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Encontro com reptilianos na Amazônia, próximo da fronteira Colômbia-Venezuela

Posted by on 15/03/2019

Um impressionante relato de um militar brasileiro em missão de forças especiais multinacional em plena floresta amazônica, a princípio para combater narcotraficantes colombianos. A realidade se mostrou imensamente chocante quando no interior de um sistema de túneis e cavernas, o seu grupo de militares membros de forças especiais se deparou com enormes seres reptilianos dentro de uma caverna onde haviam prisioneiros humanos colocados presos dentro de gaiolas e outros seres que ele não pode determinar se eram humanos. O que parece “ficção” pode superar a realidade e de fato assim acontece…

Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

A guerra que ninguém vê, (ouve ou sabe)! Amazônia.

Fonte: T. B. H., de um relato recebido via WhatsApp

Prezados, o que eu vou relatar, aconteceu na Colômbia próximo da fronteira com a Venezuela em meados do ano de 1995, após alguns anos, fiquei sabendo que o mesmo fato já havia ocorrido no início da década, mas nada foi confirmado ou relatado em documentos palpáveis. O relato que fiz, certamente foi registrado, mas creio que jamais será revelado (ao público em geral que se contenta com apenas Pão e Circo).

A razão pela qual se deu minha convocação para esta missão, eu desconheço, mas desconfio. Eu já trabalhava para aqueles que dominam o mundo através de suas organizações, a ONU e a OTAN, eu fazia parte de um comando de elite no Iraque com nome de “Task Force 20 (Força tarefa 20)”.  Quando fui convocado, eu não sabia e nem imaginava o tipo de serviço. Estávamos a caminho da America do sul, precisamente indo para a Argentina, lá nos reunimos com outros soldados especializados sendo 2 uruguaios,  4 argentinos, 2 peruanos e 4 chilenos, 4 colombianos, 2 venezuelanos, eu e mais 1 brasileiro, um sargento norte americano e um tenente Inglês, estes dois últimos  eram os comandantes da equipe, no dia seguinte voamos para a Colômbia.

Um dia pós chegarmos a base militar de Apiay na Colômbia (usada pelos militares dos EUA), seguimos de helicóptero para as montanhas, durante o vôo, um dos comandantes nos informou sobre os parâmetros da nossa missão, encontrar a entrada de uma caverna que poderia ser de uso dos narcotraficantes para abrigo ou deposito de armas. Quando encontrada deveríamos marcar a entrada com compressas de infravermelhos para servir de guia para os caças bombardeiros F-18 selar a entrada. 

O armamento era diferente, cada um carregava, 2 Fuzis M4A1 cal. 5.56 com supressor e lança granadas M320, 10 carregadores c/30 projeteis cada, 2 pistolas Glock 9 mm, 6 granadas de mão, óculos de visão noturna e um aparelho similar a um fone de ouvido com uma pequena antena, lanternas de potencia, e chips de localização e micro câmeras de alta resolução, além dos mantimentos em barras para dois dias, isso para cada membro do grupo, o uniforme também era diferente, tinha duas camadas, não deixando espaço para qualquer parte do corpo ficar exposto, além de luvas, tinha duas pequenas baterias e percebi que ela ligava uma espécie de teia por dentro do uniforme, mas não era pesado.

Seguimos para o ponto de infiltração em um helicóptero Sikosrky CH 54, descemos numa depressão na floresta no meio de um nevoeiro e após algumas horas de caminhada, talvez 5 horas, chegamos ao que parecia ser a entrada… era um círculo perfeito feito na rocha, foi feito a laser e parecia com concreto polido, com uma medida de 3 metros de diâmetro, creio, a entrada para o interior da terra tinha um ângulo de inclinação de 32 graus para baixo e toda a entrada estava cheio de animais mortos, não havia vegetação dentro do túnel, somente ao seu redor dificultando sua identificação e uma pequena nuvem de neblina rente ao solo era percebível. Recebemos ordem para explorar a caverna com cautela e quando estávamos talvez 150 metros já dentro a gente começou a se sentir mal, com náuseas e dificuldade em respirar e tosse …

Os reptilianos operam em acordo com os aliens Greys em inúmeras bases subterraneas existentes através do planeta

