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Quem vai invadir o Brasil para salvar a Amazônia?

Posted by on 08/08/2019

A data hipotética da invasão da Amazônia é 5 de agosto de 2025. O Brasil continua a ter um governo {“liderado” por mais um Imbecil do tipo BOÇAL} que defende ampliar as atividades econômicas na Amazônia e a sua consequente destruição, e que questiona a “utilidade e necessidade” da proteção do Meio Ambiente natural. E, por isso, o Brasil estará prestes a ser atacado pelos Estados Unidos, para assumir o controle da região amazônica, que já não serão mais governados por Donald Trump.

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

“Os EUA vai invadir o Brasil para salvar a Amazônia?” (uma possível resposta da comunidade internacional a um presidente irresponsável com a região…)

Fonte:  https://www.bbc.com/portuguese/geral-49253621

O presidente americano de plantão dará um ultimato ao presidente do Brasil: se o país não cessar o “desmatamento destrutivo” em uma semana, os EUA iniciarão um bloqueio naval ao Brasil e lançarão ataques aéreos para destruir toda a infraestrutura estratégica brasileira {Thoth: para tanto bastaria os EUA estacionar um porta aviões ao largo da costa leste do Brasil, de alguma frota naval dos EUA e disparar mísseis contra as principais instalações militares do país}.

Uma floresta em chamas no Brasil, algo rotineiro no país em expansão agrícola para o oeste

Curiosamente, a China, que se tornou alvo de críticas e desconfiança por parte de integrantes do atual governo Bolsonaro, é a maior potência a intervir a favor do Brasil. O gigante asiático e maior parceiro comercial do Brasil diz que vetará qualquer proposta de intervenção armada aprovada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Mas isso não detém os EUA, que dizem já contar com uma ampla “coalizão de nações preocupadas” com a destruição da região amazônica, preparada para dar suporte às ações lideradas pelo governo americano.

Claro que esse é um cenário inventado – e polêmico. Mas seria verossímil? {Principalmente pelos imbecis que assumiram o comando político do Brasil nos últimos anos?}

Este cenário futuro  foi criado pelo professor de Relações Internacionais da Universidade de Harvard Stephen M. Walt, num artigo publicado na segunda-feira (5) na revista online Foreign Policy.

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A remoção de florestas inteiras afeta a vida e o equilíbrio natural, social e econômico dos povos indígenas que vivem nas florestas e cujas famílias viveram em relativo isolamento por muitos séculos. Esses povos indígenas, como os Kayapó, têm uma compreensão íntima da ecologia da Amazônia. A perda subsequente dessas pessoas e de sua cultura e conhecimento também pode revelar-se uma perda de capacidade de recuperação nas regiões devastadas. A floresta tropical é a sua casa, e uma fonte fundamental de comida , abrigo, combustível, nutrição, cultural e de recreação.

Stephen M. Walt, é um autor de livros sobre a política externa americana, a força do lobby israelense nos EUA e as ligações entre revoluções e guerras, e formulador da “teoria do equilíbrio da ameaça”, reconhece que se trata de um cenário exagerado. Mas o objetivo central do artigo é questionar se é ou não possível justificar com regras do Direito Internacional ataques e sanções ao Brasil com base no argumento de que a destruição da Amazônia por causa da negligência do (des)governo brasileiro é um problema de todos os demais povos do mundo.

A pergunta que Walt faz é a seguinte: “Os países tem o direito – ou até a obrigação – de intervir numa nação estrangeira para preveni-la de causar dano irreversível e potencialmente catastrófico ao meio ambiente que venha a afetar todo o planeta?”.

Governo Bolsonaro

O professor americano diz, no artigo, que resolveu levantar esse questionamento diante do fato de Jair Bolsonaro estar “acelerando o ”’desenvolvimento”’ na Amazônia” e colocando em risco “um recurso global” crucial. Nas últimas semanas, alguns dos principais jornais e revistas internacionais publicaram reportagens com destaque negativo para o Brasil neste tópico sobre preservação ambiental.

