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Itália: Após derrota em referendo, Primeiro Ministro renuncia

Posted by on 04/12/2016

referendum-italiaApós derrota em referendo, Renzi anuncia renúncia:

Vitória do “não” em consulta popular sobre reforma constitucional na Itália leva PM a abrir mão do cargo. “Assumo toda a responsabilidade pela derrota do ‘sim'”, afirmou. Em referendo realizado neste domingo (04/12), eleitores italianos rejeitaram uma reforma constitucional proposta pelo primeiro-ministro, Matteo Renzi, apontam pesquisas de boca de urna. O premiê, que havia dito que renunciaria caso o “não” vencesse, cumpriu a promessa e anunciou que deixará o cargo.

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Após derrota em referendo, Renzi anuncia renúncia

Fonte: http://dw.com/p/2Tj8W

“A experiência do meu governo termina aqui”, disse Renzi em coletiva de imprensa pouco mais de uma hora após o fechamento das urnas. Ele descreveu a vitória do “não” como “extraordinariamente clara”.  “Não consegui levar o ‘sim’ à vitória”, reconheceu o premiê, visivelmente emocionado. “Assumo toda a responsabilidade pela derrota.”

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Vitória do “não” em consulta popular sobre reforma constitucional na Itália leva PM a abrir mão do cargo. “Assumo toda a responsabilidade pela derrota do ‘sim'”, afirmou

Sondagens da emissora pública Rai indicam que o “não” recebeu de 58% a 60% dos votos, contra 40% a 42% para o “sim”. Duas outras pesquisas, encomendadas pelas emissoras Mediaset e La7, também atribuíram ao “não” entre 56% e 60% dos votos. A reforma constitucional alteraria 47 dos 139 artigos da Constituição italiana, mas as principais mudanças atingiriam o Senado, que perderia muitas de suas competências legislativas e passaria a ter um caráter mais consultivo e de representação das regiões italianas.

Ao anunciar antes do pleito que renunciaria em caso de vitória do “não”, Renzi provocou temores de que a Itália mergulhasse numa nova fase de incerteza política e econômica. Renzi, de 41 anos, assumiu o cargo em 2014, apresentando-se como um político contrário ao establishment disposto a reformar as instituições do país. No entanto, até o momento suas reformas tiveram pouco impacto, e a oposição reivindicou o slogan anti-establishment.

O Ministério do Interior informou pouco depois do final da votação que a participação chegou a 68,99% do eleitorado. Mais de 51 milhões de italianos tinham sido convocados a votar no referendo. Renzi falou numa “festa da democracia” ao elogiar o grande comparecimento às urnas. O ministro das Finanças, Carlo Padoan, é o favorito para substituir Renzi.  (LPF/efe/rtr/ap/dpa/afp/lusa)

O que está em jogo no referendo da Itália

Mais do que uma ampla reforma constitucional, consulta popular pode determinar o futuro do governo Renzi. Confira na coluna desta semana o que os eleitores italianos devem decidir no domingo. Os italianos vão às urnas no próximo dia 4 de dezembro para aprovar ou rejeitar a mais ampla reforma constitucional desde a fundação da República Italiana, após o fim da Segunda Guerra.

Além de decidir sobre a reforma constitucional, o referendo também ganhou um caráter de plebiscito sobre o governo do primeiro-ministro Matteo Renzi, porque este anunciou que renunciará em caso de vitória do “não”. Apesar de ele já ter relativizado essa declaração, dificilmente conseguirá se manter no poder se perder.

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Bob, cartunista do Telegraph, dá a sua opinião sobre o referendo italiano

Por isso, muitos observadores internacionais já apontam o referendo constitucional italiano como o novo teste para a força do populismo no mundo. Partidos como o Movimento Cinco Estrelas, do comediante Beppe Grillo, a extremista Lega Nord e a Forza Italia, do ex-premiê Silvio Berlusconi, apoiam o “não”, apesar da consequente incerteza sobre o futuro do país. 

A reforma altera 47 dos 139 artigos da Constituição italiana, mas as principais mudanças atingem o Senado, que perderá muitas de suas competências legislativas e passará a ter um caráter mais consultivo e de representação das regiões italianas. Hoje a Itália é o único país da Europa a ter um sistema bicameral no qual ambas as casas – Câmara dos Deputados e Senado – têm as mesmas competências legislativas, a exemplo do que existe no Brasil.

