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Governo brasileiro não aceita “condições” da Pfizer para vender “injeção de mRNA” ao Brasil

Posted by on 23/02/2021

O alto escalão da  farmacêutica Pfizer disse em uma reunião com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) e também com o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), nesta segunda-feira (22), que não aceita as condições feitas pelo governo brasileiro para que possa vender sua “injeção mRNA”  para o Brasil. A Pfizer quer que o governo brasileiro seja responsabilizado por eventuais processos por efeitos adversos do imunizante, além de ter solicitado que todos os litígios com o Brasil sejam resolvidos na Câmara Arbitral de Nova York.

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Governo brasileiro não aceita “condições” da Pfizer para vender imunizante mRNA ao Brasil

Fonte:  NSCtotal

Farmacêutica Big Pharma e Ministério da Saúde chegam a um impasse em torno de cláusulas dos contratos para a comercialização do imunizante mRNA

A Pfizer afirmou a senadores brasileiros nesta segunda-feira (22) que não aceita as exigências feitas pelo governo brasileiro até agora para vender sua vacina contra o coronavírus ao país. Na reunião estavam presentes o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

A Big Pharma Pfizer-BioNTech e o Ministério da Saúde chegaram a um impasse em torno das cláusulas dos contratos para a comercialização do imunizante mRNA:

A Pfizer quer que o governo brasileiro se responsabilize por eventuais demandas judiciais decorrentes de efeitos adversos/colaterais da vacina, desde que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) tenha concedido o registro ou autorizado o uso emergencial e temporário.

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A farmacêutica norte-americana pretende também que qualquer litígio com o governo brasileiro seja resolvido em uma Câmara Arbitral de Nova York. E pede que o governo renuncie à soberania de seus ativos no exterior como garantia de pagamento, bem como constitua um fundo garantidor com valores depositados em uma conta no exterior.

O presidente Jair Bolsonaro atacou as condições da gigante Big Pharma e as negociações com a multinacional empacaram. A reunião com os parlamentares foi realizada para que eles tentem ajudar a contornar o problema, por meio do diálogo com o governo e também de iniciativas legislativas. 

Segundo a Pfizer disse aos senadores, as cláusulas que ela apresenta não são exclusivas da empresa, mas de várias farmacêuticas [Big Pharma]. Seguem um padrão internacional e estão em vigor em contratos ao redor do mundo.

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Na América Latina, apenas o Brasil, a Venezuela e a Argentina não teriam aceitado as regras. O Chile, por exemplo, assinou contrato [concordando com TODAS AS CLÁUSULAS favoráveis à Pfizer] e recebeu, em dezembro, milhares de doses da Pfizer, que já estão sendo aplicadas em sua população.

No mundo, 69 países já compraram a vacina da farmacêutica norte-americana, desenvolvida em parceria com a alemã BioNTech. Do encontro virtual participaram também diretores da Johnson & Johnson, que pretende vender a sua vacina, a Janssen, ao Brasil.

O senador Randolfe Rodrigues já apresentou uma emenda à medida provisória que regulamenta a importação de vacinas prevendo que o governo brasileiro assuma a responsabilidade pelas demandas judiciais.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, vai se reunir ainda nesta segunda (22) com o ministro da Saúde, o general Eduardo Pazuello, para conversar sobre as negociações entre o governo brasileiro e as farmacêuticas.

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No domingo (21), o Ministério da Saúde informou que pediu orientação ao Palácio do Planalto sobre como proceder para solucionar o impasse, já que as negociações estariam empacadas “por falta de flexibilidade das grandes empresas [Big Pharma] farmacêuticas”


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“Parece duvidoso se, de fato, a política de “Botas no rosto” pode continuar indefinidamente.  Minha própria convicção é que a oligarquia governante encontrará maneiras menos árduas e perdulárias de governar e de satisfazer sua ânsia de poder, e essas formas serão semelhantes às que descrevi em Admirável Mundo Novo [uma verdadeira profecia publicada em 1932]Na próxima geração, acredito que os governantes do mundo descobrirão que o condicionamento INFANTIL e a narco-hipnose são mais eficientes, como instrumentos de governo, do que e prisões e campos de concentração, e que o desejo de poder pode ser completamente satisfeito sugerindo às pessoas que amem sua servidão ao invés de açoita-los e chutando-os até à obediência. ”  Carta de Aldous Huxley  EM 1949 para George Orwell autor do livro “1984” 


Mais informações adicionais:

Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br

One Response to Governo brasileiro não aceita “condições” da Pfizer para vender “injeção de mRNA” ao Brasil

  1. Carlos Carvalho

    Se estão falando na data de 22 de fevereiro de 2021, entao essa noticia e falsa pois os presidentes do senado e camara de Brasil ja nao soa esses nomes citados.

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