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Lideranças evangélicas (“Pastores”) querem que Brasil siga EUA sobre Israel e Jerusalém

Posted by on 07/12/2017

A histórica – e polêmica – decisão dos Estados Unidos de reconhecer Jerusalém como capital de Israel e transferir para lá sua embaixada antes localizada em Tel Aviv não gerou reações positivas apenas da comunidade judaica brasileira, como ficou expresso em uma nota emitida pela Confederação Israelita do Brasil. A iniciativa americana foi bem recebida também por lideranças evangélicas, que cada vez mais têm estreitado laços com o Estado israelense e hoje militam para que o Brasil também mude sua postura em relação a Israel.

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Lideranças evangélicas querem que Brasil siga EUA e transfira embaixada em Israel para Jerusalém


Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores. Mateus 7:15


Eles acreditam que a decisão do presidente americano Donald Trump lhes dá mais força para pressionar o governo brasileiro a reconhecer Jerusalém como capital israelense. Além disso, querem que o Brasil pare de votar a favor de resoluções da Organização das Nações Unidas que condenam atitudes de Israel em relação à cidade e aos territórios ocupados da Palestina.

Manuel Hassassian em uma entrevista de rádio da BBC. declarou “Trump está declarando guerra no Oriente Médio, ele está declarando guerra contra 1,5 bilhão de muçulmanos e centenas de milhões de cristãos que não vão aceitar os santuários sagrados estejam totalmente sob a hegemonia de Israel”, acrescentou, de acordo com a Reuters.

A “comunidade evangélica” aqui no Brasil vê com muitos bons olhos a atitude do governo Trump. É um movimento importante para que o Estado de Israel se firme, para que o povo judeu se firme, anunciando para o mundo que Jerusalém historicamente sempre foi a cidade santa dos judeus e do cristianismo”, afirmou à BBC Brasil o deputado evangélico Jony Marcos (PRB-SE).


“Conheço as tuas obras, e tribulação, e pobreza (mas tu és rico), e a blasfêmia dos que se dizem judeus, e não o são, mas são a SINAGOGA de SATANÁS”. Apocalipse 2:9


Marcos preside o Grupo Parlamentar de Amizade Brasil-Israel, um dos maiores do tipo no Congresso, cujo objetivo é estreitar laços entre parlamentares brasileiros e autoridades de outros países. A maioria dos 92 grupos existentes foi formalmente criada, mas não tem composição ativa.

Já o de “amigos” de Israel tem hoje 46 deputados e senadores, 31 deles também integrantes da Frente Parlamentar Evangélica e um terço filiado ao PRB, partido ligado à Igreja Universal do Reino de Deus (Edir Macedo).

Após o recesso parlamentar, no início do próximo ano, Marcos pretende mobilizar integrantes do grupo de amizade e da frente parlamentar para uma reunião no Itamaraty com objetivo de pressionar o governo a seguir os passos da administração Trump.

Conexão Brasília-Tel Aviv

Parlamentares evangélicos já se encontraram anteriormente com o atual ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, e seu antecessor, o senador José Serra.

Mas, na percepção de Marcos, essas reuniões não surtiram efeito, já que o governo brasileiro continua votando a favor de resoluções da ONU, na Assembleia Geral e na Unesco (órgão para preservação de patrimônio cultural), que condenam a postura de Israel frente a territórios e locais sagrados também para os palestinos.

Em 1948, após a guerra árabe-israelense, Jerusalém foi dividida, com a parte ocidental sob controle de Israel e a parte oriental controlada pela Jordânia. Depois da Guerra de Seis dias de 1967, porém, Israel capturou a parte oriental da cidade e, desde então, vem erguendo assentamentos ali.

Essas construções são consideradas ilegais pela comunidade internacional, posição que é contestada pelo governo israelense. Os palestinos, por sua vez, reivindicam que Jerusalém oriental é a capital palestina. Esse pleito faz parte das tratativas de acordo de paz para tentar criar um Estado palestino ao lado de Israel.

Lideranças evangélicas, porém, argumentam que a Bíblia estabelece que os judeus são o povo prometido e que Jerusalém é a capital de Israel. Segundo sua crença, isso deve ser cumprido para que se concretize a esperada volta de Jesus Cristo.

‘Trump, o semeador da verdade’

“Donald Trump está sendo como um semeador da verdade”, afirma a “pastora” Jane Silva, que preside a Associação Cristã de Homens e Mulheres de Negócios e a Comunidade Brasil-Israel.

