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Globalismo criou a pandemia Covid para impor ‘Great Reset’ : Italiagate ainda é o escândalo que pode explodir os planos da NWO

Posted by on 02/04/2021

O Globalismo criou a operação Covid para impor o ‘Great Reset’ : Italiagate ainda é o escândalo que pode explodir os planos da NWO: esta é uma grande análise crítica juntando os pontos do jornalista italiano bilíngue Cesare Sacchetti , que primeiro chamou nossa atenção para o ‘Italygate’  em relação à fraude massiva nas recentes eleições presidenciais dos EUA. Ele não menciona isso abaixo, mas Sacchetti também chamou a atenção em seus posts no Twitter e no Telegram sobre como os  MSM italianos recentemente hospedaram criaturas como Nancy Pelosi, Gates e Obama  (veja aqui e aqui ). Ele faz um trabalho sólido ligando as agendas globalistas / NWO e eventos atuais globalmente com o que está acontecendo na Itália. O Italygate é um ninho de vespas esperando para ser exposto.

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

O globalismo criou a operação terrorista Covid-19 para impor a “Grande Reinicialização”: Italiagate ainda é o escândalo que pode explodir os planos da Nova Ordem Mundial

Fonte: La Cruna dell’Ago

por Cesare Sacchetti

A concepção da operação terrorista da pandemia pelo coronavírus não data de 2020. As elites já buscavam nos anos anteriores criar um evento catalisador tão poderoso e devastador a ponto de arrastar definitivamente o mundo para um governo mundial centralizado. Foi o próprio David Rockefeller, poucos anos após a queda do Muro de Berlim, em 1994, que revelou a uma audiência das Nações Unidas que tudo estava pronto para chegar à “Nova Ordem Mundial”.

Tudo o que era necessário era uma “grande e justa crise” que forçaria as nações a “aceitar a implantação de uma Nova Ordem Mundial”.

A lógica do globalismo sempre foi essa ao longo das décadas e permaneceu essencialmente inalterada. É sempre e somente as crises [na sua imensa maioria fabricadas] que permitem que Maçonaria e as famílias globalistas dêem passos gigantescos em direção ao seu plano final.

Entre as várias opções disponíveis, as elites recuaram na crise pandêmica e suas intenções não haviam sido escondidas em algum documento secreto.

Eles foram revelados abertamente já em 2010 e foram os Rockefellers, quinze anos após suas declarações feitas à ONU, que os revelaram em um documento oficial intitulado “Operação Lockstep” . Lockstep em inglês significa a execução de um procedimento extremamente rígido e isso já deixa claro que tipo de sociedade surgirá da chamada “emergência sanitária”.

No entanto, é interessante notar que a família Rockefeller teve um papel decisivo na concepção desse plano. De acordo com vários pesquisadores e especialistas das grandes potências globais, depois dos Rothschilds, a família de banqueiros judeus de origem Ashkenazi [khazares], eles imediatamente entraram na hierarquia de poder globalista, os Rockefellers.

Os Rothschilds exercem seu poder principalmente sobre a Europa, enquanto os Rockefellers receberam o domínio dos Estados Unidos. Em qualquer caso, o documento em questão descreve exatamente tudo o que aconteceu após o aparecimento da pandemia Covid. Um vírus animal desconhecido sofre mutação e se espalha para os humanos. Os governos para enfrentar essa nova “ameaça” decidem exercer um controle férreo e autoritário sobre toda a sociedade.

Viajar é proibido e a obrigação de usar máscaras é imposta exatamente como aconteceu após o início da crise terrorista da Covid. Posteriormente, a economia mundial entra em colapso total intencionalmente porque as atividades econômicas são interrompidas devido a repetidos fechamentos impostos pelos governos.

