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Um corpo cósmico gigante e misterioso foi descoberto, há 34 anos !

Posted by on 23/12/2017

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Um objeto possivelmente tão grande quanto Júpiter; um gigante e misterioso novo corpo celeste foi descoberto !

Um novo corpo celeste enorme, possivelmente tão grande quanto o planeta gigante Júpiter e, provavelmente, tão perto da Terra  que seria parte deste sistema solar foi encontrado, há 34 anos, na direção da constelação de Órion por um telescópio em órbita a bordo do satélite astronômico infravermelho dos EUA (IRAS-Infrared Astronomical Satellite).

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Fonte: Jornal The Washington Post, edição de 30 de dezembro de 1983 (há 34 anos), noticia publicada na página A-1 – Ver fac-símile mais abaixo.

Por Thomas O’Toole, The Washington Post Staff Writer, sexta-feira 30 dezembro, 1983, Pagina A1:

Um corpo celeste possivelmente tão grande como o gigantesco planeta Júpiter e, possivelmente, tão perto da Terra que seria parte deste sistema solar foi encontrado VINDO desde a direção da Constelação de Órion por um telescópio em órbita a bordo do satélite astronômico infravermelho dos EUA (Infrared Astronomical Satellite-IRAS)

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Como cantava Cássia Eller em sua música  O SEGUNDO SOL: “Quando o segundo sol chegar Para realinhar as órbitas dos planetas Derrubando com assombro exemplar O que os astrônomos diriam Se tratar de um outro cometa… Seu telefone irá tocar Em sua nova casa Que abriga agora a trilha Incluída nessa minha conversão Eu só queria te contar Que eu fui lá fora E vi dois sóis num dia E a vida que ardia sem explicação Explicação, não tem explicação Explicação, não Não tem explicação …”

Tão misterioso é o objeto que os astrônomos não sabem se é um planeta, um cometa gigante, uma  “proto-estrela” próxima que nunca ficou quente o suficiente para se tornar uma estrela, uma galáxia distante tão jovem que  ainda está em processo de formação de suas primeiras estrelas ou uma galáxia tão envolta em pó que nenhum luz é lançada por suas estrelas, pois nunca consegue passar.

Tudo o que posso dizer é que não sabemos o que é”, declarou o Dr. Gerry Neugebauer, cientista-chefe do satélite astronômico infravermelho dos EUA (IRAS-Infrared Astronomical Satellite) do JPL-Jet Propulsion Laboratory da Califórnia e diretor do Observatório Palomar  do Instituto de Tecnologia da Califórnia-Caltech, em uma entrevista.

O Satélite Astronômico Infravermelho ( IRAS ) foi o primeiro observatório baseado no espaço para realizar levantamento de todo o céu no comprimento de onda infravermelho. Lançado em 25 de janeiro de 1983, o telescópio foi um projeto conjunto do Estados Unidos ( NASA ), a Holanda ( NIVR ) e o Reino Unido ( SERC ). Mais de 250.000 fontes de infravermelhos foram observados em comprimentos de onda de 12, 25, 60 e 100 micrômetros. Ele descobriu cerca de 350.000 fontes, muitas das quais ainda aguardam identificação. 

A explicação mais fascinante deste corpo gigante e misterioso, que é tão frio que não lança luz e  nunca foi visto por telescópios ópticos na Terra ou no espaço, é que ele é um gigante gasoso, um  planeta tão grande como Júpiter e tão perto da Terra em cerca de 50 trilhões de milhas. 

Embora isso possa parecer uma  grande distância em termos terrestres, é um tiro de pedra em termos cosmológicos, tão perto, de fato,  que seria o corpo cósmico mais próximo para a Terra para além do mais externo planeta Plutão.

Se está realmente tão perto, seria uma parte de nosso sistema solar, disse o Dr. James Houck do  Cornell University’s Center For Radio Phisics and Space Research e membro da  equipe científica do IRAS. “Se esta tão perto, eu não sei como os cientistas planetários do mundo sequer vão começar a classificá-lo”.

O corpo misterioso foi visto duas vezes pelo satélite infravermelho enquanto ele esquadrinhava o céu do norte do mês de Janeiro a Novembro, quando o satélite correu para fora do hélio superfrio que permitiu que seu  telescópio pudesse ver os corpos mais frios, nos céus. A segunda observação ocorreu seis meses depois da primeira e sugeriu que o corpo misterioso não se moveu de seu lugar no espaço  perto da borda ocidental da constelação de Orion, durante as duas datas de observação.

