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Rússia e China estão juntos na Síria

Posted by on 21/04/2017

russia-chinaNa Síria há uma interação estratégica forte e sustentável da Rússia com a China, opinam especialistas russos.

Os especialistas russos comentaram a recente declaração do vice-ministro do Exterior chinês Li Baodong sobre o fato de os dois países terem o mesmo ponto de vista da situação no Afeganistão e na Síria. Baodong destacou também que, como membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, a China e a Rússia já coordenam suas posições em questões globais e regionais.

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Segundo eles, alguns aspetos da cooperação russo-chinesa na Síria podem ser discutidas pelos líderes dos dois países nas margens da cúpula do BRICS em Goa (Índia).

Fonte: https://br.sputniknews.com

Em 10 de outubro, em Pequim, o alto diplomata declarou também que o presidente chinês Xi Jinping tem planos de realizar um encontro com o seu homólogo russo Vladimir Putin nas margens da cúpula do BRICS, durante a qual os dois políticos devem discutir os temas mais importantes da agenda internacional e regional.

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Baodong destacou também que, como membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, a China e a Rússia já coordenam suas posições em questões globais e regionais. Assim, no fim da semana passada a China votou no Conselho de Segurança duas resoluções sobre a Síria contra o projeto francês, e esse projeto não foi adotado porque a Rússia usou seu direito de veto.

Logo após considerar o projeto francês, o Conselho deveria votar no projeto proposto pelo lado russo. Em 9 de outubro, o documento foi enviado para ser analisado pelo enviado especial da ONU à Síria Staffan de Mistura. Ele tinha a ver com a retirada dos militantes (mercenários à serviço do ocidente) da Frente al-Nusra (grupo proibido na Rússia) de Aleppo e com os acordos entre a Rússia e EUA relativamente à Síria.

A China apoiou o projeto russo juntamente com a Venezuela e o Egito, que representa no Conselho de Segurança o Oriente Médio e o Norte de África. O projeto não recebeu o número necessário de votos e não foi adotado.

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O representante permanente da China na ONU Liu Jieyi se mostrou desapontado pelo fato de o projeto de resolução relativamente a situação na Síria proposto pela Rússia não ter sido adotado pela entidade internacional. Em entrevista à Sputnik China, o diretor do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Pequim Jia Lieying disse que a Rússia e a China defendem uma posição coordenada na ONU relativamente à Síria.

“O que vemos agora é apenas a continuação da tendência para apresentação de posições unânimes. A China e Rússia se opõem de forma unânime à derrubada do poder político na Síria, trabalham para garantir que os problemas internos sejam resolvidos, no que diz respeito à situação nesse país e que não haja interferência nos assuntos de qualquer país sob pretexto da defesa dos direitos humanos”, disse o especialista.

Ele considera também que o trabalho conjunto russo-chinês ajudará a resolver a crise síria.

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Os observadores da situação política na região também chamam a atenção para o fato de a China reforçar seu papel na regularização do problema sírio. O especialista em Oriente Médio Stanislav Tarasov referiu a esse respeito as informações divulgadas pela mídia ocidental de que na Síria já estão presentes conselheiros militares chineses:

“Claramente, está sendo realizada uma comparação, conciliação e coordenação de ações relativamente à Síria entre a Rússia e a China. Os representantes dos dois países agem em conjunto no Conselho de Segurança da ONU, sem mencionar os diferentes fóruns”, disse à Sputnik.

O especialista destaca que os projetos russo-chineses têm a ver com a manutenção da integridade territorial da Síria e, caso isso seja feito, a experiência poderá ser aproveitada em outros países da região como o Iraque, Iêmen, Líbia e Afeganistão.

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Pilotos chineses aprendem russo para poderem pilotar caças Su-35

Tarasov pensa que a coordenação de posições entre os dois países permite agir na arena internacional de forma mais decisiva. O especialista russo em questões militares Vladimir Evseev partilhou com a Sputnik a ideia de que o líder chinês Xi Jinpíng e o presidente russo Vladimir Putin discutirão entre 15 e 16 de outubro em Goa os pormenores dos passos conjuntos na Síria.

