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O que esta por trás do ataque dos EUA aos smartphones (Huawei) chineses?

Posted by on 29/12/2018

Depois de ter imposto pesadas tarifas aduaneiras ​​sobre as mercadorias chinesas atingindo $ 250 bilhões de dólares, o Presidente Trump durante a reunião dos países do G-20, aceitou uma “trégua”, adiando outras medidas imediatas, sobretudo, porque a economia do seu país está a ser atingida pela pesada retaliação chinesa. Mas, para além dos pretextos comerciais, existem as razões estratégicas de longo prazo.

Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

O que esta por trás do ataque dos EUA aos smartphones (Huawei) chineses

Fonte: https://www.globalresearch.ca/

By Manlio Dinucci – Global Research,

Sob a pressão do Pentágono e das sua diferentes agências de serviços secretos, os EUA proibiram os smartphones e as infraestruturas de telecomunicações da empresa chinesa Huawei, sob a acusação de que podem ser usadas ​​para espionagem e pressionam os países aliados para que façam o mesmo. Advertiram, sobretudo, a Itália, a Alemanha e o Japão, países com as bases  militares mais importantes dos EUA, e sob perigo de espionagem chinesa estão as mesmas agências de serviços secretos dos EUA que devassaram, durante anos, as comunicações dos aliados – em particular, a Alemanha e a Itália.

A Apple americana, em tempos recentes, líder absoluta do setor, foi superada nas vendas pela Huawei (a propriedade desta empresa pertence aos seus funcionários, na qualidade de acionistas), elevada ao segundo lugar na classificação mundial, atrás da Samsung sul-coreana, o que representa uma tendência geral.

Os Estados Unidos – cuja supremacia econômica se baseia artificialmente sobre o dólar, até agora, a principal moeda das reservas monetárias do comércio mundial – estão, cada vez mais, sendo ultrapassados e suplantados pela China, quer na capacidade, quer na qualidade produtiva. “O Ocidente – escreve o ‘New York Times’ – estava confiante de que a aproximação chinesa não funcionaria. Tiveram só de esperar e ainda estão a aguardar.

A China projeta uma vasta rede global de comércio, investimentos e infraestruturas que remodelarão os vínculos financeiros e geopolíticos” em todo o planeta. Isto verifica-se, especialmente, mas não só, ao longo do gigantesco projeto da Nova Estrada da Seda, que a China está a concretizar em 70 países da Ásia, Europa e África {China’s Belt and Road Initiative, também conhecida como The Silk Road Economic Belt and the 21st-century Maritime Silk Road-O Cinturão Econômico da Rota da Seda e a Rota da Seda Marítima do Século XXI}.

O ‘New York Times’ examinou 600 projetos efetuados pela China em 112 países, entre os quais:

Tudo isto é considerado em Washington, como uma “agressão aos nossos interesses vitais”, como sublinha o Pentágono na “Estratégia Nacional de Defesa dos Estados Unidos da América, em 2018”.

O Pentágono define a China como “competidor estratégico que usa uma economia predatória para intimidar os seus vizinhos”, esquecendo-se da série de guerras conduzidas pelos Estados Unidos e, também contra a China até 1949, para saquear os países dos seus recursos naturais.

Enquanto a China constrói barragens, ferrovias, novas rotas comerciais por terra e por mar e pontes úteis não só à sua rede comercial, mas também ao desenvolvimento dos países em que são produzidos, nas guerras USA, as barragens, as ferrovias e as pontes, são os primeiros alvos a ser destruídos.

A China é acusada pelo Pentágono de “querer impor a curto prazo, a sua hegemonia na Região do Índico-Pacífico e de querer apanhar de surpresa os Estados Unidos para, no futuro, alcançar a predominância global”,  em conjunto com a Rússia, acusada de querer “fragmentar a OTAN” e “sublevar os processos democráticos, na Crimeia e na Ucrânia Oriental”.

 

Daí a origem do recente “incidente” no Estreito de Kerch, causado por Kiev sob a “direção do Pentágono”, para interromper a reunião Trump-Putin na reunião de cúpula do G-20 (como de fato aconteceu) e fazer entrar a Ucrânia na OTAN, da qual já é um membro de facto. A “competição estratégica a longo prazo com a China e com a Rússia” é considerada, pelo Pentágono, como sendo a “ principal prioridade”. Para este fim, “modernizaremos as forças nucleares e reforçaremos a Aliança transatlântica da NATO”.

Por trás da guerra comercial, prepara-se uma devastadora guerra nuclear.


A Matrix (o SISTEMA de CONTROLE): “A Matrix é um sistema de controle, NEO. Esse sistema é o nosso inimigo. Mas quando você está dentro dele, olha em volta, e o que você vê? Empresários, professores, advogados, políticos, carpinteiros, sacerdotes, homens e mulheres… As mesmas mentes das pessoas que estamos tentando despertar.
Mas até que nós consigamos despertá-los, essas pessoas ainda serão parte desse sistema de controle e isso as transformam em nossos inimigos. Você precisa entender, a maioria dessas pessoas não está preparada para ser desconectada da Matrix de Controle. E muitos deles estão tão habituados, tão profunda e desesperadamente dependentes do sistema, que eles vão lutar contra você para proteger o próprio sistema de controle que aprisiona suas mentes …”


Muito mais informações, leitura adicional:

Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br

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