Livro “ALIEN INTERVIEW” – Entrevista com um alienígena. Baseado em notas pessoais e transcrição de entrevistas de Matilda O’Donnell MacElroy. Se você estudou o fenômeno UFO, você já está familiarizado com a infame transmissão de rádio de “Guerra dos Mundos, e a invasão de Marte” de Orson Welles feita em 30 de outubro de 1938. Esta dramatização de rádio fictícia de um invasão da Terra por “extraterrestres” incitou uma histeria mundial sobre OVNIs e aliens um pouco antes da queda do UFO perto de Roswell, NM, no ano de 1947.
Livro “ALIEN INTERVIEW” (Entrevista com um alienígena)
Fonte: https://www.bibliotecapleyades.net/vida_alien/alieninterview/alieninterview.htm
Capítulo Nove do livro “ALIEN INTERVIEW” – Entrevista com um alienígena – A cronologia dos eventos (da Terra) – Chapter Nine – A Time Line of Events
Transcrição oficial da entrevista TOP SECRET – Força Aérea do Exército dos EUA, Base do Exército ROSWELL Airfield, 509 Bomb Group: ASSUNTO ENTREVISTA ALIEN, em 27.07.1947 – 1ª Sessão
Capítulo Nove – A cronologia dos eventos
(Nota pessoal Matilda O’Donnell MacElroy): “Para esta entrevista, eu tomava notas escritas porque o ser alienígena Airl me deu um monte de datas e nomes que eu não poderia lembrar sem registrá-los. Eu não costumava tomar notas, mas durante esta entrevista foi que eu percebi que era importante registrar as informações e os dados exatamente como ela as deu para mim.
Em 3.450 – 3.100 aC –
A intervenção nos assuntos da Terra pelos agentes do “Antigo Império” ou “deuses divinos” foi interrompida neste momento pelas forças do Domínio. Eles foram forçados a serem substituídos por governantes humanos. A primeira dinastia de faraós humanos que uniu os reinos do Alto e Baixo Egito começou com o governo de um faraó que, coincidentemente, foi nomeado como “MEN” (homens em inglês) (Menés em português). Ele estabeleceu a capital chamada Men-Nefer, “The Beauty of Men” no Egito. Esse momento marca o início da série de 10 faraós humanos e um período de 350 anos de caos que se seguiu nas fileiras administrativas do “Antigo Império”.
Em 3.200 aC –
Como mencionei anteriormente, a Terra estava sob influência das guerras entre o Domínio e as forças do “Antigo Império” durante este período. Claro que isso não faz qualquer sentido para os arqueólogos ou historiadores da Terra, porque o período egípcio é um período de lutas entre seres extraterrestres pelo controle do planeta. Desde que os “eruditos historiadores” da Terra são seres (IS-BEs) com amnésia, eles assumem que este foi apenas um período religioso do antigo Egito.
Além disso, porque as civilizações e tecnologias instaladas na Terra durante este período eram “pré-existentes”, elas não “evoluíram” na Terra. Claro, não há nenhuma evidência em qualquer lugar na Terra de uma transição evolutiva que, subitamente, resultou no surgimento da matemática sofisticada, das línguas antigas, da escrita, religião, arquitetura, agricultura, tradições culturais no Egito ou de qualquer uma das outras antigas “civilizações” das pirâmides. Estas antigas culturas, completas com todos os detalhes de tipos raciais, penteados, maquiagem facial, rituais, códigos morais e assim por diante, apenas “apareceram”, de repente, em completos pacotes integrados .
As evidências físicas sugerem que todas as provas da intervenção da intervenção extraterrestre do Domínio ou das forças do “Antigo Império”, ou de qualquer outra atividade extraterrestre, foi cuidadosamente “limpada”, a fim de não levantar suspeitas. As forças do “Antigo Império” não querem que os IS-BEs da Terra suspeitem que eles foram capturados, transplantado para a Terra e sofreram uma lavagem cerebral completa.
