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Península da Coreia à beira de um conflito nuclear

Posted by on 04/09/2017

Situação na Península da Coreia torna-se volátil

Após teste nuclear com BOMBA DE HIDROGÊNIO, Coreia do Sul diz que Pyongyang prepara novo míssil. Washington e Seul anunciam reforço defensivo. EUA e Japão defendem “pressão máxima” sobre norte-coreanos. Conselho de Segurança da ONU convoca reunião.

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

O suposto teste de uma bomba de hidrogênio pela Coreia do Norte neste domingo (03/09) – o sexto teste nuclear realizado pelo país até o momento –desencadeou reações duras por parte dos Estados Unidos e da Coreia do Sul. 

Fonte: http://p.dw.com/p/2jIpJ

Segundo o governo norte-coreano, o artefato termonuclear testado pode ser instalado em um míssil intercontinental – o que, se confirmado, representaria um importante e perigoso avanço em suas capacidades militares. 

Em resposta ao teste, Seul realizou exercícios com fogo real, nos quais ensaiou ataques a instalações nucleares norte-coreanas, incluindo o disparo de mísseis.

Nesta segunda-feira, o Ministério da Defesa da Coreia do Sul alertou que a Coreia do Norte iniciou preparativos para lançar outro míssil balístico intercontinental (ICBM, na sigla em inglês) a qualquer momento.

Segundo o ministério, Estados Unidos e Coreia do Sul planejam posicionar um porta-aviões nuclear, vários bombardeiros e outros equipamentos estratégicos na península coreana, incluindo a controversa implantação do Terminal de Defesa Aérea para Grandes Altitudes (Thaad), que irritou a China e que fora adiada desde junho. Pequim classifica o poderoso escudo antimísseis dos Estados Unidos de uma ameaça à sua segurança.

Além disso, o Exército sul-coreano realizará manobras com fogo real da qual participarão caças F-15K equipados com mísseis de ar-terra Taurus, segundo informação do Ministério sul-coreano no seu relatório à Assembleia Nacional (Parlamento), publicado pela agência local Yonhap.

“Todos os meios, inclusive atômicos”

O presidente dos EUA, Donald Trump, reiterou a determinação de seu governo, de “defender os EUA e seus aliados com todos os meios disponíveis: diplomáticos, convencionais e atômicos”. 

“Não estamos buscando uma aniquilação total de um país, a Coreia do Norte”, disse o secretário de Defesa dos EUA, Jim Mattis, após uma reunião com Trump e sua equipe de segurança nacional. “Mas, como eu já disse, temos muitas opções para fazê-lo”, alertou.

O Conselho de Segurança da ONU convocou para esta segunda-feira uma sessão extraordinária para debater novas sanções contra a Coreia do Norte. Diplomatas informaram que o órgão poderia agora considerar a proibição das exportações de têxteis de Pyongyang e da companhia aérea nacional, suspender o abastecimento de petróleo para o governo e para o setor militar do país, impedir que norte-coreanos trabalhem no exterior e incluir funcionários de alto escalão em uma lista negra para sujeitá-los a congelamento de ativos e proibições de viagem.

O governo do Japão afirmou que o ministro japonês do Exterior, Taro Kono, e o secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, concordaram, após conversa telefônica, que Japão e os Estados Unidos devem “exercer pressão máxima” sobre a Coreia do Norte após o sexto teste nuclear do país.

O presidente sul-coreano, Moon Jae-in, e o premiê japonês, Shinzo Abe, concordaram, após conversarem por telefone, que a ONU deve definir sanções mais duras.

“Ambos concordaram em cooperar estreitamente entre si e com os Estados Unidos e compartilham o entendimento de que devem ser aplicadas sanções mais duras contra a Coreia do Norte”, afirmou um porta-voz do governo sul-coreano.

Protesto chinês

A China, principal parceiro comercial de Seul, informou nesta segunda-feira que enviou um protesto oficial à representação diplomática chinesa de sua aliada, a Coreia do Norte após o teste nuclear de Pyongyang.

“A China se opõe ao desenvolvimento de mísseis nucleares pela Coreia do Norte e estamos comprometidos com a desnuclearização da península. Esta posição é bem conhecida, e a Coreia do Norte também conhece esta posição perfeitamente”, disse o porta-voz do Ministério do Exterior chinês, Geng Shuang, em entrevista coletiva.

“A Coreia do Norte deve estar bastante certa disso, então esperamos que todas as partes – especialmente o lado norte-coreano – possam exercer restrições e abster-se de aumentar as tensões”, complementou.

Geng não disse se Pequim, que por muito tempo hesitou em colocar pressão econômica sobre Pyongyang, apoiaria novas sanções ao regime.

O anúncio do teste de domingo realizado pela Coreia do Norte provocou uma explosão cinco vezes maior do que o último teste, há um ano, de acordo com a Coreia do Sul, e pode ser sentida em cidades chinesas a centenas de quilômetros da fronteira norte-coreana.

Um dos maiores exércitos do mundo

Com cerca de 700 mil homens na ativa e outros 4,5 milhões na reserva, a Coreia do Norte pode convocar a qualquer momento um quarto de sua população para ir à guerra. Todos os homens do país devem passar por algum tipo de treinamento militar e estar sempre disponíveis para pegar em armas. Estima-se que as tropas norte-coreanas tenham superioridade de 2 para 1 em relação à Coreia do Sul.

(MD/dpa/rtr/efe/afp)


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“O medo é a emoção predominante das massas que ainda estão presas no turbilhão da negatividade da estrutura de crença da (in)consciência de massa. Medo do futuro, medo da escassez, do governo, das empresas, de outras crenças religiosas, das raças e culturas diferentes, e até mesmo medo da ira divina. Há aversão e medo daqueles que olham, pensam e agem de modo diferente (os que OUVEM e SEGUEM a sua voz interior), e acima de tudo, existe medo de MUDAR e da própria MUDANÇA.” –  Arcanjo Miguel

“Conhece-te a ti mesmo e conheceras todo o universo e os deuses, porque se o que tu procuras não encontrares primeiro dentro de ti mesmo, tu não encontrarás em lugar nenhum”.  –  Frase escrita no pórtico do Templo do Oráculo de Delphos, na antiga Grécia.


Muito mais informações, leitura adicional:

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

thoth(172x226)www.thoth3126.com.br

3 Responses to Península da Coreia à beira de um conflito nuclear

  1. Valdir M.S. Godoi

    E essa peste vai lançar outro míssil, e outro, uma bomba aqui, outra acolá, e o mundo todo enfurecido. Esse país é auto-suficiente em tudo, será? Não dá para parar de vender petróleo, gás, energia elétrica, não vender mais nada, para esse país? É um país que mal acende as luzes de noite. Eles não tem energia para quase nada, mas ficam explodindo bomba H…

  2. Marinho

    Pelar esse cachaço e dá um tundão de cinta no lombo – na bunda branca desse leitão gordo.

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