Quando o mundo mergulha no caos, os Estados nacionais desaparecem gradualmente e dão lugar a enormes estruturas supranacionais de “governo” que ocupam o lugar das nações. O mundo está dividido em blocos e cada um deles é governado por entidades supranacionais essencialmente nas mãos dos poderes do Complexo Industrial Militar [indústria da defesa e aeroespacial], financeiro, agência de notícias [pre$$titutes que controlam a narrativa do que é “real”], as Big Tech e Big Pharma. Todos os políticos em quase todas as nações SÃO MEROS MARIONETES nas mãos do Estado Profundo.

Essa estrutura de blocos será então a base do futuro governo mundial tão ardentemente desejado pelo globalismo. A estratégia é, portanto, a comprovada que a Maçonaria vem praticando desde o início de sua existência. Ordo ab caos [Ordem vinda do Caos]. O caos planejado servirá, nessa perspectiva, para dar origem ao resultado já predeterminado pelos próprios arquitetos da desestabilização generalizada.

Nesse ponto, é importante ficar atento à história. Assim que os Rockefellers anunciarem em 2010 que será a “pandemia” – ou a percepção total da mídia dela, como é o caso da Covid – a arrastar o mundo para a implnatação da Nova Ordem Mundial, em 2015 os laboratórios da Moderna já estavam trabalhando  com os franceses no Instituto Pasteur para produção de [pseudo] vacinas de tecnologia de mRNA.

Segundo vários médicos e cientistas, essas injeções são capazes de modificar o DNA humano e são as mesmas que estão sendo distribuídas para a população atualmente. Para melhor compreender os danos que podem causar à população, é útil citar as palavras da cientista francesa Alexandra Henrion-Caude, que falava da “loucura absoluta na escolha de querer distribuí-los a sujeitos saudáveis”.

Uma vez que esse tipo de vacina entra no corpo, as interações com as moléculas podem ser infinitas e dar origem a reações devastadoras, a ponto de comprometer a integridade do sistema imunológico de modo irreversível.

Esse tipo de medicamento, entre outras coisas, segundo afirma outro cientista, o Dr. Michael Yeadon, ex-diretor científico da própria Pfizer, empresa farmacêutica que atualmente se dedica à sua produção, pode levar à esterilização das pessoas que os recebem.

Ou seja, a injeção com tecnologia mRNA da Pfizer-BioNTech e Moderna seria o caminho para atingir outro objetivo fundamental do globalismo, que é a redução drásticas da população. Tudo isso sem contar o elevado número de pessoas em todo o mundo que estão morrendo pelos graves efeitos colaterais dessas vacinas.

A médica americana Sherri Tenpenny explicou de fato como milhões de pessoas podem morrer no mundo se considerarmos que grande parte de seus efeitos colaterais devastadores se manifestarão dentro de 3 a 6 meses após a sua administração.

O paradoxo em tudo isso seria que a “cura” que o sistema propõe nada mais seria do que a doença real. O vírus é a inoculação da própria vacina contaminando pessoas saudáveis. A preparação para esta crise já estava, portanto, amplamente em andamento nos anos anteriores e a “pandemia” provavelmente deveria ter se desencadeado de qualquer maneira nesses anos.

Mas ocorre um evento que o globalismo não havia previsto: a eleição de Donald Trump

O imprevisto que atrapalhou os planos do globalismo foi a eleição de Donald Trump para a Casa Branca em 2016. A operação terrorista de coronavírus ainda tinha que acontecer, mas sob a administração Hillary [satanista] Clinton, que teria arrastado o mundo inteiro para este novo leviatã global.

Nesse contexto, a Rússia de Putin teria ficado completamente isolada, e a Grande Reinicialização anunciada pelo clube globalista de Davos teria ocorrido sem qualquer dificuldade. A eleição de Trump em 2016 não estava de forma alguma prevista porque o sistema não contava com a perda do controle dos Estados Unidos, que é simplesmente uma peça importante demais do tabuleiro de xadrez.

Manly P. Hall, outro maçom proeminente, explicou em sua obra de 1944, “America’s Secret Destiny”, que a missão da América seria conduzir o mundo inteiro à criação da Nova Ordem Mundial. O superpoder militar e econômico desta nação tem sido usado por décadas para atingir todos os líderes e nações que de alguma forma desafiaram o estado profundo de Washington e defenderam sua soberania.