“A China tem interesses multifacetados na Síria. Em primeiro lugar, o reinício da exploração do petróleo, que antes da guerra foi controlada de forma significativa pelo lado chinês. Segundo, é a obtenção de experiência militar. A Síria, de fato, é o único lugar em que a China pode treinar e obter experiência de combate, tanto relativamente à força aérea como às tropas terrestres e sobretudo às forças especiais”, disse.

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OS REAIS INTERESSES POR TRÁS DO CONFLITO NA SÍRIA:                       Neste mapa uma “diferente” visão do ORIENTE MÉDIO: O GRANDE ISRAEL: Em 04 de setembro de 2001 uma manifestação foi realizada em Jerusalém, para apoiar à ideia da implantação do Estado de Israel desde o RIO NILO (Egito) até o RIO EUFRATES (Iraque). Foi organizado pelo movimento Bhead Artzeinu (“Para a Pátria”), presidido pelo rabino e historiador Avraham Shmulevic de Hebron. De acordo com Shmulevic: “Nós não teremos paz enquanto todo o território da Terra de Israel não voltar sob o controle judaico …. Uma paz estável só virá depois, quando ISRAEL tomar a si todas as suas terras históricas, e, assim, controlar tanto desde o CANAL de SUEZ (EGITO) até o ESTREITO de ORMUZ (o IRÃ) … Devemos lembrar que os campos de petróleo iraquianos também estão localizadas na terra dos judeus”. UMA DECLARAÇÃO do ministro Yuval Steinitz, do Likud, que detém o extenso título de ministro da Inteligência, Relações Internacionais e Assuntos Estratégicos de Israel hoje: “Estamos testemunhando o extermínio do antigo Oriente Médio. A ordem das coisas esta sendo completamente abalada. O antigo Oriente Médio está morto, e o novo Oriente Médio não está aqui ainda. Esta instabilidade extrema poderia durar mais um ano, ou até mais alguns anos, e nós não sabemos como a nova ordem do Oriente Médio vai se parecer à medida que emergir a partir do caos e derramamento de sangue e fumaça atual. É por isso que devemos continuar a agir com premeditação”. No mapa acima podemos ver as REAIS pretensões de judeus radicais (tão ou mais radicais quanto os fanáticos islâmicos).

Os interesses chineses na região também incluem o fato de o país se posicionar como centro global de poder, destacou também o especialista russo.

Mais informações em

  1. http://thoth3126.com.br/e-u-a-o-exercito-dos-illuminatinova-ordem-mundial/
  2. http://thoth3126.com.br/falsos-ataques-terroristasfalse-flag-attack/
  3. http://thoth3126.com.br/a-estrada-para-o-ira-passa-primeiro-por-damasco-na-siria/
  4. http://thoth3126.com.br/israel-tem-submarinos-com-armas-atomicas/
  5. http://thoth3126.com.br/euao-poder-militar-illuminati-nwo-invade-o-planeta/
  6. http://thoth3126.com.br/os-eua-estao-jogando-roleta-russa/
  7. http://thoth3126.com.br/siria-luta-contra-mercenarios-terroristas-de-83-paises/
  8. http://thoth3126.com.br/grande-israel/
  9. http://thoth3126.com.br/a-guerra-dos-eua-otan-nwo-illuminatis-contra-a-siria/
  10. http://thoth3126.com.br/profecia-de-1912-sobre-fim-dos-eua-e-obama/
  11. http://thoth3126.com.br/intervencao-na-siria-iniciaria-iii-guerra-mundial/
  12. http://thoth3126.com.br/russia-esta-derrotando-mais-do-que-o-ei-estado-islamico-na-siria/
  13. http://thoth3126.com.br/russia-pede-reuniao-de-emergencia-do-conselho-de-seguranca-da-onu
  14. http://thoth3126.com.br/eua-e-israel-assinaram-acordo-de-ajuda-militar-com-valor-recorde/
  15. http://thoth3126.com.br/se-eua-atacar-o-exercito-sirio-3a-guerra-mundial-sera-inevitavel/

Permitida a reprodução desde que respeite a formatação original e mencione as fontes.