Críticos afirmam que esse sistema emperra a tomada de decisões pelo Legislativo, já que um projeto só vira lei depois de ser aprovado, com formulação idêntica, pelas duas câmaras. A cada mudança numa delas, ele retorna para a apreciação na outra, num processo demorado e que pode ser usado para bloquear projetos.

Com a reforma, o Senado italiano ficará mais parecido com o Bundestag alemão, uma câmara que é chamada a decidir apenas sobre questões que atingem diretamente os estados. Ou seja, o Senado passará a ser uma câmara de representação das regiões.

O número de senadores será reduzido de 315 para 100. Destes, 74 serão conselheiros regionais (cargo semelhante ao de deputado estadual no Brasil) e 21, prefeitos das regiões (um para cada região e dois para a região Trentino-Tirol do Sul). Outros cinco senadores serão escolhidos pelo presidente da República para um mandato de sete anos.

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O novo Senado não participará mais da eleição do primeiro-ministro e também não poderá mais derrubá-lo, o que passa a ser atribuição exclusiva dos deputados. A câmara alta será responsável por temas europeus, questões éticas, proteção de minorias, referendos, tratados internacionais e alterações constitucionais.

Além disso, o Senado avaliará leis aprovadas pelos deputados e poderá solicitar uma reanálise do que foi aprovado. Também poderá propor alterações aos deputados. A reforma também tira competências das regiões e as transfere ao governo central, em Roma – na política energética, no turismo e em grandes projetos de infraestrutura, por exemplo.

Para entrar em vigor, a reforma necessita da aprovação de mais de 50% dos eleitores do referendo e não há quórum mínimo. Se o “não” vencer, a Constituição permanece inalterada.


  • Na Era do Ouro, as pessoas não estavam conscientes de seus governantes
  • Na Era de Prata, elas os amavam e cantavam.
  • Na Era de Bronze, elas os temiam.
  • E por fim, na Era do Ferro (a atual, o Kali Yuga), elas os desprezavam.
  • Quando os governantes perdem sua confiança, as pessoas perdem sua fé nos governantes. –  Retirado do Tao Te Ching

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Para saber mais ver em: 

  1. http://thoth3126.com.br/profecia-de-1912-sobre-fim-dos-eua-e-obama/
  2. http://thoth3126.com.br/illuminati-revelacoes-de-um-membro-no-topo-da-elite-explosivo/
  3. http://thoth3126.com.br/o-futuro-dos-eua-por-ned-dougherty/
  4. http://thoth3126.com.br/a-visao-das-provacoes-dos-estados-unidos-por-george-washington/
  5. http://thoth3126.com.br/o-risco-donald-trump/
  6. http://thoth3126.com.br/o-projeto-comunista-nos-eua-nwo-nova-ordem-mundial/
  7. http://thoth3126.com.br/insider-da-dhs-fala-de-crise-de-magnitude-sendo-preparada-nos-eua/
  8. http://thoth3126.com.br/divida-dos-eua-superou-19-trilhoes-de-dolares/
  9. http://thoth3126.com.br/eleicoes-eua-algo-gravissimo-pode-acontecer-nos-proximos-seis-dias/
  10. http://thoth3126.com.br/caos-vai-eclodir-nos-eua-em-menos-de-100-dias/
  11. http://thoth3126.com.br/eua-se-preparam-para-iminentes-eventos-catastroficos-provocados-pelo-sol/
  12. http://thoth3126.com.br/a-inesperada-vitoria-do-intruso-trump-quem-e-o-presidente-eleito-dos-eua/
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  14. http://thoth3126.com.br/e-o-fim-do-imperio-americano-sob-a-presidencia-detrump/
  15. http://thoth3126.com.br/pressao-final-da-luz-contra-as-forcas-das-trevas/
  16. http://thoth3126.com.br/trump-convoca-general-flynn-como-conselheiro-revolucao-a-vista-nos-eua/
  17. https://thoth3126.com.br/pressao-final-da-luz-contra-as-forcas-das-trevas-02/
  18. https://thoth3126.com.br/trump-anuncia-general-linha-dura-para-chefiar-o-pentagono/

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