Durante seu mandato, Trump separou a América do globalismo e do estado profundo, que para remediar o que aconteceu em 2016, com a perda das eleições de seu marionete satanista Hillary Clinton, o estado profundo orquestrou o que é provavelmente a maior fraude eleitoral da história da América e do mundo inteiro.


E NÃO SE ESQUEÇAM de que Joe Biden está tão senil que admitiu, diante das câmeras, em uma falha bizarra em seu discurso [talvez pela sua senilidade galopante] que os democratas produziriam “a mais ampla organização de fraude eleitoral da história da política americana”. Você pode vê-lo admitindo isso aqui, ESTA GRAVADO:

“We’re in a situation where we have put together, I think, the most extensive and exclusive voter fraud organization in the history of american politics”. [“Estamos em uma situação em que montamos, creio eu, a organização de fraude eleitoral mais ampla e exclusiva da história da política americana”.]


A fraude eleitoral contra Trump: o golpe de estado profundo para retomar a América

A noite da eleição de 3 de novembro deu início à operação quando ficou claro que Donald Trump estava vencendo o desafio com o fraco candidato democrata Joe Biden sem preocupações. Em algum momento da votação, a ordem foi dada e os escrutinadores pararam de contar simultaneamente os votos em seis estados chave principais.

Centenas de milhares de votos postais ilegais foram despejados nas urnas, todos ocorridos após o prazo final da meia-noite, e todos estranhamente a favor de Joe Biden. A fraude, no entanto, teve uma extensão muito maior e mais profunda do que a mera manipulação do voto postal.

Em 3 de novembro houve um ataque internacional à soberania dos Estados Unidos, uma verdadeira tentativa de golpe perpetrada por meio da colaboração decisiva de governos firmemente nas mãos do poder globalista.

Quando o estado profundo percebeu que Trump estava vencendo, apesar dos votos postais, teve que iniciar uma operação de hacking nunca vista na história. Em Frankfurt, onde os servidores do Dominion são mantidos em uma estação da CIA, muitos votos já haviam sido transferidos de Trump para Biden, mas a fraude ainda não era suficiente.

Italiagate: o papel decisivo do estado profundo italiano no golpe contra Trump

Trump ainda estava ganhando e então a Itália teve que se envolver. Foi aqui que nasceu o Italiagate, que é a chave de todo este golpe de estado nos EUA.  De acordo com o que já foi revelado por Maria Zack e Bradley Johnson, através dos sistema da empresa Leonardo S.p.A., com 30% de seu capital pertencente ao Ministério da Economia italiano, com sede em Roma, teria transferido completamente os votos necessários de Donald Trump para Joe Biden.

A Leonardo teria disponibilizado seu satélite militar por meio do qual os votos hackeados, já transferidos de Trump para Biden, seriam transmitidos aos Estados Unidos. Isso envolveria diretamente o então governo Conte no escândalo que de alguma forma teria consentido com esse ataque cibernético, que nada mais seria do que um ataque direto à soberania dos Estados Unidos.

O hack teria sido realizado via Veneto, na sede da embaixada americana então chefiada pelo Embaixador Lewis Eisenberg [judeu khazar], muito próximo aos lobbies neocon sionistas, que teriam disponibilizado o segundo andar do escritório diplomático dos EUA para realizar a fraude via atividades eletrônicas.

Um papel decisivo na viabilização desta fraude teria sido Arturo D’Elia cujo currículo revela muitas circunstâncias interessantes.

Na verdade, D’Elia não é de forma alguma estranho ao mundo da tecnologia da informação.  Em seu perfil do Linkedin, está claramente indicado como, no passado, D’Elia desempenhou o papel de especialista em TI do Ministério Público de Nápoles.

E este não é nem mesmo o papel de maior prestígio neste campo. Na verdade, D’Elia trabalhou diretamente para a OTAN como consultor de TI de 2010 a 2015. Então, em 2015, D’Elia chega à Alenia Aermacchi, empresa controlada pela Leonardo S.p.A..

