Que tolos somos todos: Dez Modus Operandi dos manipuladores das massas

Estamos imersos em um programa de psicologia comportamental. A elite global está manipulando tudo, desde incidentes até informações, no processo de construção de uma tecnocracia autoritária. Os poderosos não esperam que eventos como uma pandemia aconteçam para então explorá-los; em vez disso, eles criam os eventos, que são roteirizados para um resultado predeterminado, uma agenda oculta.

Fonte: Off-Guardian.org – por Niall McCrae

Mas as massas devem ser mantidas na ignorância quanto aos verdadeiros motivos, enquanto são induzidas bovinamente a apoiar políticas/agendas que contrariam os seus próprios interesses. O  modus operandi apresenta os seguintes meios de engano, manipulação e controle:

1. Mensagens duplas

Existem dois públicos para anúncios públicos e reportagens da mídia sobre eventos. A grande maioria (as “pessoas comuns”) recebe a versão oficial e acredita no que lhe é dito. Elas sabem que aconteceu porque viram no “noticiário” das pre$$tituta$. Há também uma minoria de pensadores críticos, que as autoridades sabem que farão perguntas e suspeitarão que a narrativa não conta toda a verdade. Essas pessoas são levadas a acreditar em uma história paralela.

Por exemplo, como David Fleming e eu escrevemos sobre a “operação psicológica” da Covid-19, pensadores críticos (que, em sua maioria, não são tão críticos quanto gostam de pensar) receberam pistas sobre o vírus vazadas do Instituto de Virologia de Wuhan, na China. Inadvertidamente, esses céticos autolimitados reforçaram a farsa de um patógeno novo e mortal (eles acreditavam que a mortalidade estava sendo exagerada, mas não conseguiam perceber que tudo era uma farsa).

Outro exemplo foi o “assassinato” de Charlie Kirk. As pessoas viram o ocorrido na internet ou na televisão com detalhes chocantes. A versão divulgada para as massas era de que uma pessoa transgênero de esquerda débil mental havia disparado o tiro do telhado de um prédio próximo. Os pensadores críticos receberam outra versão: que Kirk vinha criticando Israel e fora exterminado por um atirador de elite a serviço do Mossad.

Novamente, a verdade alternativa era útil aos poderosos, pois enfatizava que qualquer pessoa que se manifestasse contra o governo israelense ou o sionismo estaria arriscando a vida. Kash Patel, chefe do FBI de Donald Trump, insinuou aos críticos mais atentos que Kirk não havia sido morto, pois esperava ver o suposto falecido em Valhalla (nome do programa federal de proteção a testemunhas, que pode dar a uma pessoa uma nova identidade).

Sempre que ocorre um incidente grave, as figuras mais populares da mídia alternativa (como Alex Jones, Joe Rogan e Russell Brand) geralmente seguem a linha de raciocínio dada pelos roteiristas para os pensadores críticos.

Não é exagero partir do princípio de que a história apresentada é completamente falsa: o ônus da prova deve recair sobre o repórter oficial, e não sobre o crítico. A única consideração importante é o resultado desejado: por que eles estão fazendo isso?

2. Inversão de propósito

A justificativa declarada para uma política pode ser difícil de contestar, pois muitas vezes promete conveniência, economia de custos ou segurança, mas o verdadeiro propósito geralmente é aumentar o controle. Os mestres da dissimulação estão claramente em ação com a repressão à liberdade de expressão na internet. O governo de Westminster alardeou que tornaria o Reino Unido o país mais seguro do mundo para crianças online. A Lei de Segurança Online foi promovida como o instrumento para proteger crianças de conteúdo sexualmente inapropriado e abuso, após anos de propaganda sobre uma “crise de saúde mental” entre os jovens. No entanto, essa lei é usada pelo órgão regulador de mídia Ofcom para censurar opiniões políticas, indiretamente, por meio de ameaças de multas exorbitantes às plataformas de mídia social.

Voltando à questão da segurança infantil, se as autoridades realmente quisessem reduzir os danos, teriam agido com mais eficácia para deter as gangues de aliciamento de origem paquistanesa que visam meninas brancas da classe trabalhadora, ou combateriam a pornografia explícita na sua origem. Pode-se argumentar que o objetivo declarado da política está invertido. Embora as escolas promovam a conscientização sobre saúde mental e “neurodiversidade”, elas fazem com que as crianças se sintam menos seguras. E isso fica evidente na cultura da conformidade e na falta de ousadia e comportamento exuberante que antes se esperaria dos adolescentes.

