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Maior Superlua de 2019: entenda o fenômeno astronômico que ocorre hoje à noite

Posted by on 19/02/2019

Nesta terça-feira, a Lua aparecerá no céu maior e mais iluminada do que o de costume. Este fenômeno é chamado de “superlua” e ocorre quando a Lua está cheia e no perigeu, o ponto mais próximo da Terra. O satélite atingirá essa posição às 6h07 no horário de Brasília, mas a Lua só estará completamente cheia a partir das 00h53. No entanto, só será possível avistar realmente a Lua no Brasil com o pôr do sol, às 19h02. Este período do “nascer da lua” será o melhor do dia para observar a superlua por causa de uma ilusão de ótica. 

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Maior superlua de 2019: entenda o fenômeno astronômico que ocorre nesta terça

Fonte:  https://www.bbc.com/  e  http://spaceweather.com/

Hoje é uma noite de lua cheia – a maior e mais brilhante de 2019. De acordo com o folclore , é a “Lua da Neve”. Segundo a ciência , é uma Super Lua, inflada em tamanho e luminosidade porque ocorre no lado mais próximo da órbita da Lua.

Neste momento, em sua órbita o satélite parece estar maior por ficar perto do horizonte. Nosso cérebro o percebe desta forma porque há objetos próximos, como edifícios e árvores, com os quais é possível comparar seu tamanho.

Ilustração da Nasa explica a superlua e a microlua

O termo ‘superlua’ se popularizou como referência a quando o satélite está em sua fase cheia no ponto mais próximo da Terra

Esta será a segunda vez que o fenômeno ocorre neste ano, sendo a maior delas – a primeira ocorreu em 21 de janeiro. E não será a última. No mês passado, o evento foi chamado de “superlua de sangue”, por conta do tom avermelhado que a Lua adquiriu com a ocorrência simultânea de um eclipse total enquanto o satélite estava no ponto mais próximo da Terra. É um fenômeno muito mais raro do que uma superlua “comum”. A próxima e última superlua de 2019 está prevista para 21 de março.

O que é uma superlua?

“Superlua” não é um termo oficial usado pela astronomia acadêmica, que se refere a este fenômeno como “lua cheia perigeana”. O nome “superlua” foi criado em 1979 pelo astrólogo americano Richard Noole para designar “uma Lua nova ou cheia que ocorre quando a Lua chega ou está próxima (pelo menos 90%) de sua maior proximidade da Terra”.

No entanto, o termo se popularizou como uma referência a quando a Lua está cheia nesta posição. Conforme explica a Nasa, isso ocorre porque o satélite orbita a Terra em uma trajetória elíptica a cada 27,3 dias. Assim, ela se aproxima e se afasta do nosso planeta conforme percorre esse caminho.

Ilustração da Nasa explica os conceitos de apogeu e perigeu

Próxima e última superlua de 2019 está prevista para 21 de março

O ponto mais longe de nós nesta elipse – a 405.500 quilômetros da Terra em média – é chamado de apogeu. Em contrapartida, ela atinge o perigeu quando chega a 363.300 quilômetros de distância em média. Mas é importante notar que órbita da Lua muda com o tempo, afirma a Nasa, por conta de influência gravitacional do Sol e de outros planetas. Com isso, mudam também seu apogeu e perigeu. No caso desta superlua, seu perigeu será a 356.760 quilômetros de distância.

Quando uma Lua está cheia e no perigeu, ela aparece 7% maior, por sua proximidade da Terra, e 15% mais brilhante – porque reflete mais luz do Sol para a Terra – do que uma lua cheia normal. E pode ficar até 14% maior e 30% mais brilhante do uma “microlua”, como é chamada uma lua cheia no apogeu. No entanto, a diferença de tamanho e iluminação na superfície da Terra será “imperceptível a olho nu”, segundo a Nasa.

Um efeito mais simples de ser notado será aquele sobre as marés, diz a agência americana, que serão intensificadas pela maior força gravitacional que a Lua exercerá sobre os oceanos. 

As luas cheias variam em tamanho porque a órbita da Lua não é um círculo, é uma elipse: diagrama. Um lado da órbita da Lua, chamado “perigeu”, fica a cerca de 50.000 km mais perto da Terra do que o outro lado, “apogeu”. A “superlua” de hoje fica cheia a apenas 6 horas do perigeu, uma coincidência que a torna quase 8% maior e 16% mais brilhante que a média da Lua cheia comum.

Mas seremos capazes de perceber a diferença apenas olhando? Uma diferença de 16% no tamanho e brilho pode ser facilmente mascarada pelas nuvens ou pela iluminação das luzes urbanas. Além disso, não há réguas flutuando no céu para medir os diâmetros lunares. Pendurado acima da cabeça sem pontos de referência para fornecer um senso de escala, uma Lua cheia se parece muito com qualquer outra. Elas são todos lindas. Monitore a galeria em tempo real para fotos.


“Existem três coisas que não podem ser escondidas por muito tempo: a  Lua, o Sol e a VERDADE” – Sidhartha Gautama (Budha)

“Tudo o que somos é o resultado do que pensamos. Se um homem-mulher fala ou age com um pensamento maligno, a dor o acompanhará como uma sombra. Se um homem-mulher fala ou age com um pensamento puro, a felicidade o segue, como uma luz que nunca o deixa”. – Budha  (Sidharta Gautama)


Saiba mais, leitura adicional:

Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br

 

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