A capa desta semana da revista britânica The Economist traz a imagem de um toco de árvore com o formato do mapa do Brasil. O título é: “Vigília da morte para a Amazônia”.

capa The Economist

“Vigília da morte para a Amazônia”, é matéria de capa da Economist dessa semana

Já o jornal americano The Washington Post publicou nesta segunda (5) um editorial dizendo que “a vontade de Bolsonaro de destruir a Amazônia é um problema de todos”. E o The New York Times publicou, no dia 28 de julho, artigo com o seguinte título: “Sob líder de extrema direita brasileiro, proteções à Amazônia são cortadas e florestas caem”.

“Como vocês com mais apreço pela ciência que Bolsonaro sabem, a floresta tropical é importante tanto na absorção de carbono quanto na regulação da temperatura, além de ser fonte-chave de água fresca”, explica Stephen M. Walt, na Foreign Policy.

O professor de Harvard Stephen M. Walt, lembra que cientistas apontam que o desmatamento da Amazônia pode levar à criação de um deserto na região e reformula a frase sobre as possibilidades de intervenção estrangeira no Brasil:

“O que a comunidade internacional pode (ou deve) fazer para prevenir um presidente brasileiro  mal orientado (ou líderes políticos de outros países) de adotar medidas que podem prejudicar a todos nós?”

Exceções à soberania

Stephen M. Walt afirma que a soberania dos países é um elemento crítico do sistema internacional. “Com algumas exceções, os governos são livres para fazer o que quiserem dentro das suas fronteiras.”

Entre as exceções, estão casos em que o Conselho de Segurança da ONU autoriza intervenção militar e em que um ataque é necessário para a “autodefesa” de uma nação.

A possibilidade mais controversa, porém, se baseia na chamada doutrina da “responsabilidade de proteger”, que legitima uma intervenção humanitária quando um governo é incapaz ou se nega a proteger os interesses da sua própria população.

Revista Foreign Policy

Em artigo na revista Foreign Policy, Stephen M. Walt questiona se o Direito Internacional abre brecha para uma intervenção militar em prol da Amazônia

Mas Walt lembra que, por mais que existam essas possibilidades de interferência pela comunidade internacional via assembléia e resoluções da ONU , a grande maioria dos países resiste à tentação de intervir ou de admitir qualquer interferência estrangeira em seus territórios.

“Embora a destruição da Amazônia represente uma clara e evidente ameaça a vários outros países, dizer ao Brasil para parar com isso e ameaçar intervir para deter, punir ou prevenir isso, seria um jogo completamente novo”, afirma o professor de Harvard.

“E eu não pretendo só destacar o Brasil. Também seria um passo radical ameaçar os EUA e a China se eles se recusassem e emitir tantos gases poluentes.”

Por enquanto, a intervenção estrangeira na Amazônia soa dramático, mas e num futuro próximo?

O professor Walt diz que, se no momento a hipótese de um ataque ao Brasil soa exagerado ou dramático, no futuro pode se tornar mais provável que nações se disponham a intervir num país caso as previsões sobre as consequências do aquecimento global e as mudanças climáticas se confirmem.

Mas ele afirma que existe um “paradoxo cruel”. “Os países que são os maiores responsáveis pelas mudanças climáticas são, também, os menos suscetíveis à coerção, enquanto os Estados que potencialmente podem ser mais pressionados não são as principais fontes do problema”, diz.

operação militar

‘Os países que são os maiores responsáveis pelas mudanças climáticas são, também, os menos suscetíveis à coerção’, diz o professor de Harvard, destacando que EUA, China Japão, Rússia e Índia são os maiores emissores de gases poluentes

Walt destaca que os cinco países maiores emissores de gases poluentes são China, Estados Unidos, Índia, Rússia e Japão – quatro deles (os primeiros) são detentores de arsenal com armas nucleares.