“Isto sugere que não é um cometa porque um cometa não seria tão grande como os que temos  observado e um cometa provavelmente se moveria, disse Houck. “Um planeta poderia ter se movido se estivesse tão perto quanto 50 trilhões de milhas mas ainda poderia ser um planeta mais distante e não ter se movido em seis meses. “

A noticia publicada 34 anos atrás, em 30 de dezembro de 1983, nunca foi desmentida, mas o assunto ‘”SUMIU” e nunca mais se publicou alguma coisa a respeito.

Seja o que for, disse Houck, o corpo misterioso é tão frio que a temperatura não passa de 40  graus acima do “absoluto” zero, que é de -456 graus Fahrenheit (-273,15º Celsius) abaixo de zero. O telescópio  a bordo do IRAS é resfriado em tão baixa temperatura e é tão sensível que pode “ver” objetos nos céus, que são apenas 20 graus acima do zero absoluto (-253º C). Quando os cientistas do IRAS  primeiro viram o misterioso corpo celeste e calcularam que ele poderia estar tão perto quanto  50 trilhões de milhas, houve alguma especulação de que ele poderia estar se movendo em direção à Terra.

“(O objeto) Não é uma entrega do correio”, disse Neugebauer do Cal Tech. “Eu quero apagar essa idéia com tanta  água fria que eu puder. ” Então, o que é esse objeto? E se é tão grande como Júpiter e tão perto do sol que seria parte do nosso sistema solar? É concebível, poderia ser o 10º planeta  que os astrônomos têm procurado em vão.  Ele também pode ser uma estrela semelhante a Júpiter que começou a tornar-se uma estrela há milhares de anos, mas nunca ficou quente  o suficiente como o sol para se tornar uma estrela.

Enquanto eles não podem contestar essa noção, Neugebauer e Houck estão tão atormentados por isso que  eles não querem aceitar. A “esperança” de  Neugebauer  e Houck é que o corpo misterioso seja uma distante  galáxia ou tão jovem que suas estrelas não começaram a brilhar ou então cercada por poeira que sua  luz das estrelas não pode penetrar na mortalha.

Abaixo a tradução da notícia acima: Por Thomas O’Toole, The Washington Post, da equipe de redação – sexta-feira 30 dezembro, 1983; Página A1. “Um corpo celeste possivelmente tão grande como o gigantesco planeta Júpiter e, possivelmente, tão perto da Terra que seria parte deste sistema solar foi encontrado na direção da Constelação de Órion por um telescópio em órbita a bordo do satélite astronômico infravermelho dos EUA (Infrared Astronomical Satellite-IRAS). Tão misterioso é o objeto que os astrônomos não sabem se ele é um planeta, um cometa gigante, uma ”proto-estrela” próxima que nunca ficou quente o suficiente para se tornar uma estrela, uma galáxia distante tão jovem que ainda está em processo de formação de suas primeiras estrelas ou uma galáxia tão envolta em poeira que nenhuma das suas estrelas ainda é visível. “Tudo o que posso dizer é que não sabemos o que é”, disse em uma entrevista, o Dr. Gerry Neugebauer, o cientista chefe do IRAS para o JPL-Laboratório de Propulsão a Jato da Califórnia e diretor do Observatório Monte Palomar, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, a explicação mais fascinante deste misterioso corpo, que é tão frio que não lança luz e nunca foi visto por telescópios ópticos na Terra ou no espaço, é que ele é um planeta gigante gasoso tão grande como Júpiter e tão perto da Terra em 50 trilhões de quilômetros. Embora isso possa parecer uma grande distância em termos terrestres, é uma curta distância em termos cosmológicos, tão perto, de fato, que seria o corpo celeste mais próximo da Terra além do mais externo planeta Plutão. ”Se ele esta realmente tão perto, seria uma parte do nosso sistema solar,” disse o Dr. James Houck do Centro de Rádio Física da Universidade Cornell.

Eu acredito que é uma dessas, jovens galáxias escuras que nunca foram capazes de ser observadas  antes“, disse Neugebauer. “Se for, então é um grande passo adiante em nossa compreensão do tamanho do universo, como o  universo se formou e como ela continua a se formar com o passar do tempo.

O próximo passo é a identificação do novo corpo misterioso, Neuegebauer declarou, é procurá-lo  com os maiores telescópios ópticos do mundo. Já o telescópio de 100 polegadas de diâmetro em Cerro  del Tololo, no Chile começou a sua busca e o telescópio no Monte Palomar, de 200 polegadas na Califórnia destinou várias noites no ano que vem (1984) para procurar pelo novo objeto.



Se o corpo celeste está perto o suficiente  e emitir até mesmo apenas um toque de luz, o telescópio Palomar deve encontrá-lo uma vez que o satélite de infravermelho-IRAS identificou a sua posição.