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One Response to Rússia e China estão juntos na Síria

  1. mike

    Dois anos atrás, ICBC, o maior e mais valioso banco do mundo por ativos totais e capitalização de mercado, estava planejando abrir um banco de compensação na Rússia para os acordos comerciais em Yuan (Renminbi) e rublos. O envolvimento do ICBC no setor de eletricidade, mineração, química, petróleo e gás, telecomunicações, varejo, máquinas e metalurgia na Rússia.

    Faz todo o sentido para se livrar do dólar dos EUA. Por que a China e a Rússia devem realizar suas transações comerciais usando a moeda do seu rival? O dólar de ESTADOS UNIDOS é assim forte porque 80% do comércio do mundo ocorrem no dólar de EU. Além da força militar e da força, a alta demanda por dólar dos EUA também é impulsionada pela percepção de que é a moeda mais segura simplesmente porque os EUA também são a maior economia do mundo.

    China Yuan Renminbi e Rublo da Rússia
    No mês passado, a China e a Rússia decidiram quebrar sua dependência do dólar dos EUA em seu comércio e investimento bilateral. O Banco da Rússia, o banco central da Rússia, abriu seu primeiro escritório no exterior em Pequim, no dia 14 de março. Uma semana depois, o ICBC abrirá oficialmente seus negócios em Moscou como banco de compensação para Yuan / Renminbi.

    Yi Gang, vice-presidente do Banco Popular da China, ou o banco central da China, chamou os movimentos como um sinal de que os laços sino-russos e cooperação financeira tinham atingido um novo patamar – “O volume comercial da China e da Rússia em 2016 chegou a US $ 59,5 bilhões. Estou contente que a cooperação financeira dos dois países também tenha atingido uma nova etapa “.

    De acordo com a Administração Estatal Chinesa de Tributação, o volume de negócios do comércio entre a China e a Rússia aumentou 34% em janeiro de 2017. O comércio bilateral nesse único mês totalizou US $ 6,55 bilhões. As exportações da China para a Rússia cresceram 29,5%, atingindo US $ 3,41 bilhões, enquanto as importações da Rússia aumentaram 39,3% – para US $ 3,14 bilhões.

    Com a criação dos bancos de compensação, eles permitem que os dois países aumentem o comércio e o investimento bilaterais enquanto diminuem sua dependência do dólar dos EUA. No final de 2015, o banco central russo anunciou a inclusão do Yuan / Renminbi em suas reservas cambiais nacionais, tornando-a moeda de reserva oficialmente reconhecida da Rússia.

    Mais importante ainda, a cooperação “de-dolarização” entre Pequim e Moscou também faz parte dos esforços de combate à lavagem de dinheiro e antiterrorismo . No entanto, de forma divertida, ao criar uma enorme reserva de liquidez Yuan / Renminbi na Rússia, parece que a China está criando uma solução alternativa para o sancionado pelo Kremlin – um alívio econômico de backdoor.

    Coincidentemente, a instalação de bancos de compensação em cada lado do outro foi cronometrada de tal maneira que o Ministério das Finanças russo está a lançar US $ 1 bilhão em títulos de Yuan. A emissão de títulos, prevista para ocorrer em um ou dois meses, poderia ser usada como cama de teste para Moscou para arrecadar mais dinheiro no futuro.

    De repente, Pequim é visto como fornecendo um novo sopro de vida para a economia em dificuldades da Rússia. E com o presidente Trump gritando, choramingando e zombando da manipulação da moeda chinesa, os EUA poderiam fazer algo tão louco quanto as sanções contra a China também.

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