Em uma vitória histórica para a liberdade médica e o direito de escolha, o Departamento de Justiça dos EUA (DoJ) rejeitou todas as acusações contra o Dr. Michael Kirk Moore, o corajoso cirurgião plástico de Utah que ousou desafiar a tirania da vacina contra a COVID-19 imposta pelo governo. Acusado de descartar vacinas experimentais mRNA e emitir carteiras de vacinação falsas, Moore enfrentava 35 anos de prisão — até que a Procuradora-Geral Pam Bondi interveio, declarando a acusação injusta.
Fonte: Natural News
Pontos principais:
- O Departamento de Justiça retirou abruptamente todas as acusações contra o Dr. Kirk Moore no meio do julgamento, poupando-o de décadas de prisão.
- Moore descartou US$ 28.000 em vacinas contra COVID fornecidas pelo governo e emitiu cartões de vacinação falsos a pedido dos pais.
- Injeções salinas — não a vacina experimental de mRNA — foram administradas a crianças cujos pais buscavam proteção contra a imunização forçada.
- Bondi declarou que Moore “deu uma escolha aos seus pacientes quando o governo federal recusou”, justificando suas ações heróicas.
- Promotores de extrema-esquerda tentaram punir Moore por desafiar um regime médico corrupto que priorizava os lucros em detrimento da saúde.
Essa reversão impressionante expõe a natureza fraudulenta da própria distribuição da vacina mRNA contra a COVID-19 e prova que Moore não era um criminoso — ele foi um salva-vidas, protegendo crianças e famílias de um experimento médico perigoso e não testado que causa graves efeitos colaterais.

O desafio de um médico: opondo-se à tirania médica pelo governo.
Os supostos “crimes” do Dr. Moore foram atos de misericórdia — proporcionando aos pais uma saída para escapar das determinações coercitivas de vacinação impostas pelo governo Biden e assim evitar o envenenamento de seus filhos.
Enquanto promotores federais tentavam incriminá-lo como fraudador, a verdadeira fraude eram as vacinas contra a COVID-19 promovidas pelo governo e as Big Pharma, que foram lançadas às pressas no mercado sem estudos de segurança de longo prazo.
O Dr. Moore compreendeu os altos riscos — principalmente para os mais jovens e crianças, que enfrentavam miocardite, danos neurológicos e disfunção imunológica decorrentes das vacinas. Ao emitir cartões de vacinação falsificados, Moore protegia os seus pacientes de um sistema baseado em mentiras e das graves lesões de injeções experimentais.
Sua posição ousada atraiu apoio nacional. Parlamentares republicanos, incluindo a deputada Marjorie Taylor Greene (Republicana da Geórgia), elogiaram Moore como um patriota. Em protestos em frente ao tribunal, manifestantes seguravam cartazes com os dizeres “Dr. Moore é um herói, não um criminoso” — um sentimento ecoado pelo presidente da Câmara de Utah, Mike Schultz, que denunciou a perseguição governamental àqueles que se opunham à obrigatoriedade da vacinação.
O engano corporativo por trás das vacinas contra a COVID
As digitais da Big Pharma estavam por toda parte nesse falso processo. O Departamento de Justiça de Biden — profundamente envolvido com a Pfizer, Moderna e Johnson & Johnson — perseguiu agressivamente médicos denunciantes como Moore para reprimir a dissidência. Mesmo com o aumento dos casos de lesões causadas pelas vacinas mRNA, agências federais censuraram críticos e protegeram as gigantes farmacêuticas de responsabilidade.
Moore reconheceu a traição: em vez de injetar em crianças um medicamento não testado e de uso emergencial, administrou solução salina inofensiva — e depois forneceu documentos falsificados para que pudessem navegar em uma sociedade de apartheid que proibia os não vacinados de frequentar escolas, viajar e viver em público.
Sua resistência tinha raízes na ética médica. Infelizmente, a maioria dos médicos não questionou a narrativa da vacina contra a COVID. Aqueles que o fizeram — como Moore — foram perseguidos por promotores federais como inimigos do estado. A decisão da Procuradora Geral, Pam Bondi de retirar as acusações envia uma mensagem poderosa: resistir à tirania médica não é crime — é necessário.

Uma vitória para a liberdade na saúde, mas a guerra continua
Enquanto Moore permanece em liberdade, a batalha maior continua. As mesmas forças que o atacaram continuam a pressionar por MAIS vacinas de mRNA, ignorando o aumento de lesões e mortes causadas pelas vacinas. O recente cancelamento, pelo governo Trump, de um contrato de US$ 766 milhões para a vacina contra a gripe aviária da Moderna sugere que o ceticismo está crescendo — mas o complexo médico-industrial permanece arraigado.
O cirurgião plástico de Utah, Dr. Kirk Moore, é um verdadeiro herói na área médica, responsável por descartar as vacinas contra a COVID-19 para que seus pacientes não precisassem sofrer danos cardíacos, danos ao sistema imunológico e danos cerebrais, nem tivessem que seguir políticas segregacionistas que discriminavam e excluíam os não vacinados.
Ao emitir documentos de vacinação falsos, o Dr. Kirk Moore desafiou um sistema de fraude, fornecendo uma brecha para que os indivíduos enganassem um sistema repugnante de abuso e fraude. A fraude eram as vacinas mRNA contra a COVID-19 e a prova dos documentos de vacinação era um certificado de fraude, provando que não havia imunidade, apenas o cumprimento de um esquema destrutivo de despovoamento em massa.
O Dr. Moore não cometeu nenhuma fraude. Ele encontrou uma maneira de contorná-la e salvou vidas no processo. Por enquanto, o caso de Moore permanece como um símbolo de esperança. Ele enganou um sistema fraudulento, provando que médicos corajosos podem proteger os pacientes de danos, mesmo quando o governo exige conformidade bovina de zumbis ignorantes que aceitaram ser envenenados.
As fontes incluem: Yournews.com, TheGuardian.com, NYPost.com