  • (ITEM 123) 31 de dezembro de 1983, sábado, Edição Final. 
  • (ITEM 127) a distância da Terra de um objeto misterioso no espaço foi informado incorretamente  em algumas edições de ontem. 
  • Distância, o número correto é 50.000.000.000 (bilhões) de milhas. O Artigo foi traduzido como ele foi originalmente impresso no The Washington Post e pode não incluir correções mais posteriores.
Maldek

Vídeo de uma explosão solar, feito pela sonda STEREO da NASA, no dia 28 de novembro de 2013, que revelou a existência de um imenso (à esquerda) objeto já dentro do sistema solar. Poderia ser o novo planeta MALDEK se rematerializando em nosso sistema solar … SAIBA MAIS EM: http://thoth3126.com.br/novo-telescopio-no-polo-sul-spt-south-pole-telescope/


“Ao entardecer, dizeis: haverá bom tempo porque o céu está rubro. E pela manhã: hoje haverá tempestade porque o céu esta vermelho-escuro. Hipócritas ! Sabeis, portanto discernir os aspectos do céu e não podeis reconhecer  “OS SINAIS DOS TEMPOS?”  Mateus 16: 2 e 3


dinokraspedonA seguir citamos passagem de um livro(Contato com Discos Voadores, de Dino Kraspedon, páginas 33 a 37) publicado ainda em 1957, sobre encontros com extraterrestres vindos das luas de Júpiter, Ganimedes e Io, em que são feitas referências (há 59 anos atrás) à chegada deste SEGUNDO SOL ao nosso sistema solar:

— “Em breve os terrestres terão outros problemas a resolver. Se até agora não tem solução para o problema dos três corpos, brevemente haverá maior dificuldade com a inclusão de um outro sol no nosso sistema. Agora são três; depois serão quatro corpos, representados pela Terra, dois sóis e o centro magnético do sistema.

P. Não estou compreendendo bem o que você se está referindo. Que outro sol é esse que fará parte do nosso sistema?

— É o que lhe estou afirmando: um outro sol penetrará, dentro em breve, no nosso sistema planetário, e teremos um invejável sistema de sóis duplos Aliás, essa é uma das razões porque aqui nos encontramos, além de vir preveni-los contra os perigos a que estão expostos com o advento da era atômica e de vir saudá-los.

P: Sim, eu quero saber quais os perigos a que estamos expostos com o advento da idade atômica, mas primeiro seria interessante ouvir mais a respeito desse novo sol.

— Esse corpo é um monstro, que em breve poderá ser visto na direção (da Constelação) de Câncer, de luz apagada ainda. A luz de um sol só passa a brilhar quando penetra num campo magnético secundário como o nosso. Penetrando no sistema, toma um movimento de rotação, deforma o espaço e gera correntes que lhe darão brilho. Se viesse luminoso, sua luz (e energia) provocaria forte repulsão e seria desviado da sua rota. Sem brilho, ele sofre a pressão do nosso sol mas o seu momento cinético lhe garantirá a penetração no sistema solar. De inicio será uma luz avermelhada, depois azul. Após vencer a zona das grandes massas planetárias (Júpiter, Saturno, Urano e Netuno), terá a oposição solar pela frente, mas na retaguarda terá o peso das grandes massas a impulsioná-lo por uma ação repulsiva. A repulsão contra os planetas, pela retaguarda, a sua luz brilhando e o volume de sua massa descomunal fará o nosso sol atual deslocar-se das proximidades do centro magnético, situando se mais longe. Então os dois sóis demarcarão as suas órbitas, ficando o de maior massa e menos luz mais próximo do centro (E sucederá naquele dia, diz o Senhor, que farei que o sol se ponha ao meio dia, e a Terra se entenebreça em dia de luz. (Amos: 8-9). 

— Dois sóis no sistema criarão problemas MUITO difíceis. Todos os planetas terão as suas atuais órbitas modificadas. Mercúrio cairá na zona hoje compreendida entre Vênus e a Terra. Vênus irá para o lugar que medeia entre a Terra e Marte. A Terra sentirá o efeito, antes que o novo sol  se coloque no seu lugar definitivo. À medida que esse corpo começar a brilhar, a pressão da luz fará com que a Lua se desloque da sua órbita e vá situar-se num ponto que passe à categoria de planeta. Com esse deslocamento conduzirá uma quantidade da massa etérea da Terra, que lhe garantirá uma estabilização de movimento. A Terra, por sua vez, sob a pressão combinada de dois sóis, irá se situar na zona hoje ocupada pelos asteroides (entre Marte e Júpiter).

A penetração desse novo corpo foi predita por Nostradamus nas suas célebres Centúrias, II, quadra 41, onde se lê: “La grande estoille par sept jours bruslera. Nuee fera deux soleils apparoir”. 

Traduzido, significa: “Por sete dias a GRANDE ESTRELA brilhará, nuvem fará dois sóis aparecer”.