Em seu perfil no Facebook, o hacker compartilhou suas fotos dos exercícios que praticou com a agência de inteligência NSA americana. Também é interessante notar como D’Elia sempre em seu perfil presente na plataforma Facebook, relatou o lema de Gladio “Silendo libertatem servo”.

Para quem não conhece a história da Operação Gladio, certamente é útil lembrar como se tratava de uma estrutura clandestina coordenada e administrada pelo estado profundo de Washington e pela própria OTAN para evitar que a Itália virasse comunista e escorregasse para o Pacto de Varsóvia na época da Guerra Fria.

D’Elia, portanto, trabalhou para aquele sistema de poder atlantista e globalista que tentou derrubar Trump desde o início de seu mandato. Ele não era um tolo e tinha todas as habilidades profissionais para realizar essa operação.

A mídia apressada e desajeitadamente tentou rotular essa história como [mais] uma “teoria da conspiração”, mas nem se deu ao trabalho de apresentar as evidências mínimas essenciais à versão contada por Maria Zack.

Agora D’Elia está na prisão em Salerno por outro crime relacionado à sua colaboração com Leonardo SpA em 2015, do qual ele supostamente roubou dados confidenciais. A chave para derrubar Donald Trump foi, portanto, o envolvimento do Estado Profundo italiano.

No entanto, o presidente Trump certamente não estava despreparado para essa eventualidade. Ele sabia que o globalismo não permitiria que ele ficasse por mais um mandato na Casa Branca e havia preparado uma ordem executiva em 2018 precisamente para frustrar e impedir a intromissão eleitoral estrangeira nos Estados Unidos.

A essa altura, seria bastante natural pensar que o plano para evitar esse golpe internacional tenha realmente falhado desde que Joe Biden assumiu o cargo. A esse respeito, entretanto, há uma citação muito popular entre os círculos mais próximos de Trump que poderia explicar o que realmente está acontecendo.

“Nada é o que parece”. Joe Biden é, sem dúvida, um presidente anômalo e um marionete senil. Ele nem mesmo recebeu um líder estrangeiro na Casa Branca desde o começo do seu mandato e ainda não deu uma entrevista coletiva oficial na Casa Branca.

Outra evidência dessa presidência anômala vem de um vídeo recente divulgado pela ABC News , no qual Biden é visto conversando com repórteres apontando seus microfones para ele, mas se você olhar de perto, as mãos de Biden estão passando incrivelmente bem … pelos próprios microfones.

Assista o vídeo do presidente fake dos EUA, abaixo:

Em outras palavras, a grande mídia pre$$titute é uma farsa sensacional, e alguém se pergunta qual é a necessidade de tal manipulação grosseira se Joe Biden está realmente no comando. Biden, entre outras coisas, fez saber que não irá nem mesmo para a fronteira sul com o México, novamente assediada por imigrantes ilegais, assim como Kamala Harris também fica imóvel.

O Pentágono também já se recusou em mais de uma ocasião a seguir as instruções do suposto presidente e isso sugere que existe uma administração fantoche em Washington, desprovida dos poderes efetivos que deveria ter no papel. O ataque dos EUA à Síria também apresenta anomalias gritantes, já que nem o Irã nem a Síria revelaram de fato quais foram os danos reais desse bombardeio.

A Grande Reinicialização que sob uma administração hipotética de Biden deveria ter sido “imparável”, como John Kerry , um membro da sociedade ocultista de Skulls and Bones e ex-secretário de Estado de Obama, que Kerry havia anunciado não está se manifestando.

Pelo contrário, mais e mais estados nos EUA estão voltando ao normal e levantando as restrições da pandemia Covid, e recentemente veio a notícia de que Nova York também está suspendendo o toque de recolher .