Assim, os (“Grandes Eruditos”) historiadores da Terra continuam a assumir e a propagar como verdade absoluta que os sacerdotes egípcios não deveriam ter “armas de raios” ou outras tecnologias estilo do “Antigo Império”. E, eles supõem que não havia nada acontecendo na Terra, com exceção de alguns sacerdotes perambulando por aí dizendo “amém”, o que os católicos ainda fazem…
Em 3.172 aC –
Disposição da grade astronômica que une os principais locais de mineração e edifícios astronômicos dos (construídos pelos) ‘deuses’ nas montanhas dos Andes, como em Tiahuanaco, Cuzco, Quito, as linhas de Nazca, as cidades de Ollantaytambu, Machu Picchu e Pachacamac para a mineração de metais raros, incluindo estanho para a fabricação de bronze. Os principais metais eram propriedade dos “deuses”, é claro.
Uma grande variedade de atividades de mineração foi empreendida na Terra naquela época devido à guerra entre as forças extraterrestres do “Antigo Império” e do The Domain (O Domínio) pelo controle do planeta. Estes povos mineradores fizeram algumas esculturas de si mesmos. Eles são vistos usando capacetes dos mineiros.
A escultura estela (Monolito) Ponce encontrada no pátio do templo Kalasasaya é uma reprodução bruta de um trabalhador cortador de pedras usando um cortador de pedra eletrônico de emissor de onda de luz como ferramenta para o corte de pedras, colocado em um coldre. O “Antigo Império” (e demais extraterrestres) também mantem operações de mineração em planetas por toda a galáxia por um tempo muito longo. Os recursos minerais da Terra são agora uma propriedade do The Domain (O Domínio).

Em 2.450 aC –
O complexo de pirâmides e a “grande” pirâmide localizadas hoje perto de Cairo foram concluídas. Uma inscrição criada pelos administradores do “Antigo Império” pode ser visto nos chamados textos das pirâmides. Os textos dizem que a pirâmide foi construída sob a direção de Thoth, filho de Ptah. É claro que nunca houve um rei enterrado na câmara, uma vez que as pirâmides nunca foram destinadas a serem usadas como uma câmara mortuária, conforme afirmado pelos “grandes eruditos” da antiga história do Egito.
A grande pirâmide foi localizado precisamente no centro exato de todas as massas de terra do planeta Terra, como visto do espaço. Obviamente essas medições precisas exigem perspectiva (visão) aérea e uma vista das massas terrestres da Terra a partir do espaço. O cálculos puramente matemáticos do centro geodésico dos continentes da Terra não poderiam ser feitos de outra forma, a não desde o espaço.
Eixos foram construídos no interior da pirâmide para se alinhar com a configuração de estrelas na constelação de Orion, Canis Major e, especificamente, com SÍRIUS (a principal estrela da constelação do Cão Maior – Canis Major). Os eixos também estão alinhados com as estrelas da constelação da Ursa Maior, onde o planeta sede do “Antigo Império” existia. Além disso, a estrela Alnitak (do cinturão da Constelação de Órion), Alpha (Thuban) Draconis e a estrela Beta (Kochab) da constelação da Ursa Menor. Estas estrelas são cada um dos sistemas solares chave no “Antigo Império” a partir do qual os IS-BEs foram trazidos para a Terra como objeto de dumping, como mercadoria indesejada.
A configuração de todas as pirâmides do planalto de Gizé foi destinada a criar uma “imagem de espelho”, na Terra do sistema solar, de certas constelações estelares e do braço local de Órion da galáxia, quando o “Antigo Império” comandava a nossa galáxia.
Em 2.181 aC –
MIN, tornou-se o deus da fertilidade do Egito. O IS-BE, também conhecido como Pan, era um deus grego. Min ou Pan, era um IS-BE que de alguma forma conseguiu escapar do sistema de controle pela amnésia do “Antigo Império”.
Em 2.160 – 2.040 aC –
Um dos resultados do recrudescimento da luta pelo controle da Terra, entre as forças do Domínio e as tropas do “Antigo Império” foi de que o controle dos “governantes divinos”, foi quebrado neste momento. Eles finalmente deixaram (agentes a serviço do “Antigo Império”) o Egito e voltaram para os “céus”, por assim dizer, derrotados. Os seres humanos assumiram o papel dominante como faraós governantes. O primeiro faraó humano mudou a cidade capital do Egito de Memphis para Heracleópolis.

Em 1.500 aC –
Esta é a data para a destruição do último fragmento (ilha) do continente de Atlântida dada pelos altos-sacerdotes egípcios, Psenophis de Heliópolis, e Sonchis de Sais, para o sábio grego Solon que mais tarde transmitiu este conhecimento para PLATÃO. Os sacerdotes de Anu registraram que a região do Mediterrâneo foi invadida por forças de “Atlântida” para as pessoas daquele tempo. Claro, essas pessoas não eram do antigo continente de Atlântida, no Oceano Atlântico, que existiu há mais de 70.000 anos antes.