Ela disse à BBC Brasil que pretende iniciar o recolhimento de assinaturas para pressionar o governo brasileiro a mudar sua postura em relação a Israel. Sua meta é reunir um milhão de apoios e fazer um manifesto para entrega do documento com 3 mil pessoas em Brasília em fevereiro.

Para Silva, a posição que os governos brasileiros vêm adotando não teria apoio da maioria da população brasileira, cristã. Ela esteve em outubro em Nova York com o diplomata israelense Dani Dayan, para quem “pediu desculpas” pela decisão da ex-presidente Dilma Rousseff de recusar sua indicação para embaixador no Brasil por causa de sua liderança junto aos colonos de assentamentos judaicos em Jerusalém Oriental.


{ Nota de Thoth: Em 04 de setembro de 2001 uma manifestação foi realizada em Jerusalém, para apoiar à ideia da implantação do Estado de Israel desde o RIO NILO (Egito) até o RIO EUFRATES (Iraque). Foi organizado pelo movimento Bhead Artzeinu (“Para a Pátria”), presidido pelo rabino e historiador Avraham Shmulevic de Hebron. De acordo com Shmulevic: “Nós não teremos paz enquanto todo o território da Terra de Israel não voltar sob o controle judaico …. Uma paz estável só virá depois, quando ISRAEL tomar a si todas as suas terras históricas, e, assim, controlar tanto desde o CANAL de SUEZ (EGITO) até o ESTREITO de ORMUZ (o IRÃ) … Devemos lembrar que os campos de petróleo iraquianos também estão localizadas na terra dos judeus”.

Neste mapa acima uma “diferente” visão do ORIENTE MÉDIO e os planos dos judeus khazares para a criação do GRANDE ISRAEL

UMA DECLARAÇÃO do ministro Yuval Steinitz, do Likud, que detém o extenso título de ministro da Inteligência, Relações Internacionais e Assuntos Estratégicos de Israel hoje: “Estamos testemunhando o extermínio do antigo Oriente Médio. A ordem das coisas esta sendo completamente abalada. O antigo Oriente Médio está morto, e o novo Oriente Médio não está aqui ainda. Esta instabilidade extrema poderia durar mais um ano, ou até mais alguns anos, e nós não sabemos como a nova ordem do Oriente Médio vai se parecer à medida que emergir a partir do caos e derramamento de sangue e fumaça atual. É por isso que devemos continuar a agir com premeditação”.  No mapa acima podemos ver as pretensões de judeus radicais (tão ou mais radicais quanto os fanáticos islâmicos)}.


Em agosto, ele organizou uma viagem de brasileiros a Israel, entre eles sete deputados, como os evangélicos George Hilton (PSB) e Rosangela Gomes (PRB).

“O que o governo brasileiro está fazendo (ao apoiar resoluções contra Israel) é rasgar a nossa Bíblia, rasgar a nossa fé. O Brasil vota que Jerusalém não tem a ver com o povo judeu, com Israel. Se Jesus não é homem judeu, não tem a ver com o povo judeu, o Brasil está tentado desmontar a fé no cristianismo”, criticou a “pastora”.



Silva também justifica seu apoio dizendo que se sente segura para “entrar com sua Bíblia” em Jerusalém sob o comando israelense“Eu acho que Jerusalém é a capital de Israel, você vê isso na Bíblia. O reconhecimento disso não impede que haja boa convivência entre todos”, argumenta também Jony Marcos, ao ser questionado sobre o fato de Jerusalém também ser um local sagrado para muçulmanos.

O “POVO ELEITO” continua manipulando fanáticos ignorantes de todas as denominações religiosas …

Silêncio brasileiro

Enquanto o papa Francisco e diversos países – como França, Alemanha, Reino Unido, Turquia e China – criticaram a decisão americana de reconhecer Jerusalém como capital de Israel, o governo brasileiro não emitiu qualquer declaração.

Embora Silva e Marcos não notem mudanças na postura do governo brasileiro em relação a Israel, a BBC Brasil apurou que, desde que Michel Temer assumiu a Presidência e deu o comando do Itamaraty ao PSDB, o governo brasileiro tem pressionado países árabes, os propositores dessas resoluções na ONU, a mudar sua redação.

Um dos pontos polêmicos é uma resolução apresentada semestralmente, sempre em abril e outubro, na Unesco, criticando Israel por restringir o acesso de muçulmanos a um local sagrado em Jerusalém, conhecido por judeus como Monte do Templo e, por muçulmanos, como Al-Aqsa Haram al-Sharif. Um das reclamações dos críticos dessa resolução, que vem sendo aprovada pela maioria dos países, inclusive o Brasil, há anos, é o fato de ela se referir ao local apenas pela denominação árabe.