A esta altura, questiona-se o que realmente aconteceu em 20 de janeiro, quando Biden foi empossado. Numerosos indícios substanciais, a começar pela presença maciça da Guarda Nacional em Washington, sugerem que neste momento são os militares que detêm o papel de governo regente do país.

A esse respeito, é interessante notar de que em vários escritórios das bases militares dos Estados Unidos ainda falta a foto do comandante-em-chefe, Joe Biden. É um fato que não parece ter precedentes. Trump pode, portanto, ter transferido não oficialmente [sem alarde e sem cerimônias] o poder temporariamente para os militares enquanto esperava para realmente retornar ao cargo.

A chave para poder retornar à presidência é o escândalo de hacker Italiagate via Leonardo SpA. Para que a fraude eleitoral de 2020 seja definitivamente cancelada, os perpetradores desse hacking devem ser julgados.

O deep state italiano teria de fato tido um papel decisivo no golpe contra Trump e esse envolvimento não se limitaria apenas ao governo Conte e a Renzi, já acusados ​​de ter desempenhado um papel decisivo no portal espião, mas também no do atual governo italiano de Draghi [mais um grosseiro marionete do deep state].

É interessante notar a esse respeito como o governo Draghi nomeou em seu governo alguns homens da Leonardo SpA, sobretudo o Ministro da Transição Ecológica, o físico Roberto Cingolani . Cingolani é um personagem de quem já tinha ouvido falar nos últimos anos em suas apresentações no Leopolda, evento organizado por Matteo Renzi, cujo nome aparece com frequência nesta história.

O cientista também havia participado em 2016 da reunião anual da Comissão Trilateral , um dos braços operacionais do Clube de Roma e do globalismo fundado pelo inevitável Rockefeller em 1973. Os homens que têm vínculo com a Leonardo SpA no governo Draghi não se limitam a Cingolani, entretanto.

Já o chefe de gabinete de Draghi, Antonio Funiciello, vem da Leonardo e já havia sido chefe de gabinete de Gentiloni.  O mesmo Gentiloni que nomeou Alessandro Profumo como CEO da Leonardo SpA em 2017, reconfirmado pelo governo Conte em 2020. Entre outras coisas, uma sentença em primeira instância paira sobre a cabeça de Profumo por falsa contabilidade e manipulação de ações , crimes que teriam sido cometidos na época de seu mandato como CEO do Unicredit.

Nem Profumo nem a Leonardo SpA jamais negaram oficialmente o envolvimento da empresa no Italiagate, e isso é um tanto incomum, especialmente considerando que a Leonardo é uma sociedade por ações e certas comunicações ao mercado deveriam ser uma obrigação, pelo menos, para proteger os seus títulos de qualquer especulação nos mercados.

Em qualquer caso, parece haver um denominador comum mínimo que une os governos Renzi, Gentiloni, Conte e Draghi, e esse denominador comum parece ser uma hostilidade completa a Trump. A sensação é que Draghi, em última instância, por meio dessas nomeações, queria dar alguma cobertura política a Leonardo SpA, que teria desempenhado um papel decisivo no golpe eleitoral contra Trump.

Certamente houve, e ainda estão em andamento, tentativas claras de desviar para tentar comparar Draghi a Trump, mas já foi mostrado em ocasiões anteriores que todas essas tentativas fazem parte de uma campanha de desinformação orquestrada por círculos próximos à Liga e à Maçonaria para turvar as águas.

Assim que o governo Draghi assumiu, começou a fazer o que o sistema havia pedido. Fechamentos e bloqueios em massa e distribuição de vacinas de mRNA que estão causando graves efeitos colaterais à desavisada população italiana. Draghi não está fazendo nada além de arrastar a Itália para a “Grande Reinicialização”.

A “conversão” do ex-governador do BCE foi, portanto, nada mais do que uma mentira grosseira espalhada pelos círculos mencionados acima na tentativa desajeitada de oferecer um teste de tornassol à Liga, que precisava justificar seu sim de conversão aos olhos de seus constituintes .