Estes eram refugiados da civilização minoica em Creta escapando de tsunamis, terremotos, maremotos e destruição generalizada provocados pela erupção vulcânica do Mt. Thera (atual Ilha Santorini no Mar Egeu) que destruiu sua civilização (em torno de 1650 aC). As referências de Platão a Atlântida foram emprestados a partir dos escritos do filósofo grego Solon, a quem foi dada a informação pelo sacerdote egípcio que chamou Atlântida de “Kepchu”, que também acontece de ser o nome egípcio para as pessoas nativas da ilha de Creta. Alguns dos sobreviventes do desastre vulcânico que destruiu a civilização minoica pediram ajuda ao Egito, uma vez que eles eram a única outra civilização com alta cultura na área do Mediterrâneo na época.
Em 1.351 aC – 1.337 aC –
A Força Expedicionária do Domínio se engajou ativamente em uma guerra de conquista religiosa contra o culto de mistério egípcio chamado de os “Irmãos da serpente” controlados pelos sacerdotes de Amom, também conhecido como a religião do “Antigo Império”. Durante este tempo o faraó (agente do Domínio) Akhenaton (XVIII Dinastia) aboliu o sacerdócio de Amom, e mudou a capital do Egito de Tebas para o novo local em Tel El Amarna (Akhetaton), no exato centro geodésico do Egito (Movimento repetido no BRASIL, com a construção da nova capital, BRASILIA). No entanto, este plano para derrubar o controle religioso do estilo “Antigo Império” foi rapidamente interceptado.

Em 1.193 aC –
No Oriente Próximo e na Acaia (Peloponeso|), os gregos e troianos lutaram pela supremacia, que terminou com a destruição de Troia como o final da Guerra de Troia. Durante este mesmo tempo, a guerra estava sendo travada no espaço do sistema solar entre duas forças para o controle das “estações espaciais” em torno da Terra. Esse período de 300 anos foi uma resistência muito violenta pelos remanescentes das forças militares do “Antigo Império” às tropas do Domínio. A resistência não durou muito tempo no entanto, pois é inútil resistir às tropas militares do The Domain.
Em 850 aC –
Homero, o poeta grego cego, escreveu as histórias dos deuses “de textos emprestados e modificados a partir de fontes anteriores de textos védicos, textos sumérios, babilônios e mitologia egípcia. Seus poemas, assim como muitos outros “mitos” do mundo antigo são descrições muito precisas sobre as façanhas dos seres IS-BEs na terra que foram capazes de evitar a operação de implantação de amnésia do “Antigo Império” e operar sem corpos biológicos.
Em 700 aC –
Os Hinos védicos foram pela primeira vez traduzidos para a língua grega. Este foi o início de uma revolução cultural na civilização ocidental que transformou culturas tribais brutais em repúblicas democráticas baseadas em conduta mais razoável e civilizada.
Em 638 – 559 aC –
Solon, um homem sábio da Grécia, relatou a existência de Atlântida. Esta foi a informação que ele recebeu dos altos-sacerdotes do “Antigo Império”, Psenophis de Heliópolis e Sonchis de Sais, com quem estudou no Egito.
Em 630 aC –
Zoroastro cria práticas religiosas na Pérsia em torno de um IS-BE chamado Ahura Mazda. Este foi mais um dos inúmeros deuses “monoteístas” postos em prática por agentes do Domínio para deslocar e subverter uma panóplia de deuses adorados e impostos pelo “Antigo Império”.
Em 604 aC –
Lao Tsé, um filósofo que escreveu um pequeno livro chamado “O Caminho”, foi uma incorporação de um IS-BE de grande sabedoria, que superou os efeitos da amnésia impostas pelas máquinas de hipnose do “Antigo Império” e escapou da Terra. Sua compreensão da natureza de um IS-BE deve ter sido muito boa para poder fazer isso.
Segundo a lenda comum, sua última vida como um ser humano foi vivida em uma pequena aldeia na China. Ele contemplou a essência da sua própria vida. Como Siddhartha Gautama, ele confrontou seus próprios pensamentos e vidas passadas. Ao fazê-lo, ele se recuperou um pouco da sua própria memória, capacidade e relembrou da sua imortalidade.
