Os teóricos da conspiração quase sempre estavam certos. Já provamos estar certos inúmeras vezes e continuaremos a estar certos sobre muitas coisas que as pre$$tituta$ da grande mídia costumavam chamar de “marginais”. Para aqueles que, como eu, tentam alertar o público sobre essas ameaças há 20 anos ou mais, quero dizer: conquistamos uma vitória retumbante. Trouxemos os segredos obscuros das elites para o conhecimento do público em geral e nada poderá parar esse trem agora.
Fonte: Escrito por Brandon Smith via Alt-Market.us
No entanto, a luta está longe de terminar e não espere que alguém lhe dê prêmios ou mesmo reconhecimento. É a natureza do nosso trabalho e, francamente, a melhor coisa que pode acontecer a longo prazo é que pesquisadores e analistas como nós eventualmente se tornem obsoletos. Enquanto isso, a guerra da informação para salvar a [ parte boa, 15% da ] civilização continua.
Uma das questões que tenho liderado na minha carreira (juntamente com alguns outros escritores defensores da liberdade) é a análise da psicologia e da ideologia dos globalistas . Acho a existência deles fascinante. Repugnante, sem dúvida, mas também fascinante.
A teoria que defendo há duas décadas é que os globalistas são, antes de tudo, uma rede oculta de psicopatas muito bem organizados. Ou seja, eles procuram pessoas com traços psicopáticos (latentes ou não) para recrutar e aumentar seus números. A crença comum entre o público em geral é que os psicopatas agem isoladamente; que não trabalham juntos porque são egocêntricos demais para se organizarem.
A história nos mostra que isso simplesmente não é verdade.
Desde a máfia aos violentos cartéis de drogas, dos cultos religiosos aos governos autoritários, [de políticos corruptos e ladrões] vimos psicopatas se reunirem e cooperarem nos piores momentos da nossa história.

Eles fazem isso para benefício mútuo, mas acredito que existe uma agenda por trás disso. Trata-se de uma conspiração de grande alcance, que a recente divulgação dos Arquivos Epstein parece corroborar.
Para ser claro, acho que as informações apresentadas até agora nos arquivos mal arranham a superfície do mal com o qual estamos lidando. Também acho importante ressaltar que o simples fato de as pessoas serem “nomeadas” nos Arquivos Epstein não significa nada sem contexto.
Algumas figuras públicas, como Donald Trump ou Elon Musk, são “citadas” como tendo interagido com Epstein, mas não há nenhuma evidência de que tenham participado de qualquer atividade nefasta (Epstein abordava QUALQUER pessoa com poder ou influência e tentava recrutá-la e seduzi-la com suas meninas menores de idade). Além disso, denúncias anônimas ao FBI, feitas por pessoas estranhas e aleatórias, não configuram um caso criminal. Outras pessoas são citadas nos arquivos, e o contexto sugere que cometeram atos bastante repugnantes.
Os arquivos representam evidências suficientes para justificar uma investigação internacional de grande escala, mas não constituem prova de crimes que se sustentariam em um tribunal (pelo menos, não até o momento).
É possível que nunca vejamos indiciamentos de nenhum frequentador assíduo da Ilha Epstein e do “Lolita Express” [como Bill Clinton]. Como mencionei em meu artigo “Autopreservação Governamental: Por que Nunca Veremos a Lista Real de Epstein” , publicado no ano passado, acredito que muitas pessoas no governo Trump desejam que o caso Epstein resulte em prisões. No entanto, também previ que as revelações contidas nos arquivos poderiam desencadear descobertas ainda mais sombrias, capazes de causar um colapso total.
As pessoas que lidam com essas informações enfrentam um dilema: buscar a verdade, divulgá-la completamente na internet e arriscar um caos social generalizado, ou liberar as informações aos poucos para o público e tentar impedir que o sistema entre em colapso. Esqueçam os extraterrestres – a revelação de provas concretas de que um culto luciferiano de banqueiros khazares, CEOs, políticos e burocratas canibais controla o planeta é o verdadeiro evento do Cisne Negro.
Não se pode ter uma discussão significativa sobre a natureza do poder na civilização moderna (pós-revolução industrial) sem aceitar a dura realidade de que a maioria dos eventos-chave da nossa história recente foram manipulados por um consórcio oculto de membros das elites. Também não podemos ter um debate legítimo sobre como resolver o problema sem aceitar o fato de que o “mal” é uma constante inegável.

É o denominador comum, a chave da equação.