Apesar (ou por causa) do foco na saúde mental, o resultado do sistema educacional são jovens com ansiedade generalizada e vulnerabilidade aprendida. É isso que as autoridades querem, e não apenas para as crianças. Os adultos também são mantidos em constante alerta com o medo de estranhos e outros temores. A enxurrada de mensagens do tipo “veja, diga, resolvido” na rede ferroviária britânica visa incutir nas mentes a dependência do Estado. O [nenhum] governo não quer que você se sinta seguro, assim como as empresas farmacêuticas não querem que você seja saudável.

A inversão também ficou evidente na contaminação artificial da Covid-19, que foi usada para lançar a “Grande Reincialização”. Entre as muitas conquistas dessa farsa, estava o extermínio de idosos (incluindo a transferência de pacientes idosos do hospital para lares de repouso, onde eram medicados com a combinação de morfina e midazolam, usada em cuidados paliativos). No entanto, as pessoas foram levadas a acreditar que o confinamento e as vacinas eram necessários para “salvar a vovó”.

3. Cenoura e vara

A “teoria do nudge” de Cass Sunstein e Richard Thaler, institucionalizada pela “Unidade de Nudge” de psicologia comportamental do primeiro-ministro britânico David Cameron, é uma aplicação elaborada da estratégia da cenoura e da vara. O nudge é usado para levar as pessoas a fazerem as escolhas que o Estado deseja; por exemplo, comprar “alimentos vegetais” processados ​​em vez de carne.

Os supermercados desempenham um papel importante nisso. Recuso-me a usar cartões de fidelidade, pois prefiro o anonimato, mas a maioria das pessoas não se importa com a sua privacidade. Detesto a “precificação do apartheid” e nunca compro produtos que são oferecidos a um preço muito mais baixo para quem tem cartão de fidelidade. Recentemente, descobri no meu supermercado Sainsbury’s local que todas as garrafas e embalagens de cerveja tinham preços diferentes, com um acréscimo típico de 50% para o cliente sem cartão. Para as massas acríticas, o Club Card e o Nectar são esquemas de economia fáceis de usar, então por que não? Os pensadores críticos que conseguem enxergar aonde isso vai dar – da vigilância digital ao racionamento – são penalizados.

Outro exemplo são os incentivos oferecidos pelos serviços de saúde do NHS (Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido) aos seus funcionários para que tomem a vacina contra a gripe. Cumpra a recomendação e receberá um vale-compras. Recuse e será repreendido e provavelmente marcado como um problema para a próxima “pandemia”. Nem a cenoura é oferecida nem a vara é usada diretamente pelo Estado: cumprindo a definição de fascismo, as corporações colocam em prática políticas governamentais autoritárias. O incentivo se transformou em coerção.

4. Problema-reação-solução [a Dialética Hegeliana]

Utilizando a dialética hegeliana, os mecanismos de problema-reação-solução produzem a síntese desejada (resultado) a partir da tese (status quo da agenda desejada) e da antítese (ruptura). Um bom exemplo foi a crise no Sri Lanka em 2022, onde a escassez de combustível levou a tumultos e, após o restabelecimento da ordem, um sistema digital de racionamento foi aceito.

A agitação civil, prevista com excessiva confiança pelo ex-líder do Fórum Econômico Mundial, o khazar Klaus Schwab, é uma reação inevitável às mudanças radicais trazidas pela Grande Reinicialização. A proibição de fertilizantes químicos, supostamente em nome da agenda “verde”, levou à quebra de safras. A perda de meios de subsistência e a fome são fortes motivações para a revolta. Depois que o Fundo Monetário Internacional declarou a dívida do Sri Lanka insustentável, o governo foi forçado a informar à nação que não seria mais possível comprar combustível, e os postos de gasolina ficaram sem gasolina. Centenas de milhares de cingaleses foram às ruas, buscando linchar líderes políticos. O palácio presidencial foi invadido, com a polícia impotente para intervir. O presidente Rajapaksa fugiu do país apenas com uma mala, enquanto os cidadãos comemoravam em sua piscina, em seu palácio, que foi queimado.

O presidente interino Ranil Wickremesinghe adotou um discurso duro, descrevendo os manifestantes como “fascistas”. Seus esforços para sufocar a revolta aumentaram a impopularidade das autoridades, mas, diante da grave escassez de alimentos e combustível, a população estava desesperada. O governo impôs o Passe Nacional de Combustível. A única maneira de obter gasolina era por meio de um sistema de racionamento vinculado ao banco de dados nacional de identificação. Sem o código QR, sem combustível.