Como um homem velho, ele decidiu deixar a aldeia e ir para a floresta para abandonar o seu corpo. O guardião das saídas de sua vila o parou e pediu-lhe para escrever sua filosofia pessoal de vida antes de sair da aldeia. Aqui está um pequeno exemplo dos conselhos que ele deu sobre “O Caminho” em que ele redescobriu a conexão com seu próprio espírito:
- “Aquele que olha não vai vê-lo; Aquele que escuta não irá ouvi-lo; Aquele que tateia não vai agarrá-lo.
- A nulidade sem forma, a fonte imóvel do movimento.
- A essência infinita do espírito é a fonte da vida.
- O Espírito é auto existente.
- As Paredes formam e apoiam um quarto, no entanto, o espaço entre eles é o mais importante.
- Um pote é formado de argila, no entanto, o espaço formado dentro dele é mais útil.
- A ação é causada pela força do nada em alguma coisa, assim como o nada do espírito é a fonte de todas as formas.
- Alguém sofre grandes aflições porque tem um corpo.
- Sem um corpo que aflições alguém poderia sofrer?
- Quando alguém se importa mais com o corpo do que com o seu próprio espírito, Este torna-se o corpo e perde o caminho do espírito.
- O SER, o espírito, cria a ilusão.
- A ilusão do Homem é que a realidade não é uma ilusão.
- Aquele que cria ilusões e as torna mais reais do que a “realidade”, segue o caminho do espírito e encontra o caminho do céu “.
Em 593 aC –
A história do Gênesis escrito pelo povo judeu descrevem “anjos” ou “filhos de Deus” que copulam com as mulheres da Terra, que geraram crianças. Estes seres eram, provavelmente, renegados do “Antigo Império”. Eles também podem ter sido piratas espaciais ou comerciantes de um sistema de fora desta galáxia, que vieram para roubar recursos minerais, ou contrabandear drogas.
O domínio tem observado que existem muitos visitantes diferentes para a Terra vindo de planetas e galáxias vizinhas, mas eles raramente param e aqui se estabelecem. Que tipo de seres que viveriam em um planeta prisão se eles não forem forçados a fazê-lo?
O mesmo livro também relata a história de um ser humano chamado Ezequiel, que testemunhou o pouso de uma espaçonave perto do rio Chebar na Caldéia. A sua descrição da embarcação utiliza uma linguagem muito arcaica, tecnicamente, mas é, no entanto, uma descrição bastante exata de um disco voador do “Antigo Império” ou uma espaçonave de pesquisa. É semelhante ao avistamento dos “vimanas” pelas pessoas no sopé dos Himalaias, na ÍNDIA.
Sua história do Gênesis também menciona que “o Senhor deus Yahweh“, projetou corpos biológicos para viver cerca de 120 anos na Terra. Corpos biológicos existentes em planetas do tipo “Sol 12, planetas Classe 7” são geralmente projetados para durar uma média de cerca de 150 anos. Os corpos humanos na Terra duram apenas cerca de metade desse tempo. Nós suspeitamos que iste é porque os administradores da prisão Terra alteraram o material biológico dos corpos humanos na Terra para que morressem mais cedo para que os IS-BEs que os habitam possam se reciclar através do mecanismo de amnésia.
Note-se que grande parte do “Antigo Testamento” foi escrito durante o cativeiro dos hebreus que foram levados cativos por Nabucodonosor para a Babilônia, que era muito fortemente controlada pelos sacerdotes do “Antigo Império”. O livro “sagrado” apresenta uma falsa sensação de tempo e um falso conceito da origem da criação. A serpente é o símbolo do “Antigo Império”. Ela aparece no início de sua história da criação, ou como dizem os gregos, na “Gênesis”, e provoca a destruição espiritual dos primeiros seres humanos, que são metaforicamente representados por Adão e Eva.
O Antigo Testamento, claramente influenciado pelas Forças do “Antigo Império”, dá uma descrição detalhada dos IS-BEs sendo induzidos em corpos biológicos na Terra. Este livro também descreve muitos das atividades de lavagem cerebral efetuada pelo “Antigo Império”, incluindo a instalação de memórias falsas, mentiras, superstições, ordenando o “esquecimento” e todos os tipos de truques e armadilhas concebidas para manter os IS-BEs presos na Terra. Mais importante, ela destrói a consciência de que os humanos são seres espirituais imortais.
