O Fórum Econômico Mundial (WEF) em Davos — está acabado. Trump, Bessent e Lutnick expuseram a organização deplorável de pessoas excessivamente complacentes à luz e ao calor excessivos, e ela se transformou em uma pequena e patética brasa fumegante, a ponto de seus porta-vozes dizerem que a reunião poderia ser transferida de Davos para Dublin ou Detroit no ano que vem.
Fonte: Escrito por James Howard Kunstler
Ir para mais perto do povo, entende? (exceto que quase não há mais ninguém em Detroit, graças aos cinquenta anos de influência do WEF na política industrial, e os habitantes de Dublin agora são nigerianos, somalis e congoleses, graças à doutrina migratória retrógrada do WEF).
Tudo isso significa que sua marca registrada, o Globalismo do WEF, também está morto, junto com seus adereços, do tipo DEI, Transgênero, Wokism, Transhumanismo, Cidade de 15 minutos, lembram do “Build Back Better”?, Do “The Great Reset” e também da “Quarta Virada”.
Chega de aspirações a um Governo Mundial Único (como se a Terra fosse o planeta Krypton)… chega de “você não possuirá nada e será feliz” e mais nojento ainda, “COMA INSETOS”… chega de propaganda enganosa sobre energia verde… “Emissão Zero CO²”, chega de “todas as mulheres são mulheres”, incluindo homens fingindo ser mulheres… chega de fronteiras totalmente abertas… chega de seu absurdo totalitarismo elitista de sofá.
Na verdade, se alguma coisa houve, o WEF tinha problemas terminais de delimitação de fronteiras, muito parecido com as personalidades do Cluster B que infestam os altos escalões do universo alternativo das ONGs que executaram a programação nefasta do WEF para elas. Elas não souberam a hora de parar.

Antes de se afundar em um lamaçal de acusações de assédio sexual e desfalque, o líder do Fórum Econômico Mundial, o judeu khazar Klaus Schwab, costumava se gabar de colocar seus Jovens Líderes Globais em altos cargos governamentais por todo o mundo (por exemplo, os desastrosos Justin Trudeau e Chrystia Freeland no Canadá). Isso acabou. A civilização ocidental já sofreu o suficiente. Um a um, os figurões da União Europeia estão recuando discretamente de suas políticas insanas de imigração e outras agendas globalistas.
O controle de fronteiras é a maneira que a natureza encontrou para resolver problemas mentais relacionados a limites.
Ninguém personifica o problema melhor do que [a vovó psicopata] Ursula Gertrud von der Leyen, o arquétipo da “mãe devoradora” do Cluster B disfarçada de inofensiva diretora de escola de etiqueta. Ela é a presidente não eleita (nomeada por comissão) da Comissão Europeia, que vem dizendo aos líderes eleitos e fracos da França, Alemanha e outros países o que fazer — e, (não) surpreendentemente, eles fizeram exatamente o que lhes foi dito!
Convide o Terceiro Mundo para passar uma noite e veja o que acontece… abandone suas usinas nucleares… arruine seus agricultores… ria e aplauda quando o gasoduto Nord Stream explodir e seus cidadãos tiverem que congelar no frio e no escuro.
“A Europa manteve-se firme e unida em total solidariedade com a Groenlândia e o Reino da Dinamarca”, escreveu a vovó Ursula no Twitter outro dia. Que irônico. (E falso.)
O que realmente aconteceu em Davos esta semana é surpreendentemente simples.

O Sr. Trump acaba de notificar as partes envolvidas de que um acordo datado de 1951 concede aos EUA “acesso irrestrito” à Groenlândia, pela excelente razão de que as forças armadas americanas impediram os nazistas de conquistá-la durante a Segunda Guerra Mundial, com tudo o que isso implica. Fato consumado. Os EUA agora farão o que desejam na Groenlândia — com tudo o que isso implica em relação à geopolítica atualizada de 2026.
O segredo obscuro sobre a realidade política na Europa hoje é que o plano mestre [judeu khazar] para falir, arruinar e desmembrar a Rússia fracassou completa e novamente. A Europa está agora arruinada. Voilà!
Ironicamente, foi o Reino Unido (também conhecido como Grã-Bretanha) que liderou esse fiasco quixotesco — talvez você se lembre de que eles votaram [BREXIT] pela saída da UE em 2016. E, no entanto, o Reino Unido conseguiu arquitetar o programa idiota da OTAN para prolongar a guerra na Ucrânia o máximo possível. Lembre-se também da missão do primeiro-ministro Boris Johnson, em 2022, de sabotar o Comunicado de Istambul sobre a neutralidade da Ucrânia, que poderia ter impedido que a guerra saísse do controle.
A recompensa para a Grã-Bretanha: o estúpido Keir Starmer se torna o próprio Grande Irmão descrito por George Orwell em sua obra “1984”, com todos os traços de despotismo e declínio econômico que isso acarreta. A Grã-Bretanha fica na miséria, sem cultura e violentada à vontade por seus próprios hóspedes. Enquanto isso, a França se dissolve em um banho ácido de taxas de natalidade islâmicas altíssimas, e a Alemanha, sob o comando do incompetente Olaf Scholz e agora de Friedrich Merz, ganha uma passagem só de ida para o antro do neomedievalismo. Parabéns, rapazes!
Enquanto isso, como já informei anteriormente, o Sr. Putin está, metodicamente, encerrando a lamentável situação na Ucrânia, à medida que a longa aventura desastrosa do palhaço judeu khazar Sr. Zelenskyy, subsidiada pela OTAN, se encaminha para seu ignominioso fim.
Sim, vocês estão vendo fronteiras sendo restabelecidas. O Sr. Putin não é uma das suas patricinhas do ensino fundamental nem uma diretora de escola de etiqueta iludida. Ele é um gestor capaz e viril de sua própria soberania política e está restabelecendo a antiga esfera de influência da Rússia na ambígua região fronteiriça da Ucrânia. O mundo estará melhor quando isso for resolvido.

E o Sr. Trump emerge da névoa de Davos com um plano geopolítico para defender controlar a civilização ocidental e redefinir as prioridades dos negócios nos EUA, para que os americanos possam, mais uma vez, ganhar a vida e levar vidas com propósito. As mulheres maldosas do Cluster B odeiam isso. Elas querem que os homens da América fracassem melhor, como vinham fazendo até o Sr. Trump voltar à cena.
De qualquer forma, estava -20 graus em Minneapolis esta manhã — um clima nada bom para apitar para agentes de imigração dos EUA — então não espere muita agitação por lá por pelo menos mais uma semana.
Fiquem de olho na Virgínia, onde a nova governadora democrata Abigail Spanberger [ex CIA], a mais malvada de todas as malvadas, está prestes a arruinar o estado.
Previsão: Harmeet Dhillon, da Divisão de Direitos Civis do Departamento de Justiça, logo estará em cima daquela vadia desequilibrada, como se fosse arroz com feijão. Aguardem.