O controle digital de combustíveis permite ao governo alterar a disponibilidade com facilidade. Em uma emergência, apenas trabalhadores selecionados podem ter permissão para comprar gasolina ou diesel, e não é difícil imaginar proibições para dissidentes, manifestantes ou outros elementos indesejáveis ​​da sociedade. Problema: escassez de combustível. Reação: tumultos. Solução: racionamento por meio de identidade digital, agora aceita. Xeque-mate!

Uma forma comum de criar problemas é através de operações de falsa bandeira. Muçulmanos são frequentemente usados ​​como bodes expiatórios, pois são amplamente considerados uma ameaça à civilização ocidental em resposta à programação mental levada à perfeição pelas pre$$tituta$ à serviço de Israel. O atentado terrorista na praia de Bondi, há duas semanas, no qual judeus teriam sido alvejados por islamitas, foi provavelmente uma dessas intervenções. Pode ser difícil para algumas pessoas (incluindo muitos pensadores críticos) acreditarem que um evento de tal magnitude possa ser orquestrado (embora o 11 de setembro tenha demonstrado que as possibilidades são infinitas).

A verdade mais provável é que uma parte da praia de Bondi, em Sydney, estava repleta de produtores e atores contratados para simular uma crise. Os terroristas, diante de uma proposta irrecusável, dispararam balas de festim. Pessoas comuns na praia, à esquerda e à direita, e no calçadão, ouviram os tiros e se juntaram àqueles que fugiam (liderados por atores contratados para simular uma crise que gritavam sobre um maníaco atirando aleatoriamente nas pessoas). Os entrevistados em noticiários de televisão receberam falas preparadas que reforçavam a narrativa de um massacre. As gravações em vídeo do incidente fornecem inúmeros indícios de encenação, mas para as pessoas comuns, a mensagem pretendida foi recebida, com ampla cobertura jornalística até o feriado de Natal.

Problema: terrorismo antissemita. Reação: horror. Solução: leis para restringir a liberdade de expressão e o porte de armas. Não deveria ser surpresa que o Estado de Israel se envolva em tais atos. Vinte anos atrás, em uma entrevista na televisão, Benjamin Netanyahu explicou que os atentados a ônibus eram encenados para demonstrar a ameaça assassina aos judeus e sufocar as críticas ao regime sionista.

5. Dividir para governar

O paradigma político mais difundido na estratégia de dividir para governar é a dicotomia esquerda versus direita. De um lado, estão os tradicionalistas, conservadores e patriotas que preferem a estabilidade e a ordem à mudança e à desordem. Do outro, os idealistas (desproporcionalmente das gerações mais jovens) consideram a tradição e o patriotismo como obstáculos ao progresso; eles preferem a mudança e a ruptura da velha ordem.

O governo, que segue a mesma agenda tecnocrática global, independentemente de ser trabalhista ou conservador no Reino Unido, e republicano ou democrata nos EUA, tende a apoiar o lado que estiver em sintonia com uma política específica. Na maioria das vezes, o establishment político e midiático favorece a esquerda, enquanto provoca a direita (embora um líder conservador ou republicano nunca seja agradecido por seus oponentes políticos), porque é esse lado que facilita a mudança social. Tony Blair, que nunca foi marxista, declarou sua intenção de “esmagar as forças do conservadorismo”. Políticos conservadores tendem a se distanciar mais da extrema direita do que dos extremos do outro lado. A razão para esse viés institucional é que o conservadorismo permanece mais forte do que o socialismo na opinião pública, então espera-se que políticos e a BBC restabeleçam o equilíbrio do “populismo” para as prioridades da política identitária e da “salvação do planeta”.

Sobrepondo-se à divisão esquerda/direita, está o choque cultural da sociedade cristã ocidental com o Islã. Através de uma rápida transição demográfica, os muçulmanos estão ganhando influência e transformando cidades e vilas a ponto de torná-las irreconhecíveis. Eles são apoiados por progressistas brancos ingênuos, entrincheirados no dogma do multiculturalismo. As autoridades protegem os muçulmanos (proibindo a “islamofobia”) e continuam sua política de imigração em massa, enquanto criminalizam a resistência.