Em 580 aC –
O Oráculo de Delfos era um templo que integrava uma vasta rede de muitos oráculos em templos. Cada um destes templos era um centro de comunicação. Os sacerdotes do “Antigo Império” designavam um “deus” local para cada templo. Cada um desses templos dessa rede estavam localizados precisamente a intervalos de 5 graus de latitude da capital de Tebas em toda a área do Mediterrâneo para o norte até o Mar Báltico.
Os santuários serviam, entre outras coisas, como uma grade, abrigando “faróis” eletrônicos, mais tarde chamados de “Pedras Omphalus”. O arranjo da rede de Templos de Oráculos só pode ser visto a partir de altitudes de milhas acima da Terra. A rede original de “faróis” de comunicações eletrônicas foram desativados quando o sacerdócio foi disperso, e foram substituídas por pedras esculpidas. O símbolo do sacerdócio do “Antigo Império” é uma serpente Python, ou dragão. Era chamado de “Dragão da Terra”, em Delfos, que é sempre representado em escultura e pinturas em vasos e cerâmicas como uma serpente.
Na mitologia grega a guardiã da pedra Omphalus no templo de Delfos era um oráculo cujo nome era Python, a serpente (a uma Pitonisa). Ela era uma IS-BE, que foi conquistada por um “deus” chamado Apollo. Ele a enterrou sob a pedra Omphalos. Este é um caso de um “deus” criando o seu templo na sepultura de outro. Este é um eufemismo preciso para a força de Domínio que detectou e desativou a rede de templos de oráculos do “Antigo Império” na Terra. Ele foi um dos golpes fatais do Domínio contra as Forças do “Antigo Império” no sistema solar da Terra.
Em 559 aC –
O oficial comandante do Batalhão do Domínio que foi perdido em 5.965 aC foi detectado e localizado por uma equipe de busca enviada para a Terra da Força Expedicionária do Domínio. Ele encarnaou como Ciro II da Pérsia durante este tempo.
Um sistema único de organização foi usada por Ciro II e os membros desse batalhão que o haviam seguido desde a Índia através de sua progressão de vidas humanas encarnados na Terra. Em parte, isso permitiu-lhes construir o maior império da história da Terra naquele momento, na Pérsia. As Forças de Resgate do Domínio que o localizou viajou ao redor da Terra procurando pelos IS-BEs do Batalhão perdido por vários milhares de anos.
O grupo de procura e resgate consistia de 900 oficiais do Domínio, divididos em 3 equipes de 300 cada. Uma equipe procurou em terra, uma outra equipe pesquisou nos oceanos e a terceira equipe procurou no espaço circundante da Terra. Há muitos relatórios feitos em diversas civilizações humanas antigas sobre as suas atividades no planeta, o que os seres humanos nunca entenderam, é claro.
As Forças de Resgate do Domínio concebeu uma ampla variedade de dispositivos de detecção eletrônicos necessários para acompanhar a assinatura eletrônica ou comprimento de onda de cada um dos membros ausentes do Batalhão perdido. Alguns foram usados no espaço, outros em terra, e dispositivos especiais foram inventados para detectar IS-BEs debaixo da água. Um destes dispositivos de detecção eletrônicos é referido como a “árvore da vida”.
O dispositivo é, literalmente, uma ferramenta concebida para detectar a presença de vida, de um IS-BE. Este dispositivo consistia num gerador de tela eletrônica de grande porte desenhado para pesquisar áreas amplas. Para os seres humanos antigos na terra se assemelhava a uma espécie de árvore, uma vez que é composto por uma rede entrelaçada de geradores e receptores de campo eletrônicos. O campo eletrônico detecta a presença de IS-BEs, se o IS-BE está ocupando um corpo, ou mesmo se eles estão fora de um corpo humano.
A versão portátil deste dispositivo de detecção foi idealizada por cada um dos membros das Forças de Resgate do Domínio. Esculturas de pedra na Suméria mostram seres alados se utilizando de instrumentos em forma de pinha para digitalizar os corpos dos seres humanos. Eles também são mostrados carregando a unidade de energia para o scanner, que são descritos como cestas estilizadas ou baldes de água, sendo conduzidos por seres com cabeça de águia e alados.