Era muito estranho … O tenente inglês puxou para fora um estranho aparelho e apontou-o na direção do túnel e depois de alguns segundos nos pediu que colocássemos as máscaras. Depois de colocar as máscaras e recuperar o fôlego, continuamos com a missão, tinha muitas rochas grandes e uma espécie de grama ou capim que chegava na altura da cintura além de pequenas árvores e à medida que desciamos ficava mais quente e quando chegamos ao fundo do túnel, cerca de 500 metros, vimos que dava em um acesso a outro túnel bem maior e que cruzava no sentido de norte a sul a montanha.  

Iluminamos o caminho de entrada com células fosforescentes a cada 70 metros. Olhando a oeste e depois ao sul, percebemos uma curva há 300 metros e outra a cerca de 500 metros a leste, tudo medido por um dispositivo digital que o tenente usava, por isso encontramos saídas a leste. Quando entramos neste novo túnel, havia um calor quase insuportável, e as máscaras nos impediam de respirar direito.  A nova entrada que descobrimos e por onde saímos, estava cheio de animais mortos além de aproximadamente 30 soldados e aparentemente pessoas comuns que também morreram apresentando buracos à bala, por isso, marcamos este local com explosivos em adição aos infravermelhos para bombardeio cirúrgico e para fechar o acesso a caverna no lado da Venezuela que era a maior e mais bem feita.

Ao entrarmos mais uns 100 metros no túnel, ouvimos sons que pareciam ser de ferro batendo em ferro …neste momento, faltava uns 20 metros para chegar ao final …. foi quando o sargento norte americano, ordenou por sinal que ficássemos parados e abaixados sem fazer barulho … quando na saída do túnel vimos uma plataforma suspensa no ar, e em cima dela tinha gaiolas, e dentro delas havia pessoas, homens, mulheres e crianças que choravam e as vezes gritavam por ajuda, era angustiante e as plataformas eram de metal parecendo alumínio, eu estava na frente do grupo, tirei a máscara para ver melhor, o tenente fez meus companheiros de equipe fazer o mesmo mas não gostou de me ver sem a mascara, mas ele nos disse em perfeito espanhol, “não se movam ou todos nós vamos morrer”

Reprodução de reptilianos da casta inferior, de soldados, com cerca de 2,50 metros de estatura. Sua origem estelar é um sistema planetário na estrela-sol de Thuban, na Constelação de DRACO (DRAGÃO)

Foi quando vi os soldados que guardavam a plataformacreio que a visão dos demais foi a mesma, quando vimos quatro seres monstruosos, muito fortes e bem estranhos que se pareciam com lagartos com o corpo em formato humanóide,  mediam uns 2,50 de altura, tinham cabeças grandes, orelhas pontudas e olhos alaranjados, usavam uma espécie de colete colado ao corpo, um cinto largo com compartimentos e braceletes que pareciam aparelhos de celular, e portavam objetos similares a um fuzil, só que maior e de forma anatômica, um era mais escuro que os outros,  mas todos com uma espécie de escamas ou couro, parecido com pele de lagarto num tom esverdeado com marrom. Nesse momento um deles olhou para o túnel onde estávamos, o sargento fez o gesto de “quietos!” … fiquei acelerado pois eles poderiam nos descobrir.

Todos ficamos alertas e com o dedo no gatilho para disparar, quando o tenente puxou outro dispositivo que parecia um radio transmissor e quando ele o ligou, senti no aparelho que usava no ouvido, uma espécie de dormência na cabeça, mas muito discreta, e apontou uma arma estranha e anatômica que guardava por baixo da mochila em direção dos seres monstruosos que por um momento pararam e voltaram para a plataforma, quando o sargento nos disse que o iluminador usado pelo tenente impediu a visão uns dos outros, ele também disse que o dispositivo nos protegeu da capacidade de telepatia (dos reptilianos), no princípio eu não entendi o que ele quis dizer com isso … e que terminava aí nossa missão e coleta de informações, tínhamos que sair de lá o mais breve possível pois estávamos prestes a enterrar todos lá.