Foto batida recentemente, em 24 dezembro de 2015, em infravermelho, do sol e do seu novo companheiro que ainda não esta completamente visível em nossa realidade tridimensional

— Em suma, haverá um deslocamento generalizado (todos os planetas e luas assumirão uma NOVA ÓRBITA) de todos os corpos que povoam o nosso atual sistema solar. Plutão será lançado para fora, e vagará errante pelo espaço, até que um seio acolhedor o recolha. Um dos satélites de Marte será arrancado da sua atual posição e será projetado no espaço. De massa bastante densa, em vez de repelido será atraído para o interior. Sua trajetória será de tal forma que viria a constituir-se em novo satélite da Terra. Depende do sentido em que ele tomar contato com o planeta. Se isso se der contra o sentido de rotação da Terra, o choque provocado pelo encontro da sua massa com o éter fá-lo-á em pedaços; se for a favor, ficará ligado ao planeta.


— A Terra não sofrerá com um choque contra, pois a sua camada etérea (atmosfera) oferece proteção. Pelos nossos cálculos, apenas cairá uma chuva de pedras (Nota de Thoth: queda de meteoros, que poderá ocorrer EM FEVEREIRO 2018. Conhecemos pessoas que já tiveram sonhos com meteoros caindo em grandes cidades com muita destruição, haverá queda de muitos aviões durante este momento…) sobre a superfície deste globo, principalmente na zona compreendida pelo sul europeu, norte da África, Ásia Menor, o norte da América do Sul e o sul da América do Norte. O impacto transformará o atual esplêndido satélite marciano em pedacinhos de uns 20 kg cada um, que devastará as zonas acima descritas. Depois tudo se normalizara. Nós teremos um novo céu onde viajar, e vocês uma nova Terra.

P: Quando será isso? Ainda levara muito tempo?

— Será muito em breve, no fim deste século XX. A Terra começará o seu novo milênio com uma nova fonte de luz a iluminar os seus prados. Muitos desaparecerão para sempre do cenário terrestre, mas um pequenino rebanho restará, obediente às leis de Deus, e não haverá mais as lágrimas que aqui existem. Haverá paz e abundância, justiça e misericórdia. As almas injustas terão o castigo merecido, e só os bons terão guarida. Nesse dia o homem compreenderá o triunfo dos justos, e verá porque Deus não puniu imediatamente os maus. O Sol, que há de vir, será chamado o “Sol da Justiça”.  O seu aparecimento nos céus da Terra será o sinal precursor da vinda d’Aquele que brilha ainda mais que o próprio Sol.

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P: E o que tem a ver a vinda dos discos voadores (extraterrestres) à Terra com o Sol que há de vir?

— Estudamos todos os efeitos que o seu aparecimento trará. Se nos fosse permitido, poderíamos enviar, por meio de aparelhos apropriados, pulsações eletromagnéticas contra ele, e evitaríamos a sua entrada, fazendo que a sua luz acendesse fora do sistema. Mas evitar a sua Vinda seria querer nos opor contra à vontade de Deus e deixar que a injustiça aqui se perpetuasse. Quem está com a sua consciência tranqüila e em paz com o seu Criador nada precisa temer. Deixemo-lo vir. 

— Viemos com finalidade de estudos e também, para fazer um supremo apelo ao homem para que evitem a catástrofe e vivam em paz. A Terra não é o centro do sistema planetário, como antes pensavam, mas é o centro do mal. Se os homens se tornassem bons, talvez que o Criador tivesse compaixão. Evitem a guerra, porque pode dar-se o caso que o homem destrua o seu próprio planeta com as suas próprias mãos evitando assim, que as forças da natureza o façam (em 2018). Não é difícil ser bom; já é o bastante não fazer o mal.    O restante Deus suprirá.” (Fim de citação)}


Mais informações, leitura adicional:

Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e menção as fontes.

thoth(172x226)www.thoth3126.com.br

3 Responses to Um corpo cósmico gigante e misterioso foi descoberto, há 34 anos !

  1. Elver Teixeira.

    Saudações. Perguntei para um astrônomo em um site,deste anúncio de 30 de dez/1983,e disse que é FAKE. Não sou astrônomo. fiquei na minha. Felizes tarefas neste e no ano de 2018.(Ano que penso,será muito rico em eventos celestes e descobertas muito estranhas. Vou ficar de olho vivo e faro fino. Elver Teixeira.

  2. Oziel

    Segundo Thoth e pelas contas, faltam 03 meses
    Para começar o grande evento!!!
    Aguardemos!!!

  3. RodrigoCesarBagnara

    Elver, este astronomo estah por fora do PlanetX, Nibiru. Nibiru eh uma estrela com planetas em volta. Esta eh a verdade.

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