Os membros das Forças de Resgate do Domínio, liderados por Ahura Mazda, foram muitas vezes chamados de “deuses alados” em interpretações humanas. Durante toda a civilização persa, há um grande número de esculturas de pedra que retratam naves espaciais aladas, que eles chamavam de “faravahar”.
Os membros das Forças de Resgate Aquáticas do Domínio foram chamados de “Oannes” por seres humanos locais. esculturas de pedra dos chamados Oannes são mostradas vestindo trajes de mergulho de cor prateada. Eles viviam no mar e apareciam para a população humana como seres humanos com aparência de peixes. Alguns membros do Batalhão perdido foram encontrados nos oceanos onde habitavam (animavam) corpos de golfinhos ou baleias.
Portanto, embora a mitologia e a história possa ter por base acontecimentos factuais, eles igualmente estão cheios de mal compreensão e avaliações mal interpretadas dos dados, com o embelezamento, teorias e hipóteses que são falsas. A unidade espacial da Força Expedicionária do Domínio são mostrados voando em um “Disco Alado”. Esta é uma alusão ao poder espiritual do IS-BEs, bem como ao ofício do espaço utilizado pela Pesquisa Partido Domínio .
O comandante do batalhão perdido, como Ciro II, era um ser IS-BE que foi considerado como um messias na Terra por ambos os povos, hebreus e arianos. Em menos de 50 anos, ele estabeleceu uma filosofia altamente ética e humanitária que mais tarde permeou toda a civilização ocidental.
Suas conquistas territoriais, organização militar, administração de pessoas e projetos de edifícios monumentais foram sem precedentes antes ou depois na história. Tais realizações radicais em um curto período de tempo só poderia ter sido alcançado por um líder e uma equipe de oficiais treinados, pilotos, engenheiros e membros da tripulação de uma unidade do Domínio, agindo como uma equipe, que tinha sido treinada e trabalhando em conjunto durante milhares de anos.
Embora tenhamos descoberto a localização de muitos dos IS-BEs no Batalhão perdido, o Domínio ainda tem sido incapaz de restaurar a sua memória e devolvê-los à ativa.
É claro que não podemos transportar os IS-BEs que estão habitando corpos biológicos humanos às estações espaciais do Domínio já que não há atmosfera de oxigênio em nossas naves espaciais. Também nós não mantemos instalações de apoio de vida para entidades biológicas em nossas bases e espaçonaves. Nossa única esperança tem sido a de localizar e reavivar a consciência, memória e identidade dos IS-BEs do Batalhão Perdido. Um dia, eles serão capazes de voltar a se reunir conosco.
Em 200 aC –
A última civilização das pirâmides remanescente do “Antigo Império” está localizada em “Teotihuacan” no hoje México. O nome azteca para o local significa “lugar dos deuses” ou “onde os homens foram transformados em deuses”. Como a configuração astronômica das pirâmides de Gizé, no Egito, todo o complexo é um modelo preciso em escala, do sistema solar que reflete com precisão as distâncias orbitais dos planetas interiores (Mercúrio e Vênus) o cinturão de asteróides (restos do planeta MALDEK), Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão. Uma vez que o planeta Urano só foi “descoberto” com telescópios terrestres modernos, em 1787, e Plutão em 1930, é evidente que os construtores tinham informação de “outras fontes”.
Um elemento comum das Civilizações das pirâmides ao redor da Terra é o uso constante da imagem de uma cobra, dragão, ou serpente. Isso ocorre porque os seres que plantaram essas civilizações aqui queriam criar uma ilusão de que os “deuses” são répteis. Esta é também uma parte de uma ilusão destinada a perpetuar a amnésia no planeta. Os seres que criaram falsas civilizações na Terra são IS-BEs, assim como você. Muitos dos corpos biológicos habitadas por IS-BEs no “Antigo Império” são muito similares na aparência aos corpos na Terra. Os “deuses” não são répteis , embora muitas vezes se comportem como as serpentes venenosas.
Em 1.034 – 1.124 AD –
O mundo árabe inteiro foi escravizada e corrompido por um homem: Hasan ibn-al-Sabbah, o Velho da Montanha. Ele estabeleceu a saida dos Hashshashin que operava uma parte do islamismo (Xiita) que controlava pelo medo e o terror, grande parte da Índia, da Ásia Menor e mais a Bacia do Mediterrâneo. Tornaram-se um sacerdócio que se utilizava de um mecanismo de controle da mente e ferramenta de extorsão extremamente eficaz que permitiu aos “assassinos” controlar o mundo civilizado por várias centenas de anos.