“Ameaçar qualquer deles com sanções possivelmente não vai funcionar e ameaçar com uma intervenção armada é completamente irrealista”, destaca o professor de Harvard.

“Além disso, não é provável que o Conselho de Segurança autorize o uso da força contra Estados mais fracos, porque os membros permanentes do órgão não vão querer estabelecer esse precedente.”

Os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU são China, EUA, Rússia, França e Reino Unido.

Brasil não é ‘grande potência’ mundial, mas…

Walt destaca que as ações do governo brasileiro contra a Amazônia podem ser uma ameaça a todo o planeta. “Mas o Brasil não é nenhuma grande potência. Ameaçá-lo com sanções econômicas ou o uso da força caso se recuse a proteger a floresta poderia funcionar”, diz.

Mas uma eventual intervenção poderia ser encarada como precedente para ataques a outros países. Por isso, dificilmente o Conselho das Nações Unidas autorizaria algo assim.

Bolsonaro pressionou pela exoneração do diretor do Inpe por causa da divulgação de dados que apontam aumento de 60% no desmatamento da Amazônia em junho, na comparação com o mesmo período do ano passado

O professor de Harvard ressalta que, ao criar essas hipóteses, não está “recomendando esse tipo de ação nem agora nem no futuro”. Ele salienta que “Estou só destacando que o Brasil pode ser mais vulnerável a pressões que alguns outros países.”

Outras medidas possíveis

Walt lembra que há outros remédios para esse problema, como sanções unilaterais de comércio a países que sejam irresponsáveis no cuidado com o meio ambiente. Além disso, as pessoas sempre podem organizar “boicotes voluntários” contra empresas que não adotem boas práticas.

“Alguns países já caminham para essa direção e é fácil imaginar essas medidas se tornando mais difundidas conforme os problemas ambientais se multiplicam”, diz. “Alternativamente, os países com territórios sensíveis às mudanças climáticas podem ser remunerados para preservá-los em prol de toda a humanidade.”

Essa última hipótese é defendida pela maior parte dos países emergentes, inclusive o Brasil, que criticam o fato de países ricos cobrarem ações de nações mais pobres, sem compensá-las pelos esforços de proteção ambiental.


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Isto é tudo pessoal, o Tempo acabou!

“Haverá muitas mudanças dramáticas no clima do planeta, muitas mudanças nas condições meteorológicas  na medida em que o tempo da grande colheita se aproxima muito rapidamente ao longo dos próximos anos. Você vai ver a velocidade do vento em tempestades ultrapassando 300 milhas (480 quilômetros) por hora, às vezes. Deverão acontecer fortes tsunamis e devastação generalizada NAS REGIÕES COSTEIRAS, e emissão de energia solar (CME-Ejeção de Massa Coronal do Sol)  que fará  importante fusão e derretimento das calotas de gelo nos polos, e subseqüente aumento drástico no nível do mar, deixando muitas áreas metropolitanas submersas em todo o planeta“.  SAIBA MAIS no LINK 


Muito mais informações, LEITURA ADICIONAL:

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br

 

 

 

5 Responses to Quem vai invadir o Brasil para salvar a Amazônia?

  1. Antonio Oliveira

    Embora as palavras e discursos do presidente brasileiro muitas vezes nos deixam atônitos, no caso específico da Amazônia, acredito que há uma estratégia politica do governo brasileiro, pois, ao acenar que não fará uma vigilância adequada àquela região, indiretamente, está dando um recado a outros paises, como a dizer, se temos que gastar bilhões de reais em equipamentos, materiais e recursos humanos para garantir a sobrevivencia do planeta, nada mais justo que nos sejam concedidas compensações, sejam econômicas, financeiras e estratégicas.