A política de alojar imigrantes ilegais em hotéis de luxo é um insulto e um perigo percebido pelas comunidades locais, que responderam com protestos. Contramanifestantes aparecem regularmente, com cartazes afirmando “refugiados são bem-vindos aqui” e gritando “escória nazista” contra os manifestantes. Os contramanifestantes são organizados e financiados por entidades que promovem a imigração, com o apoio de sindicatos e associações estudantis. O objetivo é dar uma falsa impressão de equilíbrio de opinião na sociedade, quando a realidade é que a grande maioria dos cidadãos britânicos deseja um controle eficaz das fronteiras e não acredita que todos os imigrantes sejam “refugiados” em busca de asilo.

Dividir para governar é uma estratégia eficaz porque impede que a população se una contra seus governantes, que são meros fantoches de interesses de membros ocultos da elite. Em vez disso, ela fica presa em conflitos. Para a esquerda, seus oponentes não são apenas errados, mas profundamente imorais; consequentemente, não pode haver diálogo ou debate – o estado máximo da divisão.

6. Simbolismo

Quando Kash Patel anunciou a captura do suposto assassino de Charlie Kirk, enfatizou que isso foi alcançado em ’33 horas, para ser exato’. Essa precisão foi incomum, exceto para quem está atento à possibilidade de as autoridades estarem demonstrando lealdade a poderes ocultos.

O Rito de York da Maçonaria possui trinta e três graus. O Grande Selo Maçônico com a inscrição “nova ordem mundial” em latim foi adicionado à nota de um dólar americano em 1933. Walt Disney era um maçom do 33º, e a Disneylândia possui um “Clube 33”. Os anúncios de políticos sobre casos, internações hospitalares ou mortes durante a crise da Covid-19 apresentaram uma frequência desproporcional do número 33. A numerologia é proeminente na Bíblia e no satanismo.

Se você observar com atenção, encontrará simbolismo numérico em toda parte. Sempre que um incidente grave, como um ato terrorista ou uma enchente, ocorrer e uma série de símbolos ocultos for mencionada em relatórios oficiais, você deve suspeitar de encenação.

7. Distanciamento da realidade

Existe alguma regra não escrita segundo a qual pessoas no poder, ao perpetrarem operações psicológicas e golpes, devem nos dar um sinal do que estão fazendo? Isso nos responsabilizaria, como no princípio jurídico do caveat emptor  (que o comprador fique atento – ao que está comprando).

Os detalhes dos eventos relatados muitas vezes ultrapassam os limites da crença razoável. Considere os passaportes dos terroristas sauditas encontrados em Manhattan, perto das Torres Gêmeas destruídas (enquanto tudo o mais foi reduzido a pó); o pouso na Lua em 1969 com a ligação telefônica ao vivo para o presidente Nixon (e a subsequente perda de tecnologia para futuras viagens lunares porque a NASA apagou acidentalmente as gravações); o desaparecimento da gripe durante a pandemia de Covid-19 (e a imposição do uso de máscaras que não se mostraram eficazes contra partículas virais); e a espaçonave indiana que parecia ter sido projetada deliberadamente como uma imagem gráfica de baixa qualidade gerada por computador.

As viagens espaciais oferecem oportunidades ilimitadas para falácias absurdas. A recente aventura espacial de Katy Perry e outras celebridades femininas precisou de uma ingenuidade absurda. A porta da cápsula, após o pouso no deserto, foi “acidentalmente” aberta do lado errado, expondo a fragilidade da espaçonave, que não teria sobrevivido a um dia de vento na praia.

No entanto, se um pensador crítico tentar dizer a uma pessoa comum que o voo espacial foi uma farsa, a resposta provável será defensiva ou desdenhosa. Não há pior cego que não queira ver. Os roteiristas, porém, estão zombando de todos nós.

8. Aceleracionismo

O aceleracionismo é uma ideologia que pode ser percebida na profecia de Alvin Toffler, autor de  O Choque do Futuro (1970), e posteriormente defendida abertamente por Nick Land, Curtis Yarvin e outros. A crença é que a tecnologia deve ser acelerada, em vez de introduzida gradualmente, alcançando assim um ímpeto imparável. Em vez de atenuar as consequências sociais da mudança rápida e implacável, quanto mais ruptura, melhor.

