manifestação em Ramallah, sede administrativa da Autoridade Palestina, para fazer um apelo para que o Reino Unido peça perdão pela comunicação diplomática de 1917. O primeiro-ministro palestino, Rami Hamdallah, exigiu que Londres se desculpe pela “injustiça histórica” cometida há um século, na que ficou conhecida no mundo árabe como Promessa Balfour.

A carta enviada pelo então ministro de Relações Exteriores britânico ao lorde Walter Rothschild, destacado representante da comunidade judaica no Reino Unido, é interpretada sob a óptica atual pelas partes em disputa no conflito israelense-palestino. Mas uma aproximação histórica denota que, antes mesmo de tomar o controle territorial da Terra Santa, o Governo imperial de Londres precisava garantir para si o controle do Canal de Suez, a fim de manter a comunicação com suas colônias na Ásia.

Para isso ele buscou atrair o apoio dos judeus mediante a Declaração Balfour. Também cortejou o apoio dos árabes, como reflete a correspondência mantida pelo alto comissário no Egito, Henry McMahon, com o Sheik de Meca, Husein bin Ali, a quem o militar britânico prometeu a independência se apoiasse os aliados contra o Império Otomano. Como antecipação, despachou a seu serviço, na qualidade de assessor, o oficial de inteligência Thomas Edward Lawrence, mais conhecido como Lawrence da Arábia.

Num centenário que transcorre entre a lenda e a diplomacia de guerra, os palestinos não costumam fazer referência a uma cláusula de advertência incluída na própria Declaração Balfour:

“Entendendo-se que nada se fará que possa prejudicar os direitos civis e religiosos das comunidades não judaicas existentes na Palestina”.

O atual secretário do Foreign Office, Boris Johnson, encarregou-se de recordar que esta salvaguarda “não foi completamente executada” e a evoca agora ao defender a solução para os conflitos na região com dois Estados – o de Israel e o da Palestina – como saída para centenário conflito.

Apesar das declarações e promessas de 1917 – os curdos também receberam a oferta de um Estado próprio por sua contribuição à derrota turca, o que não foi cumprido após a guerra –, britânicos e franceses já haviam repartido um ano antes os despojos do inimigo no Oriente Médio, no chamado Acordo Sykes-Picot, que reservava à província da Palestina o status de território sob controle internacional. Em 1922, a Liga das Nações acabou outorgando um mandato ao Reino Unido para administrar com exclusividade o território da Terra Santa.

grandeisrael-map

Neste mapa uma “diferente” visão do ORIENTE MÉDIO: O GRANDE ISRAEL: Em 04 de setembro de 2001 uma manifestação foi realizada em Jerusalém, para apoiar à ideia da implantação do Estado de Israel desde o RIO NILO (Egito) até o RIO EUFRATES (Iraque). Foi organizado pelo movimento Bhead Artzeinu (“Para a Pátria”), presidido pelo rabino e historiador Avraham Shmulevic de Hebron. De acordo com Shmulevic: “Nós não teremos paz enquanto todo o território da Terra de Israel não voltar sob o controle judaico …. Uma paz estável só virá depois, quando ISRAEL tomar a si todas as suas terras históricas, e, assim, controlar tanto desde o CANAL de SUEZ (EGITO) até o ESTREITO de ORMUZ (o IRÃ) … Devemos lembrar que os campos de petróleo iraquianos também estão localizadas na terra dos judeus”. UMA DECLARAÇÃO do ministro Yuval Steinitz, do Likud, que detém o extenso título de ministro da Inteligência, Relações Internacionais e Assuntos Estratégicos de Israel hoje: “Estamos testemunhando o extermínio do antigo Oriente Médio. A ordem das coisas esta sendo completamente abalada. O antigo Oriente Médio está morto, e o novo Oriente Médio não está aqui ainda. Esta instabilidade extrema poderia durar mais um ano, ou até mais alguns anos, e nós não sabemos como a nova ordem do Oriente Médio vai se parecer à medida que emergir a partir do caos e derramamento de sangue e fumaça atual. É por isso que devemos continuar a agir com premeditação”. No mapa acima podemos ver as pretensões de judeus radicais (tão ou mais radicais quanto os fanáticos islâmicos).

Rebelião e atentados

A partir de então, e até 1935, a população judaica na Palestina britânica saltou de pouco menos de 10% para 27%. As autoridades de Londres, enquanto isso, reduziram as quotas de imigração judaica pouco antes da Segunda Guerra Mundial. A partir de 1944, grupos armados clandestinos (terroristas) judeus se rebelaram contra as forças britânicas, numa sublevação que teve sua expressão mais reconhecível no atentado a bomba contra o hotel King David de Jerusalém, que abrigava instalações civis e militares britânicas, e onde 92 pessoas morreram.

 

Israel celebrará a Declaração Balfour com uma cerimônia no Knesset (Parlamento) sem a presença dos deputados árabe-israelenses, representantes de uma comunidade que reúne um quinto da população do Estado judaico. Cem anos depois da polêmica carta de Londres, tremularão bandeiras negras nos edifícios oficiais da atual Palestina.


Sobre os Judeus Khazares, saiba mais acessando os links:

Mais informações sobre NWO, leitura adicional:

Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br

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