{n.T. Ordem de Assassinos, foi uma seita fundada no século XI por Hassan ibn Sabbah, conhecido como O Velho da Montanha. Seu fundador criou a seita com o objetivo de difundir nova corrente do ismaelismo, que ele mesmo havia criado. Sua sede era uma fortaleza situada na região de Alamut, no hoje IRÃ. A fama do grupo se alastrou até o mundo cristão, que ficou surpreso com a fidelidade de seus membros, mais até que com sua ferocidade. Seu líder possuía cerca de 60 mil seguidores, segundo alguns relatos da época especulavam. Para Bernard Lewis, autor de Os Assassinos, haveria um evidente paralelo entre essa seita e o comportamento extremista islâmico, assim como o ataque suicida como demonstração de fé. O ismaelismo é uma das correntes do esoterismo islâmico, que se enquadra no Islão Xiita.}
Seu método era simples. Os homens ainda jovens eram seqüestrados e viciados com haxixe. Eles eram levados para um jardim repleto de belas huris de olhos negros em um harém decorado com rios de leite e mel. Os jovens eram induzidos e enganados de que eles estavam no paraíso. Eles recebiam a promessa de que eles poderiam voltar a viver lá para sempre se eles sacrificassem suas vidas como um assassino de quem eles fossem ordenados a matar. Após serem fanatizados, eram liberados novamente, e manipulados e para fora no mundo para realizar a sua missão de assassinato.
Enquanto isso, o Velho da Montanha enviava um mensageiro ao califa ou, a qualquer que fosse o governante rico de quem exigia o pagamento, demandando camelos carregados de ouro, especiarias, incenso ou outros objetos de valor. Se o pagamento não chegasse a tempo, o assassino seria enviado para matar o ofensor. Não havia praticamente nenhuma defesa contra o desconhecido assassino enviado que não queria nada mais do que realizar a sua missão, para depois ser morto e voltar ao “céu” para desfrutar das huris virgens.
Este é um exemplo muito bruto de como uma operação de lavagem cerebral e controle da mente simples e eficaz pode provocar quando ele é usado com habilidade, com força e sem escrúpulos. É uma demonstração em pequena escala de como a operação de controle da mente e amnésia é usada contra a população de seres IS-BEs da Terra pelo “Antigo Império”.
Em 1.119 AD –
A Ordem dos Templários 183 (Nota de rodapé) foi estabelecida como uma unidade militar Christian depois da Primeira Cruzada, mas rapidamente se transformou em base para o sistema bancário internacional para acumular dinheiro para conduzir a agenda de agentes de vestígios do “Velho Império” na Terra.
Em 1.135 – 1.230 AD
A Força Expedicionária do Domínio concluíu a aniquilação dos remanescentes restantes da frota espacial do “Antigo Império” que operavam no sistema solar e na região em torno da Terra. Infelizmente, a sua base de operação de controle da mente, há muito estabelecida, permanece praticamente intacta e desconhecida.
Em 1.307 AD

Os Cavaleiros Templários foram dissolvidos pelo rei Filipe IV de França, que estava profundamente em dívida para com a Ordem dos Cavaleiros Templários. Ele pressionou o Papa Clemente V a condenar os membros da Ordem, a prende-los, tortura-los para obter falsas confissões, e os queimou na fogueira em um esforço para apagar a sua dívida, para roubar toda a riqueza da Ordem, no que não foi bem sucedido.
A maioria dos Templários fugiu para a Suíça [e para Portugal e Escócia] onde estabeleceram um sistema bancário internacional que secretamente, hoje controla a economia da Terra. Os agentes do “Antigo Império” agem como uma influência invisível através dos grandes banqueiros internacionais. Os bancos são operados secretamente como um provocador não combatente para promover secretamente a venda de armas, provocar guerras e controlar as finanças das nações da Terra. A guerra é um poderoso mecanismo interno de controle sobre a população carcerária de IS-BEs da Terra.
O objetivo do genocídio sem sentido e carnificina das guerras financiadas por esses bancos internacionais é evitar que os IS-BEs da Terra passem a compartilhar de comunicação aberta, possam cooperar em atividades altruístas que possam permitir aos seres IS-BEs a prosperar e tornarem-se iluminados, e escaparem de sua prisão que é o planeta Terra. “
Continua . . .