Eu observava as criaturas através de meu binóculo quando o sargento me perguntou: “o que você esta fazendo” e eu disse: “eu quero ver os reféns”, e o sargento me disse: “você não vai gostar de ver o que tem lá”, mas eu continuei e me dei conta de que a segunda gaiola, onde os seres que estavam lá não gritavam, não se pareciam com os reféns, não eram pessoas, seus olhos eram negros sem a parte branca dos olhos e um deles abriu a boca, tinha duas fileiras de dentes, algo que eu nunca vi antes. De repente os seres e as plataformas desapareceram, numa espécie de luz azul, bem fraca como se fosse uma nuvem que se formou entorno das gaiolas e dos guardas monstruosos, mas o cheiro era nojento; colocamos novamente as máscaras, e fizemos uma varredura no local, instalamos mais bombas e saímos rapidamente.

Durante nossa saída, percebi que nas entradas e saídas sinalizadas com infravermelhos, haviam canais que levavam ao pequeno centro onde as gaiolas estavam, mas não deu para ver muitos detalhes, pois o tempo para detonação das bombas estava próximo e apenas alguns minutos após passar pelas primeiras sinalizações, as explosões foram ouvidas e começamos a andar mais rápido, fomos para o ponto da extração e ficamos esperando o helicóptero que nos trouxe. O helicóptero, um Sikosrky, nos levou de volta a base que ficava num vilarejo onde tinha uma pista de pouso e decolagem, chegando lá, tinha um jato (não me lembro da identificação), que nos levou para uma base aérea e de lá fomos num vôo para o aeroporto de Ezeiza em Buenos Aires na Argentina. 

Ao chegarmos no aeroporto argentino, fomos levados a uma sala separada e distante, um pequeno prédio onde havia um oficial norte americano e um agente da N.S.A.(National Security Agency), eles nos interrogaram em separado sobre a missão e nos advertiram, ficaram com todos os equipamentos que tínhamos, inclusive os uniformes, mas no geral, fomos muito bem tratados e nos deram roupas civis com nossas medidas.

Após isso, fomos levados separados novamente a ala de embarque, onde me colocaram num vôo para são Paulo, eu não comprei passagem e nem passei pelas medidas normais de segurança aeroportuária, apenas fui colocado dentro do avião, desci em S. Paulo e segui para Brasília de ônibus. Durante o tempo todo vim pensando no que fiz, no que escutei e a forma como me disseram: “nós sabemos quem vocês são, não falem com ninguém sobre isso ou as coisas podem ficar feias, em resumo vocês podem acabar mortos!”. Nos despedimos silenciosamente, mas o outro brasileiro que estava na missão, eu nunca mais o vi. 

Pude entender uma coisa…filmes de ficção, não são 100% ficção, há alguma verdade neles e que ninguém para para raciocinar de que não estamos sós neste planeta, não somos os únicos seres inteligentes e não estamos no topo da cadeia alimentar, as religiões são fantasia humana, não existe (e pior, não praticam) o que pregam, mentem assim como os governos, somos escravos de escravos! 

Você pode não acreditar, pode me considerar um louco, mentiroso, manipulador ou seja como lhe convier…mas só eu sei o que vivi, não só naqueles dias como em eventos posteriores. Não me importo com julgamentos, pois o que importará, será a ação de cada um, quando o dia chegar!


A Matrix (o SISTEMA de CONTROLE MENTAL): “A Matrix é um sistema de controle, NEO. Esse sistema é o nosso inimigo. Mas quando você está dentro dele, olha em volta, e o que você vê? Empresários, professores, advogados, políticos, carpinteiros, sacerdotes, homens e mulheres… As mesmas mentes das pessoas que estamos tentando despertar. Mas até que nós consigamos despertá-los, essas pessoas ainda serão parte desse sistema de controle e isso as transformam em nossos inimigos. Você precisa entender, a maioria dessas pessoas não está preparada para ser desconectada da Matrix de Controle MENTAL. E muitos deles estão tão habituados, tão profunda e desesperadamente dependentes do sistema, que eles vão lutar contra você para proteger o próprio sistema de controle que aprisiona suas mentes …”


Leitura adicional:

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br

 

 

Ted B. Heidk

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