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Brasil: Forte Terremoto de 6,7° na escala Richter no Oceano Atlântico, próximo à Belém, PA

O USGS, serviço geológico dos EUA, detectou forte terremoto de 6,7º na escala Richter em frente a costa de Belém, no estado do Pará, na região do encontro de duas placas tectônicas, a da África e a da América do Sul, conhecida como a Dorsal do Atlântico. O epicentro do forte terremoto foi no leito do Oceano Atlântico à cerca de 1.200 km de Belém.

Forte terremoto de 6,7° na escala Richter no Oceano Atlântico, próximo à BELÉM, PA

Fonte: USGS

Um Forte terremoto foi registrado na região conhecida como a Dorsal do Atlântico, no encontro das placas tectônicas da África e da América do Sul, em frente ao litoral de Belém, no estado do Para, com epicentro no leito do oceano a cerca de 1,200 km de Belém, às 16:35:08 (UTC – 13:35:08 horário de Brasília) conforme registrado pela rede de sismógrafos do USGS (United States Geological Survey):

DATE and TIME (UTC) LAT  LON  MAG  DEPTH
km
DIST
km
  LOCATION   
   (Shows interactive map)  
  IRIS ID
  (Other info)
22-MAR-2022 16:35:0810.75-43.386.7100NORTHERN MID-ATLANTIC RIDGE  11542125

A região atingida pelo terremoto é conhecida como a Dorsal meso atlântica  ou  crista oceânica do Atlântico, também referida pelo acrônimo DMA  (ou MAR, do inglês: Mid-Atlantic Ridge), é uma cordilheira submarina que se estende sob o  Oceano Atlântico desde o Oceano Ártico, desde a latitude 87ºN até à ilha subantártica de Bouvet, à latitude 54ºS.

Os pontos mais elevados desta cordilheira emergem em vários locais, formando ilhas. A região marca o encontro e o ponto de atrito entre duas grandes PLACAS TECTÔNICAS do planeta.

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A enorme cordilheira de montanhas submarinas no meio do Oceano Atlântico e na junção das placas tectônicas da África e da América do Sul.

A dorsal meso atlântica faz parte do sistema global de dorsais oceânicas, e como é o caso de todas as dorsais oceânicas, crê-se que a sua formação fique a dever-se a um limite divergente entre placas tectônicas: a placa Norte-americana e a placa Euro-asiática, no Atlântico Norte e a placa Sul-americana e a placa Africana no Atlântico Sul.

Estas placas encontram-se em movimento e por isso o Atlântico encontra-se em expansão ao longo desta dorsal, ao ritmo de 2 a 10 cm por ano.


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Mais informação adicional:

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