O novo comercial de Natal da Chevrolet, “Memory Lane”, conquistou a internet, acumulando milhões de visualizações e uma avalanche de elogios por sua narrativa simples e emocionante que celebra uma família americana tradicional. Não há palestras, discurso woke, nem diversidade forçada, apenas um pai e uma mãe dirigindo seu Suburban de 1987 para um reencontro em uma cabana na neve com seus filhos adultos e netos.
Escrito por Steve Watson via Modernity.news
O comercial de três minutos mostra o casal, agora com os filhos já criados, relembrando décadas de memórias familiares ao som de “Merry Christmas Baby”, terminando com toda a família reunida em volta da árvore, num retorno emocionante ao tipo de anúncio que antes definia a época natalina, antes que o ativismo corporativo politicamente correto [pura demência] contaminasse a imagem da marca.
No anúncio, a mão da mãe repousa no painel enquanto flashbacks mostram bebês em cadeirinhas de carro, adolescentes discutindo, levando os filhos para a faculdade e, agora, netos entrando no carro.
“Essa velha Suburban esteve conosco em tudo… desde o primeiro chute do pé do bebê no banco até o último chute do adolescente para fora de casa”, reflete ela.
A cena final – a porta traseira abaixada, a torta sendo passada de mão em mão, a família em silhueta contra a cabine iluminada – tocou o coração dos espectadores, com um deles até mesmo afirmando: “Esqueci que era um comercial de carro, estou aqui chorando e rindo”.
A Chevrolet optou deliberadamente por uma narrativa autêntica e emotiva, após anos de desastres corporativos cometidos por outras empresas que buscavam apenas demonstrar “virtude“, o que quer que isso significasse. O vice-presidente de marketing da GM afirmou que o comercial foi criado a partir de histórias reais de clientes para “homenagear as mães que mantêm tudo funcionando”.
O sucesso estrondoso do anúncio contrasta brutalmente com o cemitério de marcas que se renderam completamente ao politicamente [estúpido] correto DEI, WOKE, LGBTQ+, Transgênero e pagaram o preço por isso.
A desastrosa reformulação WOKE/LGBTQ+ “não binária” da Jaguar, com direito a pessoas representando letras do alfabeto e nenhum carro, prejudicou tanto as vendas que o CEO se “aposentou” abruptamente semanas depois.

A parceria entre a Bud Light e o transgênero Dylan Mulvaney ainda causa prejuízos dois anos depois, com as vendas 30% abaixo dos picos anteriores.
A Nike e a American Eagle também confirmaram a mudança na janela de Overton com anúncios recentes.

Até mesmo o Google foi criticado no Natal passado por um anúncio de fim de ano estrelado por um influenciador “não-binário” que parecia mais uma palestra do que uma celebração.
O anúncio “Memory Lane” da Chevrolet, sem política e 100% focado no coração, é a prova mais clara até agora de que o pêndulo oscilou drasticamente. Como disse um comentário viral: “É isso que acontece quando você faz anúncios para pessoas comuns em vez de departamentos de RH.”
Christmas ad from Google. Dear Lord.pic.twitter.com/O6ML2Li9c4
— End Wokeness (@EndWokeness) December 11, 2024
Com a temporada de compras de Natal a todo vapor, as concessionárias Chevrolet relatam um aumento nas consultas sobre o Suburban e o anúncio já se aproxima de 20 milhões de visualizações em diversas plataformas.
Em uma era em que as grandes corporações americanas passaram meia década alienando seus clientes principais, a Chevrolet acaba de lembrar a todos o poder que a beleza de tudo que é natural e saudável [um casal tradicional, homem, mulher e filhos, por exemplo] pode ter.




3 respostas
A IDEOLOGIA WOKE JÁ NASCEU MORTA, ELA APENAS SE PERPETUOU POR TANTO TEMPO PORQUE, PARA A ELITE, ERA UMA QUESTÃO DE PODER E CONTROLE, E NÃO FINANCEIRO, JÁ QUE DINHEIRO PARA ESTA ESCÓRIA, NÃO É PROBLEMA, MAS SIM SOLUÇÃO, MAS ADIVINHE…AS PESSOAS NÃO ACEITAM MAIS SER CONTROLADAS POR ELES!
Parabens pelo comentario… concordo com vc amigo
E porque os ‘administradores’ da sociedade que perpetuaram essa imundície WOKE estão deixando esse conservadorismo voltar? Desistiram? Hipóteses:
1. Já fizeram adeptos suficientes (mais de 25% da população) para criar uma guerra interna, apesar que a sociedade institivamente sempre será conservadora no seu âmago;
2. O objetivo dessa ‘agenda’ era o declínio populacional, que apesar de resultar a passos lentos, uma bomba seria mais eficiente, como nos ‘eventos teste’ da Ucrânia, Gaza e Venezuela;
3. Devido aos recentes descobertas nos campos tecnológicos e de IA, se faz necessário um método de redução populacional mais rápido e eficaz do que a remodelação cultural;
4. Não importa mais, já decidiram apertar o botão vermelho, mal sabe eles porém que o céu será encoberto por poeira/fumaça, prejudicando a vida na superfície.