  2. Luis

    Postagem baseada em fontes como BBC e Washington Post? Sério? E depois o Bolsonaro é que é “boçal”?? Dois instrumentos plenamente a serviço da “nova” ordem mundial. Não só a mídia nacional, como a estrangeira também, atacam o atual governo de uma forma como nunca vista antes. Será que estão “preocupados” com o povo? Com o país? Ou mesmo com a Amazônia? Até o STF está a serviço de interesses avessos ao desenvolvimento do Brasil. O governo atual cortou os laços e acabou com mamata do FORO DE SÃO PAULO. Essa é uma das principais razões de tantos “chiliques” e perseguições. Cortou o envio de dinheiro do BNDES para ditaduras mundo afora, e vai cobrar a refinaria da Petrobras, tomada pela Bolívia. Resultado: até um simples corte de cabelo vira motivo pra “críticas” da imprensa marrom, enquanto Dilma era paparicada pelos mesmos jornais quando mandava um avião da FAB buscar (e depois levar, com nosso dinheiro) um dos cabeleireiros mais “famosos” e caros do Brasil, numa palhaçada custava 5 mil reais.

    Todo esse papinho de “aumento da destruição da floresta amazônica”, principalmente agora, no atual governo, é mais do mesmo pra cima da gente, ou seja, mais conversa fiada para nos controlar, e proteger os interesses econômicos dos produtores rurais mundo afora, especialmente dos EUA.

  3. Luis

    Nada é mais cômodo do que viver convencido de que certas coisas não podem ser discutidas, pois são a verdade em estado definitivo. É o que está acontecendo hoje com a questão ambiental pelo mundo afora — especialmente no Brasil.

    Ficou decidido pela opinião pública internacional e nacional que o Brasil destrói cada vez mais as suas florestas — por culpa da agropecuária, é claro. Terra que gera riqueza, renda e imposto é o inferno. Terra que não produz nada é o paraíso. Fim de conversa.

    Os fatos mostram o contrário, mas e daí? Quanto menos fatos alguém tem a seu favor, mais fortes ficam as suas opiniões.
    Ninguém imagina, pelo que se vê e lê todos os dias, que a área de matas preservadas no Brasil é mais do que o dobro da média mundial. Nenhum país do mundo tem tantas florestas quanto o Brasil — mais que a Rússia, que tem o dobro do seu tamanho, e mais que Canadá e Estados Unidos juntos. Só o Parque Estadual da Serra do Mar, em São Paulo, é duas vezes maior que a maior floresta primária da Europa, na Polônia.

    Mais que tudo isso, a agricultura brasileira ocupa apenas 10%, se tanto, de todo o território nacional — e produz mais, hoje, do que produziu nos últimos 500 anos. Não cresce porque destrói a mata. Cresce por causa da tecnologia, da irrigação, do maquinário de ponta. Cresce pela competência de quem trabalha nela.

    Como a agricultura poderia estar ameaçando as florestas se a área que cultiva cobre só 10% do país — ou tanto quanto as terras reservadas para os assentamentos da reforma agrária? Mais: os produtores conservam dentro de suas propriedades, sem nenhum subsídio do governo, áreas de vegetação nativa que equivalem a 20% da superfície total do Brasil. Não faz nenhum sentido.

    Não se trata, aqui, de dados da “bancada ruralista” — foram levantados, computados e atualizados pela Embrapa, com base no Cadastro Ambiental Rural, durante o governo de Dilma . São mapas que resultam de fotos feitas por satélite. São também obrigatórios — os donos não podem vender suas terras se não estiverem com o mapeamento e o cadastro ambiental em ordem.

    Do resto do território, cerca de 20% ficam com a pecuária, e o que sobra não pode ser tocado. Além das áreas de assentamentos, são parques e florestas sob controle do poder público, terras indígenas, áreas privadas onde é proibido desmatar etc. Resumo da ópera: mais de dois terços de toda a terra existente no Brasil são “áreas de preservação”.

    O fato, provado por fotografias, é que poucos países do mundo conseguem tirar tanto da terra e interferir tão pouco na natureza ao redor dela quanto o Brasil. Utilizando apenas um décimo do território, a agricultura brasileira de hoje é provavelmente o maior sucesso jamais registrado na história econômica do país.

