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Mudança nos polos magnéticos: baleias mortas são recolhidas em praias do Alasca

Posted by on 25/07/2019

Baleias cinzentas mortas continuam aparecendo ao longo da costa oeste da América do Norte, desde o Alasca, Canadá, Califórnia até o México, e se tornou uma preocupação para os biólogos marinhos. E você adivinhou: as “mudanças climáticas” é teorizada como a principal causa dessas mortes. “Já ultrapassamos o número de mortes de baleias cinzentas de 1999/2000 ao longo da Costa Oeste dos EUA, incluindo o Alasca”, afirmou Julie Speegle, diretora de relações públicas da National Oceanic and Atmospheric Administration – NOAA, por e-mail. “Em 1999, houve 91 mortalidades de baleias cinzentas (incluindo 12 no Alasca)”.

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Mudança nos polos magnéticos: 7 baleias cinzentas foram encontradas mortas em praias no Alasca no fim de semana, e especialistas culpam as “alterações climáticas”

Durante o fim de semana de 4 de julho, sete baleias-cinzentas mortas foram descobertas no Alasca: quatro perto da Ilha Kodiak, duas na ilha Egegik e outra na Ilha Takli. Essas descobertas elevam o número de mortes por baleias cinzentas no Alasca para 22 neste ano.

A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (National Oceanic and Atmospheric Administration – NOAA)  declarou um evento de mortalidade “incomum” para as baleias cinzentas em 31 de maio.

Alaska's 16th dead gray whale of 2019 was found stranded on Kodiak Island.

A 16ª baleia cinzenta morta do Alasca em 2019 foi encontrada encalhada na Ilha Kodiak.

De acordo com o Marine Mammal Protection Act, um evento de mortalidade incomum é definido “como um evento de encalhe que é inesperado e inexplicável, envolve uma mortandade significativa de qualquer população de mamíferos marinhos e exige resposta imediata”. Um conjunto de sete critérios foi desenvolvido para determinar tal evento, e pelo menos um dos sete deve ser atendido para uma declaração oficial.

“Já ultrapassamos o número de mortes de baleias-cinzentas em 1999 ao longo da Costa Oeste dos EUA, incluindo o Alasca”, afirmou Julie Speegle, diretora de relações públicas da National Oceanic and Atmospheric Administration – NOAA, por e-mail. “Em 1999, houve 91 mortalidades de baleias cinzentas (incluindo 12 no Alasca)”.

Até agora, em 2019, o total para a Costa Oeste dos EUA (incluindo 22 no Alasca) é de 96. Só o tempo dirá se ultrapassaremos os números do ano de 2000 (Costa oeste dos EUA 131, incluindo 45 no Alasca). “

As baleias-cinzentas migram no verão de águas quentes de reprodução perto do litoral do México para áreas de alimentação no Ártico. Eles podem crescer até 90.000 libras, e durante a estação de alimentação, elas normalmente comem até 1,3 toneladas de alimentos por dia.

Sete baleias-cinzentas mortas foram descobertas na costa do Alasca durante o fim de semana de 4 de julho – e especialistas dizem que a “crise climática é a culpada”, de acordo com um novo relatório.

Muitas das baleias-cinzentas foram encontradas desnutridas, o que leva os cientistas a acreditarem que não estão conseguindo alimentar-se suficientemente.

“Cientistas teorizam que pode ter havido uma interrupção na fonte de alimento das baleias cinzentas devido à falta de gelo no Ártico no verão passado”, disse Speegle. “As baleias-cinzentas engordam durante o verão alimentando-se de vida marinha, na maior parte anfípodes do fundo do mar. Mas quando o gelo do mar derrete e recua (como no verão passado), há uma interrupção na cadeia alimentar que resulta em menos anfípodes para as baleias cinzentas se alimentar”.