Os aceleracionistas ficam bastante satisfeitos em ver o público, os políticos e os especialistas enxergando o mundo através das lentes da esquerda e da direita, pois isso os mantém presos em debates fúteis e inúteis sobre se o monstro à espreita é o comunismo ou o fascismo. Segundo Land, quando trabalhava na Unidade de Pesquisa Cultural Cibernética da Universidade de Warwick, a política é “a última grande indulgência sentimental da humanidade”. Por essa heresia, Land foi desprezado por seus pares marxistas no meio acadêmico. Ele previu não apenas o colapso da civilização ocidental, mas também a “desintegração da espécie humana”. A fusão do humano com o digital (agora conhecida como “internet dos corpos”) levaria, eventualmente, à diluição do primeiro a um elemento residual.

Os tecnocratas globalistas estão usando o aceleracionismo para destruir a estabilidade, promovendo cortes drásticos para viabilizar a criação de uma sociedade de duas classes totalmente artificial. Yarvin exerce profunda influência sobre o governo Trump, orientando sua destruição dos processos democráticos e legais. O defensor mais flagrante é o WEF-Fórum Econômico Mundial, cujo líder, Klaus Schwab, descreveu o ataque tecnocrático como a “Grande Reinicialização”. Schwab demonstrou seu aceleracionismo durante o lockdown da pandemia de 2020, com seu livro publicado às pressas, “Covid-19: a “Grande Reinicialização”  , enfatizando uma “estreita janela de oportunidade” para impor um “novo normal”. Schwab não estava simplesmente guiando uma recuperação econômica dos estragos da Covid-19, como afirmam os chamados “verificadores de fatos”. A relação entre seres humanos e tecnologia está sendo reconfigurada em um ritmo tão acelerado que a sociedade não consegue compreender o que está acontecendo.

9. Oposição controlada

“A melhor maneira de controlar a oposição é liderá-la nós mesmos”, disse Vladimir Lenin. Partidos políticos, campanhas e meios de comunicação são suscetíveis à infiltração se representarem uma ameaça muito grande ao poder vigente. A GB News apresenta notícias e comentários aparentemente de direita conservadora ou libertária, mas a demissão de apresentadores que dizem a verdade demais demonstra que a emissora é controlada em sua oposição ao establishment. Pode-se argumentar que o propósito da GB News era conter os críticos.

De forma semelhante, e mais significativa, o Partido Reformista, liderado por Nigel Farage (certamente sendo preparado para ser o próximo primeiro-ministro), supostamente está à direita do espectro político, mas, embora seja atacado pela esquerda como “fascista” (para manter a divisão entre esquerda e direita), expulsa candidatos e representantes eleitos se eles disserem algo muito polêmico sobre questões culturais.

Caso chegue ao poder, o Partido Reformista será pouco diferente dos governos Trabalhista ou Conservador, pois obedecerá aos mesmos mestres globais. Mas funciona bem como um canal para pessoas que desejam o retorno à Grã-Bretanha que um dia conheceram (mas que jamais voltará).

Uma tática dos controladores é espalhar dúvidas e rumores sobre figuras genuínas da resistência, causando confusão e desconfiança em todos os círculos de pensamento crítico. Alguns influenciadores podem ser atraídos por recompensas financeiras ou maior alcance se se abstiverem de criticar um determinado grupo, agenda ou movimento. Além disso, o ativismo ou a mídia crítica podem ser criados desde o início para desviar a oposição do verdadeiro alvo (por exemplo, a conspiração “Q” sobre pedofilia).

10. Lobo em pele de cordeiro

A Fabian Society foi fundada no final do século XIX para reconstruir a sociedade de forma discreta. Membros importantes do atual governo trabalhista são fabianos, assim como Tony Blair. O método consiste em fazer com que políticos, instituições e fundações de caridade impulsionem a agenda progressista de uma maneira que seja sempre apresentada como benevolente ou necessária para a subsistência. As pessoas que manipulam esses fantoches permanecem ocultas, assim como sua missão.

Se expostos e identificados, individual ou coletivamente, os mentores do plano alegam vulnerabilidade e vitimização. O lobo, se flagrado devorando filhotes, chora de dor. O problema não é sua atitude anti-lobo, mas sua bestialidade para com uma ovelha mansa. O lobo evoca perseguições e genocídios passados, acusando você de querer enviá-lo, junto com sua família, para o matadouro, a fim de saciar seu frenesi odioso. O lobo em pele de cordeiro, ícone dos fabianos, é uma obra-prima da projeção.

Conclusão

Claro, tudo isso não passa de pura especulação. Certamente, as pessoas no poder jamais seriam tão psicopatas?


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