O mal é uma entidade tangível e autônoma que exerce influência quase absoluta sobre a sociedade humana, frequentemente usando pessoas com fraquezas de alma e desvios inerentes como instrumentos para alcançar seus objetivos. Sim, isso soa bastante bíblico, mas eu argumentaria que nossos ancestrais religiosos talvez tivessem uma compreensão muito melhor da natureza do mal do que nós hoje, dada nossa propensão futurista a negar tudo aquilo que não podemos explicar imediatamente pela “ciência”.
Os Arquivos Epstein revelam uma maldade incompreensível para muitas pessoas que nunca tiveram contato com pesquisas sobre globalização, e mesmo aquelas que já tiveram esse contato podem se surpreender com as descobertas.
Em resumo, Jeffrey Epstein não era o topo da pirâmide. Ele também não era um vigarista interesseiro que vendia sexo e depravação apenas para obter acesso aos corredores do poder. Em vez disso, Epstein era um intermediário, um traficante que vendia experiências de dopamina como recompensa para membros da cabala (enquanto coletava material para chantagem). Mas a cabala é muito maior do que o que vemos nos arquivos de Epstein e transcende qualquer nação ou governo.
Nos arquivos, há menções estranhas a “clonagem”, produção de bebês para venda no mercado negro e a criação de uma “raça superior”. Em outras palavras, os interesses de Epstein e seus associados iam muito além de fetiches sexuais.
Alguns dos e-mails de Epstein discutem abertamente o abuso sexual e a tortura de vítimas levadas para a ilha. A vitimização de adolescentes é menos protegida e mais fácil de comprovar. Além disso, há os elementos mais perturbadores dos arquivos. A linguagem codificada é abundante nos e-mails de Epstein, usando comida como símbolo de contrabando claramente ilícito.
A partir das informações do Pizzagate (os e-mails de John Podesta) divulgadas pelo WikiLeaks em 2016, podemos ver que palavras-código relacionadas a comida são comuns entre os globalistas e parecem estar ligadas ao abuso sexual de crianças. O simbolismo da pizza tem sido comum em redes de pedofilia por muitos anos antes da revelação do Pizzagate, e também é comum nas páginas dos Arquivos Epstein (a palavra “pizza” é usada como código pelo menos 900 vezes nos e-mails).
O uso da expressão “carne seca” nos e-mails de Epstein (mencionada centenas de vezes) é particularmente perturbador, incluindo menções a manter a “carne seca no gelo“, uma estranha obsessão com o peso das porções, testes laboratoriais da “carne seca” para prevenir doenças, etc. Seja lá do que estiverem falando, não é carne seca. É preciso se perguntar: que tipo de produto comestível seria tão criminoso a ponto de precisar ser escondido por trás de códigos elaborados?
A conclusão óbvia seria que “carne seca” é um código para “carne humana”. Alguns podem argumentar que não há benefícios em comer carne humana, então por que as elites o fariam? Esses críticos operam a partir de uma perspectiva lógica e não ocultista. Não se pode separar a Ilha Epstein do ocultismo e ainda assim compreender o que aconteceu lá.
Para as elites que se identificam com as práticas pagãs da antiga Babilônia, da era dos adoradores de Moloch (Bohemian Grove) em diante, o ritual do canibalismo é parte integrante de sua religião. Elas acreditam que o sacrifício humano lhes confere poder, e esse é um tema recorrente na maioria dos sistemas pagãos, incluindo o satanismo.
O luciferianismo/satanismo é um elemento integral do globalismo. As evidências de sua prática em círculos globalistas são imensas e não podem ser ignoradas. Alguns céticos podem sugerir uma separação entre “satanismo” e “luciferianismo”, mas, para todos os efeitos práticos, são sistemas de crenças interligados.

Os satanistas se dedicam à busca do prazer físico [incluindo o sadomasoquismo] em detrimento da moralidade, enquanto os luciferianos se dedicam à busca do poder e da divindade em detrimento da moralidade. Para os adeptos de ambas as práticas, o lema é “Faze o que tu queres”.
Como descrevi em meu artigo “Luciferianismo: Uma Visão Secular de um Sistema de Crenças Globalista Destrutivo”, publicado em 2019, as elites globais derivam seu êxtase espiritual da adoração do material e da corrupção do puro, inocente, belo e verdadeiro. Elas buscam desconstruir a criação e a natureza humana, para provar que todas as pessoas são tão depravadas quanto elas e que a moralidade é uma limitação artificial ao poder e ao prazer.
O sistema deles está repleto de indicadores psicopáticos e afirmo que o luciferenismo é uma religião criada especificamente para afirmar as tendências destrutivas de psicopatas e narcopatas. Mas quais são essas tendências?
Psicopatas não possuem qualquer senso de empatia e funcionam apenas como parasitas que se alimentam do resto da humanidade. Essa é, na verdade, uma das razões pelas quais sou fascinado por eles. Não porque sejam particularmente interessantes como indivíduos, mas porque sua existência parece ser uma anomalia perigosa. Eles representam menos de 1% da população humana total, mas são responsáveis pela grande maioria das tragédias humanas.