Em junho do ano passado, o então chanceler José Serra divulgou nota dizendo que o Brasil iria rever seu apoio à resolução, caso não houvesse mudanças na sua redação. Em meio a essa negociação, ao contrário do que fazem todos os anos, os países árabes não apresentaram essa resolução em outubro deste ano, o que pode indicar um receio de perder votos do Brasil e de outros países.

Apesar da grita contra a postura brasileira nos últimos anos, o professor de relações internacionais da PUC-SP Reginaldo Nasser discorda da acusação de que os últimos governos tenham sido “anti-Israel”. Segundo ele, embora as administrações petistas tivessem um discurso de apoio à Palestina, “isso não alterava as relações práticas e trocas comerciais” com Israel.

“E essas resoluções (da ONU) são teatro. Não mudam em nada a realidade de que há uma ocupação crescente dos territórios palestinos (por Israel). É uma colcha de retalhos”, criticou.


“Eis que eu farei aos da “SINAGOGA de SATANÁS”, aos que se dizem judeus, e não são, mas mentem: eis que eu farei que venham, e adorem prostrados a teus pés (às almas em evolução encontradas dentro de TODAS AS RAÇAS, e não em um “POVO ELEITO”!), e saibam que eu te amo”.  Apocalipse 3:9


Nossos “LÍDERES RELIGIOSOS”, EM SUA MAIORIA SÃO MEROS MARIONETES DE INTERESSES ALIENÍGENAS EM CONTROLAR A HUMANIDADE

Apoio também nos EUA

O apoio de lideranças evangélicas a Israel não ocorre só no Brasil. Segundo reportagem da rede americana CNN, Johnnie Moore, porta-voz do grupo informal de conselheiros evangélicos de Trump, disse que o reconhecimento de Jerusalém como capital israelense era uma parte fundamental do alcance do presidente junto a eleitores evangélicos.

“Os evangélicos estão em êxtase, pois Israel é para nós um lugar sagrado e o povo judeu são os nossos amigos mais queridos”, disse à CNN Paula White, “pastora” de uma megaigreja da Flórida e próxima de Trump.

Apesar disso, especialistas na relação Brasil-Israel dizem ser muito improvável que a pressão de lideranças evangélicas resulte na transferência da embaixada brasileira para Jerusalém. “A embaixada brasileira não vai a lugar nenhum”, afirma o professor de relações internacionais da USP Samuel Feldberg, atualmente vivendo em Israel como pesquisador na Universidade de Tel Aviv.

Ele não vê chances de o deputado de extrema-direita Jair Bolsonaro, apoiador de Israel, conseguir ser eleito presidente, embora hoje apareça em segundo lugar nas intenções de votos, atrás do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Feldberg ressalta, porém, que o segmento evangélico tem um peso relevante hoje no Brasil e pode de alguma forma influenciar os rumos da diplomacia brasileira. Quanto à empolgação de lideranças evangélicas com a decisão americana, ele contou que o sentimento não é generalizado em Israel.

Segundo Feldberg, há uma certa desconfiança por parte dos israelenses sobre qual será o “preço” cobrado por Trump por uma iniciativa tão forte, como talvez uma pressão maior para que o Estado Israelense ceda nas negociações de paz com os palestinos.

“Com essa decisão, Trump se blinda. Não poderá ser tão criticado aqui como era (seu antecessor) Obama.”


Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo; quem lê, entenda; –  Mateus 24:15

“Acautelai-vos, que ninguém vos engane; Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos. E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares. Mas todas estas coisas são o princípio das dores”. –  Mateus 24:4-8


Saiba mais, leitura adicional:

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2 Responses to Lideranças evangélicas (“Pastores”) querem que Brasil siga EUA sobre Israel e Jerusalém