    A última safra de grãos chegou a cerca de 240 milhões de toneladas — oito vezes mais que os 30 milhões colhidos 45 anos atrás. Cada safra dá para alimentar cinco vezes a população brasileira; nossa agricultura produz, em um ano só, o suficiente para 1 bilhão de pessoas.

    O Brasil é hoje o maior exportador mundial de soja, açúcar, suco de laranja, carne, frango e café. É o segundo maior em milho e está nas cinco primeiras posições em diversos outros produtos.

    O cálculo do índice de inflação teve de ser mudado para refletir a queda no custo da alimentação no orçamento familiar, resultado do aumento na produção. A produtividade da soja brasileira é equivalente à dos Estados Unidos; são as campeãs mundiais.

    Mais de 60% dos cereais brasileiros, graças a máquinas modernas e a tecnologias de tratamento do solo, são cultivados atualmente pelo sistema de “plantio direto”, que reduz o uso de fertilizantes químicos, permite uma vasta economia no consumo de óleo diesel e resulta no contrário do que nos acusam dia e noite — diminui a emissão de carbono que causa tantas neuroses no Primeiro Mundo.

    Tudo isso parece uma solução, mas no Brasil é um problema. Os países ricos defendem ferozmente seus agricultores. Mas acham, com o apoio das nossas classes artísticas, intelectuais, ambientais etc., que aqui eles são bandidos.

    A consequência é que o brasileiro aprendeu a apanhar de graça. Veja-se o caso recente do presidente Michel Temer — submeteu-se à humilhação de ouvir um pito dado em público por uma primeira-ministra da Noruega, pela destruição das florestas no Brasil, e não foi capaz de citar os fatos mencionados acima para defender o país que preside. Não citou porque não sabia, como não sabem a primeira-ministra e a imensa maioria dos próprios brasileiros. Ninguém, aí, está interessado em informação.

    Em matéria de Amazônia, “sustentabilidade” e o mundo verde em geral, prefere-se acreditar em Gisele Bündchen ou alguma artista de novela que não saberia dizer a diferença entre o Rio Xingu e a Serra da Mantiqueira. É automático. “Estrangeiro bateu no Brasil, nesse negócio de ecologia? Só pode ter razão. ”

    Nada explica melhor esse estado de desordem mental do que a organização “Farms Here, Forests There” (fazendas aqui, florestas lá) atualmente um dos mais ativos e poderosos lobbies na defesa dos interesses da agricultura americana Não tiveram nem a preocupação de adotar um nome menos agressivo — e não parecem preocupados em dar alguma coerência à sua missão de defender “fazendas aqui, florestas lá”.

    Sustentam com dinheiro e influência política os Green¬peaces deste mundo, inclusive no Brasil. Seu objetivo é claro. A agropecuária deve ser atividade privativa dos países ricos — ou então dos mais miseráveis, que jamais lhes farão concorrência e devem ser estimulados a manter uma agricultura “familiar” ou de subsistência, com dois pés de mandioca e uma bananeira, como querem os bispos da CNBB e os inimigos do “agronegócio”.

    Fundões como o Brasil não têm direito a criar progresso na terra. Devem limitar-se a ter florestas, não disputar mercados e não perturbar a tranquilidade moral das nações civilizadas, ecológicas e sustentáveis. E os brasileiros — vão comer o quê? Talvez estejam nos aconselhando, como Maria Antonieta na lenda dos brioches: “Comam açaí”.

    J.R. Guzzo – colunista da VEJA

  4. Ribeiro

    A questão é mais profunda
    Nos governos anteriores, havia mais de 100.000 ONGs atuando somente na Amazônia, de grande maioria de inclinação esquerda. Moro em Manaus e sei da realidade triste em que colocaram a Amazônia
    Tem relatos em que a Blackwater, uma milícia particular de empresas norte americanas já foi vista em rios do Amazonas
    Com o governo Bolsonaro a esquerda e as ONGs vão ter mais problemas em querer assaltar o Brasil

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