Mario Draghi, mais um servil marionete dos oligarcas que controlam o establishment

Entre outras coisas, a Liga está atualmente no governo com vários expoentes do governo anterior de Conte que teriam tido um papel decisivo no hacker Italiagate da eleições nos EUA.

No entanto, um fato é certo. o hacker Italiagate é a mãe de todos os escândalos e sua explosão definitiva está determinada a permitir o retorno oficial de Trump à presidência dos Estados Unidos e a consequente e definitiva derrota da Nova Ordem Mundial e a prisão de muita gente, nos EUA e na Europa.

Uma vez que este evento acontecesse, um mecanismo seria posto em movimento que não só subjugaria o estado profundo de Washington, mas praticamente toda a classe dominante italiana que se prestou a ser capaz de realizar o golpe internacional contra os EUA de Donald Trump.

Tudo isso deve acontecer antes de 2024, porque Trump sabe perfeitamente bem que, se a fraude de 2020 não for revertida, nunca mais haverá uma eleição regular nos Estados Unidos novamente. Ultimamente, o presidente tem voltado a falar cada vez com mais frequência e um de seus conselheiros seniores anunciou que em dois a três meses Trump terá sua própria rede social.

Trump obviamente quer ter um espaço onde possa se comunicar, pois acredita em todas as probabilidades de eventos de tal importância já terem ocorrido naquele período que ele precisa de uma plataforma onde possa compartilhar postagens e escritos instantaneamente e sem qualquer censura, ao contrário do que acontece com o Twitter e Facebook que censuram tudo que não estiver de acordo com a narrativa da agenda do Estado Profundo.

A primavera está apenas começando [hemisfério norte] e algumas flores podem finalmente desabrochar. Ao mesmo tempo, aproxima-se a Páscoa da Ressurreição e a esperança é que a Ressurreição de Cristo conduza a um renascimento e a uma vitória definitiva das suas forças da Luz na Terra.

A batalha entre a Luz e as trevas está longe de terminar. A guerra ainda não atingiu seu ápice e somente aqueles que resistirem até o fim sairão vitoriosos. No entanto, o desfecho deste confronto passará pela Itália [Roma a “cidade eterna” vai prestar contas]. As estradas que levam a Roma decidirão se a humanidade cairá ou não sob controle da Nova Ordem Mundial.


Questione tudo, nunca aceite nada como verdade sem a sua própria análise, chegue às suas próprias conclusões


O significado de ASTRAZENECA: “Arma que Mata”.

“Parece duvidoso se, de fato, a política de “Botas no rosto” pode continuar indefinidamente.  Minha própria convicção é que a oligarquia governante encontrará maneiras menos árduas e perdulárias de governar e de satisfazer sua ânsia de poder, e essas formas serão semelhantes às que descrevi em Admirável Mundo Novo [uma verdadeira profecia publicada em 1932]Na próxima geração, acredito que os governantes do mundo descobrirão que o condicionamento INFANTIL e a narco-hipnose são mais eficientes, como instrumentos de governo, do que e prisões e campos de concentração, e que o desejo de poder pode ser completamente satisfeito sugerindo às pessoas que amem sua servidão ao invés de açoita-los e chutando-os até à obediência. ”  Carta de Aldous Huxley  EM 1949 para George Orwell autor do livro “1984” 


Mais informação adicional:

Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

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3 Responses to Globalismo criou a pandemia Covid para impor ‘Great Reset’ : Italiagate ainda é o escândalo que pode explodir os planos da NWO

  1. Keanu Reeves

    Não terminei de ler, mas tenho certeza que a matéria é muito boa, como sempre!!!

  2. Keanu Reeves

    Às vezes, eu simplesmente não queria saber de tantas coisas ruins assim, mas foda-se, é a realidade, temos que nos manter em pé e felizes apesar de tudo.

  3. Tdiseguranca@yahoo.com.br

    Fico com esperanças de saber que existe uma força contraria a toda esta estrutura das trevas, infelizmente muitos que não estiverem preparados e conscientes do que esta ocorrendo, perecerão.

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