A mancha solar 4341 entrou em erupção em 18 de janeiro (1809 UTC), produzindo uma explosão solar de (Coronal Mass Ejection-CME) classe X1.9. A explosão durou horas, o que torna esse surto ainda mais poderoso do que sua classificação “X1.9” sugere. O vídeo do Observatório de Dinâmica Solar da NASA diz tudo:
Fontes: Spaceweather – Zero Hedge
A radiação da explosão ionizou a atmosfera da Terra sobre as Américas, especialmente América do Sul. Isso causou um apagão nas comunicações de rádio de ondas curtas que pode ter durado mais de uma hora em frequências abaixo de 10 MHz.
De maior interesse é a energia da CME-Emissão de Massa Coronal. A explosão lançou uma CME de halo completo com um componente significativo direcionado à Terra. Modelos da NASA preveem que a energia chegará à Terra nas primeiras horas de 20 de janeiro. O impacto pode causar uma forte tempestade geomagnética de classe G3 com auroras boreais de latitude média. Fique ligado para modelos de previsão atualizados.
Stefan Burns, geofísico e especialista em previsão do clima espacial, escreveu no X que a erupção solar X1.9 é “insana” e produzirá uma “enorme ejeção de massa coronal”.
Major X1.9 solar flare detected at 18:08 UTC (Jan 18) around AR 4341. Earth directed CME likely. More to follow. https://t.co/aqK4Q6XdAY pic.twitter.com/CJUq1SAsQt
— SolarHam (@SolarHam) January 18, 2026
“Uma enorme ejeção de massa coronal foi lançada em direção à Terra em alta velocidade. Teremos um GRANDE impacto de tempestade solar em 2 a 3 dias. Espere pelo menos uma tempestade geomagnética de grau 3. As previsões iniciais estão sujeitas a revisão à medida que mais dados forem coletados”, disse Burns.
Ben Davidson, do Space Weather News, transmitiu uma análise ao vivo no YouTube sobre a erupção solar de classe X e o que esperar…
A erupção solar de classe X pode interromper imediatamente as comunicações de rádio e a navegação ao interferir na tecnologia de GPS.
O maior risco, porém, vem da esperada chegada da energia da ejeção de massa coronal (EMC) nos próximos dias, que pode desencadear tempestades geomagnéticas capazes de afetar redes elétricas, satélites de forma generalizada, aviação, comunicações, geolocalização via GPS e a economia moderna, baseada em chips e centros de dados.
“Haverá muitas mudanças dramáticas no clima do planeta, muitas mudanças nas condições meteorológicas na medida em que o TEMPO DA GRANDE COLHEITA se aproxima RAPIDAMENTE ao longo dos próximos anos. Você vai ver a velocidade do vento em tempestades ultrapassando 300 milhas (480 quilômetros) por hora, às vezes. Deverão acontecer fortes tsunamis e devastação generalizada NAS REGIÕES COSTEIRAS, e emissão de energia solar (CME-Ejeção de Massa Coronal do Sol) que fará importante fusão e derretimento das calotas de gelo nos polos, e subseqüente aumento drástico no nível do mar, deixando muitas áreas metropolitanas litorâneas submersas em todo o planeta“. Saiba mais AQUI



