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Astrônomo amador brasileiro descobre asteroide gigante de 1 km [2020 QU-6]

Posted by on 14/09/2020

Ainda não encontramos todos os objetos [asteroides, cometas, meteoros] grandes e potencialmente perigosos próximos à Terra, como destacado pela recente descoberta de um asteroide gigante de cerca de um quilômetro. O astrônomo amador brasileiro Leonardo Amaral estava esquadrinhando os céus na noite de 27 de agosto, vasculhando uma região na constelação Indus, quando detectou um grande e inédito intruso cósmico: o novo asteroide nomeado de 2020 QU-6 .

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Uma bolsa da Sociedade Planetária permitiu a recente descoberta, por um astrônomo amador brasileiro, de um novo asteroide gigante, de cerca de um quilômetro, nomeado de 2020 QU-6 .

Fonte:  Sky & Telescope

Leonardo Amaral usou o refletor de 0,3 metros no observatório Campo dos Amarais perto de Sau Paulo, Brasil. O observatório havia recebido um upgrade recente graças a uma bolsa da Planetary Society .

Acontece que o novo asteroide 2020 QU 6 tem cerca de um quilômetro de diâmetro – um achado surpreendente, dado que a maioria desses grandes objetos foi “considerados” como encontrados e catalogados. O asteroide orbita o Sol uma vez a cada 3,26 anos em uma órbita inclinada de 23,5 ° em relação ao plano da eclíptica. 

Ele não representa uma ameaça atual para a Terra, tendo passado dentro de 40 milhões de quilômetros (24 milhões de milhas, mais de 100 vezes a distância entre Terra-Lua) recentemente em 10 de setembro. É o mais próximo que o asteroide chegará da Terra no século 21.

SUBSÍDIO E BOLSA DA SOCIEDADE PLANETÁRIA

A descoberta foi possível graças a uma doação de apenas US$ 8.500 do programa Shoemaker NEO Grant da Planetary Society , que incentiva astrônomos amadores avançados para caçar novos asteróides, cometas, meteoros, rastrear asteróides conhecidos e refinar seus caminhos futuros dentro do sistema solar.

A concessão permitiu que o astrônomo brasileiro Amaral e o observatório Campo dos Amarais se atualizassem para uma montagem de telescópio mais estável, permitindo um rastreamento mais preciso por períodos de tempo mais longos. O ponto de vista de Amaral no hemisfério sul também lhe deu uma vantagem, já que o céu do sul é coberto apenas de forma esparsa por levantamentos automatizados.

A imagem do objeto descoberto, o asteroide 2020 QU-6. Foto por Leonardo amaral

OBJETOS PRÓXIMOS À TERRA NAS NOTÍCIAS

Os asteróides próximos à Terra têm estado muito nos noticiários recentemente: em 15 de agosto, o asteróide 2020 QG passou a apenas míseros 2.950 km da superfície da Terra, o mais próximo que um asteroide documentado já passou de nosso planeta. Outro asteróide, o 2011 ES-4, passou 1,48 milhão de km da Terra em 2 de setembro e só foi percebido pelo astrônomo Gianluca Masi em 6 de setembro.

“Ouvimos cada vez mais sobre as descobertas de asteróides, principalmente porque estamos cada vez melhores em encontrar e rastrear asteróides próximos à Terra”, disse Bruce Betts (Planetary Society) em um recente comunicado à imprensa Não há mais asteróides de repente, estamos apenas melhorando em vê-los.”

MANDATO DA NASA

Detectar rochas espaciais perigosas no sistema solar interno é de suma importância, caso tenhamos que remover alguma do nosso caminho. Em 1998, o Congresso dos EUA pediu à NASA para identificar 90% dos asteróides próximos à Terra com 1 quilômetro de tamanho ou maiores. A NASA [pensa que] atingiu esse objetivo, embora a descoberta recente de Amaral mostrem que ainda há [muuuiiiitas] descobertas a serem feitas.

A órbita do asteroide 2020 QU-6 descoberto por um brasileiro. NASA / JPL

A colisão da Terra com um asteroide do tamanho de um quilômetro teria efeitos desastrosos para o planeta, mas mesmo os menores podem causar grandes danos regionais. Por esse motivo, o Congresso norte americano expandiu o critério de pesquisa em 2005, pedindo que a NASA encontrasse objetos próximos à Terra com 140 metros ou mais até 2020. Estamos bem aquém dessa meta, com apenas cerca de 40% desses objetos descoberta até o momento.

Um esforço da NASA, a Near Earth Object Surveillance Mission (NEOSM, anteriormente NEOCam) poderia atingir essa meta em uma década. Se financiado, o NEOSM seria lançado em 2025. A NASA atualmente gasta US$ 160 milhões por ano em defesa planetária, menos de 1% de seu orçamento anual total.

“Esta descoberta nos lembra que, embora tenhamos encontrado a maioria dos grandes NEOs, não encontramos todos eles”, disse Casey Dreier (Planetary Society) em um recente comunicado à imprensa . “Devemos continuar a apoiar os astrônomos baseados em terra e investir em novas capacidades baseadas no espaço, como o NEOSM, a fim de proteger a Terra agora e no futuro.”

A descoberta desse novo asteroide gigante mostra que rochas espaciais grandes e não descobertas ainda estão por aí – e que observadores amadores ainda podem fazer contribuições significativas para encontrá-las.


Parece que a NASA “já rastreou quase todos os Objetos” próximos à Terra e podemos pensar que estamos seguros, mas a ARROGÂNCIA humana não tem limites, senão vejamos:

“E o terceiro anjo tocou a sua trombeta, e caiu do céu uma grande estrela ardendo como uma tocha, e caiu sobre a terça parte dos rios, e sobre as fontes das águas”. – Apocalipse 8:10

“E sobre os homens caiu do céu uma grande saraiva, pedras do peso de um talento; e os homens blasfemaram de Deus por causa da praga da saraiva; porque a sua praga era mui grande”. – Apocalipse 16:21

“E o primeiro anjo tocou a sua trombeta, e houve saraiva e fogo misturado com sangue, e foram lançados na Terra, que foi queimada na sua terça parte; queimou-se a terça parte das árvores, e toda a erva verde foi queimada”.  – Apocalipse 8:7


“Haverá muitas mudanças dramáticas no clima do planeta, muitas mudanças nas condições meteorológicas na medida em que o TEMPO DA GRANDE COLHEITA se aproxima  rapidamente ao longo dos próximos anos. Você vai ver a velocidade do vento em tempestades ultrapassando 300 milhas (480 quilômetros) por hora, às vezes.

Deverão acontecer fortes tsunamis e devastação generalizada NAS REGIÕES COSTEIRAS, e emissão de energia solar (CME-Ejeção de Massa Coronal do Sol)  que fará  importante fusão e derretimento das calotas de gelo nos polos, e subseqüente aumento drástico no nível do mar, deixando muitas áreas metropolitanas submersas em todo o planeta“. Saiba mais AQUI 


Saiba mais, leitura adicional:

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br

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