A pessoa comum tem capacidade para o mal, disso não há dúvida.
As pessoas podem ser levadas a todos os tipos de horrores, dependendo das suas circunstâncias. Mas a maioria de nós possui um mecanismo chamado “consciência” que nos impede de cometer atos malignos na maior parte do tempo. Ela também nos faz sentir culpa quando sabemos que agimos de forma destrutiva.
Se a maioria da população não tivesse uma experiência universal de consciência e moralidade, teríamos sido extintos como espécie há milhares de anos.
Os globalistas (psicopatas) não possuem esse mecanismo. Na verdade, eles veem a consciência como um obstáculo, uma característica dos fracos e dos facilmente vitimados. São uma classe predatória de humanos. Eu diria até que não são humanos de fato, mas uma mutação ou uma intrusão cancerosa.
Quando os psicopatas conquistam riqueza material evidente, passam a ter fácil acesso aos recursos necessários para satisfazer seus impulsos à vontade. Nessa fase da evolução, tendem a ficar entediados. Começam a buscar depravação e obscuridade cada vez maiores em busca de uma dose mais intensa de dopamina. Quanto mais degenerada e tabu a atividade, mais excitante ela se torna.
Mas essas não passam de motivações individuais e vícios pessoais. Quais são as ambições e os impulsos da cabala organizada?
Parte do fascínio do ocultismo reside na satisfação que algumas pessoas sentem ao acreditarem ser “superiores” ao homem comum. Os grupos ocultistas vendem aos seus membros a ideia de que serão considerados “de elite” ao se unirem aos guardiões dos segredos, aos extraterrestres, sendo membros de grupos e sociedades pseudo secretas, tais como, Skull & Bones, Bilderberg, Illuminati, Bohemian Grove, maçonaria (esses são ridículos), et caterva.

Ao lermos os inúmeros e-mails ligados a Epstein, bem como à sua ilha e ao seu rancho no Novo México, as pessoas que se correspondiam com ele pareciam infantis, eufóricas e alguns verdadeiros idiotas. Elas riam como adolescentes mimados ao se envolverem em códigos e enigmas. Cometem atrocidades que ultrapassam a compreensão do homem comum e sentem prazer porque se deleitam com o mistério e a intriga em torno de tudo isso.
Acho que isso pode ser difícil de aceitar para muitas pessoas no campo das teorias da conspiração, mas a cabala não é composta por mentes brilhantes e sombrias que impõem uma vontade fria e calculista. Em vez disso, é composta principalmente por narcisistas egomaníacos que riem como retardados enquanto se deleitam em suas ilusões de grandeza. Se você visse como essas pessoas se comportam nos bastidores, provavelmente sentiria vergonha alheia e se sentiria um idiota por imaginá-las como mentes brilhantes, astutas e intocáveis.
Sem seu dinheiro e a proteção coletiva de seu clã, eles são pessoas insignificantes, sem mérito, vivendo uma existência sem sentido. Dito isso, não se engane: é a sociopatia pútrida de sua infantilidade que os torna extremamente perigosos. Ser infantil enquanto se regozija com o sangue da inocência exige uma mente diabólica e demoníaca.
Segundo minhas pesquisas, a Ilha de Epstein pode ter sido considerada tranquila em comparação com outros locais de encontro da elite. Sua ilha não era o destino final, mas sim uma porta de entrada para iniciados. Acredito que a ilha era um teste, um lugar onde o mal se concentrava e pessoas com receios eram filtradas.
Os piores dos piores provavelmente migraram para antros ainda mais vis, escondidos à vista de todos ao redor do mundo. A importância dos Arquivos Epstein reside no fato de que eles abrem caminho para uma investigação mais ampla das redes globalistas e seus cenários horripilantes.
Sugiro que precisamos resgatar o conceito de “caçadores de bruxas”; pessoas capazes de pensar como ocultistas, utilizando métodos modernos de investigação para rastrear essas redes e erradicá-las da face da Terra. Se as autoridades governamentais se recusarem a fazer isso, o vigilantismo será inevitável.
Infelizmente, não é por acaso que ONGs globalistas inundaram o Ocidente com migrantes do terceiro mundo e mobilizaram exércitos de insurgentes de extrema esquerda nos últimos anos. Após a pandemia, elas sabem que o público está saturado de informações e que sua agenda está vindo à tona. Elas buscarão derrubar movimentos conservadores, explorar pessoas ingênuas para destruir seus inimigos e causar caos generalizado a fim de sabotar qualquer resistência organizada.