  1. Renato Bulhoes

    (Publiquei essa resposta noutro tópico mas fiz uns pequenos acréscimos agora). Os sionistas só lembram da História bíblica na hora de reclamar de volta por suas “ex”- terras, fora isso, apenas dão ouvido ao Talmud. Quanto à Bíblia, dizem que crêem no que está apenas nos 4 primeiros livros do velho Testamento: mas só porque e apenas ao que tange à posse de terras. Ademais, não dão ouvidos ao que está no restante da Bíblia mesmo, como presume a maioria dos evangélicos; a bíblia deles é o Talmud que vem sendo escrito desde o exílio na Babilônia.
    Os evangélicos são inocentes úteis; o Talmud ensina Noah’s Law, que incita explicitamente à decapitação dos cristaos e coisas piores… E hoje em dia ainda reclamam de antisemitismo !… Isso tudo sem mencionar que nem são israelitas verdadeiros: são em sua maioria descendentes dos edomitas e khazars. Aqui mesmo, no texto do Thoth, podem encontrar citações bíblicas do livro do Apocalypse sobre isto: que são a sinagoga de satanás. Os verdadeiros israelitas tinham a pele bem escura. Hoje, as tribos perdidas de Israel estão diluídas entre várias etnias negras na àfrica, indígenas norte e sul americanos, descendentes dos escravos, etc. Quando os exploradores chegaram ao Novo Mundo, onde hoje são os EUA, encontrarram uma tribo que cantava em hebraico, inclusive..
    O judaísmo não é a real religião do verdadeiro israelense, o judaísmo é a religião do sionismo internacional: o mais puro Talmud. Na Bíblia conta que os israelenses de fato receberam a posse daquelas terras entre outras áreas que hoje pertencem à Síria,à Turquia, à Palestina, etc mas na Bíblia também diz que perderam o direito a elas: o próprio Deus teria-lhes tomado o que antes houvera dado para eles mas, como só apenas consideram, em termos, os 4 primeiros livros da Bíblia, não aceitam que perderam as terras definitivamente e assim reforça o que ensina o Talmud e não dão ouvidos ao conteúdo dos demais livros do Velho Testamento. Menosprezam e desprezam a Bíblia, e ainda assim os cristãos os idolatram. esse é o cristianismo sionista criado por Cyrus Scofield e Nelson Darby financiados por Rothshild, no qual a energia dos cristãos é desviada para salvaguardar o império da sinagoga de satanás. assim como a judia Angela Merkel intentará usar os imigrantes refugiados na Alemanha e o PT fez no Brasil, infiltrado nas faculdades, transformando professores de História nos pastores e os eleitores em ovelhas. Além das lideranças evangélicas que são Maçons de alto grau adoradores do bode, disfarçados de pastores. Mas você me perguntará: mas como esses pastores fazem milagres se são maçons disfarçados…? …O apóstolo Paulo confirma num dos versículos do Novo Testamento que por falta de trabalhadores mesmo aquele que não merece será usado pos Deus para operar milagres. Bem o que ele precisa é de sua fé e confiança, pois a Bíblia já disse que a espada é a palavra de Deus. Além disso, o pastor já ganha dos fiéis pela mãozinha, estímulo desses maçons disfarçados de pastores é o que não te faltará..Se for pesquisar mesmo sobre falsificações da Bíblia, inclua o assunto: Projeto Blue Beam, também; é melhor que novela e te salvará mais que uma centenas de cultos já assistidos.
    E por último, não menos, bisonho, triste informar aos evangélicos que sua Bíblia foi mesmo adulterada a uma centena de anos (1909), pesquisem sobre a bíblia de Cyrus Scofield; e sinto informar que talvez, se eu estiver vivo, venhamos a estar de frente ao anticristo, todos juntos, pois não haverá arrebatamento pré-tribulação, essa foi uma das adulterações. No Novo Testamento Jesus disse que não se enganem, pois Jesus nao virá antes até que o filho da perdição seja revelado, entre outros versículos. O arrebatamento pré-tribulacionista é uma forma de iludir o maior número de pessoas possível afim de serem surpreendidas pelo anticristo, e daí serem presas fáceis além de servirem como força motriz aos desmandos do judaísmo sionista internacional. O que falta nos cristãos é muito estudo e pesquisa, e é isso que vale mais que o ouro ou a prata, como ensinam os escritos bíblicos, e não adquirir carro do ano: “As raposas tem covis e as aves do céus ninhos, mas o filho do homem não tem onde reclinar a cabeça.” Ouça o que Jesus falou, ou busque as riquezas e largue Jesus e assuma o Talmud de vez, assim como toda a sinagoga de satanás, enfiando a cabeça sob a terra como o avestruz dos cartoons, quando renegaram o Velho e o Novo Testamentos.

  2. Jedu

    Há um livro interessante sobre a manipulação da Bíblia pelos escribas, com detalhes de pesquisas arqueológicas de universidades e especialistas: “A origem de Deus” de Laurence Gardner – Ed. Madras.

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