Baleias-cinzentas estavam na lista de espécies ameaçadas de extinção até 1994. Mesmo com o mais recente evento de mortalidade incomum, a população do leste do Pacífico Norte de baleias cinzentas prosperou, atingindo uma população de cerca de 27.000 indivíduos, de acordo com a National Oceanic and Atmospheric Administration – NOAA.

A baleia cinzenta (Eschrichtius robustus), também conhecida como baleia cinzenta,  baleia cinzenta do Pacífico ou baleia cinzenta da Califórnia, é uma baleia que migra anualmente entre a época de alimentação e a reprodução. Atinge 15 metros, pesando 36 toneladas e vive entre 55 e 70 anos. O nome comum da baleia vem das manchas cinzentas e manchas brancas em sua pele escura.

As baleias cinzentas já foram chamadas de peixes-diabo por causa de seu comportamento de luta quando caçadas. A baleia cinzenta é a única espécie viva no gênero Eschrichtius, que por sua vez é o único gênero vivo na família Eschrichtiidae. Este mamífero descende de baleias que se alimentam de anfípodes que surgiram no início do Oligoceno, há mais de 30 milhões de anos.


{Excerto do post  Mudança nos Polos Magnéticos: a Ciência se dobra as Profecias:

“A mudança atual no campo eletromagnético também explica por que as baleias, orcas e golfinhos estão encalhando e morrendo aos milhares nas costas de todos os continentes”.

A mudança atual no campo eletromagnético também explica por que as baleias, orcas e golfinhos estão encalhando e morrendo aos milhares nas costas de todos os continentes

Também sabemos que os pássaros e animais marinhos (mamíferos como as baleias, golfinhos, orcas) migram através dos oceanos se utilizando da linha de grade do campo eletromagnético do planeta para sua orientação. Portanto, há especulações (Nota Thoth: já é uma CERTEZA) de que as mudanças que estão ocorrendo no campo magnético da Terra são  responsáveis pelos padrões de mudança na rota das aves migratórias e dos grandes mamíferos (baleias, orcas e golfinhos) marinhos que estão sendo registradas em todos os oceanos da Terra. 

A mudança atual no campo eletromagnético também pode explicar por que as baleias, orcas e golfinhos estão encalhando e morrendo aos milhares nas costas de todos os continentes. As linhas de navegação que esse animais sempre seguiram pelos oceanos mudaram e agora levam-nos para uma praia qualquer (em terra firme) ao invés de suas rotas habituais.

Quando seres humanos preocupados em ajudá-los levam-nos de volta para a água e os colocam em liberdade, eles voltam a se alinhar com as mesmas linhas magnéticas em mudança, e em segui-las, e então eles acabam encalhados nas praias novamente e morrem. Então, sim, podemos dizer que já é de conhecimento comum agora (pelo menos para aquela parcela da humanidade, pequena ainda, que esta em busca de informações e em processo evolutivo). As revistas científicas mais respeitadas já dizem que estamos em meio a esta mudança. E mesmo que não saibamos exatamente o que isso significa, é significativo que esse assunto e fato está sendo reconhecido em outros meios e tipos de literatura sérios, e não apenas em revistas especulativas ou pseudocientíficas. Fim de citação}


 “Haverá muitas mudanças dramáticas no clima do planeta, muitas mudanças nas condições meteorológicas  na medida em que o TEMPO DA GRANDE COLHEITA se aproxima  rapidamente ao longo dos próximos anos. Você vai ver a velocidade do vento em tempestades ultrapassando 300 milhas (480 quilômetros) por hora, às vezes.

Deverão acontecer fortes tsunamis e devastação generalizada NAS REGIÕES COSTEIRAS, e emissão de energia solar (CME-Ejeção de Massa Coronal do Sol)  que fará  importante fusão e derretimento das calotas de gelo nos polos, e subseqüente aumento drástico no nível do mar, deixando muitas áreas metropolitanas submersas em todo o planeta“. Saiba mais AQUI 


Muito mais informações, LEITURA ADICIONAL:

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br

 

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